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Associação de Clubes reúne presidentes para discutir nova fórmula do Campeonato Catarinense, relembre formados que não deram certo

16 de julho de 2013 4

Wilfredo Brillinger, presidente da SCClubes. Foto: Paulo Scarduelli/Divulgação

Na tarde de ontem foi realizado uma reunião da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes) no Hotel Baía Norte, em Florianópolis. Os presidentes das oitos equipes confirmadas para a próxima edição do Campeonato Catarinense conversaram, entre outras coisas, a nova fórmula do Estadual. Depois da polêmica em 2012, quando o Figueirense venceu os dois turnos e na final do campeonato perdeu o título para o Avaí, se discute uma nova fórmula. Cinco propostas foram colocadas na mesa. Elas ainda vão ser analisadas e teremos mais detalhes em breve.

A proposta definitiva da entidade dependerá ainda do calendário do futebol brasileiro de 2014, que a CBF deve anunciar até o mês que vem.

— Assim que a CBF divulgar o calendário, chamaremos nova reunião da Associação para decidir qual proposta iremos levar para o Conselho Técnico que definirá o Regulamento do Catarinense de 2014 e 2015 — garantiu Wilfredo Brillinger, presidente da SCClubes.

Falando em fórmulas que geram polêmica essa não é a primeira vez que a reformulação do Catarinense está em pauta. Em 1924, na primeira edição do campeonato, Estadual era apenas o nome pois participaram em turno único — todos contra todos — seis equipes da Capital. O Figueirense tinha tudo para ficar com o título, no entanto descontente com a perda de pontos pela escalação irregular de uma jogador o Alvinegro deixou a disputa. Assim o caminho ficou aberto para o Avaí conquistar o primeiro Estadual, que mais parecia um citadino.

Operário campeão Catarinense de 1956. Foto: Arquivo

Mas, para a mim a pior fórmula foi a do Catarinense de 1956. Neste ano 10 dos principais clubes do Estado criaram a Liga Especial de Futebol Profissional e organizaram seu campeonato estadual, vencido pelo Paysandu, de Brusque. A Federação Catarinense de Futebol, embora reconhecesse a iniciativa da Liga, também promoveu a sua competição. O melhor time foi o Operário, time da Usina Metalúrgica de Joinville, uma equipe praticamente amadora.

A FCF decidiu unificar os títulos e ainda com protestos do Paysandu, que já tinha dispensado boa parte de seu elenco, realizou uma grande final. Com um plantel remendado o alviverde brusquense perdeu as duas partidas pra o tricolor de Joinville. O título ficou com o Operário, que mesmo sendo amador tem um troféu profissional na estante.

Comentários (4)

  • Rudnei diz: 16 de julho de 2013

    Até que em fim pois essa formula atual, chega a ser um tanto ridícula e nunca vai dar chance para que os times “pequenos” consigam vencer,pois na fase final os grandes são mais fortes,se fossem pontos corridos por exemplo tem muito time grande que não ia chegar pois se preparam muito em cima da hora,e demoram a se entrosar.

  • Douglas Santos diz: 16 de julho de 2013

    boa tarde
    Pra mim as piores formulas eram da década de 90 quanto tinhamos, após uma fase inicial, 3 grupos: quadrangular seletivo principal, quadrangular seletivo de repescagem e hexagonal de descenso. depois os 3 primeiros do primeiro grupo mais o 1º do segundo disputavem um quadrangular pra decidir o campeão…

  • Felipe diz: 16 de julho de 2013

    Sou alvinegro, mas digo que uma das maiores baixarias se deu no Estadual de 93, quando o Criciúma ganhou quase todos os turnos da competição e sequer chegou a final do Campeonato. Isso tem que acabar. O Catarinense já se tornou famoso no país inteiro pelas suas fórmulas esdrúxulas que desfavorecem os times que tiveram melhor desempenho durante todo o torneio.

  • BLOG DOS AMIGOS diz: 17 de julho de 2013

    Grande operário, o goleiro é o meu tio Clecir

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