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Posts com a tag "Tênis"

O tênis catarinense em festa

20 de outubro de 2014 0
Foto: Alvarélio Kurossu

Foto: Alvarélio Kurossu

O tênis catarinense esteve em festa na última semana. A Copa Guga Kuerten foi uma celebração do esporte com as competições de categoria de base e de cadeirantes. No mesmo dia que terminou a Semana Guga, a Federação Catarinense de Tênis (FCT) completou 60 anos. Fundada em 19 de outubro de 1954, a FCT se reinventou nos últimos anos com as competições de tênis infanto juvenil e, principalmente, com o Brasil Tennis Cup, torneio WTA e que já trouxe para as quadras catarinenses atletas como Venus Williams e Francesca Shiavone.

No dia 19 de outubro de 1954, o professor João David Ferreira Lima — também fundador e primeiro reitor da UFSC — fundou a Federação Catarinense de Tênis.

— Tal qual o Barão Pierre de Coubertein, fundador do Comitê Olímpico Internacional, o professor Ferreira Lima tinha a visão de unir educação e esporte. E é com esta filosofia que a FCT executa seus projetos desde a sua fundação — explica Rafael Westrupp, atual presidente da FCT.

Ymanitu, esperança de medalha na Paralimpíada. Foto: Chales Guerra

Ymanitu, esperança de medalha na Paralimpíada. Foto: Chales Guerra

Ymanitu Silva, campeão na categoria Quad da Copa Guga e esperança catarinense para a Paralimpiada de 2016 no Rio de Janeiro, é um dos tenistas do projeto Tênis em Csdeira de Rodas da FCT:

— A inclusão e formação social acontecem através de atividades como o Tênis em Cadeira de Rodas e o Tênis Comunitário. No rendimento, torneios amadores, infanto-juvenis e profissionais, bem como eventos internacionais de grande porte — completa Westrupp.

Os últimos anos foram de mudanças. As quadras de saibro deram lugar para as de piso duro, de cor roxa dando uma identidade visual ao Brasil Tennis Cup que em 2015 promete ser ainda maior:

— Em nossos palcos (quadras), tivemos ainda a presença de tenistas renomados, como os australianos Patrick Rafter e Lleyton Hewitt; os franceses Cedric Pioline e Arnauld Clement; a norte americana Venus Willians; a italiana Francesca Schiavone; e por fim a canadense Euginie Bouchard — finaliza Rafael, sem esquecer pessoas importantes para a FCT:

— Logicamente nada disto seria possível, não fosse a visão do sr. João David Ferreira Lima, e a coragem de todos os presidentes que passaram pela FCT: Marcílio Medeiros; Pedro Goulart; Gercino Schmitt; Rubens Vianna; Jorge Lacerda e Ricardo Pereira.

Cabelo fica preso na raquete e Wozniacki perde ponto no Aberto dos Estados Unidos

28 de agosto de 2014 0

A tenista Caroline Wozniacki se garantiu na terceira fase do Aberto dos Estados Unidos, mas ela foi protagonista de um lance curioso. No confronto com a bielorussa Aliaksandra Sasnovich, a dinamarquesa rebateu a bola e na resposta da adversária, seu cabelo ficou preso na raquete. ASSISTA:

Entrevista - presidente da Federação Catarinense de Tênis, Rafael Westrupp, avalia edição 2014 e projeta melhorias: "A mudança de data pode nos ajudar"

03 de março de 2014 0
Westrupp espera atrair melhores atletas com a mudança de data do Brasil Tennis Cup. Foto: Charles Guerra

Westrupp espera atrair melhores atletas com a mudança de data do Brasil Tennis Cup. Foto: Charles Guerra

O Brasil Tennis Cup de 2014 não teve nenhuma estrela de renome como na primeira edição, quando Venus Williams esteve presente nas quadras roxas da FCT. Mas isso não quer dizer que o torneio não teve bons jogos. A final foi um exemplo disso. Em três sets, a tcheca Klara Zakopalova conseguiu uma virar sobre a espanhola Garbine Muguruza.
A organização se mostrou mais madura e vive a expectativa de melhores edições em 2015 e 2016. Isso porque o campeonato muda de data. Passa de fevereiro para julho e ainda pode entrar no US Open Series – torneios que antecedem o Grand Slam.

Diário Catarinense − A mudança de data do torneio para julho é melhor para atrair melhores atletas nas edições de 2015 e 2016?
Rafael Westrupp − Essa nossa data em fevereiro ficaria comprometida no próximo ano porque conflitaria com o torneio de Dubai, que paga dois milhões de dólares em prêmios. Assim, a chance de trazer uma grande jogadora seria remota. O Jorge Lacerda (presidente da Confederação Brasileira de Tênis) interveio nesse sentido e passamos pelos crivos do WTA. Em julho não teremos torneios premiere, maiores. Seremos nós e um outro em Baku, no Cazaquistão. Já em 2016 o nosso torneio vai anteceder a Olimpíada do Rio de Janeiro. Apenas duas atletas podem competir por país, isso abriria muitas possibilidades para a gente, porque várias ótimas atletas ficariam sem campeonatos para jogar.

DC − Você ainda sonha em trazer uma top 10?
Westrupp − A intenção de trazer uma top 10 é muito real e viva. O nosso torneio vai começar apenas uma semana depois de Wimbledon. Vamos fazer contatos com atletas, treinadores e agentes e até o final do ano devemos ter um posicionamento. Uma top 10 geralmente pede cachê para participar, mas vamos começar essa procura por agosto, setembro.
DC − Essa alteração também permite que o Brasil Tennis Cup entre no US Open Series?
Westrupp − Essa negociação é em outra escala e o Jorge Lacerda vai ver isso. A data teoricamente nos ajuda. O nosso fuso horário é quase igual, tem uma diferença de duas horas, a nossa quadra é igual, e a logística até os Estados Unidos também.

DC − No ano passado tivemos uma final com a casa lotada. O público decepcionou este ano?
Westrupp − A gente já esperava um público menor. Primeiro, não tínhamos um nome como a Venus Williams, mas por outro lado tivemos uma atleta top 20 (Carla Navarro). Em 2013, teve uma grande expectativa. Outra coisa que atrapalhou foi o Carnaval. Mas não tínhamos como mudar a data do torneio com o WTA.

DC − Vocês estão com negociações com o Costão do Santinho. Qual torneio vocês querem fazer no resort?
Westrupp − Queremos levar a Fed Cup (versão feminina da Copa Davis) para lá. Houve reuniões e deixamos o projeto pronto com o Governo do Estado. Vamos aguardar.

A tradição do branco em Wimbledon

26 de junho de 2013 0

Federer com o tênis de sola laranja. Foto: Adrian Dennis/AFP

Wimbledon é o torneio mais tradicional de tênis no mundo e uma das regras do campeonato é que todos os jogadores devem vestir apenas branco. É uma tradição. E os ingleses são bem rígidos com regras, por exemplo Roger Federer antes de ser eliminado da competição neste ano levou uma dura da organização porque a sola do tênis dele era laranja.

O tênis era a grande inovação da Nike para o uniforme utilizado por Federer nesta edição de Wimbledon, o tênis de sola laranja durou apenas 69 minutos, tempo em que o suíço venceu sua partida de estreia no torneio, na grama do All England Club.

A organização de Wimbledon pediu para Federer não usar mais o calçado de sola laranja. Apesar do torneio, por tradição, impor uma norma de todos os jogadores utilizarem roupas brancas, o tênis geralmente não é tão relevante neste caso.

O tenista obedeceu a orientação da organização do torneio, mesmo assim o tênis de sola laranja fez sucesso na internet e o modelo esgotou na loja virtual da Nike, onde é vendido pelo preço de US$ 140 (R$ 308).

O cabelos coloridos de Bethanie Mattek-Sands. Foto: Ben Stansall/AFP

O cabelos coloridos de Bethanie Mattek-Sands. Foto: Ben Stansall/AFP

Já a americana Bethanie Mattek-Sands, de 28 anos, arrumou um jeitinho para manter seu estilo ousado e colorido durante o Grand Slam. A número 58 do mundo se vestiu de branco, mas coloriu os cabelos loiros com tons de azul e verde.

- Eu amo cores néon. Wimbledon restringe meu estilo. O cabelo foi minha pitada de cor. Eu preciso ter cor – disse a tenista.