Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de maio 2013

Sexta de música: a homenagem de Tom Zé para Neto, ídolo do Corinthians

31 de maio de 2013 0

Foto: Divulgação

Tom Zé é um corintiano assumido. O cantor e compositor inclusive compôs um hino só para o centenário do Timão. A canção faz parte do livro Corinthians 100 anos de paixão, lançado em 2010. Mas, essa não foi a primeira vez que o músico compôs algo ligado ao Corinthians.

Em 1990, indignado com o técnico da Seleção Brasileira que não tinha o craque Neto entre os chamados, Tom Zé compôs: Neto. A música citava os jogadores convocados para a Seleção como Taffarel, Branco, Jorginho, Careca e Mazinho, mas com a inclusão de Neto. No música o cantor baiano ainda narrava um gol hipotético em que o craque corintiano acabava com a defesa adversária.

- Quando o Neto apareceu, eu fiquei muito curioso porque era um jogador driblava como Rivelino, que batia faltas como Zico, que batia faltas de longe como Nelinho, que batia escanteios como Éder. Dava passes de 50 metros como Gérson. Ai pendei que a CBF poderia fazer um espécie de trabalho psicológico bastante apurado para tirar dele pequenos defeitos. Já que ele tinha tantas qualidades. Qual era o seu defeito? Gostava de tomar uma cerveja, comer um prato de macarrão e não querer fazer força para marcar. Ora, é como uma grande bailarina que não gosta de fazer preparação física, você faz um trabalho metal e convence ela. O mais importante ela sabe, que é dançar. Era isso que eu pensava do Neto, por isso fiz a música – explica Tom Zé no livro A música no país do futebol, de Beto Xavier.

• Confira a música de Tom Zé para Neto e depois o hino do centenário do Corinthians.

Hino do centenário

Jogador chora no vestiário porque adversário perdeu o título

30 de maio de 2013 0

A foto que abre esse post é do Ludogorets, campeão búlgaro da temporada 2012/2013. O time conseguiu levantar a taça após um empate no clássico entre o Levski Sofia e o Slavia. O Levski precisava vencer o rival para assegurar o título, mas restando 15 minutos para o apito final, o zagueirão Dimitar Vezalov marcou contra e empatou para o Slavia. Com o resultado o Ludogorets ficou com o caneco pela diferença de apenas um ponto.

O clima no vestiário do Levski Sofia era de velório, evidente. Porém, no vestiário do Slavia o clima também não era dos melhores, tudo por causa do meia Dimo Atanasov, de 27 anos, que chorava nos vestiários. Isso porque Dimo é torcedor do Levski desde criança, fã mesmo, e não segurou as lagrimas por ter ajudado seu time de coração a perde o título. Isso gerou um grande impasse no Slavia e o presidente do clube, Ventseslav Stefanov, não perdoou o atleta, que foi demitido.

- Um de nossos jogadores estava chorando nos vestiários após saber que o Levski não conseguiu ser campeão. Sem dúvidas ele não fará mais parte do Slavia – sentenciou o presidente.

Dimo chorou e perdeu o emprego

Novo rico europeu, Monaco investe forte na volta para a primeira divisão da França

29 de maio de 2013 0

Monaco vai remontando seu time para a primeira divisão da França. Foto: VALERY HACHE/AFP

O Monaco já foi finalista da Liga dos Campeões. Em 2004 o time que tinha o Giuly e Fernando Morientes perdeu a final para o Porto do técnico José Mourinho. A final da Liga parecia ser um ingresso do clube para as grandes decisões, mas não foi o que aconteceu. Os melhores jogadores foram negociados e em dezembro de 2011 o time vermelho e branco era o lanterna da Ligue 2, a segunda divisão francesa. Foi então que apareceu o milionário russo Dmitry Rybolovlev que adquiriu o clube. Segundo a revista Forbes Rybolovlev tem a 119ª maior fortuna do mundo avaliada em 9,1 bilhões de dólares e parte dessa fortuna foi investida no clube.

Na época o Príncipe Alberto II classificou o negócio como “inevitável”, já que o clube caminhava para a terceira divisão.

— Uma nova página na história da equipa de futebol tão apreciada no principado começa a ser escrita. Espero possa recuperar progressivamente o status do passado, uma das joias da vida desportiva do Monaco – disse o príncipe.

E aos poucos o time foi sendo reconstruído. Na temporada 2011/2012 conseguiu escapar do rebaixamento e na temporada seguinte conseguiu a vaga para a primeira divisão. Por isso o clube está no mercado mirando para todos os lados e fazendo muitas contratações. O PSG não estará sozinho no próximo Campeonato Francês.

Nos últimos dias foram contratados João Montinho e James Rodriguez, do Porto, por R$ 185 milhões, além disso o clube ainda acertou com o zagueiro Ricardo Carvalho, ex-Real Madrid e Chelsea. O meia James Rodríguez também confirmou o acerto do clube com o compatriota Falcao García, do Atlético de Madrid. Colegas na seleção colombiana, os dois jogarão juntos no time francês.

- Já havia jogado com ele, e, agora, que vamos estar juntos, é um sonho também. Me sinto muito orgulhoso por estar com um amigo. Tomara que a gente consiga coisas grandes – projetou Rodríguez em entrevista ao jornal colombiano “El Tiempo”.

Por enquanto nenhum brasileiro foi relacionado a lista de comprar do Monaco. Agora é esperar para ver se o time comandado com Claudio Ranieri terá cacife para fazer frente ao PSG.

Cannes e sua maior obra de arte: Zinedine Zidane

28 de maio de 2013 1

Zidane no Cannes, ainda com muitos cabelos

No último domingo terminou em Cannes, na França, o famoso festival de Cannes de cinema. Porém, a cidade não é só movida pela a paixão a sétima arte. A cidade no sul da França é a sede da Association Sportive de Cannes Footbal. E a maior obra de arte do pequeno time francês é Zinedine Zidane. Sim, o craque Zidane foi revelado pelo pequeno Cannes.

Hoje, o time frequenta a terceira divisão do futebol francês, mas em outro tempo jogava a primeira divisão e foi lá em 1988 Zidane se tornou profissional. Foram quatro anos da pequena equipe até se transferir o Bordeaux.

Zidane não foi o único jogador revelado pelo Cannes, o volante Patrick Vieira também deu seus primeiro chutes por lá, antes de ser negociado para o Milan. Você pode conferir abaixo um vídeo com imagens de Zizou com a camisa do Cannes.

Raja Casablanca é campeão no Marrocos e garante vaga no Mundial de Clubes 2013

27 de maio de 2013 0

O próximo Mundial de Clubes será disputado em Marrocos e o país-sede do evento da Fifa tem direito a uma vaga na competição e o representante marroquino foi definido no último fim de semana. O Raja Casablanca conquistou o Campeonato Marroquino e representará o país-sede na próxima edição do torneio. Monterrey e Auckland City, campeões das Américas do Norte e Central e da Oceania, respectivamente, também já tem suas participações asseguradas. Além, é claro, do Bayern de Munique campeão da Liga dos Campeões.

Essa é a segundo participação do Raja no Mundial da Fifa. A primeira vez foi justamente na primeira edição do torneio, em 2000, disputado no Brasil. Na ocasião, o time perdeu as três partidas que fez no torneio, para Corinthians, Real Madrid e Al-Nassr.

O título nacional veio com uma rodada de antecedência, após vitória sobre o Difaâ El Jadida por 2 a 1. E a festa tomou as ruas de Casablanca, a maior cidade do Marrocos. Fundado em 1949, os Águias Verdes já conquistaram 11 vezes o torneio nacional e três vezes a Liga dos Campeões da África.

Vídeo com os gols do título deste final de semana

Vídeo da derrota para o Real Madrid no Mundial de 2000, disputado aqui no Brasil

Sexta de música: Escurinho o artilheiro do Internacional que também atacou de músico

24 de maio de 2013 0

Escurinho e seu violão. Foto: Emílio Pedroso, Banco de Dados

Luiz Carlos Machado, o Escurinho, é um dos maiores ídolos do Internacional. O atacante ficou famoso pelos seus gols de cabeça. Ele faleceu aos em 2011, aos 61 anos, mas não deixou apenas gols e títulos para a história do Colorado. Em 2008, poucos meses antes do centenário do Inter o ex-jogador compôs sua versão do hino do centenário.

Na letra o ex-atacante lembra das glórias do Mundial de 2006 e diz que o Colorado é campeão de tudo. O pessoal da Zero Hora gravou um vídeo com ele mostrando a música.

A composição do hino do centenário colorado não foi a primeira vez que Escurinho se arriscou na música. Em 1974, durante três madrugadas o então camisa nove do Inter gravou junto com as bandas Café, Som & Leite e Ka-Sambão o long play O Lance. Com músicas como Maldita Mulher, Homenagem a Chico, Dor de Amor e Quinze anos dos Imperadores do Samba, como explica Beto Xabier no livro A música no país do futebol. Segundo Beto, a influência de Lupicinio Rodrigues é nítida em Maldita Mulher.

Se ela te falou que eu ofereci o meu amor, mentiu
Quer que brigues comigo
Tu sabe como eu sou
Se ela aproveita, quer um atrito entre amigos
Maldita mulher, quer nos fazer inimigos

Infelizmente não encontrei nenhum música do disco O lance na internet. Mas, em 25 de janeiro de 2010 o jornalista Jones Lopes da Silva, do jornal Zero Hora, escreve uma boa matéria explicando todos os detalhes da gravação deste LP. Nela descobrimos que o técnico do Internacional na época Rubens Minelli era contra a paixão de Escurinho pelo violão. E cansado com as tentativas do jogador em se tornar músico interpelou Paulinho da Viola em um aeroporto no Rio de Janeiro. Antes um acordo com Escurinho:

– O dia que você for um sambista igual ao Paulinho, eu saio pelado na rua.

Minelli leva Escurinho até o artista:

– Paulinho, diga ao nosso craque aqui como é difícil fazer bom samba.

O compositor o aconselha:

– Olha, você tem de estudar muito, tocar samba é uma arte, é preciso dedicação…

Em vez de cortar o mal do samba pela raiz, como queria Minelli, Paulinho só coloca mais lenha na fogueira. Ao final do que Escurinho se vira para o técnico e replica:

– Chefe, o Paulinho disse que posso ser sambista, sim. Quero ver pagar a promessa.

Bom Jones gravou esse vídeo com Escurinho que ficou bem bacana, é uma entrevista com ele sobre seu primeiro violão. Se quiser você pode ler aqui a matéria da Zero Hora.

O histórico de jogos entre Criciúma e Bahia na Série A

23 de maio de 2013 3

Depois do título do Catarinense o Tigre enfrentar o Bahia na Série A. Foto: Cristiano Estrela

Depois de oito anos o Criciúma está de volta para a Série A. E o reencontro com a elite do futebol nacional será dentro de casa, ao lado dos fanáticos torcedores tricolores. O jogo será no próximo domingo contra o Bahia, às 16h, no Heriberto Hülse.

Se o Criciúma chega para a disputa do Brasileirão embalado pelo título do Campeonato Catarinense o Bahia chega em crise. Depois de perder a final do Estadual para seu maior rival, o Vitória, a equipe passou por uma reformulação, com saída de gerente de Futebol, técnico e jogadores.

A partida de domingo será o sétimo encontro entre o Tigre e a equipe baiana na primeira divisão. Confira abaixo os jogos.

Criciúma 0 x 1 Criciúma – 01/12/1988 – Heriberto Hülse

O primeiro jogo entre os times foi em dezembro de 1988, no Heriberto Hülse. O Bahia venceu a disputa pelo placar de 1 a 0 com gol do atacante Charles, que saiu do banco de reservas para marcar.

Bahia 0 x 0 – 10/09/1995 – Pituaçu

Em 95 o Tigre viajou até a Bahia e no Estádio do Pituaçu empatou com o time da casa em 0 a 0.

Bahia 2 x 1 Criciúma – 04/09/1996 – Fonte Nova

Na Fonte Nova, o Bahia venceu o jogo por de 2 a 1. Os gols do time baiano foram de Hermes e Juninho. Heraldo descontou para o Criciúma.

Criciúma 2 x 0 Bahia – 12/10/1997 – Heriberto Hülse

A primeira vitória do Tigre em cima do Bahia no Campeonato Brasileiro só aconteceu em 1997 quando o Criciúma venceu o Bahia por 2 a 0 com gols de Adil e Paulo Baier.

Bahia 2 x 2 Criciúma – 03/08/2003 – Fonte Nova

No primeiro ano dos pontos corridos na Serie A Bahia e Criciúma empataram no primeiro turno em 2 a 2. O jogo foi no Estádio da Fonte Nova e os gols foram marcados por Nonato e Valdomiro, para Bahia, e Leonardo duas vezes para o Tigre.

Criciúma 3 x 2 Bahia – 07/12/2003 – Heriberto Hülse

No último encontro entre Criciúma e Bahia o Tigre saiu vencedor. Jogando no Heriberto Hülse o time do técnico Gilson Kleina bateu o time baiano por 3 a 2 com gols de Paulo Baier, Rômulo e Leo Oliveira, pelo Criciúma, e Preto Casagrande e Danilo Gomes pelo Bahia.

A visita de Arthur Friedenreich, o primeiro craque brasileiro, a Florianópolis

22 de maio de 2013 0

O primeiro craque do brasileiro pisou em Florianópolis no dia 27 de maio de 1941. Arthur Friedenreich esteve em Santa Catarina, mas não jogou bola. El Tigre viajava a trabalho como inspetor da cervejaria Antarctica, já que tinha pendurado as chuteiras em 1935 depois de defender o Flamengo.

O jornal A Gazeta noticiou assim a estadia do jogador na Capital:

“Em serviço de seu cargo (inspetor da Cia. Antartica), encontra-se nesta capital o sr. Arthur Friedenreich, glória do futebol nacional.

O distinto visitante tem sido alvo da administração da mocidade esportista da Ilha, que vê em Friedenreich o modelo da verdadeira fibra na prática do esporte rei.

Recordar as façanhas desenvolvidas em canchas nacionais pelo ‘reio do futebol’, é relembrar cenas surpreendentemente emocionantes.

A justa e merecida fama conquistada nos áureos tempos, foi além dos limitados campos de nossa Pátria, inda às terras longínquas das Americas e Europa, onde conquistou o cognome de ‘El Tigre’.

A presença de Friedenreich em nossa capital constitui a recordação sincera das velhas páginas do nosso futebol, que encheram de glórias e troféus o esporte nacional.

Em palestra mantida com amigos e admiradores, declarou em presença do sr. Aderbal Ramos da Silva, denodado presidente da Federação, que sentia bastante não dispor tempo suficiente para entrar em contacto com os esportistas da capital; mas, prontificou-se, ao retornar de sua viagem ao sul, a ficar uma semana à disposição dos amigos. E, a convite de sr. Aderbal Ramos da Silva, aceitou a incumbência de ser juiz, em nossas canchas, numa partida de futebol.

Se se realizar o que ouvimos durante a palestra entre aqueles senhores, teremos oportunidade de aplaudir em nossos gramados a figura do mais impressionante futebolista brasileiro de todos os tempos, o grande ‘El Tigre’, que aterrorizava, os keepers europeus na conquista de memoráveis louros para o nosso futebol.”

Quem foi Friedenreich

Problemas financeiros fizeram o alemão Oscar Friedenreich deixar Blumenau e embarcar para São Paulo, terra das oportunidades. Nela conheceu Matilde, uma lavadeira negra com que se casou. Desse casou nasceu no dia 18 de julho de 1892 um menino mulato, de olhos verdes, batizado como Arthur Friedenreich.

Na Seleção Brasileira disputou o Campeonato Sul-Americano de seleções em 1919. Marcou o gol da vitória em cima dos uruguaios e deu o título ao Brasil. Foi nessa disputa que ganhou o apelido El Tigre. Por causa dessa conquista Fried ganhou de Pixinguinha uma música em sua homenagem. Como já foi contato no primeiro post do Sexta de música.

Foi no dia 29 de maio de 1919 quando Friedenreich virou o primeiro herói do futebol brasileiro. Depois de empatar a final da Copa Sul-Americana por 0 a 0, a partida teve que ser definida na prorrogação. Após 30 minutos extenuantes o placar continuou igual e foi preciso de mais uma prorrogação para definir o campeão. E logo aos três minutos do primeiro tempo, Neco invadiu a área pelo lado direito e quase na linha de fundo cruzou para Heitor, que chutou para o gol. O goleiro uruguaio Saporiti defendeu e no rebote Friedenreich marcou o gol da vitória verde e amarela.

Depois de ver a vitória brasileira no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, Pixinguinha compôs o clássico choro 1 x 0. Em 1993, a música receberia letra feita pelo mineiro Nelson Ângelo no disco “A vida leva”. Na gravação ele dividiu o vocal com Chico Buarque.

Bayern de Munique x Borussia Dortmund: a quarta final da Liga dos Campeões entre times do mesmo país

21 de maio de 2013 0

Foto: Odd Andersen/AFP

No próximo sábado acontece no Estádio de Wembley, em Londres na Inglaterra, a final da Liga dos Campeões. A maior competição de clubes do mundo foi criada na temporada 1955/56 e teve domínio do Real Madrid, que venceu as seis primeiras edições. O confronto do próximo dia 25 será a primeira final entre clubes da Alemanha. É o jogo entre os dois melhores times daquele país: Bayern de Munique e Borussia Dortmund. Porém, essa não é a primeira vez que equipes do mesmo país se encontram em uma final de Liga dos Campeões.

Somente na temporada 1997/1998 a Uefa permitiu a participação de mais de um clube por país abrindo a possibilidade de uma final entre times de mesma nação. E os espanhóis foram os pioneiros. Na temporada 1999/2000 o Real Madrid encarou o Valencia no Stade de France, em Saint-Denis.

Os Merengues eram comandados por Vicente Del Bosque e disputavam pela 11ª vez a final da Liga dos Campeões. O time de Roberto Carlos, Redondo, Raúl e Helguera bateu o Valencia de Cláudio Lopes e Kily Gonzáles por 3 a 0, com gols de Fernando Morientes, Seteve McManaman e Raúl. Conquistando seu oito título.

Três anos depois da final espanhola foi a vez dos italianos decidirem a Liga. No Old Trafford, na Inglaterra, Milan e Juventus não conseguiram sair do empate de 0 a 0. Depois de 120 minutos a partida foi decidida nos pênaltis. A grande estrela da final foi o goleiro Dida. O brasileiro defendeu três penalidades (Trezeguet, Zalayeta e Paolo Monteiro), assim o Milan venceu por 3 a 2 e se sagrou campeão da temporada 2002/2003, levantando a taça pela sexta vez.

Depois de espanhóis e italianos os ingleses chegaram a final da Liga dos Campeões. Em campo a tradição do Manchester United contra o time do russo Roman Abramovitch. O Chelsea chegava a final da temporada 2007/2008 de forma inacreditável. A temporada começou com José Mourinho, mas depois de desentendimentos do português com o milionário Abramovitch o técnico deixou os Blues. O israelense Avram Grant assumiu o time e conseguiu levar a equipe de Londres para a final da Liga.

No Estádio Lujniki, em Moscou na Rússia, Cristiano Ronaldo abriu o placar para os Diabos Vermelhos, mas Frank Lampard deixou tudo igual. Com o empate também na prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O capitão Terry escorregou em uma das cobranças de pênalti colocando a bola longe do gol. No fim o goleiro Van der Sar defendeu a cobrança de Anelka, isso já nos pênaltis alternados, colocando um ponto final na partida e garantindo o título do Manchester United.

O jogo do próximo sábado promete muitas emoções. O Bayern de Munique conta com Frank Ribery, Muller, Mário Gomes, entre outros atletas e atualmente é apontado como a melhor equipe do mundo. Do lado do Borussia Dortmund tem jogadores como Mario Gotze, já negociado com o time de Munique, e Lewandowski.

É dia de Top da Bola, lembre os eleitos das últimas oito edições

20 de maio de 2013 4

No ano passado Cleber Santana foi eleito o melhor jogador. Foto: Flávio Neves

O título do Criciúma ainda não é o ponto final do Campeonato Catarinense. Nesta segunda-feira acontece no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis, às 19h a entrega dos prêmios do Top da Bola. A seleção do Estadual será formada.

Essa será a nona edição do prêmio e pela a primeira vez o Criciúma pode levar o melhor técnico. Vadão tem grandes chances de ficar com a bola de ouro. O treinador tricolor foi uma dos grandes responsáveis pelo décimo título do Tigre.

Após a demissão de Paulo Comelli e do gerente de Futebol Rodrigo Pastana, o Criciúma começava a passar por uma nova reformulação. Parecida com a que foi feita em 2012, a diferença é que Vadão conseguiu encaixar o time do Tigre antes e arrancar para ficar com a vaga na semifinal através do título do returno e depois aproveitando o regulamento levantar a taça do Catarinense.

Se o Criciúma nunca teve um treinador na seleção do campeonato, o time tricolor cansou de colocar candidatos entres revelações e craques. O camisa 10 do Tigre em 2005, o então capitão Douglas (hoje no Corinthians) levantou a taça do título Estadual e a de melhor jogador da disputa. Em 2011, foi a vez de Ronny ficar com o título de revelação e craque do Catarinense, mesmo com o Criciúma perdendo a final para a Chapecoense.

Abaixo as seleções do Top da Bola

2005

Roberto (Criciúma); Paulo Sérgio (Figueirense), Luciano (Criciúma), Alex (Atlético-Ib), Dênio (Atlético-Ib); Pingo (Marcílio Dias), Cléber Gaúcho (Criciúma), Douglas (Criciúma) e Nenén (Guarani); Adriano (Atlético-Ib) e Vaguinho (Joinville)

Técnico: Mauro Ovelha (Atlético-Ib)
Craque: Douglas (Criciúma)

2006

Márcio (Atlético-Ib); Rafael Tesser (Joinville), Diego (Brusque), Rodrigo Souto (Figueirense), Fininho (Figueirense); Marquinhos Paraná (Figueirense), Eliseu (Joinville),Richardson (Metropolitano), Cícero (Figueirense); Fantick (Joinville) e Tiago Silvy (Figueirense)

Técnico: Adilson Batista
Craque: Marquinhos Paraná

2007

Nivaldo (Chapecoense); Arlan (Atlético-Ib), Cuca (Chapecoense), Rafael (Avaí),Fernandinho (Criciúma); Eliseu (Criciúma) Maurício (Chapecoense), Adriano (Chapecoense), Athos (Criciúma; Maurício (Atlético-Ib) e Clodoaldo (Criciúma)

Técnico: Agenor Piccinin (Chapecoense)
Craque: Fernandinho (Criciúma)
Revelação: Ramon (Figueirense)

2008

Wilson (Figueirense); Nequinha (Chapecoense), Cláudio Luís (Criciúma), Cássio (Avaí), César Prates (Figueirense); Luís André (Criciúma), Diogo (Figueirense), Cleiton Xavier (Figueirense), Marquinhos Santos (Avaí); Vandinho (Avaí) e Beto (Criciúma)

Técnico: Alexandre Gallo (Figueirense)
Craque: Cleiton Xavier (Figueirense)
Revelação: Jean Coroal (Criciúma)

2009

Eduardo Martini (Avaí); Thoni (Chapecoense), Rafael Morisco (Chapecoense), Emerson (Avaí), Badé (Chapecoense); Cadu (Chapecoense), e Marcus Winícius (Avaí), Marquinhos Santos (Avaí), Lenilson (Atlético-Ib); Marcelo Silva (Joinville) e Bruno Cazarine (Chapecoense)

Técnico: Mauro Ovelha (Chapecoense)
Craque: Marquinhos (Avaí)
Revelação: Medina (Avaí)

2010

Wilson (Figueirense); Rafael Tesser (Joinville), Emerson (Avaí), Rafael (Avaí), Uendel (Avaí). Carlinhos Santos (Joinville), Rodrigo Thiesen (Avaí), Ricardinho (Joinville), Roberto Firmino (Figueirense); Felipe Oliveira (Imbituba) e William (Figueirense)

Técnico: Péricles Chamunca
Craque: William (Figueirense)
Revelação: Roberto Firmino (Figueirense)

2011

Rodolpho (Chapecoense); Bruno (Figueirense), João Paulo (Figueirense), Dema (Chapecoense), Julinho (Avaí); Carlinhos Santos (Criciúma), Ygor (Figueirense), Maicon (Figueirense) e Ronny (Criciúma); Aloisio (Chapecoense) e Lima (Joinville)

Técnico: Márcio Goiano (Figueirense)
Craque: Ronny (Criciúma)
Revelação: Ronny (Criciúma)

2012

Wilson (Figueirense); Eduardo (Joinville), Renato Santos (Avaí), Leandro Silva (Avaí), Guilherme Santos (Figueirense); Túlio (Figueirense), Ygor (Figueirense), Cleber Sanatana (Avaí) e Ronny (Figueirense); Aloisio (Figueirense) e Rafael Costa (Metropolitano)

Técnico: Argel Fucks (Joinville)
Craque: Cleber Santana (Avaí)
Revelação: Lucca, do Crici[uma