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Personalidades

05 abr15:01

Pelotense Léo vai para o Benfica

Mateus Kerr, Rede Esportiva

Nem Grêmio, nem Santos. O destino do zagueiro pelotense Léo, formado no Farroupilha, é a Europa, mais precisamente o Benfica, de Portugal. O atleta já viajou para realizar exames médicos e não deve enfrentar o Pelotas no próximo domingo (10) com a equipe do Cruzeiro de Porto Alegre.

Em entrevista ao clicEsportes, Léo disse que sonha em um dia voltar para o Brasil e jogar num grande clube, mas que no momento o seu objetivo é chegar à Seleção Brasileira. No Benfica, ele terá a concorrência dos brasileiros Luisão e Sidinei por uma vaga na equipe.

>> Leia esta matéria na íntegra no site Rede Esportiva.


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04 abr10:34

Pelotense portador de síndrome de down é o primeiro do país a receber diploma de curso técnico

Sancler Ebert, Zero Hora

O diploma entregue a Gustavo Bicca, 30 anos, neste sábado (2) à noite em Pelotas, representou uma conquista única para família do rapaz, assim como também para o país.

Formado em Agroindústria pelo Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), Bicca é o primeiro portador de síndrome de down a finalizar um curso técnico profissionalizante no Brasil.

- Como o país é pólo inovador em educação na América do Sul, talvez ele seja também o pioneiro da América Latina – apostou o coordenador de educação profissionalizante e técnica inclusiva do Ministério da Educação, Franclin Nascimento. O funcionário do MEC fez questão de participar da colação no Theatro Guarany onde discursou sobre a inclusão de alunos.

Enquanto o curso normal tem três anos, Bicca levou quase nove para fazê-lo. Para o reitor do IFSul, Antonio Carlos Brodi, para que os alunos diferente possam se desenvolver e se formar é preciso respeitar suas diferenças.

- Cada um tem seu tempo próprio, desenvolve de acordo com sua potencialidade. O senso comum diz que temos de tratar todos iguais. Ele demorou mais porque nós não estávamos preparados para ele, o que precisamos é preparar a instituição para estar apta a receber todo tipo de estudante – conclui.

Outro ponto abordado durante a formação de Bicca foi o pós-curso. De acordo com a diretora de ações inclusivas do IFSul, Gisela Loureiro Duarte, houve uma preocupação de que o estudante pudesse trabalhar após finalizar as aulas. Como a família de Bicca é proprietária de uma chácara, o recém-formado desenvolveu um projeto para cultivar e vender rosas.

- Assim ele pode agregar o conhecimento que aprendeu no curso com o que ele vai trabalhar – reflete Gisela.


Pelotense deve continuar estudando

Perfeito. É assim que Bicca resume a noite em que se formou. O coração parecia que ia sair pela boca, confessa ele que estava nervoso com a colação. Com a capacidade de conquistar qualquer um com pouca palavras, o pelotense foi ovacionado ao ter seu nome chamado durante a formatura.

- Nos surpreendeu ver todos os outros colegas levantando e batendo palmas para ele, porque uma das maiores dificuldades para a inclusão é o preconceito – conta a mãe do recém-formado, Marilene Bicca.

Antes mesmo de ter o diploma do curso técnico em mãos, o estudante já estava vivendo seu novo desafio. Matriculado no curso de jornalismo, Bicca tem participado de algumas disciplinas como aluno especial. O vestibular ele deve tentar no ano que vem. O seu sonho é trabalhar com marketing. Mas e as rosas, questionam os familiares? – Vou continuar vendendo elas – revela com um largo sorriso, pouco antes de oferecer a reportagem a compra de alguns botões da flor.


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30 mar15:40

Profissão de piloto de avião também é para elas

Sabrina Ongaratto, RBS TV Pelotas

Uma jovem de 23 anos tem chamado a atenção pelos aeroportos onde passa. E não é só pela beleza. Seu nome mais parece um apelido: Kitty Trisch Knevitz nasceu em Pelotas, mas hoje não tem endereço certo. A co-piloto acorda cedo. Às 6h toma café, cuida da beleza, e ao invés da bolsa, carrega uma pequena bagagem.

- Ela é meu kit de sobrevivência. Eu moro nessa malinha já faz algum tempo. Aqui tem sempre uma muda de roupa, um chinelinho, um tênis, maquiagem… É a minha casa – conta ela, que é uma das mil mulheres que conquistaram licença para pilotar aeronaves no Brasil, em um total de 14 mil licenças concedidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até março deste ano.

O número mostra que elas estão conquistando espaço na atividade. Mas, entrar em um avião e se deparar com uma piloto mulher ainda pode surpreender.

Às 7h30min é hora de se despedir da família.

- Certamente a gente sente um pouco de medo. Mas conforme ela, tem toda uma técnica. Ela disse que tem muita segurança. É mais seguro voar do que andar de carro – comenta o pai, Dari Trisch Knevitz.

Como outros jovens, Kitty também passou pela indecisão de não saber qual carreira seguir. Já pensou em ser atriz, iniciou a faculdade de Direito, mas foi na cabine de um avião que diz ter encontrado a profissão que procurava. Aos 17 anos iniciou um curso de comissária de bordo, e aos 18 de piloto. Hoje, aos 23, é co-piloto. A primeira e única mulher a pilotar aviões na empresa de aviação onde trabalha, que faz vôos de cidades pequenas e médias até as capitais.

Antes da decolagem ela consulta as condições do tempo. No Let 410, com capacidade para 19 passageiros, Kitty ainda faz a checagem do avião. A aeronave é até pequena para quem tem uma paixão tão grande.

- Por incrível que pareça a primeira vez que eu andei de avião foi pilotando. Eu nunca tinha andado de avião mas eu queria ser piloto, eu queria voar, é uma paixão – revela.

Apesar da idade, a jovem piloto já conquistou reconhecimento, e seu desempenho é digno de elogios.

- Dentro dessa nossa profissão nós precisamos, para ser o que somos, ter o dom. Não é só querer. Essa é a qualidade que diferencia o bom do médio piloto. A Kitty é possuidora desse dom. Ela é qualificada, tem realmente essa capacidade – afirma o comandante Antônio Tarragô.


>> Vídeo: Confira a reportagem exibida no JA desta quarta-feira (30).

>> Leia mais: A repórter Sabrina Ongaratto conta como foi o passeio de avião entre Pelotas e Rio Grande com Kitty, no blog da Redação da RBS TV Pelotas.

>> Promoção: Participe e concorra a uma viagem de avião com a equipe da RBS TV Pelotas!


Três perguntas para Kitty


Sabrina Ongaratto – De onde veio essa paixão por pilotar aviões?

Kitty – Eu não sei dizer porque na minha família não tem nenhum piloto, não conheci nenhum piloto antes disso, mas eu acho que a gente tem uma pré-disposição para alguma coisa. E eu tenho uma pré-disposição para voar e eu tava certa. É realmente isso que eu quero fazer o resto da vida. Eu sou apaixonada pela aviação, eu amo voar e é isso.


Sabrina Ongaratto - Qual é a responsabilidade do co-piloto?

Kitty – Se o comandante estiver no comando da aeronave, o co-piloto vai assessorar o comandante e vice-versa. Então ambos tem o mesmo treinamento, porém o comandante tem mais experiência. Muda só o nome do cargo. Ambos são pilotos.


Sabrina Ongaratto – Qual o seu próximo objetivo?

Kitty – O meu objetivo é chegar o mais alto que eu puder. Até onde a vida permitir que eu chegue, eu quero chegar.


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19 mar17:00

A fantástica usina de doces do Estado

A série Beleza Interior visita Pelotas, o paraíso das guloisemas localizado no sul do Estado, berço de confeiteiros talentosos. Em todos os sábados deste ano, Zero Hora percorrerá cidades do Rio Grande do Sul em busca de personagens e histórias que ajudam a moldar a cultura e as tradições do interior gaúcho.


Por Fabrício Carpinejar

Um caderninho escolar surrado, sujo de comida, é o maior patrimônio de Anette Ruas, 53 anos. Mais sigiloso do que agenda de adolescente, mais importante do que inventário de morto.

Ela troca o objeto de esconderijo toda semana. Às vezes esconde tão bem que tarda a achar. O conteúdo vale a fortuna acumulada de três gerações. Trata-se do livrinho de receitas da família, alma da empresa “Anette Ruas”. A verdadeira bíblia do açúcar, com os segredos portugueses de 40 tipos de confeitos, sustenta uma fábrica de 15 funcionários e gera uma produção de 5 mil produtos por dia. É óbvio que a história acontece em Pelotas, cidade que é sobrenome de doce, onde até existe legislação para evitar a concorrência desleal.

Nas vitrines pelotenses, não vale colocar brigadeiro grande para ganhar a preferência do cliente. Doce de festa precisa ter até 40 gramas e o de confeitaria não pode ultrapassar 70 gramas. O melhor negrinho é sempre o menor, do tamanho de uma unha e que se desmancha na boca. O terceiro município mais populoso do Estado, a 250 quilômetros de Porto Alegre, leva a sério a atmosfera pecadora de claras, gemas, chocolate e massas. Isso explica a preocupação obsessiva de Anette em proteger suas fórmulas.

– Minha biografia são as receitas.

Mas não espere letra arredondada de caligrafia. A encadernação está acabada, com algumas folhas soltas e recheada de códigos, asteriscos e anotações apressadas. Os filhos de Anette, quando pequenos, aproveitaram a distração materna com as panelas e desenharam caretas, nuvens e sol entre o modo de preparo da queijadinha e do camafeu. Telefones de eletricista e pedreiros e outras emergências aparecem de repente, sem nenhuma explicação.

– A confusão é a essência do caderninho, a vida no meio da vida – explica.

O caderno esnobou a amizade da borracha. Um sacrilégio impensável é passar a limpo as informações.

– Assim como é impossível viver sem palavrão na intimidade – compara.

O prazer reside na simplicidade. As rasuras enganam curiosos e dificultam a localização dos tesouros. A receita de quindim, a mais importante, está no rodapé da página, como se fosse secundária.

– Quem escreve bonito demais não cozinha bem – esclarece.

Segundo Anette, não convém separar a vida pessoal da profissional. Ela abriu o negócio em 2001, no casarão do avô Pedro, após desemprego do marido, Renato, no comércio de couro. Assumiu o legado cultural iniciado pela madrinha Nilza há 50 anos. O que veio como um socorro das finanças acabou justificando a precocidade gustativa na infância.

– Debaixo das acácias, aos nove anos, eu colocava chimia de pêssego nos tachos e ouvia as estórias da avó Conceição e da mãe Maria Lopes. Cozinhar é lembrar o quanto já fui amada – confessa.

O amor influencia a rotação das panelas e das mais altas estrelas. Não é lenda: uma noite romântica melhora a qualidade do confeito. José Antonio, 18 anos, espera que o nome das guloseimas lhe ajude a arrumar a primeira namorada. Já traçou o plano de carreira na fábrica. Começar por beijinho de coco, enfrentar o olho de sogra para terminar bem casado.

O doce exige mesmo romance, já que é feito um por um, com paciência artesanal. Pamela Furtado Armindaliz, 21, bate o cartão um pouco frustrada com a maravilhosa recepção do seu trabalho. Ela pinta os bombons durante horas para serem devorados em segundos.

– Devo entender que não é um enfeite. Quanto mais saboroso, mais rápida a despedida – lamenta Pamela.

Anette dedica a manhã e a tarde ao paraíso da glicose. Nas folgas noturnas, é de se esperar que fique longe do fogão. Que nada. Seu lazer é fazer figos em calda.

– O doce é meu coração calmo – suspira.

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19 mar14:04

Fabrício Carpinejar destaca Pelotas na série Beleza Interior, de ZH

A série Beleza Interior, de Fabrício Carpinejar em Zero Hora, visita Pelotas. A crônica-reportagem publicada neste sábado (19), mostra “o paraíso das guloisemas” no sul do Estado, berço de confeiteiros talentosos. O texto começa assim:

Um caderninho escolar surrado, sujo de comida, é o maior patrimônio de Anette Ruas, 53 anos. Mais sigiloso do que agenda de adolescente, mais importante do que inventário de morto.


Ela troca o objeto de esconderijo toda semana. Às vezes esconde tão bem que tarda a achar. O conteúdo vale a fortuna acumulada de três gerações. Trata-se do livrinho de receitas da família, alma da empresa “Anette Ruas”. A verdadeira bíblia do açúcar, com os segredos portugueses de 40 tipos de confeitos, sustenta uma fábrica de 15 funcionários e gera uma produção de 5 mil produtos por dia. É óbvio que a história acontece em Pelotas, cidade que é sobrenome de doce, onde até existe legislação para evitar a concorrência desleal.

Nas vitrines pelotenses, não vale colocar brigadeiro grande para ganhar a preferência do cliente. Doce de festa precisa ter até 40 gramas e o de confeitaria não pode ultrapassar 70 gramas. O melhor negrinho é sempre o menor, do tamanho de uma unha e que se desmancha na boca. O terceiro município mais populoso do Estado, a 250 quilômetros de Porto Alegre, leva a sério a atmosfera pecadora de claras, gemas, chocolate e massas. Isso explica a preocupação obsessiva de Anette em proteger suas fórmulas.

– Minha biografia são as receitas.


>> Leia o texto “A fantástica usina de doces do Estado”, na íntegra, na edição impressa de ZH deste sábado.

Em todos os sábados deste ano, Zero Hora percorrerá cidades do Rio Grande do Sul em busca de personagens e histórias que ajudam a moldar a cultura e as tradições do interior gaúcho.

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16 mar15:37

Michel Bastos será operado

Vinícius Guerreiro, Rede Esportiva

Depois de sofrer uma ruptura no menisco externo do joelho esquerdo em partida no último sábado pelo Campeonato Francês de futebol, o jogador pelotense Michel Bastos passará por uma cirurgia.

Cotado para reforçar times do primeiro escalão europeu, o lateral-esquerdo poderá desfalcar o Lyon até o final da temporada.

Confira mais detalhes no site Rede Esportiva.

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09 mar17:23

Pesquisadores da UFPel realizam estudo na Antártica

O aluno de Doutorado em Biotecnologia, Filipe de Carvalho Victoria, orientado pelo professor Antonio Costa Oliveira, e a ex-aluna do Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Produção Agrícola Familiar (SPAF), Margéli Pereira de Albuquerque, ambos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Antártico de Pesquisas Ambientais (INCT-APA), estão, desde o dia 14 de fevereiro, realizando pesquisas com a vegetação de áreas de degelo na Baía do Almirantado, na Ilha Rei George, Antártica.

A região é de interesse especial para pesquisas, onde o Brasil, além da Estação Antártica Comandante Ferraz – em funcionamento desde 1986 -possui instalações de pesquisa. Ambos os pesquisadores estão acampados em Hennequin Point, junto com outros pesquisadores da Unipampa (Frederico Costa Beber Vieira e Adriano Schunemann) e Unisc (Jair Putzke) e com o alpinista Renato Souza, do Clube Alpino Paulista (CAP), realizando coleta de material botânico para estudos de monitoramento, diversidade e evolução das comunidades vegetais da região, considerada uma das mais ricas da Antártica.

As condições de trabalho são extremas devido às baixas temperaturas, de até oito graus negativos, e aos ventos de até 150 km/h registrados durante o mês de fevereiro na região. O retorno dos pesquisadores está previsto para o final de março e o trabalho continuará no Brasil em conjunto com a UFRJ e com a Unipampa, Campus São Gabriel.

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04 mar16:41

Bloco do Mestre Baptista está articulado

O Movimento de Apoio ao Mestre Baptista segue sua caminhada neste carnaval. Depois de realizar, em fevereiro, a Mostra Cultural em Homenagem ao Sopapo, a ação continua com a articulação do Bloco do Mestre, que abrirá o desfile das campeãs do Carnaval de Pelotas, no dia 12 de março.

Quem quiser participar da homenagem precisa apenas adquirir uma camiseta, à venda no Clube Cultural Fica Ahí (rua Marechal Deodoro, 368). Toda a renda será destinada ao tratamento do Mestre Baptista, que luta contra um câncer.

Os ensaios do Bloco do Mestre acontecem nesta sexta-feira (4) e na próxima quarta (9) no Clube Cultural Fica Ahí, a partir das 20h. Mais informações pelo telefone (53) 9129-5515 ou 8404-3090.

As ações têm o apoio do Grupo Odara, da Ação Griôt de Pelotas, do Grupo de Artistas Plásticos Negros, do Coletivo Catarse e do Projeto Neab/ICH/UFPel.

Ícone da cultura afro pelotense, Mestre Baptista é considerado o grande responsável pelo resgate da memória e da arte de fabricação do sopapo, instrumento musical genuíno dos negros da região. Sua história é contata no documentário O Grande Tambor, lançado em dezembro de 2010.

Mais informações no blog Tambor de Sopapo.

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03 mar18:10

Wallney Hammes é homenageado na UCPel

Na manhã desta quinta-feira (03), representantes da comunidade acadêmica da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) se reuniram no hall do Auditório Dom Antônio Zattera para acompanhar o evento “Recompondo a História”. A atividade foi uma homenagem ao ex-reitor e professor da Instituição Wallney Joelmir Hammes.

Considerado uma das grandes personalidades da UCPel, Hammes ingressou como professor no ginásio Diocesano, em 1958, e em 1960 iniciou o magistério na Faculdade Católica de Filosofia de Pelotas, uma das células constitutivas da Universidade. Ele foi reitor no período de 1997 a 1999, e de 2002 a 2010 ocupou o cargo de diretor da Editora Educat. Também em 2010, ano do cinquentário da Universidade, Hammes anunciou sua aposentadoria. A data coincidiu, também, com o aniversário de seus 50 anos de Casa.

Além de reunir discursos emocionados do reitor Alencar Mello Proença, do Bispo Diocesano de Pelotas e Chanceler da UCPel Dom Jacinto Bergmann e do diretor do Jornal Diário da Manhã Hélio Freitag, o evento foi marcado pela recolocação de uma placa dada ao lourenciano Hammes em julho de 1999, por ocasião do título de “Cidadão Pelotense”, concedido pela Câmara de Vereadores. A placa havia sido retirada do hall do auditório em função de reformas no prédio.

No fim da cerimônia, o irmão do homenageado, Edilberto Hammes, leu uma carta enviada pelo ex-reitor aos presentes. No documento, Hammes agradeceu à reitoria pelo ato de reconhecimento e citou sua satisfação em ter feito da UCPel sua segunda casa durante meio século.

- Esta é a Instituição para a qual me dediquei boa parte da minha vida, por 50 anos ininterruptos – ressaltou no texto Wallney Hammes, que não participou da atividade por motivo de saúde.



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03 mar15:43

Michel Bastos pode ir para a Juventus

Vinícius Guerreiro, Rede Esportiva

Novamente são fortes os rumores sobre uma transferência do pelotense Michel Bastos para um grande clube europeu. Segundo o jornal Tuttosport, a Juventus, da Itália, está bem perto de contratar o brasileiro que atua no Lyon, da França, para a janela de junho.

A matéria destaca que o clube italiano enviou um emissário à França para propor uma oferta. Na sua chegada ao Lyon, em 2009, Michel custou 18 milhões de euros, agora estimasse que a proposta possa chegar aos 30 milhões de euros.

O Pelotas receberá uma remuneração caso a transferência se confirme, devido ao fato de ter sido um dos clubes formadores do atleta.

>> Confira também, no site Rede Esportiva: Pelotense na mira do Milan

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