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Qual Arsenal teremos nesta temporada?

22 de novembro de 2008 0

Depois de ter sido surpreendido por um Arsenal desfalcado mas bastante eficiente em um clássico contra o Manchester United, assisti a uma equipe muito diferente hoje contra o xará City, do brasileiro Robinho. Os gunners levaram dois gols relâmpagos: de Ireland no final do primeiro tempo e do ex-atacante santista no começo do segundo. Sofrerem um terceiro, de pênalti, e precisam agradecer por não terem levado ao menos o dobro.

Já no jogo contra o United, o Arsenal mostrou que não possui um substituto do mesmo nível que Adebayor. Para uma equipe que conviveu por muito tempo com o brilhante Henry no comando do ataque, depender de Nicklas Bendtner é um suplício. Van Persie também foi muito abaixo da produção de Walcott no embate do oeç de novembro. Talvez ainda sentindo falta de ritmo de jogo, o holandês pouco se movimentou, foi anulado com facilidade pela defesa do City, e só levou perigo ao gol adversário em uma cobrança de falta.

Sem o rápido Walcott, o habilidoso Fabregas e o ala Sagna, o time de Arsene Wenger foi previsível. Clichy teve uma jornada deplorável, sendo batido com facilidade e cometendo muitos erros infantis na saída de bola. As únicas tentativas de armação de jogadas saíam dos pés do volante brasileiro Denílson, que não encontrava um companheiro para auxiliá-lo.

Desta forma, com um meio-campo lento e completamente dominado, o Arsenal foi presa fácil dos rápidos contra-ataques do City. Shaun Wright-Phillips encontrou uma defesa adversária muitas vezes em linha e desprotegida no avanço inconsequente e pouco organizado do resto da equipe. Os três atacantes Robinho, Benjani Mwaruwari, Darius Vassell (depois Daniel Sturridge) surgiram em velocidade na frente de Almunia por diversaas vezes na segunda etapa.

O 4-3-3 do técnico Mark Hughes pulverizou o time londrino e deu um pouco mais de esperança paras os torcedores do novo-rico europeu desta temporada. Como ponto negativa, deu o motivo do Manchester City oferecer uma fortuna pelo goleiro italiano Buffon. Joe Hart, como bom arqueiro inglês, não é nada

Postado por Márcio Gomes

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