Cientistas israelenses desenvolveram um sapato “re-step” que pode ajudar pessoas com problemas de locomoção a voltar a andar.
Um sapato de aspecto estranho que parece uma junção de tênis e patins. Mas o que seriam as rodinhas são pequenos sensores que são programados por computador para exercer vários movimentos.
O cérebro comanda os movimentos, isso nós aprendemos desde cedo. Mas quando a parte da coordenação motora está dando algum “tilt”, as pessoas têm dificuldades para andar. O sapato inverte esse comando. Ele ajuda as pernas a dizerem ao cérebro o que fazer durante uma caminhada.
Depois de algumas sessões, alguns pacientes conseguem se equilibrar e dão alguns passos sozinhos. O resultado é analisado pelos médicos para avaliar a evolução.
Simona Bar-Haim, diretora da empresa, também é fisioterapeuta, com doutorado em neurofisiologia, explica que os sensores são programados para reeducar e fazer com que o cérebro reproduza o mecanismo de andar normalmente. Eles simulam passos na areia, na grama e até sobre pedras, sem seguir um padrão. Assim, surpreendido a cada passo, o cérebro tem de tomar decisões instantaneamente e resolver os problemas.
Ela afirma também que esta é a melhor maneira de reabilitar a área do controle motor que está danificada. Quarenta minutos por dia, durante três meses, podem ajudar não só crianças, mas pessoas idosas.
Os pacientes terão de usar os sapatos até que o cérebro reaprenda a comandar os movimentos das pernas. A ideia é que até o término do tratamento, eles consigam a reabilitação total.
A Step of Mind, pretendem vender o “re-step” a clínicas e a consumidores a partir do ano que vem.
Quem gostou da novidade e quiser maiores informações, CLICA AQUI.


5 de maio de 2010 às 15:05
Achei uma ideia incrível. Espero que venha logo para o Brasil e que não seja de um valor tão alto.
9 de outubro de 2010 às 19:07
Tenho um neto com 9 anos que tem paralesia cerebral. Ainda não anda. Espero que esse milagroso sapato também venha para Portugal. Que venha depressa para podermos dar alegria a todos quantos estão impossibilitados de fazer o que a maioria das crianças fazem. Que Deus abençoe quem se interessou e descobriu. Bem haja.