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Os talentos que você - e o dirigente do seu time - deve ficar de olho no Sul-Americano sub-20 (parte 2)

10 de janeiro de 2013 0

Na segunda parte do especial sobre talentos do Campeonato Sul-Americano sub-20, analisamos o grupo B, de Brasil, Equador, Uruguai, Peru e Venezuela. Serão mais dois destaques de cada selecionado. E antecipo – Fred, Misael e Leandro não entram na lista do Brasil.

 

Brasil

O maior vencedor da competição vem de um tricampeonato. No último, a Seleção de Neymar, Oscar e Lucas apenas confirmou o que era esperado antes da competição. Para esta, embora seja favorito, a distância não é tão grande assim. O técnico Émerson Ávila aposta na dupla do Flamengo, Adryan e Mattheus, além de Felipe Anderson, do Santos, e Ademilson, do São Paulo. Misael também é titular e homem de confiança. Mas meus destaques são outros dois que podem surpreender:

Rafael (Barcelona): Rafinha (foto) tem 19 anos e foi criado em La Masia desde os 13. Ponto.

Mansur (Vitória): lateral-esquerdo titular do time baiano na temporada 2012, ajudou o time júnior a conquistar a Copa do Brasil da categoria no mês passado. Inclusive com um gol na semifinal contra o Grêmio. Chega fácil ao ataque e bate bem de longe. No último amistoso antes de embarcar para a Argentina, começou na reserva, mas acertou o time na segunda etapa e valeu a confiança do treinador, que deve colocá-lo para iniciar nesta noite.


Equador

Terminou em segundo no grupo do Brasil na última edição e vem com uma geração bem superior às de outros tempos.

José Cevallos Jr. (LDU): o filho do goleiro Cevallos, campeão da Libertadores pela LDU, é meio-campo titular do time (foto). É o autor do gol que colocou o time na Libertadores de 2013, tem nove gols na carreira e já desperta a atenção de Juventus e Villareal.

Jonny Uchuari (Liga de Loja): baixinho ciscador. É destaque no ataque do time que foi eliminado pelo São Paulo na última Copa Sul-Americana.


Uruguai

É a segunda força na categoria, com a queda da Argentina. Tem bons valores dentro do próprio país.

Emiliano Velázquez (Danúbio): zagueiro que faz carreira nas seleções de base, o que lhe garante a braçadeira de capitão. Foi destaque também no Mundial da categoria.

Ruben Bentancourt (PSV): o atacante (foto) foi buscado no Danúbio para atuar por quatro anos no time holandês. É o primeiro uruguaio a vestir a camisa do time conhecido por garimpar brasileiros em uma aposta semelhante a que o Ajax fez em Suárez.


Venezuela

Ficou em último de seu grupo e não avançou na última edição. Mas vem com time mais experiente.

Josef Martínez (Young Boys): fez parte da seleção venezuelana que disputou o campeonato em 2011, joga na Suiça e tem passagem pela seleção principal em jogos das Eliminatórias.

Juan Pablo Añor (Málaga): joga também o segundo torneio e será o camisa 10. Foi contratado pelo Málaga (foto), aquele novo rico espanhol, mas que tem uma tradição enorme na revelação de jogadores. Entre as últimas, Santi Cazorla, Portillo e Isco, escolhido o melhor jogador novo do mundo em 2012. Se o Málaga viu futebol em Añor, eu não iriei discordar.


Peru

Empatou com o Uruguai em pontos na fase inicial e caiu pelo saldo de gols. A nova geração, porém, tem nomes internacionais.

Edison Flores (Villareal): no campeonato pós-título mundial do Corinthians, vale conferir se há um novo Guerrero. Flores joga pela ponta-esquerda e custou 400 mil euros aos espanhois. O Orejas (foto) chama a atenção pela velocidade e… pelas orelhas.

Andy Polo (Genoa): é um centroavante lapidado para assumir a titularidade da seleção principal. Ganhou a Libertadores sub-20 em 2011 e faz, com Flores, a dupla de velocistas fortes e precisos.

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