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Posts de junho 2013

Sexta de música: a onda de Kelly Slater no surf music

28 de junho de 2013 0

Foto: Júlio Cavalheiro

Kelly Slater é o surfista de maior sucesso de toda a história e já venceu o 11 vezes o campeonato mundial de surfe, com uma sequência de cinco títulos seguidos. Amante de uma boa música Slater já tocou com Ben Haper, em um show do cantos americano em Santa Barbara. Em julho de 2006, em San Diego, o surfista subiu ao palco com Pearl Jam para tocar Rockin’ in The Free World. Em 2013, Kelly Slater mais uma vez subiu ao palco desta vez com a banda hardcore californiana Pennywise. No entanto, sua melhor performance na música foi na década de 90.

Em 1998, junto com Rob Machado e Peter King, Kelly Slater formou a banda The Surfers. Na verdade a banda já existia desde o início da década, mas apenas em 98 foi gravado o CD Song Fron the Pipe, em referência a o famosa local de surfe Pipeline em Oahu, no Hawaii. No mesmo ano Slater saiu em turnê com sua banda na Austrália e chegou a tocar na Opera House em Sidnei.

• Curta uma das músicas do The Surfers – Alone By A Tree

Abaixo uma matéria com mais detalhes sobre a música de Kelly Slater (em inglês)

Valdomiro o primeiro catarinense a jogar uma Copa do Mundo

27 de junho de 2013 3

Valdomiro com seus uniformes da Seleção. Foto: Maurício Vieira

É de Criciúma o primeiro catarinense que jogou uma Copa do Mundo defendendo o Brasil. Valdomiro era atacante do Internacional quando jogou com a camisa canarinho na Copa de 1974 na Alemanha. Foi dele o gol contra o Zaire, que salvou o Brasil do vexame de ser eliminado na primeira fase. Ao todo disputou 23 partidas e anotou seis gols.

Valdomiro começou sua carreira nas categorias de base do Comerciário, que depois daria origem ao Criciúma, e comandou o time no título Catarinense de 1968. Depois foi para o Internacional e no Rio Grande do Sul onde conquistou 10 títulos gaúchos, três campeonatos brasileiros e também garantiu uma Bola de Prata da revista Placar em 1976. Valdomiro jogou 14 anos no Inter e é o jogador que mais atuou pelo Colorado com 712 partidas com 192 gols.

• Confira o gol de Valdomiro contra o Zaire

A tradição do branco em Wimbledon

26 de junho de 2013 0

Federer com o tênis de sola laranja. Foto: Adrian Dennis/AFP

Wimbledon é o torneio mais tradicional de tênis no mundo e uma das regras do campeonato é que todos os jogadores devem vestir apenas branco. É uma tradição. E os ingleses são bem rígidos com regras, por exemplo Roger Federer antes de ser eliminado da competição neste ano levou uma dura da organização porque a sola do tênis dele era laranja.

O tênis era a grande inovação da Nike para o uniforme utilizado por Federer nesta edição de Wimbledon, o tênis de sola laranja durou apenas 69 minutos, tempo em que o suíço venceu sua partida de estreia no torneio, na grama do All England Club.

A organização de Wimbledon pediu para Federer não usar mais o calçado de sola laranja. Apesar do torneio, por tradição, impor uma norma de todos os jogadores utilizarem roupas brancas, o tênis geralmente não é tão relevante neste caso.

O tenista obedeceu a orientação da organização do torneio, mesmo assim o tênis de sola laranja fez sucesso na internet e o modelo esgotou na loja virtual da Nike, onde é vendido pelo preço de US$ 140 (R$ 308).

O cabelos coloridos de Bethanie Mattek-Sands. Foto: Ben Stansall/AFP

O cabelos coloridos de Bethanie Mattek-Sands. Foto: Ben Stansall/AFP

Já a americana Bethanie Mattek-Sands, de 28 anos, arrumou um jeitinho para manter seu estilo ousado e colorido durante o Grand Slam. A número 58 do mundo se vestiu de branco, mas coloriu os cabelos loiros com tons de azul e verde.

- Eu amo cores néon. Wimbledon restringe meu estilo. O cabelo foi minha pitada de cor. Eu preciso ter cor – disse a tenista.

Carlos Ancelotti será o 43º técnico do Real Madrid e o segundo italiano a comandar os Merengues

25 de junho de 2013 0

Foto: Jena-Sebastien Evrard/AFP

O italiano Carlo Ancelotti será o novo técnico do Real Madrid, ele será o substituto do português José Mourinho. Ele será o 43º treinador na história do time merengue e o segundo italiano a comandar a equipe. O primeiro foi o turrão Fabio Capello que comandou o Madrid em duas oportunidades. A primeira na temporada 1996/97 e a segunda em 2006/07 as duas vezes eles teve vários problemas de relacionamento, mas garantiu dois títulos espanhóis.

Ancelotti tem uma missão clara no comando do Real Madrid: conseguir o título da Liga dos Campeões. O italiano, de 54 anos, que será apresentado oficialmente na quarta-feira e assinou contrato para as próximas três temporadas. Carlos Ancelotti conquistou como técnico duas Liga dos Campeões, duas Supercopas da Europa, um Mundial de Clubes, além de campeonatos nacionais em três países (Itália, Inglaterra e França).

Memória SC: em 1931 o Lauro Müller conquistou o título catarinense com um WO

24 de junho de 2013 0

Lauro Müller campeão de 1931. Foto: Reprodução livro Almanaque do Futebol Catarinense

Lauro Müller nasceu em Itajaí em 8 de novembro de 1863 e além de ser deputado, governador, senador, ministro e diplomata conquistou o título do Campeonato Catarinense de 1931. Ops, não. Não foi o ex-governador que venceu e sim o time que foi criado em Itajaí e em homenagem ao itajaiense batizou o time de Lauro Müller.

Criado em 1930, apenas quatro anos depois da morte do ex-governador, o clube disputou ao total apenas três edições do Estadual. O departamento de futebol foi fechado em 1949, unindo-se ao Almirante Barroso, outro clube de Itajaí.

O maior feito do Lauro Müller foi chegar a final do Campeonato Catarinense de 1931, com apenas um ano de história o clube do Itajaí consegui chegar a grande decisão e a final prometei ser quente com o Atlético Catarinense, equipe de Florianópolis. A data da decisão foi 24 de janeiro de 1932, porém a Federação Catarinense de Desportos decidiu adiar o jogo por mais uma semana e isso irritou os cartolas do time da capital. Insatisfeitos mandaram que o time do Atlético não aparecesse no Adolfo Konder no dia 31 de janeiro e assim a FCD declarou o Lauro Müller campeão catarinense.

Essa foi a primeira vez que um título do Estadual era decidido com um WO (walk over, expressão inglesa utilizada quando uma equipe desiste da partida). A outra vez foi em !942 quando o Avaí levou o título quando o América, de Joinville, não apareceu.

Muros do Estádio Orlando Scarpelli são pichados na madruga deste domingo

23 de junho de 2013 23

Pichação no muro do Orlando Scarpelli. Foto: André Podiacki

Os muros do Estádio Orlando Scarpelli foram pichados na madrugada de sábado para domingo. No muro da Avenida Santa Catarina escreveram “Fora Ronaldo 3, André acorda”. A pichação é uma clara crítica aos jogadores Ronaldo Tres e André Rocha, os dois atletas alvinegros mais criticados pela torcida.

O volante Ronaldo Tres nunca foi unanimidade no Scarpelli e antes da parada da Série B, por causa da Copa das Confederações, o jogador estava sendo muito criticado por suas atuações e principalmente pelos erros de passes. Já o volante André Rocha foi muito criticado na partida contra o Arapongas, na segunda fase da Copa do Brasil. Na ocasião ele não foi perdoado e ouviu muitas vaias.

O Figueirense está em quinto na classificação da segunda divisão com 10 pontos e apenas dois pontos atrás do América-MG, primeiro time no G-4. Apesar da boa arrancada com três vitórias seguidas e muitos gols o Furacão fechou a sexta rodada com apenas um ponto em três partidas e com várias críticas pelos erros da defesa, que é a quarta mais vazada da competição.

Muros pichados não são novidades

Essa não é a primeira vez que os muros do Orlando Scarpelli amanhecem pichados. No ano passado enquanto o time vivia uma crise política e lutava para escapar do rebaixamento os muros foram pichados com: “Acabou a paz” e “Joga por amor ou joga por terror”, isso no dia 6 de agosto. Um dia depois novamente os muros foram atacados, mas desta vez a frase: “Vai virar um inferno”.

Em 2009, quando o time também estava na Série B as pichações foram pedindo a saída do técnico Roberto Fernandes e da administração de Paulo Prisco Paraíso, que era presidente da Figueirense Participações, parceira do clube. Além disso os pichadores exigiam eleições diretas para a presidência: “Fora ditaduras, diretas já!”

Na primeira que o clube foi rebaixado na Série A de pontos corridos foi em 2008 e também teve pichação pedindo honrar e mais respeito pelo time.

Sexta de música: o futebol do Mundo Livre S/A

21 de junho de 2013 0

Mundo Livre S/A Foto: Duda Lopes/Divulgação

A década de 90 foi marcada pelo surgimento do Mangue Beat, capitaneados pelo talento de Chico Science, da Nação Zumbi, Recife trouxe para o Brasil a mistura de acordes do frevo, maracatu r baião. E a banda que mais se aproximou do futebol nesse período foi o Mundo Livre S/A.

Formada em 1984 apenas 10 anos depois ela traria no disco Samba esquema noise uma faixa alusiva ao futebol. Era A bola do jogo, composta por Fred Zero Quatro.

- Escrevi a letra desta música num jogo que assistia na televisão. Não me lembro o jogo, mas era uma partida narrada pelo Silvio Luiz. Só me lembro que o narrador falou em determinado lance que era “a bola do jogo” e no momento eu pensei comigo que era isso que eu queria falar – explica o compositor, no livro O Futebol no País da Música, de Beto Xavier.

No CD Por pouco, de 2001, mais uma vez o futebol volta a aparecer na composição de Fred Zero Quatro. O Mundo Livre S/A grava um samba bem ao estilo de Jorge Bem Jor chamado de Meu esquema. A música usa o futebol para elogiar uma mulher e ainda lembra do craque Rivaldo, que é pernambucano.

- Quando ao Meu esquema, que cito o Rivaldo, acho que deu vontade de falar sobre ele, não só porque estava numa fase muito boa, no auge de sua performance, mas a gente comparava ele por ser pernambucano, o cara veio da favela – lembra.

Bola do jogo

Meu esquema

Memória SC: o árbitro carregado nos braços da torcida após o título da Chapecoense em 1977

20 de junho de 2013 2

O árbitro Alvir Renzi nos braços do povo. Foto: Acervo Cine Som

Há quase 36 anos a Chapecoense conquista seu primeiro título Estadual. A decisão foi no ainda modesto Índio Condá e para ficar com o caneco o Verdão do Oeste precisava vencer o Avaí. E o jogo foi muito tenso em campo e fora dele.

No intervalo do jogo os atletas do Leão correram para o vestiário e só conseguiram entrar com proteção policial, o lateral-direito Orivaldo ainda levou a pior e recebeu uma garrafada na cabeça.

O segundo tempo ficou marcado pela invasão de campo de um torcedor da Chapecoense que insatisfeito foi tirar satisfação com o árbitro Alvir Renzi. Por tudo isso ninguém esperava ver o árbitro ser carregado nos braços dos torcedores ao apito final.

O time campeão de 1977. Foto: Arquivo Victor Zolet

Os problemas de Ranzi começaram na chegada a cidade no Oeste de Santa Catarina. Na véspera da decisão, já no quarto do hotel, o árbitro escutou no rádio o comentarista Telles da Silva desconfiar de sua seriedade. Alvir Renzi na hesitou e pegou um taxi e foi até a emissora de rádio.

- Vim para pedir paz, para valorizar a festa. Sei da bronca de vocês, mas me deixem fazer meu trabalho – disse no microfone o árbitro que tentava escapar da pressão dos torcedores da Chapecoense, que estavam indignados com o juiz do primeiro jogo.

Renzi preparou o campo para ter uma situação mais tranquila no dia da partida e não esperava ser carregado nos braços pelos torcedores.

Doeu no bolso

Se Renzi escapou ileso da final do Campeonato Catarinense de 1977, dois anos depois ele não conseguiu escapar da Federação Catarinense de Futebol em 1979 que descontou 700 cruzeiros do árbitro porque ele levou embora uma bola da partida entre Avaí e Figueirense. Alvir Renzi tinha o costume de levar para casa a bola que de jogos decisivos ou em que ele avaliou que tinha jogado bem. Essa doeu no bolso.

Brasil não aprendeu com os erros do Pan 2007, mas dessa vez o povo saiu às ruas para protestar

19 de junho de 2013 2

Protesto em frente ao Mané Garrincha, em Brasília. Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP

O Brasil está nas ruas, protestando. O que começou com reivindicações contra as tarifas do transporte público se transformou em um movimento em que todos buscam um espaço para alertar, e reclamar contra o que acredita estar errado.

Em todo o país é possível vários tipos de cartazes nas manifestações – alguns muito bem humorados -, e é comum ver protestos contra os gastos com a Copa do Mundo. O mundo está de olho no Brasil, afinal somos sede não só do maior torneio de futebol mundial como também da Olímpiada, no Rio de Janeiro em 2016.

Muitos são os motivos para protestar. Em 2005 três instalações do Complexo do Maracanã foram reformadas visando aos Jogos Pan-americanos de 2007. Além do estádio, o ginásio do Maracanãzinho e o Parque Aquático Julio Delamare. O custo total da obra foi de R$ 304 milhões. Na ocasião a promessa era que com essa reforma o Maracanã já estaria pronto para a Copa do Mundo de 2014, o que só aconteceu com a reforma que custou mais R$ 951 milhões e praticamente reconstruiu o estádio. O ginásio do Maracanãzinho virou uma arena de primeiro mundo, mas ainda assim terá que sofrer intervenções para a Olimpíada de 2016. E o a pior parte é que o Parque Aquático Julio Delamare vai ser derrubado.

Foto: Tasso Marcelo/AFP

Pouco aprendemos com os erros dos jogos Pan-americanos. Segundo o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) foram encontrados vários indícios de irregularidades entre eles: subcontratação irregular, excesso de alterações contratuais, deficiência na fiscalização do contrato, atos de gestão antieconômicos e, principalmente, indícios de superfaturamento. Na época o ministro do TCU Marcos Vinicios Vilaça declarou:

- A imagem da série de problemas sofridos nesta área (custo e planejamento) deve permanecer como lição para futuros eventos de igual natureza, a exemplo da Copa do Mundo de 2014 ou, quem sabe, a Olimpíada de 2016.

A mensagem ficou, mas a lição não foi aprendida. Assim o velódromo do Rio de Janeiro, que custou R$ 14 milhões no Pan Rio 2007, será destruído. O motivo seria que o velódromo não se adequa as normas da Federação Internacional de Ciclismo. Uma nova instalação, com as especificações corretas será erguida em outro ponto do Parque Olímpico e deve custar R$ 147 milhões.

O governo promete que o velódromo não está sendo destruído por completo já que partes da pista está sendo enviado para Goiânia (GO) pelo Ministério do Esporte, em tese está sendo reciclado.

Eles não conhecem o Brasil

Em nenhum momento o futebol entrou na discussão, porque o que se discute não é o esporte e sim o que se fez em nome de megaeventos. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou ao jornal Estado de São Paulo que a onda de protestos em várias cidades brasileiras está se beneficiando da Copa das Confederações. Segundo o dirigente, os manifestantes estão utilizando a competição como uma espécie de plataforma. Ainda segundo o cartola o futebol é mais forte que a insatisfação das pessoas. Blatter não conhece o Brasil e os brasileiros, as manifestações vão continuar e tenho certeza que a fiscalização com as obras da Olimpíada terão muito mais olhos do que as obras da Copa do Mundo tiveram.

Presidente do conselho deliberativo do Figueirense explica novo estatuto: "Queremos a democratização aos acessos do clube"

18 de junho de 2013 0

Luiz Fernado Philippi, presidente do conselho deliberativo do Figueirense. Foto: André Podiacki

No dia 2 de outubro de 2012 Wilfredo Brillinger foi eleito o novo presidente do Figueirense. Na mesma reunião do conselho deliberativo que elegeu o novo mandatário alvinegro ficou determinado que um comitê seria responsável por criar o novo estatuto do clube. A principal missão era abrir as portas do Figueira para a torcida, e que mais alvinegros tenham chance de participar da vida política do clube.

Luiz Fernando Philippi foi escolhido como presidente desse comitê e em 11 de março deste ano – após a renuncia de Júlio Gonçalves ao cargo de presidente do conselho deliberativo -, por imposição estatutária assumiu também a presidência do conselho.

O novo presidente já tinha ocupado essa posição em 1999 e, desde outubro, estava interinamente na posição, já que Júlio Gonçalves tinha pedido licença. Philippi tem mandato até 2020 e, entre seus objetivos, está a alteração do estatuto do clube, permitindo uma maior participação da torcida nas eleições alvinegras.

E depois de oito meses de trabalho a proposta do novo estatuto ficou pronta. Agora o próximo passo é a convocação de uma assembleia do conselho deliberativo para ser decidido os encaminhamentos das novas normas do Figueirense.

- O primeiro objetivo do novo estatuto é fortalecer o clube. O clube anda meio enfraquecido. Porque faltavam algumas coisas nesse estatuto (o atual) e quando a coisa fica no ar tem várias interpretações. E agora foi refeito o estatuto para fortalecer e evitar determinadas coisas que aconteceram nos últimos tempos – explicou Luiz Fernando Philippi.

A principal mudança no novo estatuto é a abertura do conselho deliberativo que será formado por 110 pessoas, sendo 55 sócios patrimoniais e 55 sócios contribuintes.

- Queremos a democratização aos acessos do clube. Vai haver votação para o conselho deliberativo. Foi ampliado o colégio eleitoral. Antes eram apenas os sócios patrimoniais e beneméritos, isso dá em torno de 300 pessoas. Agora o sócio que contribui para o Figueirense a mais de oito anos pode, se ele quiser, migrar para uma categoria de sócio contribuinte e esse sócio contribuinte pode votar e ser votado. Porque o conselho terá 110 membros, sendo que 55 pessoas saem desse conjunto de sócios patrimoniais e os outros de sócios contribuintes – explicou Philippi.

Atualmente são 3.384 sócios de cadeiras no Figueirense que tem mais de oito anos de contribuição ao Figueirense. A ideia é que os sócios migrem para a categoria de sócio contribuinte, sem custo algum.

- Hoje nós temos 3.384 sócios que poderiam migrar para o sócio contribuinte. Em 2014 deve ser 3800, isso se todos migrarem. Isso é optativo. Não muda nada em questão de valores, a pessoa só terá o trabalho de ir ao clube e preencher um formulário e fazer a transferência. Ai poderá votar e ser votado – disse Philippi.

Assim o presidente seria eleito pelo conselho deliberativo, em uma eleição indireta como explica Luiz Fernando Philippi:

- A chapa é que vai ser eleita e dessa chapa cinco saem para o conselho fiscal e cinco para o conselho administrativo. E eles já têm uma licença automática e não podem mais participar do conselho. E o presidente do clube deve sair dessa chapa. Quem quiser ser presidente do clube vai ter que conversar com as pessoas e montar chapa e conhecer os sócios para se propor a ser candidato. Apesar de ser indireta a eleição, ele (candidato) vai ter que se agrupar as pessoas e fazer campanha.

Outra preocupação

Outra preocupação de Luiz Fernando Philippi e do comitê de criação do novo estatuto é que o clube melhore sua estrutura. Um exemplo é ter um planejamento de prestações de contas.

- Temos que impor uma cultura de planejamento e prestação de contas. Porque as coisas se fazem e só no final do ano se faz o balanço e depois se apresenta apenas em abril, quando tudo já está consolidado e não tem mais como mudar. Então, estamos tentando colocar uma cultura nova – finaliza.

Se for aprovado o novo estatuto todos os conselheiros vão abrir mão do atual mandato, que vai até 2020, e em 2014 ocorrerá uma nova eleição.