Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Atribuir funções ao craque dá resultado

30 de agosto de 2010 14

Duas entrevistas recentes oferecem ao blog Preleção bom material para debate sobre teoria tática aplicada à prática. Ignorem, portanto, os nomes envolvidos, porque o post de hoje não se trata de uma comparação. Confrontar jogadores em momentos tão distintos soaria até injusto. Estão em questão os conceitos envolvidos.

Assim que chegou ao Grêmio, Renato Portaluppi falou que Douglas e Souza não precisam marcarlembrem aqui. A ideia do treinador gremista é desonerar os meias-articuladores da equipe, concedendo liberdade para que mantenham o posicionamento, sem desgaste, servindo de referência aos demais companheiros na transição ofensiva. A premissa é clara: craques precisam de liberdade para criar.

Mesmo com este privilégio, nenhum deles subiu de rendimento. Douglas e Souza seguem contribuindo pouco quando a equipe tem a posse de bola. E, na transição defensiva, abstêm-se do combate, sobrecarregando os volantes e vulnerabilizando a linha defensiva.

Celso Roth, no Inter, alterou o posicionamento de D’Alessandro. O meia argentino deixou de ser um enganche (articulador central) e desempenha agora a tática individual do meia-extremo (ou externo, como ele mesmo denomina) – leiam nesta entrevista. O treinador colorado retirou D’Alessandro da faixa central, onde ele era refém dos volantes, e levou-o a uma faixa mais incisiva do campo – o lado direito, onde pode trazer a bola para a preferencial canhota, e dali concluir ou armar jogadas. A contrapartida é a obrigação de acompanhar o lateral adversário, uma função muito mais complexa do que bloquear volantes centralizados.

D’Alessandro tem mais atribuições: ocupa uma faixa de campo mais extensa; com a bola precisa se movimentar com maior intensidade; e sem a bola precisa marcar um jogador de maior mobilidade. Vai da linha de fundo adversária à própria área, enquanto antes mantinha-se restrito a uma pequena região centralizada.

Resultado: D’Alessandro melhorou. E levou o Inter consigo. A mudança de posicionamento elaborada por Celso Roth elevou ao mesmo tempo os rendimentos do meia argentino e da equipe. D’Alessandro foi decisivo nos jogos pós-Mundial na conquista da Copa Libertadores 2010, e recebe a justa recompensa da convocação à seleção argentina.

A conclusão – julgando possível aplicar estes dois exemplos ao contexto da teoria tática – é lógica: exigir o cumprimento de funções complexas faz bem para os craques. D’Alessandro admite que não gosta de marcar, e que é muito mais difícil ser winger do que enganche. Mas o próprio desafio de se mostrar capaz do cumprimento da nova tática individual o leva a se estacar. Ele foi retirado da confortável missão de apenas jogar com bola no pé, e cercar volantes que pouco se movimentam – região e função defendidas por Renato Portaluppi nos casos de Souza e Douglas.

Jogadores de exceção não deixam de ser jogadores. Contar com eles também não significa ignorar a essência coletiva do futebol. Craques são capazes de desempenhar funções complexas, com a bola ou sem ela. São capazes, e devem cumprir. O conceito liberal “a concorrência leva à excelência”, no futebol, pode ser adaptado facilmente para “a exigência leva à excelência”. Não há mais espaço para exclusivos solistas. Cada um precisa carregar o próprio piano para tocá-lo.

Comentários (14)

  • Aquiles diz: 30 de agosto de 2010

    O contrário também é verdadeiro. Fazer o que estão fazendo com o Messi na seleção é um crime. No barcelona ele é atacante, e acaba de se tornar o terceiro que mais fez gols com a camisa do barça, jogando lá na frente. Na argentina o “técnico” Maradona pôs ele de armador, jogando atrás dos atacantes, longe da área, com o fominha do Tevez que não faz uma jogada combinada, uma burrice. O novo treinador da Argentina que arrume um armador, que seja o D’alessandro, e que permita ao Messi jogar aonde ele rende melhor, no ataque.

  • claudio roberto diz: 30 de agosto de 2010

    D’alessandro é um craque. de time grande da europa. está aqui mostrando seu genialismo para os colorados e brasileiros que admiram o futebol arte. D’alessandro merece o inter e vice-versa.

  • Cristiano diz: 30 de agosto de 2010

    Olá Cecconi, acho um tanto exageradas certas sentenças que tem sido ditas, nas últimas semanas, proveniente mais dos resultados e das fases dos times. O Dalessandro, que é um jogador diferenciado, está numa fase exuberante e, com acréscimo de vitalidade e qualidade no meio-campo (tinga e/ou juliano), o futebol dele cresceu muito. Senão me engano, ele jogou varias vezes com essa função de extremo na época do Tite. O souza não está proibido de fazer essa função pela direita, dentro de sua capacidade de improvisação de jogadas e individualidade, se estiver bem e com disposição para marcar a saída do lateral. Acho que coisas que tem sido ditas do tipo “jamais douglas e souza juntos” são exageros, até porque não são de mesma característica. Atualmente, claro, não é a melhor opção, por que o meio-campo não está equilibrado. Não acredito que tenha técnico ainda hoje que diga para seu “craque” não marcar ou liberá-lo totalmente de funções outras. A questão é que não adianta somente os craques se “doarem” se o time não acha o equilíbrio na marcação e as ‘porteiras’ lá atrás estiverem abertas, e ainda assim vão culpar os melhores jogadores.

  • Paulo Kupstaitis diz: 30 de agosto de 2010

    Dar a função é uma coisa e executá-la é outra. Cabe ao técnico saber explorar as potencialidades dos seus jogadores e à inteligencia dos jogadores executarem o que foi pedido. Só que a maioria dos jogadores não entende o que lhes é pedido ou não cumpre porque está acima do peso ou não quer cumprir por não achar importante. Daí o diferencial de ser jogador comum e ser craque. Craque não é qualquer um. Muitos querem ser mas não conseguem. Ser craque é ser genial com a bola e sem ela. Saber o que fazer com a bola sob pressão e sem pressão. Prever o jogo, antever um momento de gol. Isso faz um craque. Coisa rara hoje em dia.

  • Lucas diz: 30 de agosto de 2010

    Vai devagar Cecconi. Tu bem sabe que tática de futebol não é operação matemática. Tudo envolve o executor, uma pessoa. O executor deve estar apto para tarefa a ser executada. No teu post, pela forma que escrevestes, dá para pensar que tu acredita que craques (demaneira geral) rendem mais quando são obrigados a marcar em uma grande faixa de campo.

    Cuidado! Não dá para generalizar.

    Douglas e Souza não jogariam na função do D’Alessandro, pois não possuem velocidade para isso e não possuem drible longo.

    Douglas e Souza possuem características de armadores. Bom passe (curto e longo), criatividade e visão de jogo. Mas lhes faltam características de meias-extremos (velocidade, profundidade e penetração), com exceção do chute.

    O D’Alessandro é um cara versátil, pode jogar nas duas funções, mas isso não acontece com o Douglas e com o Souza, que só jogam de meias ofensivos (não meias extremos).

    Eu já disse algumas vezes: Souza e Douglas não podemo jogar juntos pois ambos recuam na linha da bola para armar e tiram o profundidade do time, não contribuindo sua escalação conjunta nem para dar mais ofensividade ao time e nem para melhorar a marcação. É como se o Grêmio tivésse um a menos em campo.

    Igual situação ocorreu com o Fluminense contra o SP. Jogou com Conca e Deco e eu disse que isso ia acontecer. O time foi pior que o SP, perdeu o meio campo apesar de ter 6 homens lá (jogou no 3-6-1) e o centroavante ficou completamente isolado, apesar do esforço dos dois meias. O Flu só melhorou quando o Muricy colocou um atacante a mais e pressionou o SP por jogar em casa (que perdeu bons contra-ataques).

    Voltando ao post. Não acho que o crescimento tenha haver com a marcação em maior ou menor grau que faça o jogador, mas sim o bom ou mal aproveitamento de suas características. O D’Ale joga nas duas funções e já teve fases fantásticas nas duas posições.

    Ele sempre foi um cara que oscilou muito, antes de fazermos uma análise definitiva sobre o seu aproveitamento temos que esperar mais. Lembre que faz poucos jogos que o Inter joga neste sistema.

    TO ESPERANDO O POST COM O DESENHO DO GRÊMIO NO 4-4-2 COM O MEIO EM LOSANGO (muitos seguidores do blog solicitaram). Já até dou o time: Víctor; Gabriel (lateral apoiador), Vílson, R. Marques e Neuton (lateral base); Adílson (vértice defensivo), Rocka e Maylson (fazendo o vai-e-vem) e Dougls (enganche); Jonas (deslocado para esquerda compensando o pouco apoio do Neuton) e Borges (referência).

    Resposta do Cecconi: Lucas, tu entendeu errado. Eu pedi no início para não se comparar os nomes dos jogadores, mas os conceitos envolvidos. E eu não disse para o Souza ou o Douglas serem extremos. Eu defendo que o “craque”, como qualquer jogador, tenha atribuições – e que isso o ajuda a se destacar. Seja por dentro, seja pelo lado, mas que tenham atribuições também para ele. Reitero (dá uma conferida no primeiro parágrafo) que não há intenção de comparar D’Alessandro com Souza ou Douglas – o que seria injusto, até. Abraços.

  • Arnoldo diz: 30 de agosto de 2010

    Mas se tu pegar craques que são ponta de lança em boa fase tipo o Riquelme em 2007, Zidane em 2005/2006, Kaká em 2008/2009, Ganso 2010, Djalminha… Todos são pontas de lança que jogam entre volantes e q não marcam ninguém mas que decidem, são craques.
    Se tu, por exemplo, colocar o Valdívia numa faixa lateral de campo ele pode não render aquilo que todo mundo sabe que ele rende, mas ele rende porque decide e por isso joga entre os volantes sem marcar ninguém.

  • Roberto diz: 30 de agosto de 2010

    Eu escalaria o Douglas como o P. H. Ganso joga no Santos. Douglas sairia do campo do Grêmio, do meio dos volantes, sempre de frente para o ataque, para lançar bolas infiltradas a quem vem de trás, não para quem já está dentro da área. Estes ficariam com a tarefa de concluir os cruzamentos e passes feitos por aqueles. Quanto ao Souza, acho que seria melhor aproveitado aberto na direita, com a responsabilidade de marcar o lateral/ala adversário.

  • Robson diz: 30 de agosto de 2010

    Jogador craque e diferenciado tem uma diferença fundamental:um cresce quando tem espaço para jogar e o outro cria o espaço.
    D’alessandro depende do time para render.
    Ele é o cara do penúltimo toque,o que dá o passe para a assistência.
    Ele não prossegue com certas jogadas porque falta-lhe velocidade sim,se fosse rápido,o gringo seria de fato um craque.
    Mas,ele não está fixo nesta faixa de movimentação,ele flutua no campo cecconi,é a preferencial do roth para ele,mas ele tem que se movimentar intensamente pelo ataque para não ficar vitmado por uma marcação corpo-a-corpo,onde pesão sua falta de imposição fisica e velocidade.
    Por isso,a atribuição de winger no caso dele acho até incorreta,porque winger tem uma faixa do campo limitando sua movimentação,d’ale não,e por isso flutua pelo campo.
    Ele tem compromissos em acompanhar o time ,todos voltam para marcar no esquema de roth,e isso faz ele recuar tambem.
    Como pode observar,contra o botafogo,ele desenvolveu jogadas por ambos os lados.
    Enquanto o winger real de roth ficou fixo numa faixa de campo,o sóbis.
    Então,ele fica sobre esta faixa para fugir da marcação direta dos volantes,e ele não tem posição fixa ,porque o numero de componentes do meio permite ele flutuar.
    Ele se comporta como um diferenciado hoje,mas é porque o time ajuda,e o roth arrumou um jeito de ele arranjar espaço para jogar,o que ele não tinha desde a saída de nilmar e alex,que levavam uma linha de defesa junto com eles aonde iam.

  • João Carlos diz: 30 de agosto de 2010

    Edu se compararmos o 4-2-3-1 do Inter com o da seleção holandesa na última copa tem uma diferença interessante: o Kuyt e o Robben são atacantes que jogam de extremos e o Sneijder com características de armador (como o D´Ale) joga centralizado servindo aos demais e chegando pra concluir. Ou seja, na Holanda o armador está centralizado, com mais amplitude de campo para construir para os dois lados (o que seria mais lógico), ao contrário do Inter onde o principal pensador está teoricamente mais deslocado para a direita e em tese reduzindo a área de atuação (o Roth já afirmou que ele fica mais fácil de ser marcado pelo meio). Isso me reforça a idéia de que o jogador chave neste sistema do Roth é o Tinga pela sua capacidade única de reter a bola, avançar, triangular e sem a bola exercer marcação efetiva sobre o adversário. O que me preocupa no Inter neste esquema é a pouca capacidade de conclusão. Comparando com a Inter de Milão do Mourinho na temporada 2009/2010 temos o Millito com 28 gols marcados, o Eto´o com com 14, o Sneijder com 7, o Maicon com 8, Cambiasso 4 sem mencionar o Balotelli que foi vendido. No Inter o grande artilheiro é o Alecsandro e o resto está muito abaixo sendo que ainda perdemos o Taison. Por isso me parece que o jogador com melhor perfil pro lugar do Taison é o Giuliano em função de colaborar na criação e na sua capacidade de fazer gols, embora não seja artilheiro. O Sóbis seria o ideal (como segundo goleador, assim como o Eto´o é lá) mas está muito aquém dele mesmo e até entrar em forma (será que ainda este ano?) teria que esperar pq o Tinga também faz poucos gols assim como o D´Ale. Lógico que o esquema tático e a mecânica de jogo é que vão tirar o melhor de cada atleta e dar espírito de equipe, mas faro de fazedor de gol é algo fundamental para as vitórias, não te parece?

  • Admir José Gomes diz: 30 de agosto de 2010

    Funções só funcionam em condições amplamente favoráveis, e tendo jogadores que compensem tanto fisicamente como técnicamente: O jogador colorado é favorecido pela intensa movimentação de Guinhasu e Tinga. Essa dinâmica estabelecida permite que a zaga seja protegida, que os laterais se projetem e assim possam chegar e auxiliar os atacantes.
    No caso do Grêmio falta essa qualidade defensiva, nem Adilson e muito menos William Magrão posseum a entrega, movimentação e condições técnicas de passe qualificado. Ou defendem bem, ou tentam sair jogando, arrastando a bola, ao invés de buscar o toque curto e a insistência de buscar a bola a todo custo. Quem razovelmente faz isso é o Maylson, que tem chegada na frente também. Mas esse jogador parece não ter vez com Renato.
    O time com o acréscimo de Gabriel e tendo Lúcio em forma pela esquerda, poderia fazer um arranjo buscando ter mais poder de conclusão. Teria de jogar com Adilson, Maylson, W.Magrão e Douglas, ou Souza; Adilson e Maylson se revezariam na cobertura dos alas e Magrão ficaria mais centralizado, podendo avançar como elemento surpresa, ele ou Maylson.
    Como se vê, Renato tem outra visão, ou ao menos passou isto até o momento. Ao Grêmio falta a vitalidade do meio campo. E essa vitalidade seria através de Adilson e Maylson. Acho que o técnico Renato ainda não se dispôs a testar esse jogador. É por isso que Douglas e Souza não deveriam jogar juntos no meio. Souza seria um ótimo ala pela direita, mas agora o Grêmio tem Gabriel. No momento que o Renato se der conta desse detalhe, o Grêmio passará a ser um time com dinâmica de jogo, ligação pelo meio e forte apoio pelas alas.
    Não sei o porquê dele preterir o Maylson e Adilson juntos, mais o W. Magrão um pouco mais à frente.

  • Joao Carlos diz: 31 de agosto de 2010

    Caro Cecconi,

    Porque o Renato não testa o Gremio com o Souza em um tempo e o Douglas em outro, revezando, uma vez um começa outra vez o outro começa a partida? Assim teriamos:

    - 2 bons jogadores com gás em ambos os tempos.
    - Melhora no poder de marcação do Gremio em ambos os tempos (pois seria apenas 1 não marcando).
    - Dificultaria a marcação do adversário, pois quando se acostumam a marcar um com certas características, entra o outro com características diferentes.

    Que te parece? Não vale a pena tentar?

  • Ailson diz: 31 de agosto de 2010

    Parabéns Cecconi, mais uma vez brilhante. Vou dar um exemplo de que craques também são abnegados e aplicados: quando Renato disse no Flamengo que não ia marcar o lateral adversário, quem foi que disse “deixa que eu marco”? Zico, pra mim o maior da história depois de Pelé, o ídolo maior do time e da torcida, bateu no peito e chamou a responsabilidade, e nem por isso jogou menos. Chega de estrelões, a menos que o jogador seja um craque inigualável, um Pelé II, não tem porque receber tanta proteção a ponto de não precisar marcar. Hoje em dia todos precisam participar das transições defensivas após a perda da bola, do contrário, o time sempre vai tender ao insucesso.

  • RODRIGO diz: 31 de agosto de 2010

    Concordo com voce, gosto muito do seu blog um dos melhores da RBS, eu nao gostei nada de o Renato ter dito isso, ainda mais pra dois jogadores preguiços como e o caso do Douglas e do Souza. Entendi tua colocação e tbm vejo que nao da pra comparar os do GREMIO com o Dálessandro ate porque são caracteristicas diferentes o que voce mesmo resalta no seu blog, mas entendi a mensagem e concordo com ela, ou seja todo e qualquer jogador mesmo um jogador diferenciado PODE E DEVE excerer alguma função tática no time, que é o que nao ta acontecendo com nosso dois meias hoje do Gremio. Os dois so jogam com o bola no pé, isso e jogar com dois a menos quando nao temos a bola, ai e demais, enquanto nossos treinadores (Silas que ja foi graças a deus e Renato que recem chegou) nao mudarem isso ou seja os dois participam do jogo o tempo todo ou entao tera que sacar um deles do time e deixar no maximo um em campo , substituindo os por um volante que saia pro jogo como o Maylson, o Magrão ou coisa assim dai voltara a ter um equilibrio o time do Gremio senao continuaremos tendo os mesmos problemas que ja temos desde o inicio do ano, e nao adianta querer vir com Leandro ou Hugo que tbm ja foi pois esses tbm nao tem caracteristicas de armação e marcação, sao na verdade atacantes, opção pra o ataque e nao pro meio. o que nos deixa indigandos nos Gremistas e que todo mundo ve os erros, a imprensa, a torcidas, os comentaristas, mas a nossa direção, nosso treinadores que deveriam ser os pirmeiros a perceberm isso nao veem , ou entao veem mas por alguma motivo nao sei qual , interesse em comissão de jogador ou cois assim, interesses nao do clube estão prevalencendo pra continuarem insitindo nos mesmos erros desde o inicio do ano. é como o Fabio Santos e o Edilson, Renato agora pediu dois laterais novos, pois os dois que falei anterior nao agregam nada ao time, pois nao marcam bem, sao um desastre na marcação e umas avenidas pelas laterais, bem como nao tem qualificação pra apoiar e nao acertam um cruzamento. Ou seja nao sao bons em nada sao como patos, nao voam bem e nao nadam bem , portanto tbm nao servem e tbm nao entendo tanta insistencia neles, principalmente nesse Fabio Santos, so pode ser algum rolo por tras.

  • Antonio diz: 31 de agosto de 2010

    Oi Eduardo, gosto muito dos assuntos que tens postado aqui no blog. Particularmente neste caso acho difícil defender uma posição ( craque marca X não marca) POR QUE A DEFINIÇÃO DE CRAQUE PASSA POR EXEMPLOS DE JOGADORES. Sou fã incondicional do D’Alessandro mas não o considero CRAQUE. TALVEZ DESDE RUBEM PAZ o Inter não contava com um meia tão diferenciado, mas não é craque. E só craques podem ser liberados de funções defensivas. Ver um Zico, Platini, Maradona enfiados no entre volantes seria um disperdício de talento. Os demais que se ajustem ao esquema proposto sempre respeitando suas características e qualidades.

Envie seu Comentário