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Depois de uma reviravolta, voltei!

08 de junho de 2011 0

Desculpem pelo sumiço, mas sabe como é: ganhei um emprego que amo, casei com uma mulher linda, saí de uma casa térrea para um apartamento minúsculo… Pode parece pouco mas para mim é tudo um pouco mais complicado que o normal, então imaginem! Apesar de sentir saudades desse espaço, estava realmente difícil passar por aqui.

Agora me reorganizei e estou volta. Tenho muita coisa pra contar, algumas histórias entaladas, outras engraçadas… muita coisa mesmo e agora a “patroa” vai perder um pouco da atenção diária quando chegar em casa do trabalho porque vai ter que me dividir com vocês. Ainda bem que ela não é ciumenta, hehe.

Sem mais enrolações, vamos lá começar a primeira da volta: Meu casamento!

Quem andou dando uma voltinha por aqui alguns meses atrás soube que eu me casaria. Pois então, por mais que eu e a torcida do flamengo duvidássemos, casei dia 10/10/2010 com uma linda morena!  Tive um dia super corrido pra deixar tudo pronto e garantir que nada incomodasse a Camila porque ela estava estressadíssima. Imagine uma arquiteta detalhista e mimada casando? Foi um estresse! Estresse recompensado no momento que a vi descendo as escadas, linda, toda de branco, com um véu imenso que ela garantiu que jamais usaria (usou porque eu gosto, tenho certeza).  Um parêntese: leram “descendo as escadarias”? Pois é, nossa cerimônia e festa foram no Grêmio Náutico União, local que tem muitas escadas mas graças a Deus lembraram de mim e colocaram um elevador, hehe. Passada toda cerimônia e depois de muito choro de todos os presentes, tivemos uma festa muito animada e divertida. Eu, dancei… acreditem!  Em um determinado momento, a Camila saiu comigo pelo salão, correndo, empurrando minha cadeira, e dançando no meio dos convidados. Só quem estava lá pra ver nossa alegria.

Desde o momento que vi a Camila eu sabia que era com ela que eu me casaria. Em alguns momentos eu duvidava, naqueles dias que nos sentimos os últimos dos últimos, sabem? Mas no fundo, eu sabia. Sabia que ela era especial, que me enxergaria de uma maneira diferente e principalmente, eu sabia da minha capacidade de fazê-la feliz. Na verdade, tirando o fato de eu não poder pegar a minha Camila no colo, não há mais nada que eu não possa fazer por ela, e eu faço. E é isso que interessa. Eu andar de cadeira de rodas… pura bobagem. O amor não tem preconceitos e é isso que todo mundo tem que entender. Algumas coisas precisam ser “reprogramadas”? Ok, mas é só uma questão de Ponto de Vista!

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