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Dos cinco grandes clubes catarinenses, apenas a Chapecoense não gostou da nova fórmula do Estadual

04 de outubro de 2013 0

A nova fórmula do Campeonato Catarinense agradou Avaí e Figueirense. E foi principalmente a data de início do campeonato que mais agradou os superintendentes dos dois clubes.

O Estadual vai começar no dia 26 de janeiro, o que dará aos clubes pelo menos 25 dias de pré-temporada, algo raro nos últimos anos.

— Esse foi o fator mais importante na escolha da fórmula do campeonato e vamos ter tempo para fazer uma pré-temporada que é fundamental hoje para os clubes que disputam o campeonato nacional — analisou Rodrigo Pastana, superintendente de Esportes do Figueirense.

O superintendente de Esportes do Avaí, Enio Gomes, também alertou que esse novo formato do Catarinense vai possibilitar um maior tempo para a recuperação dos gramados.

— A nossa sugestão inclusive era que o campeonato começasse no dia 2 de fevereiro. Porque não é apenas a questão da preparação física. Nós temos uma dificuldade que é o gramado. Então agora teremos dezembro e janeiro para deixar o gramado em condições para o Catarinense e para o restante da temporada — disse Enio Gomes.

Sandro Pallaoro, presidente da Chapecoense. Foto: André Podiacki

Sandro Pallaoro, presidente da Chapecoense. Foto: André Podiacki

Se o formato agradou a dupla da capital e também Criciúma e Joinville, que votaram favoráveis a proposta da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes), a Chapecoense propôs um formato diferente.

A proposta perdedora foi sugerida pelo Metropolitano, Chapecoense, Brusque, Atlético-Ib e Marcílio Dias. A ideia da proposta de número dois era disputar o campeonato em turno e returno e os quatro primeiro colocados disputaram semifinais e final.

— Nós queríamos o turno e returno sem tem campeão de turno. Isso daria uma possibilidade maior de todos os clubes chegarem as semifinais. O grande barato do Campeonato Catarinense é que qualquer time pode ser campeão. E essa fórmula aprovada acho ela suicida, porque você vai disputar um turno. Os quatro classificados para o quadrangular vão brigar pelo título, os outros seis não. Então acho que o torcedor não vai para o estádio e vai desmotivar o torcedor. É um risco muito grande, porque equipes grandes do estado podem ficar de fora desse quadrangular, até pelo o que a gente viu nos últimos anos — explicou o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro.

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