Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

MUDAMOS DE ENDEREÇO!

05 de maio de 2017 0

Amigos!

O Blog Planeta Bola encerra sua participação neste formato. Estamos mudando de endereço. A partir de agora, você encontra informações sobre o futebol pelo mundo em gaucha.com.br ou zerohora.com.br.

Agradecemos a parceria nestes anos de blog!

 

 

Nova Zelândia: Criticado por escolhas polêmicas, técnico garante estar montando time competitivo

28 de abril de 2017 0
Nova Zelândia é uma das oito seleções classificadas para a Copa das Confederações. Foto: NFZ

Nova Zelândia é uma das oito seleções classificadas para a Copa das Confederações. Foto: NFZ

O título da Copa das Nações da Oceania, a vaga na Copa das Confederações  e a boa campanha nas Eliminatórias não são suficientes para livrar o técnico da Nova Zelândia das críticas.

O norte-americano Anthony Hudson sofre contestações por deixar de fora nomes badalados no futebol local, como os atacantes Kosta Barbarouses, 27 anos, e Monty Patterson, 20 anos, e por convocar atletas que atuam pouco por seus clubes, pois concorrem com jogadores de outras nacionalidades.

“Nós só podemos convocar neozelandeses. Este é o melhor grupo que nós temos desde que eu cheguei”, defende-se Hudson, que está no cargo desde 2014.

A aposta é na mescla entre jogadores experientes, que participaram da Copa do Mundo 2010, com jovens revelações.

“Esta é a melhor coisa do nosso elenco. Temos qualidade, profundidade e competitividade”, completa o treinador.

Entre os atletas mais tarimbados, destaque para o zagueiro canhoto Tommy Smith, 27 anos, e o atacante Shane Smeltz, 35 anos, que estiveram na África do Sul.

Ambos são naturalizados. O primeiro nasceu na Inglaterra, e o segundo, na Alemanha.

No grupo dos mais jovens, despontam o meia-atacante Marco Rojas, 25 anos, artilheiro do time nas eliminatórias, e o atacante Ryan Thomas, 22 anos, destaque no futebol holandês.

All Whites v Fiji, 28 March 2017

Seleção neozelandesa venceu a Copa das Nações da Oceania. Foto: NFZ

Merece atenção também o goleiro Stefan Marinovic, 25 anos, o único titular absoluto em todas as partidas oficiais desde a conquista da Copa das Nações Asiáticas 2016, disputada na Papua Nova-Guiné.

O zagueiro Michael Boxall, 28 anos, e o volante Michael McGlichey, 30 anos, são os demais remanescentes do título. O restante do time passou por profundas reformulações.

Já o atacante Chris Wood, 25 anos, ganhou certa notoriedade na segunda divisão inglesa, por conta das suas boas atuações pelo Leeds United.

A Nova Zelândia já garantiu a vaga na final das Elimimatórias da Oceania, contra um adversário ainda indefinido.

O vencedor ainda terá que disputar uma repescagem contra o quinto lugar da América do Sul, que hoje seria ninguém menos que a Argentina.

No entanto, mesmo que não se classifique para o Mundial 2018, a Nova Zelândia já tem o passaporte carimbado para a Rússia.

Por ser campeã da Oceania, a seleção neozelandesa está na Copa das Confederações 2017, no Grupo A, ao lado de Rússia, Camarões e México.

Croácia: com pitada de Real, Barça e Juve no time, meta é repetir histórica campanha de 98

21 de abril de 2017 0

Um dos pontos fortes da Croácia na luta por uma vaga na Copa do Mundo 2018 é a presença de diversos jogadores de qualidade que encantam em grandes clubes europeus.

Com atletas como Rakitic (Barcelona), Modric (Barcelona) e Mandzukic (Juventus) no meio-campo e no ataque, o time croata está em primeiro lugar no Grupo I, das Eliminatórias da Europa, com quatro vitórias e um empate.

Seleção da Croácia tem vários meias e atacante talentosos. Foto: Divulgação / HNS

Seleção da Croácia tem vários meias e atacante talentosos. Foto: Divulgação / HNS

Legião de talentos.

Os destaques do Real e do Barça atuam pela seleção da Croácia em funções diferentes da que executam nos seus clubes.

Luka Modric joga no time croata de forma mais recuada, como um volante que dá qualidade á saída de bola.

Já Ivan Rakitic atua como uma meia-atacante centralizado bastante ofensivo, com a missão de invadir a área adversária.

Mandzukic, por sua vez, exerce o mesmo papel que vem fazendo com maestria na Juventus. Centroavante de origem, ele vem jogando aberto pelo lado esquerdo, conciliando a recomposição defensiva com as tarefas ofensivas.

O grupo croata ainda conta o meia da Inter de Milão, Ivan Perisic, pretendido pelo Manchester United, e o atacante Kalinic, que faz excelente temporada pela Fiorentina.

O volante Kovacic, também do Real Madrid, é reserva, pois o treinador prefere escalar no meio, ao lado de Modric, o volante Milan Badelj, também da Firorentina, que é mais forte na marcação.

Mandzukic (Juventus) e Perisic (Internazionale) são alguns dos principais nomes da Croácia. Foto: Divulgação / HNS

Mandzukic (Juventus) e Perisic (Internazionale) são alguns dos principais nomes da Croácia. Foto: Divulgação / HNS

Um treinador experiente e estudioso

O técnico croata Ante Cacic, 63 anos, é pouco conhecido no futebol mundial.

Na região dos Balcãs, no entanto, é bastante renomado pelos trabalhos que faz desde os anos 80 nos times locais com destaque para o Dinamo Zagreb, da Croácia, e o Maribor, da Eslovênia.

Cacic nunca foi jogador de futebol e nunca trabalhou como técnico fora da região da antiga Iugoslávia.

No entanto, uma das suas virtudes é buscar permanentemente se qualificar no futebol, já tendo completado todos os níveis do curso de treinador da Uefa.

A Croácia joga em um esquema 4-2-3-1.

Na vitória contra a Ucrânia, por 1 a 0, em março, pelas Eliminatórias, a equipe atuou com: Subasic; Jedvaj, Vida, Mitrovic e Pivaric; Modric e Badelj; Brozovic, Rakitic e Mandzukic; Kalinic.

A meta principal é repetir a histórica campanha da Copa do Mundo de 1998, na França, quando o time liderado pelo centroavante Davor Suker conquistou o terceiro lugar.

Vendido para a Juventus antes da estreia no profissional, lateral lamenta não ter jogado no Inter: "Infelizmente não tive oportunidade"

24 de março de 2017 0
Juventus/Divulgação

Juventus/Divulgação

Aos 19 anos, Rogério vive uma realidade que a maioria dos jogadores que surgem no futebol brasileiro querem ter. Jogador da Juventus, ele divide vestiário com estrelas mundiais como Buffon, Higuaín e Daniel Alves. Para tornar o caminho ainda mais incomum, o atleta criado nas categorias de base do Inter, nunca jogou uma partida profissional na carreira.

Infelizmente eu não tive esta oportunidade (de jogar profissionalmente pelo Inter). Era um sonho meu. Porém, apareceu uma coisa boa e eu achei que era o momento de sair. Eu procurei o que era melhor para a minha carreira e realizei um sonho de jogar na Europa”, falou o lateral em entrevista ao Planeta Bola.

Vendido ainda no ano passado para a “Vecchia Signora”, logo que chegou ele foi emprestado para o Sassuolo para não ocupar uma vaga de estrangeiro no elenco da Juve. No início deste ano, retornou para Turim, mas acabou sofrendo duas pequenas lesões, que fizeram com que o tempo no elenco profissional fosse mais curto e ele tivesse que descer para o time sub-20 que joga a Champions League da categoria.

Rafael Ribeiro/CBF/ Divulgação

Rafael Ribeiro/CBF/ Divulgação

“Os brasileiros me receberam bem aqui. Eles me passam conselhos e me dizem o que eu tenho que melhorar. Quando eu cheguei, criei uma amizade muito boa com o Alex Sandro, até por ele ser da minha posição. Com o Neto também. O Daniel Alves chegou um pouquinho depois, então tenho menos contato com ele”, revelou.

Destaque do Mundial sub-17 disputado em 2015, Rogério terá uma forte concorrência pela frente. Se no Inter Artur e Geferson frearam o crescimento dele, Alex Sandro e Asamoah disputam a titularidade.Para o futuro, ele espera receber mais oportunidades no elenco da Juvemtus quando a temporada 2017/2018 começar. Além disso, ele quer aproveitar este período de adaptação para treinar mais o jogo defensivo.

“Eu tenho uma característica muito forte de ataque. Foi um desafio muito bom vir para a Itália, para aprimorar aquilo que eu tenho de pior. Eu preciso melhorar a marcação e isto pode me beneficiar no futuro. Eu posso melhorar isto e ser um jogador mais completo”, avaliou.

 

Austrália: após conquista da Ásia, Socceros ligam sinal de alerta para Copa da Rússia

24 de março de 2017 0

O sinal de alerta está ligado na Austrália.

Após a euforia com a inédita conquista da Copa da Ásia em 2015 (os australianos competem pelo continente asiático), o time do técnico Ange Postecoglu passou a apresentar dificuldades sérias nas eliminatórias para a Copa do Mundo, colocando em risco inclusive a classificação para o Mundial.

Como o empate por 1 a 1 com o Iraque, na última quinta, os Socceros chegaram ao quarto empate consecutivo, estão apenas na terceira colocação do grupo B e, hoje, teriam que disputar uma repescagem para ir à Rússia em 2018.

As apostas para recuperar a boa fase são o jogo da próxima terça, contra os Emirados Árabes (que estão um ponto atrás) e, principalmente, a disputa da Copa das Confederações 2017, na Rússia, em junho.

Austrália conquistou a Copa da Ásia 2015. Foto: Divulgação

Austrália conquistou a Copa da Ásia 2015. Foto: Divulgação

Com futebol ofensivo com característica, australianos ainda buscam soluções para os problemas defensivos

A principal característica da seleção da Austrália é a ofensividade.

Desde que assumiu o comando da equipe, em 2013, Postecoglu na maioria das vezes optou pelo esquema 4-3-3, sempre com dois pontas bem abertos.

A agressividade pelas beiradas do campo, normalmente, é proporcionada por Robbie Kruse e Mathew Leckie.

O primeiro, ex-Bayer Leverkusen, tem 28 anos, atua no futebol chinês e acabou perdendo a chance de jogar a Copa do Mundo 2014 por conta de uma lesão.

Já o segundo tem 23 anos, joga no Ingolstadt, da Alemanha e já foi titular da equipe no Mundial do Brasil.

Nos últimos jogos, o time australiano vem sentindo falta do seu grande criador de jogadas, o meia Tom Rogic, 24 anos, do Melbourne Victory, que está lesionado.

Uma boa alternativa para substituí-lo é o polivalente Jackson Irvine, 24 anos, do Burton Albion, da segunda divisão inglesa.

O centroavante titular é Tomi Juric, 25 anos, do FC Luzern, da Suíça.

No banco, o veterano e grande nome da história do futebol australiano Tim Cahill, 37 anos, é sempre uma alternativa de peso.

O problema está na defesa.

Após sofrer seis gols nos últimos quatro jogos e apresentar muitos problemas nas laterais, Postecoglu mudou resolveu mudar o esquema e montou a equipe em um 3-4-3, recuando o experiente volante Mark Milligan para jogar com Degenek e Writght na defesa.

A ideia acabou não dando certo.

Mile Jedinak, 32 anos, é o capitão do time. Foto: Divulgação / FFA

Mile Jedinak, 32 anos, é o capitão do time. Foto: Divulgação / FFA

O capitão Mile Jedinak, 32 anos, que já foi titular na Copa 2014, ainda é uma grande referência do meio-campo.

Apesar de ele estar atuando na zaga no seu clube, o Aston Villa, da Inglaterra, Postecoglu não abre mão da sua qualidade técnica como volante.

Em contrapartida, o treinador vem mudando muito a defesa nos últimos jogos e, hoje, seria difícil apontar quem seriam os titulares.

No empate por 1 a 1, com o Iraque, a Austrália atuou com: Ryan; Degenek, Milligan e Wright; Mooy, Jedinak, Luongo e Irvine; Kruse, Juric e Leckie.

O caminho para a classificação

Os líderes do Grupo B das eliminatórias asiáticas são Arábia Saudita e Japão, ambos com 13 pontos em seis jogos. São os únicos que, hoje, conquistariam a vaga direta para a Rússia.

Em terceiro, com 10 pontos, está a Austrália.

Se permanecerem nesta posição, os Socceros terão que ir disputar uma repescagem contra o terceiro lugar do grupo A, para então fazer uma nova repescagem contra uma seleção da Concacaf.

Para evitar este drama, a meta é fazer uma boa pontuação nos próximos quatro jogos, contra Emirados Árabes, Arábia Saudita, Japão e Tailândia.

Na Copa das Confederações, que terá início no dia 17 de junho, a Austrália está no Grupo B, ao lado de Chile, Camarões e Alemanha.

Polônia: invicto, time de Lewandowski dispara no ranking da Fifa e promete incomodar na Rússia

17 de março de 2017 0
Polônia conta com um dos melhores times desde a geração de Boniek. Foto: Reprodução / Facebook

Polônia conta com um dos melhores times desde a geração de Boniek. Foto: Reprodução / Facebook

Ter um dos melhores centroavantes do mundo no elenco de fato é o principal ponto forte da seleção da Polônia na busca por carimbar o passaporte para a Copa do Mundo 2018.

Porém, não é só a presença de Robert Lewandowski que torna o time polonês um dos favoritos para conquistar a vaga e incomodar as seleções mais tradicionais na Rússia.

Com um trabalho de longo prazo, esquema organizado, grupo experiente e jogadores de qualidade em todos os setores, os poloneses estão invictos nas eliminatórias europeias e não devem ter dificuldades para garantir a vaga no Mundial.

É verdade que será difícil igualar o feito das gerações de Lato e Boniek, que conquistaram o 3º lugar nas Copas de 1974 e 1982, respectivamente. Porém, os poloneses já tem um time capaz de incomodar.

Desde que o atual técnico da equipe, o ex-meia Adam Nawalka, 59 anos, assumiu o cargo, em 2013, a Polônia saltou da 78ª para a 14ª posição no ranking da Fifa.

Além disso, na Euro 2016, o time polaco empatou por 0 a 0 com a atual campeã mundial Alemanha e, nas quartas de final, vendeu muito caro uma eliminação nos pênaltis para Portugal, que viria a conquistar o título.

Lewandowski é o craque da Polônia. Foto: Reprodução / Facebook

Lewandowski é o craque da Polônia. Foto: Reprodução / Facebook

A equipe tem bons jogadores em todos os setores. No gol, por exemplo, os poloneses se dão ao luxo de contar com dois grandes goleiros, ambos com passagem recente pelo Arsenal: o titular Lukasz Fabianski, 31 anos, do Swansea City, e o reserva Wojciech Szczęsny, 26 anos, da Roma.

A zaga é liderada pelo eficiente Kamil Glik, 26 anos, que defende o Monaco, sensação da Liga dos Campeões da Uefa. O ritmo do meio-campo é ditado pelo volante Grzegorz Krychowiak, ex-Sevilla, que ainda não conseguiu se firmar no time titular do PSG.

Nas beiradas, Nawalka conta com dois extremas rápidos. Pela direita, o titular é Jakub Błaszczykowski, 31 anos, vice-campeão europeu pelo Borussia Dortmund, em 2013, e que hoje defende o Wolfsburg. Já pela esquerda, joga Kamil Grosicki, 28 anos, do Hull City.

No ataque, o principal nome, claro, é o centroavante Robert Lewandowski, 28 anos, capitão e artilheiro das eliminatórias europeias com sete gols, ao lado de Cristiano Ronaldo. Mas o jogador do Bayern de Munique costuma também atrair a marcação e abrir espaço para o jovem Arkadiusz Milik, 23 anos, um dos destaques do Napoli e também muito útil para o ataque da Polônia.

A seleção polonesa costuma jogar em um 4-4-2 clássico, com duas linhas. O time-base tem: Fabiansky, Piszczek, Glik, Pazdan e Jedrzejczyk; Blaszczykowski, Krychowiak, Maczynski e Grosicki; Milik e Lewandowski.

A Polônia, que não joga uma Copa desde 2006, lidera o Grupo E das eliminatórias europeias com 10 pontos, três vitórias e um empate em quatro jogos. É a grande favorita para se classificar na chave, que conta também com Montenegro, Dinamarca, Romênia, Armênia e Cazaquistão.

 

Jornal espanhol afirma que Real Madrid e Barcelona brigam por destaque da Seleção Brasileira sub-17

16 de março de 2017 0

g1603.67ea42a322d2d52ad1d359670f0c7409

O jornal Marca, da Espanha, publica hoje em sua capa uma chamada para o “Novo Neymar”. Trata-se de Vinícius Jr., destaque do Flamengo na Copa São Paulo e da Seleção Brasileira no Sul-Americano sub-17. O atleta, de 16 anos, é observado de perto, segundo a publicação, por olheiros do Barcelona e do Real Madrid.

Na notícia, o Marca exalta a artilharia do torneio sul-americano e o protagonismo de Vinícius Jr. na equipe brasileira. Uma possível transferência, porém, só deveria ocorrer no ano que vem, quando o garoto completa 18 anos. Sua multa rescisória é de 30 milhões de euros.

O Brasil é primeiro colocado no hexagonal final do Sul-Americano sub-17 com sete pontos em três jogos. Vinícius Júnior marcou cinco gols no torneio.

Xabi Alonso anuncia que vai se aposentar no final da temporada

09 de março de 2017 0

17200897_1900274090207776_2384445516561269243_n

O meia espanhol Xabi Alonso anunciou que vai se aposentar do futebol no final da atual temporada. Aos 35 anos, o jogador confirmou à TV do Bayern que quer parar em alto nível e pendurar as chuteiras antes de qualquer tipo de decadência em seu jogo.

“Não foi uma decisão fácil, mas eu penso que é o momento certo. Eu sempre quis parar mais cedo do que tarde demais. Eu me sinto bem, mas creio ser o momento certo”, afirmou.

A carreira do espanhol é recheada de títulos. Ele foi campeão da Champions League com o Liverpool na temporada 2004/05, repetiu o feito em 2013/14 com o Real Madrid e, por lá, ainda foi campeão espanhol em 2011/12. Pelo Bayern foram dois títulos do campeonato nacional, em 2014/15 e 2015/16.

Com a Seleção Espanhola veio o Mundial de 2010 e as Euros de 2008 e 2012. Tudo isso sem contar copas nacionais e prêmios individuais conquistados pelo meia.

Xabi é o segundo atleta do Bayern a anunciar a aposentadoria. O lateral Lahm é outro que para no final da temporada.

Vitória da Chapecoense na Libertadores repercute na Europa: "Triunfo histórico"

08 de março de 2017 0

A vitória da Chapecoense contra o Zulia na estreia da Libertadores, ontem, por 2 a 1, foi assunto no Brasil e no Mundo por conta de toda a comoção com o time catarinense após o acidente aéreo no final do ano passado. Os gols de Reinaldo e Luiz Antônio percorreram o mundo e ganharam destaque nos principais jornais da Europa. O Planeta Bola separou alguma destas manchetes.

O Jogo

ojogo

 

BBC

Chapecoense, do Brasil, estreia com vitória na Libertadores

Chapecoense, do Brasil, estreia com vitória na Libertadores

Mirror

Primeiro jogo da Chapecoense no exterior, desde o acidente de avião, termina em vitória contra Zulia na Venezuela

Primeiro jogo da Chapecoense no exterior, desde o acidente de avião, termina em vitória contra Zulia na Venezuela

Independent

Chapecoense vence no primeiro jogo continental desde o acidente aéreo

Chapecoense vence no primeiro jogo continental desde o acidente aéreo

AS

O triunfo histórico da Chapecoense na Libertadores

O triunfo histórico da Chapecoense na Libertadores

Sport

Estreia triunfal da Chapecoense na Libertadores

Estreia triunfal da Chapecoense na Libertadores

Bild

Chapecoense triunfa no retorno internacional

Chapecoense triunfa no retorno internacional

Walace marca primeiro gol com a camisa do Hamburgo; veja

11 de fevereiro de 2017 0
Hamburgo/Divulgação

Hamburgo/Divulgação

Com gol de Walace, o Hamburgo deixou a zona de rebaixamento da Bundesliga. O clube do ex-gremista fez 3 a 0 no vice-líder Leipzig – que não tomara três gols numa partida até então – neste sábado (dia 11). Com este resultado, o Hamburgo agora é o 15º colocado, com 19 pontos, três na frente doi Werder Bremen, que abre a zona da degola.

Walace foi titular durante os 90 minutos da partida com a camisa 12 e marcou um gol ainda no primeiro tempo. Após cobrança de escanteio, o volante subiu mais alto que a defesa do Leipzig e marcou um belo gol de cabeça. Papadopoulos e Hunt marcaram os demais gols.