clicRBS
Nova busca - outros

Região Sul

31 out12:14

Possibilidade de alta: Elisiane San Martins se recupera de infecção

Zero Hora

 A infecção que fez Elisiane dos Santos San Martins, 34 anos, ficar três dias em coma induzido foi controlada ontem. Há uma semana ela viajou 530 quilômetros para dar à luz os gêmeos Gustavo e Guilherme. A mãe se alimenta bem, e seu quadro melhora a cada dia. É possível que saia da UTI nos próximos dias. O mesmo vale para os bebês. A bolsa da gestante rompeu no dia 21, quando foi internada na Santa Casa de Santa Vitória do Palmar, que emitiu pedido de leito em instituição com Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal. Somente no dia 23, a Central de Regulação do Estado conseguiu a liberação de dois leitos na UTI neonatal do Hospital Municipal de Novo Hamburgo.

>> Relembre: Angústia de mãe: Gestante viaja por mais de sete horas para ter gêmeos

Comente aqui
28 out11:24

"Ser mãe sempre foi o sonho dela", diz marido de gaúcha que peregrinou 530 km para dar à luz

Álisson Coelho | alisson.coelho@zerohora.com.br

A melhora do quadro de saúde de Elisiane, que saiu do coma induzido e respira sem a ajuda de aparelhos, foi acompanhada do registro de nascimento dos bebês. Desde as 15h10min de quinta-feira (27), Gustavo e Guilherme San Martins Naparo são oficialmente cidadãos nascidos em Novo Hamburgo.

Marido de Elisiane e pai dos meninos que nasceram após peregrinação de 530 km, o montador de móveis Alex Caetano Naparo, veio de Florianópolis, onde mora e trabalha, para acompanhar de perto a recuperação da mulher e dos filhos. 

Antes de registrar os gêmeos, ele conversou com Zero Hora. Leia os principais trechos da entrevista:

Zero Hora – Uma semana depois do começo pela busca por leitos, como foi acompanhar a situação?

Alex Caetano Naparo – A Elisiane sempre foi meio mulher-maravilha, não me falava que estava com dor para que eu não ficasse preocupado. Na sexta-feira, ela me ligou dizendo que a bolsa tinha rompido, mas que ainda esperariam para fazer a cesariana. No sábado, ela me dizia que ainda estava tudo normal. Falamos umas oito, nove vezes por telefone, e eu estava tranquilo. No domingo, o telefone tocou cedo. Ela estava me ligando, já se sabia da infecção, mas não se sabia se a cesariana seria em Rio Grande ou Pelotas.

ZH – Qual foi o momento mais difícil nesses dias?

Naparo – Foi quando cheguei aqui, e os médicos foram francos comigo. Até então, em Santa Vitória do Palmar (onde Elisiane esperava a chegada dos gêmeos, na companhia da mãe), diziam que estava tudo bem. Em Novo Hamburgo, o médico disse que não havia garantia de nada, que o quadro era gravíssimo. Me veio um filme na cabeça, que eu poderia perdê-la pelo sonho dela. Ser mãe sempre foi o sonho da Lisi. Eu então caí no choro.

>>> Leia a entrevista completa na Zero Hora desta sexta-feira

Comente aqui
27 out15:26

UTI neonatal de Canguçu é crendenciada pelo Ministério da Saúde

Joice Bacelo | joice.bacelo@zerohora.com.br

Dois dias depois de vir à tona que no Hospital de Caridade de Canguçu havia uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal pronta para funcionar, mas fechada devido à espera de credenciamento no Ministério da Saúde, é publicada a portaria que libera o atendimento. De acordo com o superintendente do hospital, Fernando Gomes, a previsão de inauguração é dia 12 de novembro.

- Achávamos que depois de toda a divulgação o processo de credenciamento seria acelerado, mas não tínhamos ideia de que fosse tão rápido, até porque geralmente demora entre 60 e 90 dias para a provação do Ministério da Saúde. Pacientes do Estado inteiro ganham com essa decisão – diz Fernando Gomes.

O credenciamento foi publicado através da portaria 719, no Diário Oficial da União. Serão 10 novas vagas vinculadas ao SUS para atender aos pedidos da Central de Regulação do Estado. O superintendente do hospital está entrando em contato com a Secretaria de Saúde, com o governador do Estado e com os deputados que contribuíram com emendas de destinação de verba para equipar a unidade para, então, confirmar a data de inauguração da UTI.

Foram quase nove meses de trâmites burocráticos. O pedido de credenciamento foi encaminhado no dia 1º de fevereiro para a Secretaria de Saúde do Estado e repassado para o governo federal somente no dia 17 de outubro. A espera do hospital de Canguçu ganhou destaque com o drama da funcionária pública Elisiane San Martins, de 34 anos, que precisou esperar dois dias e fazer uma viagem de mais de 500 quilômetros para dar à luz aos filhos gêmeos.

Comente aqui
27 out11:28

Mãe que viajou mais de 500 km para dar à luz apresenta melhoras no quadro clínico

RBS TV Pelotas

 Acordou na manhã desta quinta-feira (27), pela primeira vez desde que foi internada, a mãe que teve que viajar mais de 500 quilômetros para conseguir fazer o parto dos gêmeos. Pelo último boletim médico, divulgado nesta manhã, pela direção do Hospital de Novo Hamburgo, Elisiane San Martins está sem febre e apresentou melhoras clínicas. Os bebês estão em estado estável e já respiram sem a ajuda de aparelhos.

>> Relembre: Angústia de mãe - Gestante viaja por mais de sete horas para ter gêmeos

Comente aqui
26 out17:11

Mãe de gêmeos que viajou mais de 500 km para dar à luz tem leve melhora

Rádio Gaúcha

A mãe de gêmeos que precisou viajar mais de 500 quilômetros para dar à luz apresentou leve melhora no quadro de saúde, mas seu estado ainda é considerado grave.

Elisiane San Martins está sem febre, mas ainda respira com ajuda de aparelhos. Ela está internada no Hospital Municipal de Novo Hamburgo. Os bebês prematuros estão com o quadro estável, mas ainda grave. Eles respiram sem a ajuda de aparelhos.

Com a bolsa rompida desde quinta-feira, Elisiane viajou de Santa Vitória do Palmar, no sul do Estado, até Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, devido à falta de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatais na região. Elisiane aguardou durante três dias até ser encaminhada para o hospital de Novo Hamburgo.

>> Leia também: Em hospital de Canguçu, burocracia fecha UTI que evitaria peregrinação de grávida de gêmeos

Comente aqui
26 out10:40

Em hospital de Canguçu, burocracia fecha UTI que evitaria peregrinação de grávida de gêmeos

Joice Bacelo | joice.bacelo@zerohora.com.br

A história da funcionária pública que teve de esperar dois dias e viajar cerca de 530 quilômetros para dar à luz os gêmeos expôs um entrave burocrático que já dura quase nove meses.

Em Canguçu, uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal equipada está fechada porque o credenciamento para abrir as 10 vagas vinculadas ao SUS ainda não foi liberado.

Se estivesse ativa, poderia ter mudado o destino de Elisiane San Martins e dos dois filhos, de acordo como o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

Foram investidos cerca de R$ 1,2 milhão na unidade do Hospital de Caridade de Canguçu, que fica a 280 quilômetros de Santa Vitória do Palmar, cidade onde Elisiane aguardava por um leito em hospitais do Estado. 

A UTI neonatal está equipada desde dezembro do ano passado e pronta para funcionar desde 1º de fevereiro, mesma data em que o pedido de credenciamento foi encaminhado para a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Assim que o credenciamento for aprovado, a UTI neonatal do Hospital de Caridade de Canguçu dará início aos atendimentos.

>> Leia a reportagem completa na edição de ZH desta quarta-feira

Comente aqui
25 out11:25

Respiram sem ajuda de aparelhos os gêmeos que nasceram após peregrinação

Zero Hora

O estado de saúde dos gêmeos Guilherme e Gustavo, que nasceram no domingo (23) após uma peregrinação de mais de 500 quilômetros da mãe, Elisiane San Martins, pelo Estado, melhorou, segundo a assessoria do hospital municipal de Novo Hamburgo, onde os três estão internados.

De acordo com informações do hospital na manhã desta terça-feira eles já respiram sem a necessidade de aparelhos, mas o quadro dos bebês ainda é grave pelo fato de serem prematuros. Os dois seguem na UTI neonatal medicados com antibióticos para tratar a infecção.

A situação da mãe dos meninos, que tem 34 anos, continua sendo a mais delicada. Ela permanece na UTI adulta em estado grave, está sendo tratada com antibióticos e ainda utiliza ventilação mecânica. Elisiane está sedada e ainda não teve contato com os bebês após o parto complicado.

Com a bolsa rompida desde quinta-feira, ela viajou de Santa Vitória do Palmar até Novo Hamburgo devido à falta de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatais na região. Elisiane aguardou durante três dias até ser encaminhada para o hospital de Novo Hamburgo.


1 comentário
24 out18:10

"Médico disse que eles poderiam morrer", diz mãe de gestante que viajou sete horas para dar à luz

Álisson Coelho | alisson.coelho@zerohora.com.br

Mesmo após viajar por sete horas — percorrendo cerca de 530 quilômetros — em busca de leito para dar à luz, ainda não chegou ao fim o drama de Elisiane San Martins, de 34 anos. Ela permanece internada em estado grave no hospital municipal de Novo Hamburgo junto com os gêmeos Guilherme e Gustavo, que nasceram no domingo. A mãe e os bebês apresentam um quadro de infecção.

— Quando chegamos [ao hospital municipal de Novo Hamburgo], o médico foi bem sincero: disse que havia a possibilidade de nenhum dos três sobreviverem — disse, emocionada, a mãe de Elisiane, Neiva Ledoci dos Santos, de 57 anos, que aguarda junto com o marido e o genro por notícias da mãe e dos bebês.

Segundo a equipe médica do hospital, os três permanecem em estado grave, mas o quadro de saúde da mãe é mais delicado que o dos recém-nascidos.

Elisiane viajou de Santa Vitória do Palmar até Novo Hamburgo devido à falta de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatais na região. Elisiane aguardou por vaga em um hospital durante três dias, desde o momento em que sua bolsa rompeu, na quinta-feira, até receber a confirmação de que poderia se dirigir até Novo Hamburgo.

Leia também: “Estou com o coração apertado”, diz marido de gestante que viajou sete horas para dar à luz

Comente aqui
24 out17:44

"Estou com o coração apertado", diz marido de gestante que viajou sete horas para dar à luz

Joice Bacelo | joice.bacelo@zerohora.com.br

É com ansiedade que Alex Naparo, de 32 anos, aguarda a evolução do quadro de saúde da mulher Elisiane San Martins, de 34 anos, internada em estado grave em Novo Hamburgo após viajar por mais de sete horas para dar a luz gêmeos.

Segundo o hospital municipal de Novo Hamburgo, a mãe e os bebês apresentam quadro de infecção.

— Estou bem nervoso, com o coração apertado, mas confiante. Vi os bebês e eles estavam se mexendo e com uma cor boa — afirmou o pai dos meninos Guilherme e Gustavo, que nasceram entre 18h41min e 18h42min de domingo.

Elisiane, que viajou de Santa Vitória do Palmar até Novo Hamburgo em busca de leito para dar à luz, é mantida sedada ainda no bloco cirúrgico. Os gêmeos estão na Unidade de Tratamento Intensivo neo-natal. Após nova medicação, os médicos acreditam que dentro de três dias será possível uma avalição mais precisa da família.

A mãe dos gêmeos fez uma viagem de cerca de 530 quilômetros desde o extremo sul do Estado devido à falta de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatais na região. Elisiane aguardou por vaga em um hospital durante três dias, desde o momento em que sua bolsa rompeu, na quinta-feira, até receber a confirmação de que poderia se dirigir até Novo Hamburgo.

>> Leia também: Estado dos filhos e da mãe que viajou sete horas para dar a luz em Novo Hamburgo é grave

1 comentário
10 out12:38

Corpo de mulher encontrado dentro de um saco em Capão do Leão ainda não foi identificado

Zero Hora

O corpo de uma mulher foi encontrado dentro de um saco no Arroio Teodósio, em Capão do Leão, neste domingo (9). De acordo com a Polícia Civil, a vítima ainda não identificada, aparenta ter entre 15 e 25 anos, e teria sido enforcada e amarrada antes de ser jogada na água.

Pelo estado de decomposição, acredita-se que o corpo estivesse há, pelo menos, dois dias no arroio. A Polícia Civil realiza pesquisa para levantar se houve registro de desaparecimento de uma pessoa com as mesmas características da mulher que foi encontrada. O corpo aguarda identificação no Instituto Médico Legal (IML) de Pelotas.

Comente aqui