Não estava no script do meu fim de semana passar longe do computador. Tinha metas a serem cumpridas no sábado e outras no domingo. Tudo para terminar a segunda parte do novo livro e começar a semana na primeira e última parte.
VAI ESCREVER POR ÚLTIMO A PRIMEIRA PARTE, MARIANA?
EU JÁ EXPLIQUEI QUE ESTOU ESCREVENDO DE TRÁS PRA FRENTE
EU JÁ EXPLIQUEI QUE NÃO QUERO INTERVENÇÕES DESSA NATUREZA
ENTENDERAM, OU QUEREM QUE EU DESENHE?
Sou ser humano, sou feita de carne, osso e algumas horríveis dores musculares também. E o fim de semana foi de conviver com uma delas, que subia pelo meu braço esquerdo, vinha pelas costas, caminhava pela cabeça e ia parar atrás do olho esquerdo - tudo latejando, latejando, latejando.
ELA QUASE TOMOU UMA OVERDOSE DE REMÉDIOS
Sábado eu até acordei bem. Passeamos bastante pelo Parcão, Bento cheirou todas as gramas que pretende apresentar para a Nina e terminamos o passeio da maneira como ele mais gosta: na varanda do Puppi Baggio.
Eu estava muito feliz com meu All Star novo. Quer dizer, novo em termos. Comprei este All Star na época em que encasquetei que usaria calças de alfaiataria com All Star.
ESCREVI NESTE POST
Nunca consegui usar este All Star com calça de alfaiataria, não me perguntem o porquê. Mas sábado, coloquei um jeans velho, uma blusa preta e ele.
O problema foi ele suportar meu peso depois do filé a parmegiana com o spaghetti ao alho e óleo que devoramos no Puppi Baggio - tudo regado a chopinhos bem gelados. Cheguei em casa querendo me dar um tiro na cabeça. Dois tiros, aliás, ao lembrar que tínhamos marcado de conhecer o Pueblo, restaurante mexicano ali na Ijuí. De onde tirar forças e espaço no estômago?
Mas fomos. Fiz reserva, chegamos cedo e já estava lotado. Junto conosco, Georginho e Paulinha, Alemoa e Batata. Nós, mulheres, conversávamos animadamente enquanto eles, os homens, olhavam o cardápio. Nunca deixem três homens sozinhos escolherem o cardápio. Nunca. Os animais pediram o que podia haver de mais trash.
Leiam, por favor!
Isso tudo pode ser traduzido... Nisso!!
- Mas o que é isso? - eu gritei
- Nachos texanos - algum deles respondeu.
- Mas quem pediu esse troço?
- Nós.
- Nós quem?
- Ora quem, Mariana? Eles! - disse a Paulinha.
- E como é que se come esse negócio?
Assim!
Cada um com sua espátula usa a sua espátula para colocar um pouco de nachos texanos em seu prato. E vai botando e botando e botando. E os nachos texanos vão desandando e desandando e desandando...
E o prato vai ficando assim!
TU NÃO TEM VERGONHA DE POSTAR UMA FOTO DESSAS, MARIANA?
Já expliquei que o blog é meu e que aqui o negócio é falar da vida como ela é.
TU NÃO TEM NADA MAIS LIGHT PRA MOSTRAR NA SEGUNDA DE MANHÃ, MARIANA?
Até tenho. Tenho meu encontro com a Clarice Falcão ontem à noite depois do show dela no Teatro do Bourbon Country.
Sim, a da esquerda sou eu com uma dor de cabeça dos diabos fingindo que estava tudo sob controle, a cabecinha de costas é a Claudia Tajes e a menina simpática e querida é a Clarice Falcão, que eu amo de paixão.
E AQUELE LIVRO QUE ELA SEGURA NÃO É O....
Ele mesmo! Morrendo de vergonha, levei em mãos meu querido Peregrina de Araque para ela junto com a edição da revista Donna em que ela foi capa. Até poderia contar mais coisas, mas estou escrevendo este post sob uma pressão horrível. Uma pressão que começou a se materializar em espirros logo ali do lado da porta.





































































































































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