clicRBS


Arquivos da categoria ‘Inovações’

IBM quer a liderança em cloud computing empresarial

Na última semana, em Orlando, foi lançado o mais novo projeto da IBM: o Vulcan, que segue a linha do Google Wave, mas com muito mais funcionalidades. O programa busca integrar em apenas um local diversas plataformas de mídia para facilitar o trabalho das pessoas de forma mais inteligente.

O Vulcan se baseia no conceito de colaboração corporativa e comunicação unificada, utilizando-se do tão falado sistema de Cloud Computing. Vídeo-mensagem, comunicação em tempo real, redes sociais, ferramentas Web 2.0 e mashups corporativos.

Aliás, enquanto o Wave atinge o público final, o Vulcan tem outros planos. A IBM foca o setor corporativo. Indústrias como finanças, governos e saúde são o objetivo dessa nova etapa, definida após a venda da área de computadores.

Mas afinal o que quer dizer cloud computing?

Computação em nuvem (cloud computing) é um conjunto de serviços acessíveis pela internet. Eles fornecem os mesmo serviços que um sistema operacional instalado em seu computador. Esta tecnologia consiste em compartilhar ferramentas pela interligação dos sistemas e não mais ter essas ferramentas por servidores locais.

Em um sistema operacional disponível na internet, pode-se, a partir de qualquer computador, de onde você desejar, acessar informações, arquivos e programas em um sistema único, independente de plataforma.

O novo sistema da IBM promete ser o líder no segmento empresarial. A previsão de lançamento é agosto de 2010.

Evento em Orlando apresentou projeto
Evento em Orlando apresentou projeto

Foto: Cíntia Barlem

  • Share/Save/Bookmark

10 presentes digitais que têm preço, mas valem o que custam

O Natal está chegando e para todos aqueles que são aficcionados por tecnologia, como eu, nada melhor do que ganhar games ou artefatos eletrônicos. Pensando nisso, fizemos uma lista de 10 presentes digitais que não são baratos, mas prometem valer o que custam. Alguns deles ainda estão distantes do preço que considero justo em Reais, mas já apresentam preços mais acessíveis nos Estados Unidos.

1. iPhone 3GS


Preço: R$ 1.500,00 (Vai depender da operadora e plano contratado)

A última versão do telefone da Apple dispensa maiores apresentações. Posso dizer com segurança que o iPhone 3GS mudou a minha vida.

Pontos Fortes: GPS, Bússola, Filmadora (na última versão do telefone ela não vinha por default) facilidade para configurar contas de email (inclusive do Exchange), excelente interface para navegação na web e milhares de aplicativos à disposição na App Store.

Pontos Fracos: A câmera deveria der maior resolução, tanto para vídeo (bem que poderia ser HD), quanto para fotos. Infelizmente, o que mais me incomoda nele é o próprio telefone. Seguidamente minhas ligações ficam cortadas e o viva-voz é muito ruim, quando estou a uma distância de uns 60cm do telefone as pessoas não conseguem ouvir praticamente nada que estou falando (isso jamais aconteceu com meu N73, da Nokia). Outros dois pontos negativos são a bateria, que mal dura um dia, e a incapacidade de rodar dois aplicativos simultaneamente.

(Pela relação entre a quantidade de pontos fracos e fortes pode parecer que a minha avaliação geral é negativa, mas não é. Gosto tanto do telefone que acho uma pena que alguns pontos não foram melhorados até hoje.)

2. Macbook Pro de 13”


Preço: A partir de R$ 3.600,00 na Apple Store Brasileira.

Excelente notebook da Apple com um grande poder de processamento. Até a metade de 2009 a família Macbook Pro iniciava no tamanho de 15 polegadas. Agora é possível encontrá-lo em versão mais compacta, de 13 polegadas. Eu quase dei um tiro em mim mesmo quando vi que a Apple estava lançando essa versão do Macbook Pro uma semana depois de eu comprar um de 15. Hoje acho que fiz a escolha certa, pois acho ruim ficar muitas horas em cima de uma tela tão pequena.

3. Airport Express


Preço: A partir de R$ 369,00 na Apple Store Brasileira.

Permite criar com facilidade uma rede wireless (sem fio) dentro de casa. A partir daí é só alegria. Ouça músicas do iTunes no seu aparelho de som, sem precisar do intermédio de um cabo, ou aproveite para compartilhar a impressora com os outros moradores da casa sem precisar de fios.

4. Nintendo Wii


Preço: R$ 999,00 no Submarino (vem com o jogo Wii Sports).

Não sou a pessoa mais indicada para falar sobre o Nintendo Wii, pois meu primeiro contato com o videogame aconteceu semana passada e só joguei um jogo: Beatles Rock Band. Eu já tinha ouvido falar de como um console como o Wii estava redesenhando as interações sociais, mas até então não tinha comprovado. Até que fui a um encontro de amigos onde ponto central da ocasião era o Wii, sendo a trilha da “festa” as músicas dos Beatles que eram tocadas no videogame.

Minha única queixa é em relação aos gráficos, que achei muito precários. Não me pareceu muito melhor que o Nintendo 64, mas, no contexto, isso não fez a menor diferença.

5. Kit completo do Beatles Rock Band


Preço: R$ 1.699,00 nas Americanas.com

A edição limitada (com jogo incluso), conta com um baixo Höfner de Paul McCartney, uma bateria Ludwig de Ringo Starr (com a marca The Beatles) e microfone com pedestal. O kit é muito legal, mas acho que ainda não vale a pena comprar no Brasil. No Estados Unidos sai por cerca de U$ 370,00, que ainda é caro, mas vejo os produtos como peças de dignas de quem é colecionador.

6. AudioStation – Estação de som para o iPod

Preço: Cerca de R$ 800,00

Funciona como doca para o iPod ou iPhone, permitindo carregar o aparelho enquanto se ouve música com uma potência de 80 watts. Ainda não tive a chance de testá-lo, mas, segundo a avaliação da Revista da Info, é o aparelho que possui melhor custo benefício quando falamos de integração entre iPod/iPhone x aparelho de som.

7. GPS Smart


Preço:
Cerca de R$ 700,00

Nada melhor que um GPS para os perdidos de plantão (me incluo nesse grupo). Eu tenho um Garmin que ganhei de presente que, apesar de ter me ajudado algumas vezes, também já me colocou em furadas: apontando caminhos na contramão (teoricamente a minha versão de mapas é a mais recente) e sugerindo trajetos que passavam pelo meio de locais perigosos.

O navegador Smart, da empresa Siga-me, foi apontando como o melhor custo/benefício entre os três navegadores testados pela Revista Info.


8. Flip MinoHD Camcoder


Preço: U$ 229,99 na Flip Store.

Ainda não vi esse produto aqui no Brasil, mas sempre quis ter um. As Flip são câmeras ultrafinas que fazem gravações em HD. Esse modelo em questão permite que sejam gravados 120 minutos de filme.

9. Portarretrato DSM-10


Preço: R$ 1.299,00

Esse portarretrato digital, da empresa D-Link, é capaz de puxar fotos do Flickr e Picasa via wi-fi. Além disso, permite troca de informações através do Twitter e Facebook. Nunca vi um desses na minha frente, mas sou meio cético quanto a sua eficácia. O produto ainda é muito caro no Brasil e eu jamais compraria por esse preço, mas resolvi colocar na lista em função desse tipo de dispositivo ser uma das apostas para reinventar os álbuns de fotografia.

10. LG Live Borderless


Preço: Cerca de R$ 8.000,00

O objetivo desse post era pensar grande e é justamento isso que essa TV é. Trata-se de uma televisão de 47 polegadas, que possui um LCD iluminado por LED, o que a deixa com uma espessura de 2,9cm, enquanto um aparelho de LCD comum possui cerca de 10cm. Ela também pode ser considerada uma TV verde, pois consome aproximadamente 37% menos energia que os televisores de LCD comum.

Como se isso não bastasse, ela roda arquivos de música, fotos e vídeo diretamente pela porta USB e possui Bluetooth.

  • Share/Save/Bookmark

Os 11 maiores virais de 2009

Mais um ano vai chegando ao fim e a equipe do Pense WWW resolveu avaliar quais foram os 10 11 maiores virais do ano de 2009. Antes de mais nada, não custa definir o que é o Marketing Viral: O termo viral surgiu quando, no início do ano 2001, a profusão de serviços de e-mails gratuitos aconteceu e como forma de divulgá-los, uma frase, que convidava os leitores a experimentar o serviço, constava no rodapé da mensagem. Esses anúncios tinham como objetivo “infectar” quem recebesse esses e-mails, enquanto o usuário acabava transmitindo a mensagem comercial para várias pessoas durante o dia, com relevância de conteúdo, com o endosso do remetente e sem nenhum esforço (Definição extraída da GuerrilhaPedia).

De lá para cá o termo virou moda e é comum ouvirmos clientes pedindo às agências que façam um “viralzinho” com a “verbinha” que sobrou do orçamento. Ou seja, viral se tornou sinônimo de vídeo de baixo custo. Como se não bastasse, muitas empresas passaram a colocar o viral como mais um serviço dentro do cardápio que é oferecido aos seus clientes. Sou totalmente contra esse tipo de abordagem, pois o que se pode oferecer é uma ideia ou vídeo com potencial viral, visto que não há garantias de que o material irá de fato se viralizar. No fim das contas, vemos muitas agências “se vendo obrigadas” a comprar mídia de massa para promover o “viral” que não deu certo. Há quem vá além e diga que viral que utiliza mídia de massa não é viral.

Feito o parêntese, gostaria de explicar o critério que utilizamos para dividir os virais em três tipos:

A) Nascido para viralizar: Trata-se da campanha/vídeo que já nasceu com o intuito de promover uma marca/pessoa/instituição e atingiu seu objetivo.

B) Viral por acidente: É aquele vídeo que foi gravado por acidente ou que não tinha a menor ideia da proporção que poderia tomar.

C) Muito além de um viral: Foi concebido com a mentalidade de um viral, mas conseguiu ir muito além disso: conquistou uma audiência estratosférica, gerou uma quantidade absurda de mídia espontânea e, principalmente, consagrou o conceito por trás do vídeo, tornando-o referência no mercado.

Vamos aos vídeos:

Nascido para viralizar

1) Mil Casmurros

Cliente: Rede Globo
Agência: LiveAd
Rendeu à Rede Globo um Leão de Relações Públicas em Cannes. Vale destacar que, apesar de ser um trabalho para a Globo, não houve utilização de mídias de massa para atrair a audiência para o site do projeto.

2) The Best Job in the World

Cliente: Estado de Queensland, Austrália
Agência: Cummins Nitro
Foi a primeira campanha a ganhar três Grand Prixs em Cannes (Cyber, Relações Públicas e Marketing Direto).

3) Samsung Omnia HD - Camera Trick Challenge

Cliente: Samsung
Agência: Viral Factory
A Samsung havia lançado seu primeiro celular com capacidade de gravar vídeos em HD e criou um desafio para atrair a atenção do público: reproduzir um truque que fazia o celular desaparecer diante uma gravação na frente do espelho (sem truques de edição). Será que você consegue descobrir o segredo?

4) Walk in Fridge

Cliente: Heineken
Agência: TBWA
Levou o Grande Prêmio do Júri no Viral Film Festival. O vídeo prova que uma grande sacada dispensa o conhecimento de um idioma estrangeiro. Apesar disso, o formato apresentado é bem comum: um VT de 30 segundos.

5) Surf no Dilúvio

Apesar do objetivo central não ser o de promover uma determinada marca, conforme alegam os autores, não podemos dizer que foi um viral acidental. Já existia o interesse em espalhar o feito na web, tanto é que todo material foi captado, editado e finalizado de forma profissional. O Surf no Dilúvio também foi responsável pelo post mais lido no ano de 2009 aqui no Pense WWW

Viral por acidente (ou não)

6) Susan Boyle

Dispensa comentários. É mais um típico caso de viralização de um conteúdo inusitado proveniente de um reality show.

7) “Pedro, me dá meu chip!”

É a prova de que a Internet não perdoa. Veja o que a Globo falou a respeito.

8. Geyse Arruda

O vídeo que deu o start nesse viral já não se encontra mais no YouTube e nem poderia ser reproduzido aqui. Esse é mais um caso onde um fenômeno isolado é impulsionado pela web e toma proporções jamais imaginadas.

Muito além de um viral

9) T-Mobile Dance

Cliente: T-Mobile
Agência: Saatchi & Saatchi
Mais um dos premiados em Cannes no ano de 2009. Ele pode ser considerado muito além de um viral pelo fato de ter dado uma dimensão jamais vista antes para um flashmob. Foi uma ação extremamente ousada, que parou uma das estações mais movimentadas do mundo. Vai totalmente contra aquela ideia de que viral é um videozinho simples e de baixo custo. A proeza da T-Mobile colocou os flashmobs na moda e abriu caminho para dezenas de outros clientes fazerem ações semelhantes ao redor do mundo. Aqui na capital a Pompéia e a Panvel fizeram ações parecidas, mas em proporções menores.

10) Why so serious?

Cliente: Warner Bros
Agência: 42 Entertainment
A campanha para divulgar o filme “Batman: The Dark Knight” ganhou Grand Prix em Cannes nesse ano. Ela pode ser considerada um ARG (Alternate Reality Game), pois funciona como um jogo que envolve múltiplas mídias e plataformas. Segundo a agência, foram mais de 10 milhões de jogadores únicos, abrangendo 75 países. Vale a pena assistir ao case para entender a dimensão do projeto e o grau de engajamento dos jogadores.

11) Piano Stairs (Fun Theory)

Cliente: Volkswagen
Agência: DDB
O vídeo acima é apenas uma das “peças” da campanha que pode ser encontrada em http://www.thefuntheory.com. O conceito central é o de que velhos hábitos podem ser substituídos por hábitos mais saudáveis se houver alguma graça nisso. É algo extremamente simples e faz todo o sentido, ainda mais com os números que são apresentados nos vídeos. Podem ter certeza que 2010 vai começar com muitos clientes encomendando campanhas/ações fun para suas agências.

Utilizamos os blogs Sim Viral, Brainstorm #9 e Blog de Guerrilha para nos inspirar e lembrar de cases que havíamos esquecido.

E que venha 2010!

  • Share/Save/Bookmark

Campanhas publicitárias que pensaram online em 2009

Não são as melhores campanhas veiculadas em 2009, nem as mais premiadas no ano. São dez campanhas que usaram criatividade e a mídia online para se comunicar com seus públicos durante este ano. O pense www decidiu relembrá-las aqui neste espaço para estimular que a cada ano as inovações publicitárias na web sejam mais valorizadas. Então vamos às campanhas hypes eleitas pelo pense:

1) Estampe havaianas sem tirá-la do pé: a marca é uma paixão nacional. Depois de customizar milhares de estilos de chinelos e criar lojas charmosas que só vendem as sandálias de praia, com um preço agregado salgado como o mar, as havaianas entraram na era das campanhas interativas. Além de poder comprar o seu chinelo na web, você pode customizar o seu twitter com estampas do seu chinelo e ainda se divertir com recortes da cultura brasileira desde Carmem Miranda passando pela Chita até chegar à história do futebol no Brasil.



2) Vovó moderninha: havaianas vai ganhar dois destaques. Isso porque além da campanha bolada para a internet, teve a campanha criada para a televisão que foi proibida na telinha e virou hit no YouTube. Não foi intencional para o online, é verdade, mas fez o maior sucesso. Lembra da avó com a neta no restaurante? Aí o Cauã Raymond entra e a vó sugere que a neta consiga um homem “assim” pra ela. E arremata “quem falou em casamento? estou falando em sexo!”



3) You pop, you rock: a campanha da sony music foi lançada em um canal do YouTube e estimulou fãs a produzirem vídeoclips dos seus artistas preferidos. A ação You Pop, You Rock convidou os internautas a produzir webclipes para Capital Inicial, Detonautas, Libra, Rafael Barreto, Wanessa e para as duplas Zezé di Camargo & Luciano, Victor & Leo, Zé Henrique & Gabriel e João Bosco & Vinícius. O vencedor foi o AthilaK com O Inferno São os Outros, do Detonautas. A campanha atingiu mil vídeos enviados e mais de 70 mil votos. Os vencedores além de produzirem  para valer o clip ainda ganham uma série de prêmios. Confira.

4) Bubbaloo Tubo connect: a campanha da W3haus estimula os chicleteiros a montarem seus avatares do novo produto da Cadbury Adams. O próprio site da campanha é interativo, pois permite que as pessoas desenhem seu próprio bubaloo tubo que pode ser baixado para o msn ou como wallpaper. E se você achar que fez o melhor avatar de todos ainda pode inscrevê-lo no concurso que elege os avatares mais votados. De lambuja os cinco criativos vão ganhar um celular.

5) O que faz vc feliz?: o grupo Pão de Açúcar definitivamente pensa online. A campanha O que faz você feliz foi lançada em tv, jornal e na internet e mobilizou milhares de clientes do grupo. Al empresa tem um canal de venda online, faz promoções, concursos e ofertas pelo Twitter e tem ainda um canal no YouTube. Uma pena que o canal não permite embed. Perdeu um ponto. 

6) Rio, eu te amo: a campanha da série de filmes Cities of Love estimula as pessoas a contarem na rede suas histórias de amor com o Rio de Janeiro. As melhores histórias podem ser contadas no longa-metragem que fará parte da série e pretende estimular que o “Rio, eu te amo” vire uma marca registrada como Paris, je t’aime e New York, I love you. Enquanto não tem o trailer do Rio, ficamos com Nova York:

7) Arpers: neste ano a semana da propaganda da ARP teve elementos de web 2.0. A campanha de divulgação e cobertura do evento foi toda capitaneada pelo site Arpers. Houve um concurso para definir quem seriam os “arpers” que fariam a cobertura do evento, escreveriam um blog, produziriam vídeos e entrevistas.

8 - Motorista da rodada: essa campanha é descolada como a maior parte das anteriores, mas é também educativa. Com a lei seca instituída, os grupos de amigos tiveram que abrir mão de beber álcool para evitar multas e acidentes. Mas eis que a skol lançou a campanha “Motorista da rodada” com vídeos para TV, site, wallpapers e avatares. A campanha foi lançada no final de 2008, mas foi veiculada durante 2009.

9) Centenário do Inter: a campanha da Nova Centro na web foi focada na interação. No site o torcedor pode responder a um quiz, enviar sua história de torcedor colorado, seu vídeo da comemoração e ver fotos da torcida. O apelo é a paixão pelo time e o resultado a mobilização dos colorados. Ali também está o vídeo da campanha que rodou na tv, mas pode ser baixado pelo fã. Assista: Campeão de tudo

10) Exército gremista: a W3Haus que cuida da conta do Grêmio lançou a campanha exército gremista, uma ideia que trabalha a reputação do torcedor. Quanto mais influente o torcedor/recrutador, mais ele sobe no ranking de recrutamento. Os torcedores no topo da lista ganham camisetas oficiais do time no final do ano e o primeiro colocado entrada livre nos jogos no primeiro semestre de 2010.

  • Share/Save/Bookmark

Rede social de moda reúne mulheres para discutir looks

Quem não precisa de uma segunda opinião sobre o que vestir antes de sair de casa para um evento especial? Ainda mais quando é uma data como aniversário, casamento, festas de final de ano. O problema é que nessa hora as mulheres não conseguem reunir todas as amigas para ouvir as dicas. Um grupo de mulheres decidiu dar uma virada nessa situação e lançou uma comunidade para criar, trocar e discutir looks (trajes descolados). 

Para participar basta criar um usuário no site bymk, fazer o teu perfil e começar a compartilhar modelitos de roupas que estão no seu armário. Para criar um look pela primeira vez é preciso baixar um aplicativo chamado Silverlight, mas isso não leva mais de três minutos. Aí a ferramenta vai te dar a opções de fazer upload das fotos das tuas roupas, combiná-las com peças das tuas amigas, verificar qual sapato da Carmem Steffens combina com o vestido que você vai usar. Depois de montado o teu traje, basta publicar e aguardar os comentários. 

A rede social de moda tem mais de 40 mil usuários formados em sete meses e vem atraindo cerca de 250 novos usuários por dia. Segundo o site da proxxima, cerca de 95% do público é formado por mulheres entre 20 e 40 anos. A comunidade é prática e útil para as meninas e também para os lojistas virtuais. Estão na comunidade lojas tradicionais como Renner, Hering, Le Lis Blanc, Melissa até as onlines menos conhecidas como Oqvestir, Posthaus, AnitaOnline, Passarela Calçados e a Camiseteria. O fato é que todas apostam na interatividade e proximidade com o consumidor como estratégia de marketing.

  • Share/Save/Bookmark

Ação via web faz gaúchos dançarem Macarena no Mercado Público


Pelo foto, a moda do flashmob já pegou aqui em Porto Alegre. O fotógrafo Fernando Gomes de Zero Hora foi conferir o resultado da ação que convidou os portoalegrenses a dançar Macarena no Mercado Público da Capital. A imagem mostra que dezenas de pessoas aceitaram o chamado.

Os organizadores até gravaram a dança em vídeo e postaram no YouTube.

Leia a reportagem completa sobre o evento em zerohora.com

  • Share/Save/Bookmark

Dance Macarena no Mercado Público

O convite é estranho. A mobilização provocada pelo grupo Flashmobs Porto Alegre é para chamar as pessoas a dançar “Macarena” no Mercado Público de Porto Alegre. A divulgação foi feita via Twitter, na comunidade no Orkut e no blog do grupo.

Olhem o texto do convite:

No dia 21 de novembro venha dançar Macarena com a gente no Mercado Público de Porto Alegre, as 12h30. Como sempre seja discreto e quando rolar a música, espere os dançarinos começarem e vá acompanhando lentamente a coreografia.  Para mais informações sobre a mob você deve mandar uma mensagem para danceflashmob@gmail.com e receberá o plano com as instruções (bem como a música para ir treinando).

Se você se interessar em participar do flashmob treine com este vídeo do YouTube



Os flash Mobs são reuniões rápidas de pessoas em algum local público para realizar uma ação previamente combinada por email ou redes sociais. O combinado é que os participantes se dispersem rapidamente após a manifestação. Entre os eventos mais famosos estão as brigas de travesseiros. No Brasil há inclusive um blog “PillowFight” que estimula a reunião das pessoas para se divertir por poucos minutos em locais públicos. Já teve até um edição aqui na Capital neste ano. Confira no vídeo:

Será que esta moda vai pegar aqui no Rio Grande do Sul?

  • Share/Save/Bookmark

Projetos divertidos inspirados no Twitter

Suas mensagens de 140 caracteres postadas no Twitter podem ser vistas, lidas e reaproveitadas de forma criativa pela rede. Não é apenas no ambiente do twitter.com que os textos curtos inspiram inovações. Usando o API do Twitter e/ou o conteúdo produzido pelos tuiteiros, autores desenvolveram meios inusitados de navegar por tweets postados. Nós fizemos uma seleção de aplicações bem divertidas inspiradas no microblog.

Uma delas é uma forma de contar histórias a partir de tweets. O formato foi criado pela jornalista brasileira Rosana Hermann. Rosana é tuiteira desde 2007 e ao ler as mensagens teve a ideia de usar os textos para compor algo a mais.

_ Como se cada post fosse uma peça de lego formando um brinquedo, um átomo que poderia formar uma molécula, uma frase que fizesse parte de uma história _ conta Rosana.

O resultado ela publica no YouTube no canal Twistorias. São narrações do cotidiano. Abaixo um dos vídeos:

A austríaca Amy Hay também teve a ideia de filtrar tweets para contar histórias e criou uma aplicação que mostra as mensagens que expressam sentimentos como amor, ódio, crença, etc. É o Twistori.com . Confere aí:

twistori
twistori

O americano Dave Troy inventou um jeito de permitir a visualização das mensagens em um mapa no Twittervision, um projeto apresentado em 2008 na exibição “Design and the Elastic Mind” no Museu de Arte Moderna de Nova York.

twittervision
twittervision

Se você gostaria de receber doses diárias de alto astral, este projeto do artista Zach Gage é uma boa recomendação: se seguir @mybestdayever no Twitter, encontrará a cada dia uma mensagem selecionada a partir da busca pela expressão “best day ever”. O aplicativo publica os posts como se fosse o próprio autor, e o resultado, segundo a definição do autor, é “uma compilação da nossa felicidade”.

A experiência da Nike no Tour de France de 2009 foi mais ambiciosa e aceitava também mensagens de sms. As frases mais inspiradoras escritas em até 40 caracteres eram selecionadas e impressas na pista por onde passariam os ciclistas. Depois, o participante recebia um link com o endereço da foto de sua mensagem. O vídeo abaixo mostra como funcionou:

Agora, se você quiser ver que tipo de imagem os seus posts do Twitter poderiam inspirar, o Portwuiture faz isso. Ele seleciona palavras-chave de suas mensagens, relaciona-as com fotos do Flickr e compõe um mosaico curioso a partir desse cruzamento.

Você conhece outros projetos divertidos que tiveram inspiração no Twitter? Deixe suas recomendações nos comentários!

  • Share/Save/Bookmark

Criatividade é alma da propaganda

Dois amigos, ideias criativas, site de vendas online ebay e o YouTube. Esses ingredientes potencializados pela comunicação na web mostram o que um bom texto, um bom argumento, o marketing e a criatividade podem fazer por um produto.

Os caras que trabalham em uma agência de marketing australiana chamada GPYR usaram ferramentas livres e uma dose de talento para comprar e revender um produto com 500% de lucro. A pergunta que eles se fizeram é simples: criatividade realmente funciona? Tire suas próprias conclusões:

Os jovens não mentiram sobre o produto em si, pelo contrário, ressaltaram os defeitos. Mas contaram uma história em torno das características da bicicleta com um texto mesclando realidade e ficção. Talvez o verdadeiro comprador possa ter se ofendido ao assistir esse vídeo num primeiro momento. Mas o “rating” dos próprios usuários do ebay elogiando o anúncio em blogs e outras redes sociais fez com que a bicicleta ganhasse um valor agregado e outro simbólico que se traduziram em aumento real no preço. No fim das contas ele comprou a bicicleta velha mais a avaliação que ela conquistou, por isso pagou mais caro.

Moral da história: criatividade é a alma da propaganda. Você se sentiria enganado?

  • Share/Save/Bookmark

Microsoft Word e Excel estarão nas nuvens e gratuitos

Microsoft se rendeu ao Google e testa uma versão beta de um concorrente do GoogleDocs. O conceito está baseado na computação nas nuvens.

Talvez você não entenda de cara o que é, mas certamente utiliza ferramentas onde armazena arquivos seus na web. Não guardar arquivos no HD do computador e optar por guardá-los no YouTube, Flickr e cia ilimitada é cloud computing!

Mas e como vou guardar meus arquivos de power point, word e excell nas nuvens? A resposta já foi dada pelo Google há alguns anos com o recurso Google Docs, um software gratuito (freeware) que reproduz as funcionalidades do Office e salva arquivos na sua conta web. A vantagem é que os documentos salvos no Docs podem ser acessados de qualquer computador em qualquer lugar do mundo.

A novidade virá do concorrente: o Microsoft Office Live Web Apps. A gigante dos computadores percebeu que estava perdendo espaço para o Google e irá oferecer seus softwares mais famosos nas nuvens. Por enquanto, a Microsoft oferece apenas do Live Workspace, desde outubro de 2008 no Brasil. Com ele é possível armazenar e compartilhar documentos do Office, mas para editar é preciso ter o software instalado na máquina. A campanha do workspace usa como apelo a ideia de que salvar documentos na web evita o risco de “surtar”.  Foi feito um clipe onde um usuário enlouquece ao perceber que perdeu um trabalho importante enquanto tentava acessá-lo em uma lan house. A ideia é mostrar aos usuários que com o produto ele não surtará mais porque não levará mais susto.

  • Share/Save/Bookmark
busca