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Nas oitavas do Mundial sub-17, Winck aposta na experiência do grupo em decisões internacionais

28 de junho de 2011 0

Lateral-direito dos juvenis do Inter, Cláudio Winck (camisa 13, em pé) recebeu no último domingo a primeira oportunidade de defender a seleção brasileira sub-17 no Mundial do México. Titular, atuou o tempo inteiro no sofrido empate em 3 a 3 com a Costa do Marfim, conquistado apenas aos 49 minutos. Agora, com a liderança do Grupo F assegurada, Winck e os demais comandados de Emerson Ávila enfrentam o Equador nesta quarta-feira, às 17h, pelas oitavas de final. Fase em que não haverá espaço para erros.

— Agora é só mata-mata, qualquer vacilo pode acabar em eliminação — avalia Winck. — Todo cuidado é pouco, mas ao mesmo tempo não podemos mudar nosso estilo de jogar para a frente e buscar a vitória.

O técnico Emerson Ávila também atenta para o fator psicológico, que tende a dominar os atletas em situações de decisão:

—  Agora começa uma nova competição. Perdeu está fora. Todos os aspectos serão importantes. Táticos, técnicos, físicos e principalmente emocionais.

— Certamente o lado emocional pesa mais nesses confrontos, mas estamos bem preparados e a nossa experiência em competições internacionais pode fazer a diferença — concorda Winck.

E experiência realmente não falta ao jovem lateral. Gaúcho de Portão, Cláudio Winck tem 17 anos e 1m84cm. Iniciou a carreira como meia, no Grêmio, e logo foi convocado para a seleção sub-14. Aos 16 anos, transferiu-se para o Inter, clube com o qual assinou seu primeiro contrato profissional. Nos juvenis, passou a atuar na lateral-direita. Em março, já fixado na posição, destacou-se pelas boas exibições e os dois gols marcados no Sul-Americano sub-17, conquistado pelo Brasil no Equador. Acostumado a vestir a amarelinha nas divisões de base, agora busca o tetra mundial pela seleção canarinho – campeã em 1997, 1999 e 2003.


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