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Posts na categoria "Escolas estaduais de Santa Catarina"

Por que os alunos da Escola João Costa (SC) ainda desenvolvem atividades de recorte e pintura no Ensino Fundamental?

14 de dezembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Minha filha está no 3º ano do Ensino Fundamental na Escola Municipal João Costa e a maior parte do tempo ao invés dos professores ensinarem o assunto, eles ficam dando coisas para recortar, e pintar. Eles estão formando pessoas para a vida, para o mundo! O tempo de jardim de infância já passou. É por isso que quando terminam o Ensino Médio e tentam entrar numa faculdade, eles têm dificuldades. Só o que falta é educação para estas crianças.

De Isabel Morini, 40 anos, empresária de Joinville (SC)

Resposta:

Nossa escola desenvolve um projeto focado na alfabetização e aprender de forma lúdica é muito mais interessante porque assim as crianças aprendem brincando. Dessa forma eles apropriam do conhecimento de verdade e não apenas o decoram. Muitos pais, infelizmente, ainda não compreendem os novos métodos de ensino.

O Ideb da Escola João Costa nas séries iniciais (1ª a 4ª série) era de 5,7 em 2009 e passou a ser 6,4 em 2011. Esse índice é prova de que nosso método de ensino tem dado bons resultados.

Por Brígida Erhardt, diretora da Escola Municipal João Costa

Por que houve falta de professores no Colégio Aderbal Ramos da Silva (SC)?

30 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Eu queria sabe por que as escolas públicas estão tão abandonadas, tanto de ensino quanto de bem estar. Estudo à noite no Colégio Aderbal Ramos da Silva em Florianópolis (SC), e neste ano eu passei o 3º bimestre inteirinho sem ter aula de Português, Física e Química porque os professores pegam muito atestado. Até quando vai isso?

De Pâmela, 19 anos, estudante de Florianópolis (SC)

Resposta:

A professora de Português realmente faltou muitas aulas por motivo de saúde. Depois que ela pediu licença saúde um professor substituto foi encaminhado pela Secretaria Estadual de Educação. O caso envolvendo a professora de Física é similar. Por problemas de saúde precisou se ausentar muitas vezes e agora está em licença. Não houve caso envolvendo falta de professor de Química, o caso é que essa mesma professora de Física lecionava Química em algumas turmas.

As aulas que não ocorreram em função de atestado dos professores, infelizmente, não podem ser recuperadas. Os novos professores estão priorizando os conteúdos mais importantes cientes de que agora a solução mais viável é essa.

Por Joice Turner, assessora da direção no Colégio Aderbal Ramos da Silva

Por que as escolas estaduais de Santa Catarina ainda não receberam o dinheiro do PDE?

14 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Por que o dinheiro do PDE, enviado pelo MEC para as escolas públicas ainda não foi repassado para as escolas estaduais, se as escolas municipais já receberam? Onde está este dinheiro?

De Beatriz de Costa Hübbe Pacheco, 42 anos, professora de Criciúma (SC)

Resposta:

Na análise da prestação de contas de 2008, dos Programas Dinheiro Direto na Escola (PDDE), PDDE/PDE-ESCOLA, PDDE/MAIS EDUCAÇÃO e PDDE/Escola Aberta realizadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), constatou-se que algumas Unidades Executoras (escolas) não fizeram a aplicação financeira do recurso recebido e que não houve má fé dos gestores.

Porém, na página do FNDE consta que enquanto não regularizadas as pendências, todas as ascolas vinculadas as Entidades Executora (Secretaria de Estado da Educação) ficarão sem receber os recursos dos Programas até o saneamento das pendências.

As escolas efetivaram o pagamento da GRU (Guia de Recolhimento da União) e encaminharam a documentação para o FNDE no dia 8 de outubro para análise e deliberações. A Secretaria de Estado da Educação aguarda a liberação dos recursos para as escolas.

Por Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina

Os pais estão sendo proibidos de entrar na Escola Professor Júlio Scheidemantel (SC)?

08 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Meu filho estuda na Escola de Educação Básica Professor Júlio Scheidemantel, uma escola onde os pais são vistos como intrusos se passam do portão. Dizem que é pra deixar a criança no portão e a partir dali eles cuidam. Já questionei essa situação, mas disseram que era a filosofia da instituição e se eu quisesse uma escola mais aberta aos pais teria que procurar outra. O que fazer nesse caso? Além de não deixarem os pais participarem ainda gritam muito com os alunos. Eu acho que o exemplo vem dos pais e professores.

De Marli, 36 anos, dona de casa de Timbó (SC)

Resposta:

Essa não é a atitude da escola. Pedimos diretamente à Marli que deixasse o menino na sala de aula, mas que não ficasse do lado de fora, monitorando a turma e constrangendo os alunos. Nossa escola tem 900 alunos, imagina o que aconteceria se todos os pais tivessem essa atitude? A escola não proíbe a entrada dos pais de forma nenhuma. Por se tratar de uma escola pública, nem que quiséssemos poderíamos agir assim.

Por Marisa Müller, diretora da Escola de Educação Básica Professor Júlio Scheidemantel

Quando será inaugurado o ginásio da Escola Presidente Médici (SC)?

08 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Sou presidente da APP EEB Presidente Médici no Boa Vista e estamos sem o nosso ginásio de esportes que já era pra ter sido entregue em janeiro. Ainda não há previsão de inauguração embora não falte muita coisa pra ser feita. Estamos com a quadra descoberta interditada e lá ficam 1125 alunos sem atividades adequadas. Sem contar que a entrada da escola apresenta riscos aos alunos o que não quer calar, por que de tanta demora pra essas obras emergenciais? Por que não temos um plano de manutenção periódico?

De Juares Da Cunha, 37 anos, técnico em refrigeração de Joinville (SC)

Resposta:

A quadra de esportes do colégio foi inaugurada há cerca de um mês. A construção durou mais de um ano tanto por ser uma obra grande, mas também porque durante o processo algumas modificações precisaram ser feitas.

Por Valquíria Brás, diretora da E.E.B. Presidente Médici

* A pergunta do Juares foi enviada há algumas semanas e mesmo a questão não sendo mais tão atual como era no dia do envio estamos respondendo.

Haverá reformas de infraestrutura nas escolas catarinenses em que foi implantado o Ensino Médio Integral?

06 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Em 2012, foi implantado em 100 escolas de Santa Catarina o Ensino Médio Integral/ Inovador. Essas escolas não receberam reformas e ampliações conforme a necessidade de cada uma delas para que pudessem atender com dignidade os jovens durante nove horas diárias. Falo de ter um refeitório para as refeições, um ginásio em condições de uso, ar condicionado nas salas, e salas ambientes para as atividades propostas na grade curricular.

Num ano em que as escolas tiveram que usar e abusar da criatividade diante da falta de recursos, pergunto: como iniciaremos o ano letivo de 2013 no que se refere à infraestrutura das escolas de Ensino Médio Integral/Inovador?

De Thalita Fusinato Wilhelm, 32, professora de Ibirama (SC)

Em Joinville temos candidatos defendendo a idéia de estudo integral, porém sabemos que nossas escolas não têm espaço suficiente para comportar a todos os alunos o dia todo.Gostaria de respostas para este tipo de planejamento e quanto aos valores para reformas e novas escolas. São coerentes? Quem os acompanha?

De Keity Kirchhoff de Araujo, 24 anos, tecnóloga em logística de Joinville (SC)

Resposta:

A Secretaria de Estado da Educação/SED está analisando a situação de cada escola e buscando solucionar os problemas pontuais, para que no início do próximo ano letivo as escolas tenham melhores condições de atender os alunos. Dessa forma estamos possibilitando a implementação de ações/atividades que contemplem a diversificação, a ampliação e a qualificação do currículo do Ensino Médio, considerando o diagnóstico elaborado pela equipe escolar.

De Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina

Por que Santa Catarina investe pouco em bibliotecas escolares?

05 de novembro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Por que há pouco investimento do Estado de Santa Catarina destinado à criação e manutenção e bibliotecas públicas ou bibliotecas dentro de escolas? Por que as bibliotecas não são incluídas como parte de um planejamento estratégico forte para a promoção da Educação e da cidadania? Quando bem estruturadas, bibliotecas são centros de cultura, instituições que incentivam a leitura, com espaços democráticos de convivência para toda a comunidade.

De José Paulo Speck Pereira

Resposta:

No período de 2008 a 2010 o estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SED) fez várias aquisições de materiais didáticos para as bibliotecas escolares e também para compor o acervo de sala de aula, inclusive um projeto de leitura com o autor Ziraldo que gerou muitas atividades educativas nas escolas.

A revitalização das bibliotecas sempre está nos planejamentos da SED, pois acreditamos que este é um espaço privilegiado de aprendizagem. A SED adquire os materiais didáticos (livros de literatura, pesquisa e paradidáticos) com fontes orçamentárias do FUNDEB, específicos para as escolas, não podendo assim investir em bibliotecas publicas nas comunidades. Santa Catarina conta com escolas com bibliotecas bem equipadas e com trabalhos significativos na área da leitura e do letramento.

Por Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina

Não há professores para atender os alunos especiais nas escolas de Santa Catarina?

17 de outubro de 2012 Comentários desativados

Pergunta:

Mobilizo os pais e meus colegas para exigir da Secretaria de Educação maior respeito com os professores sobre o processo equivocado da inclusão. Não devemos só reclamar. Faço meu serviço da melhor forma possível, mas quando pego uma turma com aluno especial, defendo com unhas e dentes que, enquanto ele é inclusão (e da forma hipócrita como essa inclusão é feita), os outros alunos estão sendo excluídos.

Dificilmente nos é enviado uma auxiliar, sempre as mesmas desculpas (não há necessidade, a Lei não ampara auxiliar nesses casos e outros blás, blás, blás). Enquanto os Governos ficam ganhando verbas para auxiliar a educação inclusiva, nós professores somos massacrados para dar conta.

De Rosicler Maria Goedert Dal Pozzo de Joinville (SC)

Resposta:

O Estado de Santa Catarina vem desenvolvendo, ao longo das últimas décadas, uma série de ações para inclusão de alunos com deficiência no ensino regular.

Dessa forma, Santa Catarina vem acompanhando e, em alguns momentos, até se antecipando à algumas ações no âmbito federal, bem como acompanhando também o movimento da inclusão discutido internacionalmente.

Em 2006, o Estado implantou a Política de Educação Especial de Santa Catarina, redimensionando os serviços existentes na área da educação especial. Nesse contexto implantaram-se os Serviços de Atendimento Educacional Especializado (SAEDEs) e Atendimentos em Classe (ACs), voltados a alunos com deficiência, condutas típicas e altas habilidades.

  • SAEDEs – ofertado no período oposto à frequência do aluno no ensino regular, ou seja, constitui-se em complemento e não um substitutivo do ensino regular.
  • ACs – ofertado na sala de aula. Segundo Professor de Turma, Interprete de LIBRAS, Instrutor de LIBRAS, Turmas Bilíngues.

A Secretaria de Estado da Educação autorizou, em 2012 (até o momento), a contratação de aproximadamente 2.800 professores para atuarem como Segundo Professor de Turma naquelas situações que atendem rigorosamente os critérios estabelecidos pela Política de Educação Especial de Santa Catarina.

Por Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina

Por que os CEJAs não oferecem mais a modalidade por oficinas?

05 de outubro de 2012 Comentários desativados

Perguntas:

Ao senhor Eduardo Deschamps: todos os alunos que estudam no Centro de Educação para Jovens e Adultos (CEJA) estão querendo saber por que não podemos mais continuar a modalidade de ensino por oficinas. A maioria dos alunos são trabalhadores, não conseguiremos concluir o Ensino Médio se for dessa maneira, precisando estar na escola todos os dias!

De Heline Cristina de Souza, 25 anos, atendente de Florianópolis

Eu queria saber e ao mesmo tempo fazer uma crítica sobre o sistema de oficina do CEJA. Estou estudando há cerca de um ano e meio pelo sistema de oficina e já estou concluindo o Ensino Médio. Foi a melhor maneira que encontrei para estudar, faço duas matérias por semana e consigo assim, conciliar escola e trabalho. Acabou esse sistema, agora é aula presencial todos os dias para os novos alunos. Porém como vai ficar quem quer estudar e não tem tempo para ir à escola todos os dias? Por que quem estuda lá geralmente são pessoas que já têm uma certa idade, são trabalhadores que estão tentando concluir o Ensino Médio! Estão dificultando por quê?

De Fabiano Vieira, 38 anos, auxiliar de manutenção na Comcap de Florianópolis

Por que a unidade Centro de Educação Jovens e Adultos (CEJA) está acabando com a forma de ensino de oficina em que o trabalhador podia estudar em casa? Este jeito estava dando certo para nós, pessoas que estão correndo atrás de um tempo perdido e de novas oportunidades. Esta pergunta vai para o senhor secretário de educação. Precisamos que as oficinas continuem, dando assim oportunidade para aqueles que têm pouco tempo.

De Edemilson C. Souza, 45 anos, técnico de manutenção de Florianópolis

Por que querem acabar com as oficinas no Centro de Educação para Jovens e Adultos (CEJA)? É a unica chance que nós depois de criar os filhos temos para concluir os estudos.Não temos mais pique nem saude para ficar em sala de aula um período inteiro para a realização de um sonho.

De Sônia Peres de Lima, 51 anos, dona de casa de Florianópolis (SC)


Resposta:

A modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. A oferta na metodologia de Ensino por Oficinas foi estabelecida pelo Conselho Estadual da Educação (CEE) e implementada nos 36 CEJAs que eram atendidos pela Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Em 2010, o Conselho Nacional de Educação (CNE) determinou, por meio da Resolução nº 03/2010 e a Resolução nº 74/2010 do CEE, que todas as instituições que ofertam a EJA fizessem adequação para as metodologias de Ensino Presencial e/ou Ensino à Distância (EAD). A SED, em conformidade com a nova legislação em vigor, implementou a metodologia de Ensino Presencial nos 40 CEJAs e está em fase de implantação da oferta na modalidade EAD, para melhor atender as demandas da EJA.

Por Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina

O que o Governo de Santa Catarina fará para suprir a falta de professores?

27 de setembro de 2012 Comentários desativados

Perguntas:

Sou estudante do 3º ano do Ensino Médio e tenho professores que já me informaram que no estado de Santa Catarina, quando esgotam-se os candidatos ao cargo de professor das escolas estaduais, são aceitos candidatos sem formação nenhuma para dar aula. Isso é ou não é um descaso do Governo com a educação do estado?

É inaceitável que pessoas sem formação nenhuma possam ministrar aulas para alunos de qualquer nível de escolaridade. É uma forma absurda de cobrir a falta de profissionais da área, algo que acontece devido ao não pagamento de salário acordado entre o governo e os professores.

De Gabriel

Como podemos pensar em qualidade para o Ensino Médio se, por exemplo, a maior escola do estado, o Instituto Estadual de Educação esta sem professor de Inglês para o terceiro ano do Ensino Médio há vários meses? Hoje por exemplo só teria uma aula de Matemática e duas de Educação Física. Como fica o encaminhamento para o mercado de trabalho se mal os alunos estão tendo aula? Como pode um professor na maior boa vontade adiantar aulas, dar aula em duas turmas ao mesmo tempo, para que os alunos não fiquem horas esperando por professores que não estão lá para dar aula?

A Escola Estadual Leonor de Barros, está sem vários professores para a oitava série. Estão repetindo notas de outros bimestre para suprir o boletim vazio de notas. Não há professores de Inglês, Artes, Ensino Religioso, entre outros.

É bonito falar em notas de aproveitamento, mas é preciso avaliar o próprio processo de avaliação que o governo está fazendo perante a educação estadual de Santa Catarina.

De Tatiana Ramos Amorim Cabral

Resposta:

A Secretaria de Estado da Educação tem procurado promover estratégias de gestão que proporcione a todas as escolas da rede apresentar uma relação matrícula/professor adequada, resultante de um planejamento que tenha por objetivo manter o quadro de professores das Unidades Escolares completo. Evitando prejuízos ao aprendizado dos alunos, garantindo boas condições de trabalho ao professor e suprindo as necessidades pedagógicas das diversas faixas etárias.

Seguem, abaixo, algumas das medidas tomadas no sentido de manter o quadro de professores das Unidades Escolares completo e com profissionais qualificados:

* Concurso público de remoção e lotação para o cargo de professor;

* Concurso público de ingresso para o cargo de professor;

* Processo seletivo para admissão de professores com contrato temporário ACTs;

* Garantir a permanência de regras claras e definidas para o estágio probatório de professores e demais profissionais da educação, divulgando as mesmas para conhecimento e compreensão. Aproveitar este momento para complementar a formação do professor, orientar a prática docente e acompanhar o seu desenvolvimento.

* Está em estudo a criação de um programa de avaliação de desempenho institucional específico para a Rede Estadual de Santa Catarina, elaborado por segmentos, com a participação de todos os envolvidos no processo educacional, buscando o aperfeiçoamento, a valorização, a qualificação, a motivação e o comprometimento com as responsabilidades inerentes à área educacional.

Por Secretaria Estadual da Educação de Santa Catarina


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