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Roth adianta Tinga e não muda estrutura tática

22 de julho de 2010 31

Ao contrário do que se previa antes da partida contra o Atlético-MG, o técnico Celso Roth não alterou a estrutura tática com a qual o Inter havia vencido as duas primeiras partidas pós-Copa. Mesmo com o ingresso de Tinga no time titular – e dos treinos dele como apoiador em um 4-5-1 com três volantes (ou 4-3-2-1), o jogador substituiu Giuliano sem prejuízo à formação dos bons resultados recentes.

Com Tinga, o Inter venceu o Atlético-MG utilizando-se do 4-5-1 com dois volantes e três meias ofensivos (ou 4-2-3-1). De camisa 11, o voluntarioso predador colorado ocupou a faixa central da segunda linha do meio-campo, tendo nas meias-extremas os jogadores de pés invertidos – canhoto D’Alessandro na direita, destro Taison na esquerda. Sandro e Guiñazu alinharam-se na primeira função.

A presença de Tinga privilegia a estratégia de posse de bola e trocas de passes com aproximações elaborada por Celso Roth para o Inter. Participativo e qualificado na execução dos passes curtos, Tinga transitou de lado a outro, sendo responsável pelo controle da posse a partir das viradas de pé em pé. Tinga apareceu na esquerda, quando triangulou com Kleber e Taison; na direita, trocando passes com D’Alessandro e Nei; e pelo centro, com Alecsandro, Guiñazu e Sandro.

Roth encaixou a característica do atleta à estratégia que aplica ao seu 4-5-1. Aliás, este é o principal mérito que vejo no treinador colorado: reconhecer as virtudes do elenco e buscar um sistema tático e uma estratégia adequados a elas. De nada adiantaria Roth impor um desenho tático que não aproveitasse o que os jogadores têm a oferecer – como tentou fazer Fossati com os três zagueiros e seis meio-campistas de sucesso da LDU. Ele chegou ao Beira-Rio e constatou: há meio-campistas de bom nível sobrando. O que fazer? Abrir espaço para o maior número deles, elaborando uma estratégia que valorize a posse de bola, o passe curto e preciso, e a movimentação constante de todas as peças. O Inter faz isso há três jogos. Méritos totais de Celso Roth.

Ontem também caiu um mito. Sobre a suposta irresponsabilidade tática de Guiñazu. Cholo calou os críticos atuando como volante pela esquerda, ao lado de Sandro, na primeira linha do 4-5-1. Sem um “volante da sobra”, ou um zagueiro da sobra protegendo, Guiñazu foi obediente ao posicionamento inicial exigido por Roth, combatendo à frente da linha defensiva, fazendo a cobertura de Kleber, e ainda apresentando-se ao apoio – sempre na sua área de atuação, sem desguarnecer a equipe. Sandro, para compensar, permaneceu mais fixo.

Outros jogadores também demonstraram abnegação tática sem a bola. Taison e D’Alessandro foram verdadeiros meias-extremos, marcando pelos lados o avanço dos laterais adversários. O argentino, camisa 10, foi visto afastando bola na área colorada no segundo tempo. Empenho que não compometeu a transição ofensiva do Inter, quando todas as linhas avançavam em busca da ocupação de espaços no campo adversário.

Quem melhor explica a estratégia de bola no chão, passes curtos, linhas adiantadas e movimentações constantes dos meias é o próprio Inter. No primeiro gol, Tinga toca para Taison, que lança Alecsandro; no segundo, Sandro aciona Guiñazu, que encontra Alecsandro. Dois gols, quatro meio-campistas tocando na bola, na intermediária ofensiva.

Comentários (31)

  • Luís Felipe diz: 22 de julho de 2010

    Cecconi, te considero um sábio na parte tática, mas acho que tu anda muito viciado no esquema 4-5-1. Em muitos momentos da partida o Inter parecia ter um velho 4-4-2 bem definido, com Taison e Alecsandro no ataque. Especialmente na hora de puxar os contra-ataques.

    Eu considero que, se dois jogadores passam a maior parte do tempo “esperando” a bola bem em frente à linha dela e muitas vezes de costas para o gol, esses dois jogadores são atacantes. É verdade que Taison esteve posicionado na linha dos 3 meias enquanto o time estava com a bola muitas vezes, mas era ele quem puxava os contra-ataques e nem sempre, caindo pela ponta – muitas vezes, pelo meio campo mesmo, na posição que tu coloca ser do Tinga.

    Essa formação que tu colocou foi bem visível no primeiro tempo, mas no segundo, houve muita variação, especialmente com o Taison ocupando o lugar de segundo atacante. Eu concordo com muito do que tu escreveu, mas ontem não vi um 4-5-1 tão bem definido como nos outros dois jogos.

    Resposta do Cecconi: Luis, discordo desta viciação. Pelo contrário. Sou o maior combatente desta viciação coletiva. Falo sozinho que a Holanda joga no 4-3-3, enquanto todos dizem 4-2-3-1. Falo sozinho que a Espanha joga no 4-1-4-1 enquanto todos chamam de 4-2-3-1. Mas ontem o Inter, para mim, foi claramente 4-2-3-1, nos dois tempos. Com movimentação dos meias pelos lados, trocas de posições, mas sem variar o sistema tático. Olhei análises de outros cronistas e todos estão na mesma linha. O próprio Roth falou ontem que jogou no 4-2-3-1. E vale lembrar uma coisa: cumprimento de função não é variação tática. Taison avançar não fez dele um atacante, mas sim um cumpridor de uma tarefa da meia-extrema, como fazem os wingers ingleses. Exemplo que eu sempre uso: um lateral apoiador não vira atacante, apenas cumpre função. Abraços.

  • Luis Garibotti diz: 22 de julho de 2010

    Eduardo, uma pergunta, como ficaria esse sistema com Sóbis e sem Sandro (após a Libertadores)?

    Ficaria no 4-4-2, sendo o meio em losango (Wilson Mathias, Tinga, Guiñazu e D’Ale)?

    Obrigado.

  • Aline Silveira diz: 22 de julho de 2010

    Análise perfeita, Edu!

  • Jair diz: 22 de julho de 2010

    E terminando no centroavante… Será que finalmente teremos centroavante no nosso time, Cecconi? Até isso Roth terá conseguido?

  • Felipe C. diz: 22 de julho de 2010

    Cecconi, te avisei antes do jogo…
    Olha aí o meu post no teu anterior:

    Felipe C. diz:

    21 de julho de 2010 às 12:30 am
    Posso me enganar, mas Tinga não era mais volante nem em 2006.
    Tanto que na decisão do gauchão daquele ano, Abel o colocou como 2º homem e foi um fiasco.
    Ele fica muito mais próximo dos atacantes do que dos defensores.
    Chega a todo momento na frente e desde aquela época é mais adiantado do que terceiro homem de meio campo.
    Portanto, continua o mesmo esquema.
    Mas vamos ver o que ele fará com Taison – aí sim pode mudar.

    Resposta do Cecconi: Felipe, a questão não era o passado, eu nunca levo isso em consideração. Nos treinos Roth sempre usou Tinga como apoiador pela direita no 4-3-2-1. Eu não estava achando que ele seria volante, mas sim informando o posicionamento que ele cumpriu nos treinos. Abraços.

  • William Vidal diz: 22 de julho de 2010

    Deu gosto de ver o inter jogar ontem. Dominou a partida. Cecconi, concordo com tudo que escreveu. Fiquei feliz em ver o Dale voltando para marcar!!!

  • Felipe diz: 22 de julho de 2010

    Perfeita a análise, Edu! Discordei quando você falou que com a entrada de Tinga o Inter jogaria com 3 volantes, até por que não considero o tinga um volante e sim um meia com capacidade de marcação e articulação. Apostei que o Roth manteria o esquema, com Tinga centralizado, e foi o que aconteceu. Acho que este é mesmo o melhor esquema para o Inter, que tem no meio de campo os seus jogadores de maior qualidade. Realmente perfeita a análise, foi exatamente o que eu enxerguei. Assino embaixo, sem tirar nem pôr.

  • Luís Felipe diz: 22 de julho de 2010

    eu esperava essa resposta, por isso faço uma nova pergunta: o que tu considera um atacante?

    um jogador que atua de costas para o gol? um jogador que espera a bola sempre em frente da linha?

    eu consideraria Taison um atacante no segundo tempo de ontem porque sua posição natural era mais próxima do gol, assim como consideraria, p.ex, um Paulo Nunes ou Fabiano atacantes nos anos 90, embora eles fossem considerados “meias extremos” em 2010.

    Resposta do Cecconi: Luís, já esclareci algumas vezes aqui os critérios teóricos para definir a posição de um jogador. Levo em consideração o posicionamento inicial, a área de atuação, as funções desempenhadas, e a marcação desempenhada. Taison, na soma de todos esses fatores, foi meia-extremo ontem. Fabiano era atacante, Paulo Nunes era atacante, e assim são considerados ainda hoje. Taison jogou ontem na meia, de acordo com os critérios teóricos que eu uso. Abraços.

  • Lauro diz: 22 de julho de 2010

    Eu vi a Espanha jogando ontem. Se continuar assim, nao tem pra ninguem!

  • Tinho Costa diz: 22 de julho de 2010

    Eu concordo bastante com o que você escreveu, mas achei que no segundo tempo, com o Tinga meio cansadão, naturalmente, houve uma acomodação do esquema tático para 4-4-2. Eu ainda penso que D’Ale não é o cara certo para o time e que Alecsandro produz mais quando fica mais adiantado, sem vir buscar jogo na intermediária.
    Outra coisa: Taison migrou muito porque achou mais facilidade para jogar no lado esquerdo e ficou por ali um tempo demasiado, prejudicando as jogadas por intermédio do Nei-Tinga-D’Ale; achei que faltou apresentar-se mais avançado, caindo pela meia para forçar a saída dos volantes do Atlético e abrir a defesa na direita.
    O time do Atlético é uma colcha de retalhos sem costura; mas deve crescer mais adiante. O jogo da volta em Porto Alegre deve ser outra coisa, completamente diferente.
    Assistí depois Grêmio x Vasco. Impossível analisar, a chuva empatou um jogo que poderia ser um belo espetáculo.

  • Leonardo da Rocha Botega diz: 22 de julho de 2010

    Cecconi,
    A frorma como o Inter jogou ontem me pareceu com o jogo da Holanda, um 4-2-3-1, com pés invertidos, D’Ale na direita e Taison na esquerda, porém menos agudos, na direita D’Ale abria espaço para o Nei chegar no fundo, diferente do que o Robin fazia (até por que na Holanda os laterais não avançam até o fundo). Também diferencio a mobilidade do meio campo e o revesamento na armação, tanto Tinga, como D’Ale e até mesmo o Taison apareciam armando o jogo, já a Holanda sobrecarregava o Sneidjer.
    Abraços e parabémns pelas sempre brilhantes análises.

  • Filippe diz: 22 de julho de 2010

    Fala Cecconi,
    primeiramente, gostaria de parabenizar teu trabalho. Muito bom o blog, sempre me interessei por esse tipo de análise tática que tu fazes aqui.

    Te pergunto uma coisa: tu não achas que o Inter melhorou depois que mudou do 4-3-2-1, para o atual 4-2-3-1?

    Antes os três volantes “trancavam” demais o time, e não conseguiamos atacar com qualidade… Embora o Tinga seja volante de origem, ele pode fazer muito bem essa função de ontem mais avançada.

    O Taison está muito bem como atacante recuado pela esquerda, mas acho que o Sóbis vai ocupar esse lugar…

    Abraço,
    Filippe.

  • Diego diz: 22 de julho de 2010

    Tudo bem que o Tinga é um GRANDE jogador. Mas e o Giuliano??
    Ano passado ele era a alma do time do inter, e esse ano na minha opinião, ao lado do Sandro e do Bolívar, vinha sendo o jogador mais regular do inter. É justo ele ser sacado assim da equipe?

    Quando o Sóbis estiver 100%, ele deve entrar no lugar do Alecsandro, eu recuaria um pouco o tinga, colocaria o Guiñazu na primeira função, mais a frente o Giuliano, D’alesandro, e Taison(Marquinhos). Fazendo com que Tinga e Giuliano alternem momementos ofensivos, afinal, o Giuliano já jogou como ‘volante’ no inter.

    O que tu acha?

  • ze diz: 22 de julho de 2010

    Na boa. não sei, espero que isso dure muito tempo. Pra mim o Alecsandro só precisava de um cara que fizesse o meio abastecer ele. E isso o Roth ta fazendo. Antes o Alecsandro se quizesse tocar na bola tinha que voltar até a intermediária e nunca tava na área… Agora as coisas estão se encaixando. Méritos do Cersão que reconhece o potencial do jogador.

  • Rafael diz: 22 de julho de 2010

    ótima análise,

    porém só discordo quando diz que o Tinga atuo adiantado, ele atuou na dele, como vinha atuando no Borussia, na segunda linha do meio campo.

  • AB diz: 22 de julho de 2010

    extremamente importante a ressalva sobre o guina, que fez uma excelente partida, assim como todos do meio campo. e de ressaltar que, além dos citados, ambas as jogadas dos gols passaram também pelos pés de outro meio, o dale.

  • Angelo Zan diz: 22 de julho de 2010

    Cecconi, bela análise.

    Agora, com o ingresso de Sóbis e sem Sandro (como pergunta o Garibotti), somente teríamos as alterações básicas (Mathias ou Glaydson no lugar de Sando e Sóbis no lugar de Taison), ou vale a pena mudar a tática para termos dois atacantes com Sóbis compondo o ataque?

    Abraços

  • AILSON GAMARRA diz: 22 de julho de 2010

    Veja Cecconi, Fossati usou Dale na meia direita no Grenal e todo mundo disse que o inter perdeu o jogo por causa disso, foi só no que se falou, pq tirou o camisa 10 do jogo tal e coisa… agora ele jogando nessa posição foi bem… Alecssandro criticado agora vai bem… Taison problemática virou solução pra meia-extrema…isso tudo é dedo do técnico, dar ao time a forma certa de atacar, defender, fazer as transições, movimentar… Fossati dizia “façam ISSO” e pronto… Roth, com a parada da copa, teve tempo de fazer ao contrário, teve tempo de dizer “façam ASSIM” e de treinar e ASSIM, essas sistemáticas… o exemplo claro de tudo isso é Guiñazu…Guiñazu só corria a toa igual barata tonta, pq ninguém sabia o que fazer em campo, ele tinha que cobrir todos os espaços… agora, com cada um sabendo o que (e como) fazer em campo, ele pode cumprir o seu papel na íntegra, sem precisar cobrir buraco dos outros.

    Resposta do Cecconi: Ailsson, não entendi bem. Mas Fossati teve mais tempo que Roth. Foi quase um mês de pré-temporada em Bento, indicou os reforços, recebeu, treinou com mais de 20 dias sem jogos, e ainda teve 6 meses para corrigir os problemas. Tempo realmente não faltou ao Fossati. Abraços.

  • AILSON GAMARRA diz: 22 de julho de 2010

    Aliás, você viu a declaração do Muricy? Mais ou menos nestes termos, ele disse: “Futebol é muito simples, quando tem a bola, saber atacar, quem vai atacar, como vai atacar, quem vai cobrir, quem vai ficar pra sobra… quando o outro recupera a bola, saber como vai recompor, quem vai recompor, como vai marcar, pressão alta, meia pressão, atras da bola… fora isso é bobagem”… Foi simples, até coloquial, mas foi bem claro, o técnico tem que armar isso aí, ataque, defesa, transição, ou seja, ESTRATÉGIA, além da tática claro, fora isso, é balela.

  • Daniel Colorado diz: 22 de julho de 2010

    “Pouco importante” o Tinga nesse nosso time, hein?

  • Lucas diz: 22 de julho de 2010

    o intern so falta tirar nei e sandro do time pra ficar perfeito. tb seria melhor trocar d’alessandro e taison de lados

  • anderson diz: 22 de julho de 2010

    o esquema é bom e os jogadores estão bem colocados dentro dele.
    tirar o taison seria um pecado, não dá pra tirar o cara só porque tem menor grife.
    hoje, por justiça, quem sairia para a entrada do sóbis seria o d’alessandro, ficando assim com sandro, guiñazu, tinga, rafael sóbis e taison.
    acho que o celso deve colocar o sóbis no lugar do tinga – suspenso – contra o são paulo, a partir daí vai se definindo o 11 definitivo com base no desempenho dos jogadores, quem jogar menos vai pro banco.
    contra o são paulo eu iria de renan, nei, bolivar, indio, kleber; sandro, guiñazu, rafael sóbis, d’alessandro e taison; alecsandro.
    o elenco está realmente muito forte, temos excelentes peças no banco de reservas e até fora do banco.

  • Flavio diz: 22 de julho de 2010

    Alecsandro fez dois gols ontem, mas é preciso considerar dois detalhes: Foram gols que Rafael Sobis faria com um pé nas costas, e para completar, foram contra a pior defesa do campeonato. Alem disso, ele teve ao menos outras duas chances claras de gol, que Rafael dificilmente desperdiçaria.

    Considerando que Taison tá voando e se tornou peça fundamental na ligaçao com o ataque, Alecsandro deveria inevitavelmente sair para o time melhorar. Sóbis nao pode desempenhar a mesma funçao de Taison simplesmente porque é um atacante agudo, e nao um meia atacante.

    Só pra lembrar, a defesa do SPFC é anos luz melhor do que a do Atletico. Essa má fase do SPFC nao me ilude para os confrontos que virao.

  • Diego diz: 22 de julho de 2010

    Ah, sim. Meu comentario foi feito, tendo em base o time APÓS A SAIDA DO SANDRO!

  • Felipe diz: 22 de julho de 2010

    Perfeita a análise.
    Alecsandro fez 2 gols difíceis ontem!! Vão continuar a chama-lo de Alecone???
    Gostei muito do volume de jogo proporcionando chegadas rápidas ao ataque. Só foi prejudicado pelo campo pequeníssimo de gramado ruim!!! Quero ver esse time jogando no Beira Rio!!!!!!!

  • daniel diz: 22 de julho de 2010

    acho que o inter deveria jogar com dois atacantes

  • TK diz: 22 de julho de 2010

    4-2-3-1 depende de muita movimentação dos jogadores da segunda linha. Ter dois jogadores para a mesma posição não é nenhum problema… e é sempre bom ter gente mais rápida para fazer substituições de impacto. Holanda e Espanha sempre faziam isso :).

  • Rui diz: 23 de julho de 2010

    Tudo muito bonito… só tem um problema, não sei se o Tinga tem a visão de jogo como a de um 10 classico para exercer a função jogando centralizado, mas…

  • LINCOLN BIANCONERI diz: 23 de julho de 2010

    Cecconi,
    Poucos sabem realizar análises táticas tão bem quanto voce, porém como apreciador de futebol, eu ficaria ainda mais feliz se voce pudesse realizar análises de um maior número de clubes (não apenas focar em Gremio e Inter do RS).
    Sou santista e tambem torcedor da Juve da Itália, por isso gostaria de mais análises de times de outros estados e sobretudo europeus (com a ressalva que a temporada européia ainda irá começar).
    Sei que é um jornalista que trabalha no RS… mas pense no caso, voce tem potencial para ser um grande jornalista de projeção nacional.

    Agradeceria demais a sua resposta com relação a esses meus comentários.

    ABÇS

  • Guilherme Maciel da Rosa Barbosa diz: 24 de julho de 2010

    Guardadas as proporções,é parecido com a Espanha.

    Sei que tu considera a espanha como um 4-1-4-1 mas os jogadores desempenham as mesmas funções.

    Sandro (Busquets )

    Guiña (Alonso)

    Tinga (Xavi) – Talvez não tão parecidos.

    D’ale ( Iniesta)

    Taison/Sóbis ( Villa)

    Isso considerando que a Espanha jogue com Torres na frente.Mas comparar o Alecsandro com o Torres,mesmo comparando APENAS a função tática,chega a ser ridículo.

    (Deu pra notar que sou fã do Torres e que não gosto do Alecsandro?)

  • Preleção » Arquivo » Inter tem boa perspectiva pelos lados contra o São Paulo diz: 27 de julho de 2010

    [...] Mesmo sem Tinga, Celso Roth deve manter o 4-5-1 com dois volantes e três meias ofensivos (ou 4-2-3-1). Para substituir o armador central, candidatam-se Giuliano e Andrezinho, jogadores de características diferentes – o primeiro mais ágil e dinâmico, o segundo mais cerebral e organizador. Saibam mais sobre este sistema clicando aqui. [...]

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