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Foi em Santa Catarina que o ídolo do Botafogo Quarentinha encerrou a carreira

31 de julho de 2013 0

Quarentinha foi é o maior artilheiro do Botafogo, mas em SC não balançou as redes tanto assim

O maior artilheiro da história do Botafogo marcou 313 gols em 442 jogos, o atacante Quarentinha tinha um chute potente. O grande Armando Nogueira descreveu o centroavante assim:

“Quarentinha, eu o vi jogar muitas e muitas vezes. Era um chutador temível, um atacante de respeito, que fazia tremer os goleiros, fossem quem fossem. Tinha na canhota o que, então, se chamava um canhão. Chutava muito forte, principalmente, bola parada. Era de meter medo. Nos jogos Botafogo-Santos, era ele, de um lado, o Pepe, do outro. Ai de quem ficasse na barreira. Quarentinha nasceu no Pará, filho de um atacante que lhe herdou, intactos, o chute poderoso e o apelido. Não sei se o pai era tão tímido quanto o filho. Quarentinha jamais celebrou um gol, fosse dele ou de quem fosse. Disparava um morteiro, via a rede estufar, dava as costas e tornava ao centro do campo, desanimado como se tivesse perdido o gol”.

Esse artilheiro que não comemorava os gols passou por Santa Catarina. Em 1968, após jogar pelo Olaria e passar o Campeonato Carioca em branco chegou no América de Joinville. Já no primeiro jogo, contra o Atlético-PR, marcou um gol na vitória por 2 a 0.

Na temporada seguinte Quarentinha deixou o Norte do Estado e foi para o Sul. Em Tubarão, o atacante defendeu o Hercílio Luz. No entanto não conseguiu fazer o Leão do Sul ter um bom desempenho na edição do Catarinense de 1969. Sem o sucesso de outrora foi contratado pelo Almirante Barroso.

Na equipe de Itajaí marcou seu último gol na carreira justamente em um clássico contra o Márcio Dias. Depois de aposentado assumiu a equipe do Almirante como técnico. No entanto a equipe ficou apenas na 11ª colocação e no fim da temporada fechou as portas. Quarentinha voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em 11 de fevereiro de 1996.

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