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Um 3-5-2 para Loco Abreu no Botafogo

18 de fevereiro de 2010 19

Muricy Ramalho foi demitido do Palmeiras, mas parece estar dirigindo o Botafogo. Joel Santana reproduz no Alvinegro carioca o 3-5-2 à brasileira consagrado por Muricy, e referência tática recente no futebol brasileiro. Com sucesso imedito, afinal, ontem a equipe eliminou o favorito Flamengo, e está na decisão da Taça Guanabara.

O 3-5-2 do Botafogo de Joel Santana tem triângulo de base baixa no meio-campo. Os volantes Leandro Guerreiro (direita) e Eduardo (esquerda) protegem a frente da área e auxiliam respectivamente os zagueiros Antônio Carlos e Fábio Ferreira na cobertura dos alas. Fahel é o “homem da sobra”, função que modificou no Brasil o antigo conceito do líbero à italiana.

Os alas Alessandro e Marcelo Cordeiro atuam muito adiantados – ou como diria Tite, “espetados”. É a teoria que justifica a presença de cinco defensores na equipe: liberá-los para o apoio insistente. Com isso, Lúcio Flávio é o vértice alto do triângulo, permanecendo solitário na articulação central do Botafogo.

A estratégia aplicada ao 3-5-2 tem como prioridade a busca de Loco Abreu no pivô ofensivo. Ontem, contra o Flamengo, não foram poucos os lances idênticos. Algum zagueiro ou volante faz a ligação direta, com lançamento longo e pelo alto; Loco Abreu recua, trazendo a marcação consigo, até a intermediária ofensiva; e de cabeça serve a algum dos alas pelo lado do campo, girando para receber na frente. Herrera, que apesar de não ser alto como Loco Abreu gosta muito de estabelecer seu campo de ação pelo contato físico, também recebe o lançamento direto para girar pelo lado.

Do pivô resulta a jogada de linha de fundo e o cruzamento para a área. Situação que se repete nas faltas laterais e nos escanteios. Um típico 3-5-2 à brasileira adepto do “Muricybol”, nome fantasia que associa respeitosamente o legado de Muricy Ramalho e a estratégia predileta deste sistema: algo parecido com o rugby e o futebol americano – os zagueiros são os quarter-backs, Loco Abreu é o running back, e os alas são os wide receivers. E quando não dá para o touchdown, eles se contentam com o field goal.

Neste 3-5-2, há ainda espaço para os reforços mais recentes. Danny Morais, zagueiro técnico e inteligente, pode muito bem substituir Fahel como “homem da sobra”. Ele qualificaria a saída de bola, e com a experiência de quem já atuou na primeira função do meio-campo, pode adiantar seu posicionamento por dentro quando a partida exigir o avanço da marcação. E Sandro Silva também tem qualidade para desbancar Eduardo ou Leandro Guerreiro, dando mais velocidade ao primeiro passe botafoguense.

Para encerrar, antes que alguém cometa esta atrocidade, assino embaixo no comentário de Vitor Sergio, do Esporte Interativo, via Twitter. Isto não tem nada de “futebol inglês”, como tentou conceituar pejorativamente o técnico flamenguista Andrade. Faz muitos anos – ou décadas – que o futebol inglês não se resume mais à ligação direta para o grandalhão da frente. Quem diz isso não assiste à Premier League desde os tempos de George Best ou Stanley Mathews.

Comentários (19)

  • Roberto diz: 18 de fevereiro de 2010

    Como que “3-5-2″ igual ao do Muricy?

    O São Paulo do Muricy jogava claramente num 3-1-4-2. Já este atual Botafogo é um 3-2-3-2.

    Essa mania de igualar os “3-5-2″, além de denominá-los assim, é mais que simplório. Totalmente equivocado.

    Resposta do Cecconi: Roberto, eu comparei a estratégia utilizada, e não a disposição dos jogadores. E eu não uso desdobramento em quatro, porque senão vira bagunça e não tem padrão. Ou a pessoa desdobra todos os sistemas em quatro, ou não desdobra nenhum. E como o campo só tem três setores – defesa, meio e ataque – a descrição do 3-5-2 se aplica a todos os desenhos. Não há nada de simplório nem de equivocado. Convido-te a discordar argumentando, e não desqualificando. Grande abraço.

  • Felipe Benites Moreira diz: 18 de fevereiro de 2010

    Cecconi
    Jogo na Várzea de 2º volante e gostaria de explicitar um conceito sobre os volantes do Grêmio que identifiquei e já aconteceu comigo…
    O Grêmio joga “teoricamente” com Ferdinando de 1º volante numa posição ligeiramente recuada em relação ao Rochemback, 2º volante.
    Só que o Ferdinando se posiciona muito mal e avança demais, indefinindo assim a zona de marcação do Rochemback, que ou mantém o “primeiro combate” na intermediária ou cobre o buraco deixando pela falha de posicionamento do Ferdinando.
    E convenhamos, o Roca não tem perna para tanto.
    Assim, não concordo com a teoria de que falta um volante marcador no meio campo do Grêmio, falta sim um 1º volante mais disciplinado taticamente, que não sobrecarregue o Rochemback.

  • Célio diz: 18 de fevereiro de 2010

    Ola tudo bem? Bom gostaria de saber se haveria a possibilidade do pessoal do blog PRELEÇÂO lançar no blog uma lista das transferências da janela de janeiro dos clubes europeus, como foi feito na janela de transferências passada. Bom espero que sim, pois foi muito legal pois deixou nós (leitores do blog) a ficar atualizado quanto a estas questões!!! Abraços!!!

    Resposta do Cecconi: Célio, não te prometo, mas vou tentar reunir estes dados na correria. Se conseguir, eu coloco no ar. Valeu a dica.

  • Leonardo Botega diz: 18 de fevereiro de 2010

    Cecconi,
    Faz a preleção do 3-5-2 do Inter-SM, tu vai ver que no jogo contra o São José os alas foram quem mais comcluiram a gol. O esquema é parecido com o do Botafogo.

  • Thiago diz: 18 de fevereiro de 2010

    Cecconi, suas análises são muito boas. Uma sugestão: que tal comentar sobre o meio de campo gremista?
    Segue minha análise:
    http://narede.clicrbs.com.br/xn/detail/2456843:BlogPost:291489?xg_source=activity

  • Jimmy diz: 19 de fevereiro de 2010

    Cecconi,

    Desdobramento em quatro não tem nada de bagunça ou falta de padrão. Na Itália todos usam quatro dígitos, na Inglaterra, na Alemanha… Aliás, na Itália, todos os técnicos e meios de comunicação destacam a figura do “trequartista” (ex.: Diego na Juventus). O que é o trequartista? É, como o nome diz, aquele jogador que atua no terceiro quarto de campo, ou seja, o ’1′ do 4-3-1-2.

    Apenas no Brasil utilizamos esse desdobramento ultrapassado, no qual existem apenas quatro esquemas: o “4-4-2″, o “3-5-2″, o “4-5-1″ e o “3-6-1″. Esse papo de “ou a pessoa desdobra todos os sistemas em quatro, ou não desdobra nenhum” é relativo. Num 4-3-3, por exemplo, não há porque desdobrar em 4-1-2-3, como vi você postando esses dias no twitter. Fosse assim, teríamos que desdobrar o ’3′ de um “3-5-2″ em ’1-2′, pois sempre há um zagueiro de sobra.

    Sou jornalista, gaúcho como você, e admiro seu trabalho no Preleção. Penso que você deveria ser um pouco mais flexível e menos teimoso, aderindo ao desdobramento utilizado pelos principais técnicos e veículos de comunicação do mundo. E que, na minha visão, é o mais completo. Tenho certeza que isso abrilhantaria ainda mais as tuas analíses.

    Abraço!

  • Mauro Beting diz: 19 de fevereiro de 2010

    senhores, parabéns pela iniciativa, pelo texto, pela intenção, pela aplicação.

    se há como discordar de algumas coisas, algo naturalíssimo no futebol, há muito mais como enaltecer o trabalho.

    sigam em frente

    Resposta do Cecconi: olá Mauro. Muito me honra tua mensagem. Recompensa demais receber um comentário deste nível. Grande abraço!

  • Roberto diz: 19 de fevereiro de 2010

    Cecconi, o que importa são os três setores do campo ou a função que o jogador exerce, de acordo com suas características? Falar em 3-5-2 significa dizer que há 3 defensores, 5 meio-campistas – entre volantes, armadores e alas (que hoje, são meio-campistas, com pouca capacidade de marcação e boa capacidade de retenção e condução de bola) – e 2 atacantes de ofício. Se o time está jogando no 3-6-1, significa dizer que há apenas um atacante de ofício em campo, os demais são 3 defensores e 6 meio-campistas. Já o termo trequartista estaria melhor usado se o time tem um jogador estilo Pelé, Zico, o nosso antigo meia ponta-de-lança, mais atacante que meio-campista (posição na qual, a meu ver, Ronaldinho Gaúcho joga, apesar de deslocado demais para a esquerda). Seria o número 1 do Zagalo? Aí acho que se pode pensar em 3-4-1-2, 3-5-1-1, 4-3-1-2, pra indicar a presença de um meia que se dedica essencialmente ao ataque, e atua na intermediária do time adversário, próximo do atacante (ou atacantes) do próprio time. A propósito, dizer que o Diego, da Juve, fica nessa linha imaginária entre o meio-campo e o ataque é errado, porque ele na verdade é visto em todas as partes do meio, no trabalho de armar a equipe. Aliás, nos últimos jogos tenho visto o Diego correndo demais e meio perdido, por força da debilidade técnica do time e, ademais, pela presença do Del Piero, um meia-ponta-de-lança já um tanto cansado. Abraços.

    Resposta do Cecconi: o blog é sobre teoria tática e a descrição dos sistemas se dá pelo posicionamento original, e não pelas funções. Segue o equívoco de interpretação. Dizer 3-5-2 não significa que há 5 meio-campistas, mas sim 5 jogadores posicionados originalmente entre as intermediárias, quaisquer que sejam suas funções.

    O que eu não entendo é porque pode desdobrar uns e não outros. Não tem lógica nesse argumento. Pode desdobrar o 3-5-2 em 3-4-1-2, por exemplo, mas o 4-3-3 é 4-3-3. Ué, mas não são diferentes as funções dos três meio-campistas? Então seria 4-1-2-3, ou 4-2-1-3. Ah tá, esqueci, não há critério neste desdobramento. Tu diz que é por função, mas não vale para o 4-3-3.

    Reitero: o blog é sobre teoria tática e a descrição dos sistemas se dá pelo posicionamento original, e não pelas funções. Abraços.

  • Yuri diz: 19 de fevereiro de 2010

    “Muricybol” ahahahahaah. acho meio hipocrisia (pra nao falar falta de atualização no futebol) falar ”vimos um pouco de futebol inglês”, tottenham mesmo usa o pivot do crouch mas tem muito mais jogadas. sem falar no flamengo ano passado que usou e abusou da jogada aérea dos laterais pro proprio Adriano. Cecconi, tem como fazer uma analise do Santos? ontem o time jogou num 4-3-3 mas muitas vezes vi o robinho e o proprio neymar armando no meio, o que é meio estranho pra atacantes no 4-3-3 não??

    Resposta do Cecconi: Yuri, ainda não assisti criteriosamente ao Santos nesse ano. Vou tentar. Valeu a sugestão. Abraços.

  • Marceelo Caju diz: 19 de fevereiro de 2010

    Cecconi

    Acho que o Andrade usou a força da palavra do “futebol inglês”,porém tirando os jogos dos times grandes,os chamados “pequenos” é sim jogos comligação direta.Qualquer hora assita um west Ham x bolton da vida e observa isso.Tem pouco toque de bola e muito balão e disposição em jogo.Abraços.

  • marlon diz: 19 de fevereiro de 2010

    quanto mais ingleses no time mais ligação direta hehehe, não dá pra considerar o arsenal como um time inglês

  • Roberticus diz: 19 de fevereiro de 2010

    Devo concordar em parte com a opinião do Jimmy embora entendo do que fala Eduardo en quanto desdobramento poder (as vezes) levar ao ridículo. Na verdade gente, não e nenhuma ciencia. Por exemplo 4-3-1-2 ou 4-1-2-1-2? Muitos jornais europeios ate utilizam esse ultimo para descrever o losango; pois e, eu tou acustomado a isso. O colega de Jonathan Wilson, Rob Smyth do Guardian, sugeriu a adotação de ’42′ como compromisso! Mas entre as convenções realistas eu prefiro 4-3-1-2 porque senhala que, embora que o volante e os vertices tenham funções distintas e não joguem em linha (ao não ser que falemos da fase defensiva), o ’1′ realmente ocupa outro setor distinto. Nem meiocampo, nem ataque…como indica o termo espanhol ‘mediapunta’. Ele pode ser tanto atacante quanto meiocampista e nenhum dos dois.
    Enquanto aos argumentos contra desdobramento citando 1) brevidade e 2) uma suposta existencia de so tres setores discordo pelo siguinte.
    1) Brevidade: vocês vão para algum treinador de base na França, Espanha ou Portugal e fala para ele que o seu time joga num 4-5-1 e ele te pedirá elaboração. 4-4-1-1? 4-1-4-1? 4-3-2-1? Ao nao ser que voce comunique isso para ele mediante numeracao, tera que especificar atraves de palavras: “4-5-1 com tres volantes e uma dupla de meias ofensivos…ou ‘árvore de Natal” etc. Agora, cadê a brevidade nisso? O que e mais, tal vez naquele pais eles tem bem anclado algum concepto sobre o patrão de sistema; como o 4-2-3-1 na Espanha, bem diferenciado dos demais sistemas para a consideração deles, sem contar que dito sistema pode possuir mais similaridades- etimologicamente com algum sistema que nao seja uma versao de 4-5-1. Sendo assim, corremos o perigo de reducionismo.
    2)A segunda argumentação apresenta mais problemas, algo vinculado com aquilo de brevidade. Reduzir o campo em três setores (ou em faixas) para todo deseno tático e futil: pois desde a decada dos 20 ao menos (Vittorio Pozzo e Italia, interpretacoes rioplatenses do futebol) sempre existerem quatro macro-faixas no terreno de jogo. Eu até os chamaria de setores, pois ‘meiocampo’ e uma zona geográfica bem ambigua e que pouco tem a ver com as características, funcões nem as referências de orientação dos atletas. O fator mais importante aqui e aquele das caracteristicas dos proprios jogadores. Olha so para o Gremio onde um meia-atacante como e Souza tem muitissimo mais e comum estilisticamente com um segundo-atacante tipo Jonas (sem chegar a ser o mesmo, claro e!) do que tem a ver com um volante como Adilson. Desconsiderando que alguns meias tambem improvisam-se as vezes como segundo-atacantes (Kaka em alguns jogos do Milao), o fato de que o jogo do volante Adilson ser mais aproximado àquele de um zagueiro deve ser uma indicação do difícil (na minha opniao) fica justificar que Adilson e Souza (jogadores tão contrastados) ocupam o mesmo setor do campo com o pequeno proviso de que as funções deles são distintas; pois claro que sao- mais tambem os sao aquelas exercidas por jogadores dentro de sub-setores e até entre parceiros jogando em linha (olha ao ex-dupla X.Alonso e Mascherano no Liverpool). Isso nao sustenta, para mim, o reducao cruda de uma faixa (o meia-atacante) para uni-la com um setor já o bastante povoado sob a simplificação.
    Abraços!

  • Roberticus diz: 19 de fevereiro de 2010

    Desculpem, uma alteração:

    “….O colega de Jonathan Wilson, Rob Smyth do Guardian, sugeriu a adotação de ‘4..2′ como compromisso! …”

  • Roberticus diz: 19 de fevereiro de 2010

    Bah, não dá para anotar as duas flechas invertidas (ilustrando um losango) que o Rob Smyth utiliza entre o 4 e o 2.

    Abs.

  • Ronei diz: 20 de fevereiro de 2010

    É isso aí… Infelizmente, o Muricy se fez jogando um futebol, diria, bem mediano, pois, no BR, não tinha plantel pra fazer frente ao SP. Pena q o Inter insistiu com o Tite, poderia ter beliscado ano passado. Precisamos é de mentes novas no nosso futebol pra começar a ver partidas bonitas. Me lembro aqui de Grêmio x Flamengo no início dos anos 80. Nossa… Alguém pode lembrar de alguma coisa parecida com aquilo hoje em dia? Talvez o Santos do Luxa no início da era Robinho… Não estou advogando voltarmos ao que era, mas que os times joguem e não administrem… Aqui no BR agora é assim: quem tem um olho é rei, que o digam o Gordonaldo e o Imperatriz (hehehe). Abraços.

  • Ronei diz: 20 de fevereiro de 2010

    PS: os dois são muito melhores que qq outro, mas aqui… Na Europa…

  • Filipe diz: 21 de fevereiro de 2010

    Fica a pergunta: por que no 4-3-1-2 da Inter de Milão só o trequartista (Sneijder) ‘aparece’ e o regista (Cambiasso) não é evidenciado na numeração? Afinal, é também uma figura específica com posicionamento e função específicos no sistema. Assim como os carrileros pelos lados. Por que então não descrevê-los também num 4-1-2-1-2? Enfim, concordo com o Cecconi nessa.

    Resposta do Cecconi: é verdade, Felipe. Quem quer desdobrar o 4-4-2 em losango conforme a moda vigente, deveria fazê-lo no 4-1-2-1-2. Assino embaixo. Abração.

  • Everton diz: 22 de fevereiro de 2010

    Muito equivocado o técnico do Flamengo, faz muito tempo que não assiste futebol, esta expressão “futebol inglês” é mais utilizada no desespero, ou por times pequenos, os times ingleses possuem meias de ligação e criação, e volantes com capacidade para jogar, um exemplo é o Essien do Chelsea, ou até o Lampard que pode ser usado como segundo volante. Xabi Alonso quando jogava no liverpool, mesmo tendo Fernando Torres que pode fazer esse trabalho de pivô, o time colocava a bola no chão. Cecconi fala aí do verdão que matou os bambis taticamente ontém, finalmente jogando num esquema tático mais definido, um típico 4-4-2 com Diego Souza jogando na posição de origem, e Robert como referência e Lenny variando nas pontas, pois com o Murichato tinha variações entre 3-6-1 e 3-5-2 e 4-5-1.

    Abraços

  • Preleção » Blog Archive » Fluminense se aproxima do M.M no 3-5-2 diz: 8 de março de 2010

    [...] O Botafogo foi analisado aqui no blog Preleção recentemente. O time de Joel Santana armou-se no 3-5-2 com triângulo de base baixa no meio-campo (dois volantes e um ponta-de-lança no vértice ofensivo), três zagueiros fixos, dois alas abertos, um atacante de movimentação, e a referência Loco Abreu na área, levando à estratégia ofensiva prioritária de jogadas aéreas – leiam aqui. [...]

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