Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.

Análise tática do Gre-Nal 381

03 de maio de 2010 22

Jorge Fossati surpreendeu ao escalar o Inter no 3-5-2 contra o Grêmio, no clássico Gre-Nal 381 que decidiu ontem no Estádio Olímpico o título do Gauchão 2010 – o Inter venceu por 1 a 0, gol de Giuliano, mas a taça ficou com o Grêmio. O confronto trouxe, com isso, bons elementos para debate tático, diferentes daqueles que se apresentaram no primeiro Gre-Nal da decisão – vitória do Grêmio por 2 a 0, no Estádio Beira-Rio.

A estratégia aplicada ao 3-5-2 proporcionou ao Inter o domínio do primeiro tempo. Graças a uma indefinição no sistema defensivo do Grêmio, que manteve o 4-4-2 preferencial do técnico Silas. No intervalo, o treinador gremista corrigiu o posicionamento, e conseguiu equilibrar a partida.

No 3-5-2, o Inter teve um triângulo de base baixa no meio-campo. Sandro e Glaydson foram os volantes, com Giuliano na ponta-de-lança central. Taison abriu pela direita como atacante, tendo Walter no pivô a referência de ataque. Bruno Silva permaneceu como um ala mais conservador, enquanto Kleber apoiava lateralmente com a bola, e posicionava-se como uma espécie de terceiro volante sem ela, centralizando o posicionamento – a não ser quando tinha de marcar os avanços de Edilson.

O principal movimento do Inter foi a diagonal de Giuliano, do centro para a ponta esquerda. Esta incursão desencadeava-se a partir de uma série de outros movimentos sincronizados: Kleber avançando e prendendo a marcação de Edilson; Taison aberto na direita, impedindo Neuton de fazer a basculação defensiva e formar uma sobra na área gremista; e Walter no pivô sobre um dos zagueiros.

Nesta diagonal, Giuliano não tinha marcador fixo. Na teoria, ele deveria ser combatido por Adílson. Mas o volante gremista vivia um dilema: acompanhar Giuliano deixaria a entrada da área desguarnecida; mas permanecer bloqueando o acesso ao centro da defesa daria liberdade a Giuliano. Adílson não fez nem a primeira, nem a segunda. E Giuliano conseguiu jogar em uma “zona morta” de marcação gremista: às costas de Edilson e Adílson, e com espaço até a chegada de Ozeia. Dali, criou as melhores oportunidades, e ditou o ritmo do Inter na primeira etapa.

No intervalo, Silas corrigiu o problema. Edilson manteve-se mais obediente ao posicionamento inicial, e Adilson concedeu menos espaço. A diagonal de Giuliano não entrou mais. Hugo, substituto de Leandro, deu maior mobilidade ao meio-campo gremista, que passou também a preocupar os volantes colorados – antes vigiando apenas Douglas, sem marcação individual. Decisões que equilibraram a partida, e estancaram o domínio inicial do Inter.

Sem se expôr, mesmo com a derrota – pois o resultado lhe garantia o título – e freando a principal jogada do Inter, o Grêmio retirou velocidade do Gre-Nal no segundo tempo, e sem correr riscos demasiados, administrou o placar até o final.

Comentários (22)

  • Fabio diz: 3 de maio de 2010

    Olha, vais me desculpar, mas o Inter não dominou esse jogo em momento algum. A vitória foi merecida simplesmente porque o ataque gremista foi incompetente em perder tantos gols e o Pato foi o melhor em campo. Gostaria de assistir o jogo de novo ao seu lado, porque nunca vi o inter ameaçar, mesmo depois de ter feito o gol da hora certa. Teve mais um momento perigoso no primeiro tempo e fim. Mais nada o jogo todo.

  • Rui diz: 3 de maio de 2010

    Concordo com a análise. E na minha ótica ele entro com B.Silva, pois no Gre-Nal anterior o Neuton “se lavo” no Nei. Idem para o Mario, não jogou pois na outra partida o Walter obteve sempre vitória pessoal sobre ele, então o Silas optou por um zagueiro mais forte fisicamente, embora o Rodrigo(sou colorado, mas joga muito, servia pro inter) tenha combatido mais o Walter e quase sempre com vitória.

    E Cecconi, tu esquecestes de criticar as alterações do Fossati(sei que não é a função do blog, hehe), poderia ter tirado o Taison(que jogou quase nada) para colocar o Humberto e tirado o Ronaldo para colocar o André tentando assim a vitória que era perfeitamente possível.

    É isso, abraço!

  • Leonardo Moreira diz: 3 de maio de 2010

    O Grêmio administrou o placar até o final???!!!
    O jogo fora equilibrado sim. Quantas defesas o Pato fez???!!!
    O Grêmio foi pra cima do Inter. Se os colorados tiveram algum domínio, estes não traduziram em tantas oportunidades de gols como o Grêmio teve.
    Ao meu ver o resultado foi injusto. E o gol o Inter achou numa falha do Victor.
    Repito achei o jogo equilibrado, porém o ataque do Grêmio mais objetivo.
    Se o Grêmio administrou o resultado, foi atacando….
    É CAMPEÃO!!!

  • luis fernando diz: 3 de maio de 2010

    sou gremista desdo hospital quando o gremio foi fundado a viver ganhando .somos tricolores ate morrerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

  • GIANCARLO BINA diz: 3 de maio de 2010

    No segundo tempo, o que aconteceu foi que o Internacional perdeu “nas pernas” para o Grêmio, aliás o que vem acontecendo em quase todos os jogos do colorado.

  • Gilson gremista diz: 3 de maio de 2010

    O esquema 3-5-2, com um lateral que não apoiava e um centromédio que não passava do meio de campo ( Bruno Silva e Glaydson ) , trata-se de um esquema chama-derrota. O Inter teve predomínio no primeio tempo, mas chutou 2 bolas com direção do gol ( Giuliano e Taison ). O Gremio, mesmo perdendo o meio-de-campo, teve 2 claras chances de gol, com Rodrigo e Borges. No segundo tempo, com a simples substituição do inoperante Leandro e o melhor posicionamento de Willian Magrão, o Gremio foi AMPLAMENTE superior, teve mais 2 chances claras ( Borges e Hugo ) e outras finalizaações, contra nenhuma do Inter. Se o Inter jogar com esse esquama contra o Banfield, não faz diferença de 2 gols. Se não jogar, como sua zaga é lenta, pode tomar gols. Espero que Silas fixe Hugo como titular ou Maylson. Leandro é banco, ele não guarda posição e entorta o Gremio, apesar de ser bom jogador. Giuliano é titular, Dalessandro é banco… E o Guinazu, apesar de guerreiro, desmonta o esquema tático do próprio time, por ser “peladeiro”. Sem ele, Sandro de segundo volante é Seleção. Como primeiro volante, torna-se comum. Glaydson deve jogar, mas quem tira esses medalhões?

  • Samuel Ritter diz: 3 de maio de 2010

    Cara, eu não estava gostando dos teus últimos postos, mas esse último foi fantástico. Muita gente não gosta do Adilson, mas o cara joga muito, só que não tem como ele defender a lateral direita e o centro da defesa ao mesmo tempo. Adilson joga bem como 1o. volante e como 2o. volante tb. Tem velocidade e sabe sair jogando, só peca no chute de longe e, às vezes, peca pelo excesso, pois prende demais a bola e isso não é função de volante.

  • Guilherme diz: 3 de maio de 2010

    Discordo em uma coisa: A função do Taison não foi de atacante, foi de meia. O desenho foi o mesmo do jogo contra o Banfield. Três zagueiros, dois laterais e dois volantes, dois meias (Taison pela direita e Giu pela esquerda) e Walter como único atacante. Resultado: amarrou o Grêmio, mas teve pouca força ofensiva.

  • Rafael diz: 3 de maio de 2010

    Não concordo com o comentário em relação ao posicionamento do adilson no primeiro tempo, a verdade é que ele “quase” a todo momento teve que sair pra cobrir o espaço do edilson que é péssimo na marcação, no segundo tempo o silas corrigiu o problema, colocando o hugo, puxando o neuton mais pra dentro, e fazendo com que o hugo desse o primeiro combate no lado esquerdo, com o ozeia na direita pela zaga, e o rodrigo mais centralizado, liberando o edilson da tarefa defensiva, logo fazendo com que o kleber se preocupasse em marcá-lo. Apesar dos acertos do Fossati na parte tática do Inter, o time nao foi incisivo, talvez seja o maior problema colorado, afinal como diz o Guerrinha, o time nao tem poder de fogo.

  • fabio diz: 3 de maio de 2010

    Prezado Eduardo.
    Muito boa sua análise. Discordo do posicionamento do Taison que, visivelmente fez a função de um meia atacante. Quando o Inter perdia a bola o mesmo entrava na linha de volantes do grêmio, em linha com Giuliano para fazer a marcação a um dos volantes devido a inferioridade numérica do miolo do Inter (3 meios contra 4 do grêmio) e a partir daí na recuperação da posse de bola saía em direção ao flanco direito na inversão de jogo da esquerda para a direita, principalmente qdo Bruno Silva ou Gleidson tinham a bola no pé.
    Abraços.

  • André Martins diz: 3 de maio de 2010

    Cecconi, análise perfeita. Me surpreendeu o fato do Fossati não abrir o F.Eller na esquerda, empurrando o Kleber para o meio ou para a ponta. Isso complicaria ainda mais a marcação do Edilson. Ficou claro tambem a dificuldade do Inter quando o Grêmio adiantou a marcação com a boa entrada do Hugo (acho que está merecendo uma continuidade no time titular pelo empenho e interesse que vem demonstrando, além de oferecer esta variação do ala pela esquerda). Parabéns pelo blog, André.

  • Luís diz: 3 de maio de 2010

    O principal tu não comentou: a substituição de um centroavante (Walter) por um meia (Thiago Humberto) no segundo tempo, quando o Fossati enterrou o Inter!

  • Gabriel diz: 3 de maio de 2010

    Boa análise.

    Seria possível fazer uma análise das táticas individuais dos volantes gremistas nos ultimos jogos? Eu entendo que W. Magrão e Adílson não podem jogar juntos, especialmente se tivermos um adversário minimamente qualificado e que realmente busque atacar. Ambos pecam demais no posicionamento e sempre sobem para o ataque sem dar uma contribuição muito efetiva.

  • André Lage diz: 3 de maio de 2010

    Opa, blz? Ô Cecconi, eu não assisti esse jogo ainda, mas o que me chamou a atenção foi a indecisão do Adilson em acompanhar Giuliano ou ficar guardando sua posição em zona. Quando os atletas brasileiros serão ensinados, desde às categorias de base, a pensar e conversar dentro de campo? Isso é algo que gostaria de ver.

    Um abs.

    André Lage – batalhatatica.blogspot.com

  • Gilvan diz: 3 de maio de 2010

    Concordo contigo Cecconi. Sou colorado e admito que o Grêmio administrou atacando. Foi superior ao Inter, mas grenal é grenal. Só faço um crítica a você, este blog é para análise tática e não para corneta, então revise e bloqueie alguns comentários!!!
    Parabéns Grêmio pelo título, foi merecido!
    Abraço, Gilvan

  • Gustavo diz: 3 de maio de 2010

    Vale ressaltar que o Willian Magrão não marca ninguém, apenas cerca, portanto, não rouba uma bola. Aliás, dificilmente contribui com algo produtivo para o time e se for considerar todos os seus passes errados e as bolas que perde quando tenta conduzir, fica incompreensível sua permanência no time.

  • Fernando de Oliveira diz: 3 de maio de 2010

    Cecconi, só discordo de ti alguns detalhes. O 1º tempo foi de equilíbrio, no qual o Inter, num chute despretencioso do Giuliano da intermediária (já q não conseguia entrar na área do Grêmio), conseguiu abrir o placar. Não teve maiores chances de gol depois disso. Ainda no 1º tempo, o Grêmio teve 4 chances claras de gol q, por infelicidade e erro de pontaria, foram todos chutes em cima do Pato.

    O 2º foi de uma equipe só: o Grêmio. Dos 5 até os 40 minutos só deu Grêmio, com o Pato operando milagres no gol. O Inter não deu um chute sequer na direção do gol de Victor.

    Com certeza futebol não é um jogo de “se tal coisa” e menos ainda é um esporte justo. Mas “se” o Grêmio tivesse convertido metade das chances de gol claras q perdeu (foram 5 claríssimas o jogo todo), teria feito 2 ou 3 gols. No mais, está muito boa tua análise. Silas é um técnico de intervalo.

  • João diz: 3 de maio de 2010

    Eduardo Cecconi, como sempre as tuas análises estão vários níveis acima das bobagens que se escuta ou se lê.
    Quando algum time ganha um jogo na casa do adversário, afinal, algum mérito deve ter.
    E o Pato mostrou mais uma vez aos críticos que, mesmo que por ventura esteja em má fase, é um excelente goleiro. Quando um time tem um bom goleiro espera que ele defenda. Cada defesa que ele fez foi um gol que ele evitou. Por isso o Inter não levou nenum gol, e acabou vencendo por 1 a 0.
    Espero que neste ano se valorize um pouco mais o gauchão. Pois no fim do ano passado se dizia que, no ano do centenário, o Inter tinha ganhado APENAS o gauchão.

  • Marcelo diz: 3 de maio de 2010

    Cecconi:

    Gosto muito de seus posts mas desse tenho que discordar em alguns pontos:

    1. O Inter visivelmente não entrou pra fazer escore mas, sim, pra não perder. Fez um gol em uma falha individual de Victor e nada mais. Laterais e volantes que não passavam da linha da bola, e Giuliano meia, Taison de meia atacante e Walter como único atacante do Inter não levaram perigo ao gol do Grêmio na maior parte do jogo. A preocupação era não deixar o Grêmio jogar e, se desse, fazer os gols. Foi mais ou menos bem na primeira tarefa, mas não completou a segunda por pura falta de aptidão do esquema para o gol;

    2. Douglas teve marcação individual de Sandro sim, meu amigo. Ele tocava na bola, Sandro e mais um chegavam sempre, num meio campo onde Kléber fechava pro meio e, como indicaste no esquema, Giuliano fazia a frente, movendo do meio para a esquerda; Quando Hugo entrou no segundo tempo virou opção de passe e desafogou (um pouco) Douglas, tanto que o Grêmio jogou melhor; Aliás, sem Guiñazú, o meio do Inter foi muito melhor, mantendo as posições e colaborando muito mais com o time.

    3. O Grêmio também não teve aptidão para o ataque, mas porque entrou “meia sola”, jogando só “na boa”, amarrado pela marcação do Inter no meio. Toda a vez que Adilson e Magrão se libertavam da amarração feita a Douglas e Leandro, batiam de frente num paredão de zagueiros.

    4. Pato foi o grande nome do jogo, pois apesar de estar amarrado no meio e no ataque, o Grêmio criou onze oportunidades de conclusão e o Inter apenas cinco.

    Fossati achou um jeito de parar o Grêmio mas nunca levou perigo real de gol ao tricolor, exceto em dois chutes de média distância (como foi o gol de Giuliano). Silas mais uma vez mudou a cara do time no intervalo mas não achou um jeito de furar a parede colorada no segundo tempo.

    Por fim, jogo meio chato de muita marcação e pegada e poucas chances reais de gol. Preferi o primeiro Gre-nal, mais aberto e franco, mas se o Inter tivesse entrado aberto para tentar reverter a vantagem, provavelmente o jogo iria terminar em um empate com mais gols ou ainda, vitória do Grêmio, pois, na minha opinião, o placar foi injusto (um empate com gols teria traduzido melhor o que foi o jogo na prática).

    Abraço e continue com a qualidade deste blog!

    Resposta do Cecconi: discordo, o Douglas claramente não recebeu marcação individual. Foi acompanhado por zona, dependendo do setor, sendo acompanhado pelo Glaydson, pelo Sandro, por algum zagueiro, ou pelo Kleber. Não houve, repito, marcação individual sobre o meia do Grêmio. Abraços.

  • Gilson diz: 3 de maio de 2010

    Ceconni: o Gremio tem melhorado, no segundo tempo, em relação ao primeiro. Não será por que o Silas tem escalado mal? Nos 4 jogos( Avaí; 2 Grenais e Fluminense),o Gremio saiu jogando com o Leandro de titular e ele não correspondeu em nenhum deles. É bom jogador, mas não é meia de contenção,tipo Maylson. É meia-atacante, como Hugo ou Mithyuê. O Hugo prende mais a bola no ataque, desafogando o bate-rebate, que acontece quando o Douglas joga e é bem marcado. No Grenal eu teria entrado com o Fábio Rockembach ou o Maylson , que tocam melhor a pelota e conduzem menos a bola que o Leandro, eles fariam a ligação e ajudariam na marcação avançada ( marcaria dentro do campo do Inter, principalmente o Sandro, deixando livre o Glaydson ). Colocaria o Douglas quase como um terceiro atacante,pelo lado esquerdo, batendo de frente com a zaga do Inter, segurando mais o Edilson na marcação.Dessa forma,o Inter possivelmente, perderia o Grenal ou teria que tirar um dos zagueiros. Dessa forma, Jonas e Borges teriam mais espaço pra jogar…

  • ana diz: 3 de maio de 2010

    O inter fez o gol e mais nada (cita outra conclusão à gol, por exemplo). O Pato pegou 4 bolas à queima-roupa. E ainda teve a cabeçada do Hugo, na cara do gol, sendo que a bola picou e passou por cima. Que domínio colorado é esse? Só se é em posse de bola no primeiro tempo.

  • Antonio diz: 4 de maio de 2010

    Pois é Cecconi… sou colorado mas desta vez tenho que concordar com os gremistas. O Inter teve um bom volume de jogo no 1º tempo mas não produziu tantas chances como o grêmio. Fruto do recuo / mau posicionamento do Taison que foi mais meia que atacante. Outros detalhe interessantes: Precisando ganhar, o Fossati entra com 3 zagueiros…tudo bem, opção dele, mas ainda segura o Bruno posicionado como lateral defensivo? Por que não iniciou com Andezinho e Glaidson ocupando o setor direito? Empurraria Tayson para o ataque…Por que Eller não empurrou Kleber para o campo ofensivo? E as substituições? Humberto por Valter? E Kleber Pereira? Edu mesmo mal é melhor e mais participativo que ele. Olha eu confesso que não entendi nada do que ele queria fazer, não sei se ele também não.

Envie seu Comentário