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Drogas

13 jul17:18

Seminário discute prevenção ao crack nesta quinta-feira

Um seminário discutirá o uso do crack, nesta quinta-feira (14), das 13h30min às 18h30min, no Parque do Sesi. O evento é promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) de Pelotas, com o apoio da Prefeitura, Centro regional de estudos, prevenção e recuperação de dependentes químicos (Cenpre), Mães do Crack, 4° Comando da Brigada Militar e Ministério Público.

O seminário, intitulado “Crack, não condene sua vida” tem como objetivo refletir sobre o problema, levar informação e debater prevenção, tratamento, reinserção e segurança. O evento é aberto a todos os interessados, especialmente aos industriários, e trabalhadores da saúde e educação.

O Parque do Sesi fica localizado na avenida Bento Gonçalves, 4.823. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (53) 3222-0709.

Confira a programação:

13h30min – Abertura e apresentação artística. Mesa com Sesi, Ministério Público, secretaria da Saúde, secretaria da Educação, secretaria de Cidadania e Assistência Social, Cenpre, e deputada estadual Miriam Marroni.

14h – Palestras

Apresentação vídeo Sesi

Cenpre – Prevenção, com o professor Guiomar Francisca

CAPS AD – Tratamento, com a psicóloga Gabriela Haack

Debate

Apresentação Grupo Musical

15h50min – Intervalo para café

16h15min – Palestras

Reinserção Social – com a assistente social, Mariglei dos Santos Argiles; o promotor de Justiça, José Olavo Passos; e o tenente de policiamento ostensivo do Comando 4° BPM, Tenente Luiz Gonzaga P. Silva Júnior.

Debate

18h30min – Encerramento

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01 jun15:42

Granja Municipal pode virar local para tratamento de mulheres dependentes de drogas

O prefeito Adolfo Antônio Fetter recebeu a visita em seu gabinete do bispo emérito dom Jayme Chemello, acompanhado do empresário Lélio Robe, onde foi discutida a possibilidade da Prefeitura ceder parte da Granja Municipal, localizada próximo a BR-116 e que esta desativada há vários anos, para uma sociedade que irá tratar de mulheres dependentes de drogas.

Segundo Chemello, o local é afastado da cidade, isolado, e sem linha de ônibus próximo, o que o torna ideal para o tipo de tratamento que deverá ser proporcionado. A ideia é criar um local especifico para tratamento de mulheres dependentes. “Hoje a droga é o maior terror que se tem”, afirmou ele.

Esta é uma ação meritória, salientou o prefeito, acrescentando que, apesar de ser favorável ao pleito, deve ser encaminhado documento explicando a solicitação da área, sua utilização. Em caso de concordância, a liberação ou comodato for por um prazo longo deve passar por projeto de lei enviado à Câmara de Vereadores.

Conforme o prefeito, o pedido precisa de um prazo para análise, pois é um processo que envolve também várias secretarias, entre elas a de Saúde, Cidadania, Desenvolvimento Rural e Urbanismo. “O álcool atinge 10% da população, enquanto que a droga é um problema crescente e que causa efeitos devastadores à família e à sociedade”, afirmou ele, ao considerar a solitação.

O bispo salientou que seria necessário para a utilização do local um empreendimento razoável de recursos, por isso seria interessante um comodato de pelo menos dez anos, porém do total de 60 hectares da granja seria utilizado somente quatro hectares. Ficou definido que será encaminhado à Prefeitura documento solicitando a área e explicando a destinação, que após passará por tramitação pelas secretarias envolvidas onde será analisada a parte legal.

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26 abr16:26

Dependentes químicos buscam esperança na Comunidade Renascer

Evelyn Bastos, RBS TV Pelotas

Na comunidade terapêutica Renascer, localizada em Monte Bonito, um grupo de 42 residentes procura uma vida diferente. Neste domingo de Páscoa, equipe de reportagem do Jornal do Almoço foi conhecer a rotina dessas pessoas que mais do que ninguém buscam todos os dias renovação.

Henrique, internado há seis meses, é natural de Porto Alegre, tem 34 anos de idade e 15 de drogadição.

- Eu sou dependente químico cruzado. Sou alcoólatra, comecei com a maconha, passei para a cocaína e por último para o crack, que me levou à falência. Perdi a esposa, a confiança dos familiares, a minha dignidade. Eu tive uma falência total como ser humano – relata.

Sandro também é um dos internos. Ele passou 14 anos usando drogas pesadas e em seis meses de internação já fugiu uma vez. Hoje o fogo que antes era usado para acender o cachimbo de crack virou um instrumento de trabalho para uma técnica de artesanato que ele aprendeu na comunidade.

- Quando eu cheguei aqui não tinha paciência pra nada, eu era impulsivo, qualquer coisa me irritava… e isso aqui tá me ajudando a ter paciência, porque é um trabalho que tem que ter força de vontade – reflete.

O vício é mesmo difícil de largar, já que a maioria tem recaídas e acaba tendo diversas internações ao longo da vida. É o caso de um jovem que aos 17 anos já foi internado oito vezes.

- A recaída é a pior coisa que existe no mundo – afirma.

No local eles seguem uma rotina de atividades como cuidar da casa, dos animais e da horta. Em dois anos, mais de 280 homens já passaram pela comunidade. Destes, cerca de 10% precisam permanecer em tratamento mesmo quando saem do sítio após um ano de internação. Nesse período, são três fases de tratamento que começam com a desintoxicação, passam pela conscientização até a reinserção social. Um trabalho baseado em muita disciplina, segundo o coordenador de recuperação do grupo, Marcelo Azevedo.


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28 fev13:05

Suspeito é preso por tráfico no bairro Santa Terezinha

Um homem foi preso na tarde de sexta-feira (25) no bairro Santa Terezinha, suspeito de tráfico de drogas. A prisão foi realizada pela Brigada Militar, que chegou ao endereço na Travessa 2 após denúncias de que no local funcionava um ponto de venda de drogas.

Foram apreendidas 122 pedras de crack de tamanhos variados, totalizando 59 gramas, e apetrechos para fracionamento e embalagem da droga.

Segundo informações da Polícia Federal o suspeito foi preso em flagrante e recolhido ao Presídio Regional de Pelotas, estando à disposição da Justiça Estadual.


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28 fev12:36

Polícia Federal apreende crack e arma de fogo

No começo da noite de sexta-feira (25), a Polícia Federal, com apoio da Brigada Militar, prendeu em flagrante duas pessoas que estavam transportando em um veículo crack e arma de fogo.

A prisão aconteceu após denúncia de que o traficante conhecido como “Baby”, do Bairro Bom Jesus, estaria utilizando um Gol de cor branca para o transporte da droga. Na frente da residência de “Baby” foi localizado o veículo suspeito, onde estavam ele e uma mulher.

Segundo informações da Polícia Federal, no interior do automóvel foi encontrado um quilo de crack, valores trocados e arma calibre 38 com a numeração raspada. As drogas e a arma estavam em uma sacola plástica entre os bancos da frente do veículo, local de fácil acesso aos traficantes.

A Polícia Federal ressalta que a participação da comunidade nas denúncias tem sido fundamental para retirar de circulação indivíduos criminosos, armas e drogas.


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20 fev11:29

Carros confiscados de traficantes viram sucata em depósitos do Estado

Humberto Trezzi, Zero Hora


O mato tomou conta daquilo que já foi uma vistosa frota de veículos a serviço do crime. Nos fundos da delegacia da Polícia Federal (PF) em Pelotas, dentro de um depósito ou ao ar livre, 576 carros, motos, caminhões e ônibus se deterioram a olhos vistos, sob o silêncio constrangido dos agentes. Eram usados por delinquentes para tráfico ou contrabando, mas foram apreendidos pelas autoridades e nunca tiveram uma destinação. Deveriam ter sido leiloados, mas isso não aconteceu porque os processos judiciais de confisco permanecem inconclusos, à espera de infindáveis recursos, ou por alguma falha processual – por vezes, a Justiça esquece de determinar o leilão, mesmo quando os donos já estão condenados.

Quem se dispuser a uma visita ao depósito pelotense, que centraliza todas as apreensões de veículos por parte da PF no Rio Grande do Sul, pode deparar com preciosidades como uma reluzente caminhonete Pajero, usada para traficar cocaína, agora à espera de um novo dono. Ou com velharias, como um Fusca 1973 ou um Opala 1992, que ninguém lembra por que foram confiscados e que hoje estão sem qualquer condição de rodar. Ao todo, o depósito abriga 400 carros, 90 motos, 13 caminhões, três ônibus e 70 sucatas diversas. Os veículos antigos estão amontoados num campo, por vezes uns sobre os outros. Já os mais novos, mesmo dentro de uma garagem, estão cobertos por uma camada de poeira da espessura de um dedo.

Recursos adiam decisão judicial

Para evitar que cenas assim se perpetuem, o governador Tarso Genro pretende aprovar um projeto de lei que prevê a agilização do repasse, para as polícias, de bens apreendidos de traficantes. O projeto, de número 38/2011, cria o Sistema Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas e traz, embutida, uma ideia de transferência imediata de veículos e dinheiro confiscado do tráfico para auxílio às autoridades. Além de descapitalizar o traficante, a medida transformaria joias, carros e imóveis em recursos, tão escassos, mediante leilões. Mecanismos semelhantes existem na esfera federal, mas na prática são lentos e ineficazes – tanto que frotas inteiras de automóveis apreendidos enferrujam ao relento. E não só no depósito da PF.

Leia a reportagem completa na edição de Zero Hora deste domingo

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31 jan12:24

Presos traficantes que transportavam drogas do Paraguai a Pelotas

Três pessoas foram presas neste sábado (29) por tráfico internacional de drogas na BR-116. Segundo informações da Polícia Federal, a Polícia Rodoviária realizou a prisão de um casal e um advogado, que é ex-policial, em uma barreira montada na rodovia, depois de receber informações de que eles estariam trazendo crack do Paraguai para Pelotas.

O trio viajava em um Palio. A mulher trazia junto ao corpo 2Kg de crack acondicionados em uma cinta modeladora. A Polícia Federal informou que quando interrogados, eles confirmaram a origem dos entorpecentes – o município de Pedro Juan Caballero, no Paraguai – e a rota internacional até Pelotas.

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22 jan13:52

Traficante de cocaína é preso na zona norte

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira um homem de apelido “Mixaria”. O traficante foi descoberto em um esconderijo na zona norte da cidade. Com ele a polícia encontrou uma balança, R$ 12 mil em cédulas e moedas, drogas e embalagens. Mixaria tinha em seu bolso diversas petecas de cocaína preparadas para revenda. Cerca de meio quilo da substância foi aprrendido junto com os demais objetos.

A investigação que levou os policiais até Mixaria começou a partir da prisão de outro traficante, no começo de dezembro do ano passado, com 1,1kg de cocaína. Naquela ocasião, no apartamento que era utilizado para a venda de entorpecentes em frente à Universidade Católica de Pelotas, foi encontrada uma procuração em nome do autuado.

Segundo a Polícia, a participação da comunidade nas denúncias tem sido fundamental para retirada de circulação indivíduos criminosos e drogas.



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06 jan17:48

Presos cinco traficantes com maconha

Artur Rocha, RBS TV Pelotas

Denúncias anônimas levaram à prisão de cinco traficantes na tarde desta quinta-feira (6) em Pelotas. Eles vieram de Rio Grande para comprar maconha.

Os cinco quilos da droga foram apreendidos pelo setor de inteligência da Brigada Militar no bairro Simões Lopes. Os suspeitos foram presos quando deixavam a cidade em direção a Rio Grande em duas motocicletas e um carro. A maconha e os traficantes foram entregues para a Polícia Federal.

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06 jan11:47

Compreensão leitora de usuários de crack é tema de dissertação

A análise da compreensão leitora em dependentes químicos de crack foi o assunto central da dissertação de Frederico Gomes e Silva Moreira. O trabalho foi apresentado como requisito final para conclusão de seu mestrado no Programa de Pós-Graduação e Letras da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), no fim de dezembro.

Como resultado da pesquisa realizada com 20 pessoas com idade entre 18 e 20 anos e o Ensino Médio completo, Moreira constatou que há uma diferença significativa na forma como dependentes químicos assimilam a leitura em comparação com pessoas sem vício de drogas. Segundo ele, cada pessoa pesquisada tinha que ter, ao menos, 20 dias de desintoxicação.

Nos testes aplicados durante a produção do estudo, textos com lacunas levaram à descoberta, por exemplo, de diferentes níveis de previsibilidade dos pesquisados em relação ao caráter projetivo da fábula.

- Creio que os resultados serão úteis para abrir portas para que outros pesquisadores trabalhem a questão do gênero textual do ponto de vista de seu processamento cognitivo – comentou.

Além disso, a pesquisa deve ser tomada com mais um alerta a respeito dos inegáveis prejuízos da ingestão de drogas.

Intitulado “Compreensão leitora em dependentes químicos de crack: Um estudo psicolingüístico”, o trabalho contou com a orientação da professora Márcia Cristina Zimmer.


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