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Posts com a tag "Tática no videogame"

O 4-3-3 completo de José Mourinho

17 de março de 2010 61

Eu não sei se acho graça ou me entristeço com os internautas que se declaram aqui no blog Preleção ferrenhos opositores do Santos de Dorival Júnior apenas porque a equipe paulista escolheu o 4-3-3 como sistema tático predileto. Cheguei a ler a seguinte definição: "futebol é barro no calção". Não, rugby é barro no calção. Futebol é bola na rede. Infelizmente, a disseminação do 3-5-2 à Muricy no Brasil enrijeceu a crítica dos brasileiros. Associamos futebol à capacidade de dar carrinhos e morder as traves. Uma pena.

Ontem, José Mourinho ofereceu uma aula gratuita de 4-3-3. Foi espetacular na vitória de 1 a 0 da Inter de Milão sobre o Chelsea, quebrando um estigma recente, e passando às quartas de final da Champions League. Jogou com três atacantes e um meia ofensivo sem abdicar da segurança defensiva. Foi 4-3-3, mas não foi "faceiro" (sic). Não precisou aderir ao rugby com os pés para se classificar. Eto'o, Pandev e Diego Milito deixaram o campo com os calções limpinhos, sem barro algum. E classificados.

Reitero um argumento de José Mourinho, esclarecido no livro “O porquê de tantas vitórias”, escrito por quatro portugueses que dissecam a metodologia do técnico português. Mourinho adota, em qualquer clube, apenas dois sistemas: ou o 4-3-3, ou o 4-4-2 com meio-campo em losango - assim ele mesmo chama, e conta com meu apoio, mas podemos desdobrar para 4-3-1-2 a quem prefere as quatro faixas de campo.

Mourinho defende que o 4-3-3 é o sistema tático mais completo, por oferecer a mais equilibrada ocupação de espaços. Mas ele também se utiliza do 4-4-2 em losango por considerá-lo menos eficiente, o que obriga seus jogadores a manterem a concentração alta, compensando as falhas do sistema com aplicação e inteligência. Assim fala o treinador da Inter de Milão, conforme trecho do livro citado:

"O 4-3-3 é o sistema mais simples, e ao mesmo tempo mais completo, por apresentar a mais equilibrada ocupação de espaços no campo. Mas eu prefiro o 4-4-2 em losango porque ele gera certo desequilíbrio na ocupação dos espaços em comparação com o 4-3-3, o que exige mais concentração dos meus jogadores”.

A Inter jogou no 4-3-3 contra o Chelsea, em Londres. Teve 49% da posse de bola, e criou 13 oportunidades. O Chelsea de Carlo Ancelotti também começou no 4-3-3, com 51% de posse, e 14 oportunidades criadas. Foi uma partida muito equilibrada, e em alto nível. Ao contrário dos espelhamentos de 3-5-2, que abdicam da transição pelo chão, buscando a ligação direta, assistimos ontem a uma partida de futebol clássico. Jogado, pelo chão, com bola no pé, buscando a vitória. Sem abdicar da marcação.

Mourinho armou um triângulo de base baixa no meio-campo. Os volantes Cambiasso e Thiago Mattos guarneceram a linha defensiva, e tiveram à frente Sneijder como ponta-de-lança - ou trequartista, como dizem os italianos. À frente, o tridente ofensivo, com Eto'o pouco à direita, Milito centralizado, e Pandev na esquerda. Trio que se movimentou, variando os posicionamentos iniciais - tanto que Eto'o marcou o gol da vitória partindo da esquerda (*quando Stankovic já estava em campo, variando para o 4-4-2, o que levou Eto'o para a esquerda, conforme bem apontam os amigos nos comentários).

O balanço ofensivo se deu com Maicon e Pandev. Zanetti atuou como lateral-base pela esquerda, e Maicon teve mais liberdade para apoiar. Eto'o, saindo do lado para o meio, abria o corredor para Maicon. Na esquerda, Pandev podia ser ofensivo com a garantia da cobertura de Zanetti no setor. E a dupla de volantes protegia a frente da área, permitindo a Sneijder protagonizar uma atuação de gala na articulação.

Mas a Inter de Milão, com três atacantes, um meia ofensivo e um lateral apoiador, foi absolutamente segura na defesa. Não sofreu gol. Contou com a aplicação tática e a abnegação de todos os jogadores. Maicon, um lateral considerado ofensivo, marcou como nunca. Sneijder deu combate. O trio ofensivo recuava sem a bola, ocupando espaços. Esta é a chave: ocupando espaços.

Não existe sistema tático ofensivo demais, "faceiro" (sic). Não é preciso ter zagueiros demais, ou volantes demais, para se obter segurança. Ninguém precisa sujar o calção dando carrinho, como o tackle do rugby. Basta ocupar espaços. Os jogadores de Mourinho, bem distribuídos no 4-3-3, compactavam as três linhas e ocupavam todos os espaços possíveis entre as duas intermediárias. Assim, o Chelsea não encontrava espaços. Marcação que respeita o rigoroso posicionamento inicial de cada um.

Mourinho fala muito sobre isso no livro "O porquê de tantas vitórias". Na transição defensiva (perda da posse de bola) a equipe precisa de uma rápida organização. Contando com a agilidade na retomada dos posicionamentos iniciais sem a bola, o sistema tático 4-3-3 não se torna vulnerável. Perdeu a bola? Compacta a equipe, rapidamente, ocupando espaços e bloqueando a passagem dos atletas adversários.

Aproveito para reiterar minha incompreensão com este ódio coletivo contra o Santos. Parece uma oposição à exposição na mídia, aos apelidos, aos "Meninos da Vila", ao Robinho, às dancinhas. Isso não pode entrar em consideração em uma análise séria e criteriosa. O sistema tático precisa ser avaliado a despeito da simpatia por este ou aquele jogador. Não é proibido usar 4-3-3 no Brasil. A crítica não deve ser dirigida à inteligência e à coragem de Dorival Júnior, que se insurge contra a rugbyzação do futebol brasileiro. Mas sim ao comportamento dos jogadores que esquecem da aplicação tática em nome da soberba.

No clássico, não foi taticamente que o Palmeiras venceu o Santos. Foi na raiva. Em 40min de futebol, o Santos venceu por 2 a 0 e comprovou a competitividade do 4-3-3. Mas quando seus jogadores esqueceram do comprometimento na ocupação de espaços, e com as provocações quase inconsequentes mexeram com o brio dos palmeirenses, perderam a partida. Provavelmente, se o Santos mantivesse a intensidade de seu 4-3-3, com posicionamento adiantado, posse de bola, movimentação, e compactação sem a bola, teria vencido. Os jogadores do Palmeiras sentiram-se humilhados, e ganharam na raiva. E raiva, raramente, vence o futebol inteligente. Faltou ao Santos jogar com a aplicação da Inter de Mourinho por 90min.

Mourinho, Ancelotti e Guardiola usam o 4-3-3 respectivamente na Inter de Milão, no Chelsea e no Barcelona. Sabem fazer, sabem exigir de seus jogadores concentração, disciplina tática, e ocupação inteligente de espaços. Ninguém suja calção, e as equipes são bem sucedidas. Serve de exemplo ao futebol brasileiro, certamente, e principalmente à crítica. O Santos pode sim jogar no 4-3-3, desde que siga estes preceitos táticos. Comprometimento é importante no bom desempenho de uma equipe, qualquer que seja o sistema escolhido. E futebol, definitivamente, não é rugby.

Exhibition match: táticas para PES 2010

15 de janeiro de 2010 72

Tática para PES 10 no enfrentamento contra

Há pouco mais de um ano - no dia 09 de janeiro de 2009 - publiquei aqui no blog Preleção uma sugestão de estratégia para PES 09, mas esqueci de fazer uma ressalva: era uma tática exclusiva para enfrentamentos com o computador. Contra a máquina, é possível fazer aquele 2-6-2 que eu experimentei com muito sucesso, liberando os alas (na verdade, é um 4-4-2 com laterais avançados), porque contra o computador é possível de se jogar futebol virtual. Já contra pessoas, que conhecem e usam manhas, tem de se jogar videogame. E a estratégia precisa ser totalmente diferente.

No Exhibition Match, tenho usado uma estratégia bem britânica - o 4-4-2 em duas linhas rígidas, conforme diagrama tático que ilustra o post. Na defesa, eu posiciono alinhados quatro zagueiros. Sim, quatro CB (centre-back`s), porque dessa forma é possível parar os contra-ataques pelos lados de quem gosta de explorar as manhas da linha de fundo: ou cruzamento aéreo, ou chute cruzado ao entrar na área, ou cruzamento rasteiro para a pequena área.

No meio-campo, posiciono por dentro dois CMF (meio-campistas centrais), alinhados com dois WGF (wingforwards). Com defesa de quatro zagueiros, não é preciso ter meio-campistas defensivos, e como os laterais não apoiam, libero os wingers para ter a jogada dos lados. Essa formação, para meu estilo de jogo, também é boa porque aproxima os jogadores da mesma linha para trocar passes na virada de jogo de pé em pé, procurando espaços da esquerda para a direita.

Na frente, uso um ST (second top, o segundo atacante) e um CF (centre-forward, o centroavantão). O ST cai mais para a direita, enquanto a função do CF é jogar na área, para as cabeçadas, conclusões de cruzamentos rasteiros, e para os pivôs nas trocas de passes pelo chão.

Para fazer isso funcionar, o time que tenho usado é o Chelsea. Ele conta no meio-campo com dois bons centrais - Lampard e Essien, velozes e com middle shot para a segunda bola; e dois wingers bons de velocidade, cruzamento e chute (Joe Cole e Deco). Na frente, Drogba é um dos melhores artilheiros do PES 10, e Anelka faz o papel do jogador de velocidade, além de concluir bem. A zaga é muito forte - deixo Terry e Alex por dentro, Bosingwa e Ricardo Carvalho pelos lados - e Petr Cech salva quando o time vaza.

Mas há outras alternativas. O Vinícius Rebello, redator do clicEsportes, joga no 4-3-3, com o Barcelona. Ele também faz linha de quatro zagueiros, e aposta tudo em Ibrahimovic totalmente aberto pelo lado esquerdo. A manha é a mesma de sempre: bola longa no Ibra, que tem velocidade e força para partir em diagonal, ou arriscando o chute, ou construindo para cruzar na pequena área.

O Diego Guichard, do blog Canal dos Games, costuma apostar no 4-2-4. Também com linha de quatro zagueiros. A estratégia é parecida com a minha, com a diferença no posicionamento inicial dos wingers - os meus partem do meio-campo, os dele da entrada da área. Quase sempre, joga com o Real Madrid.

Falando em Diego Guichard, neste final de semana faremos um desafio Preleção x Canal dos Games, com vídeo para colocarmos nos dois blogs. Será Chelsea x Real Madrid. O favoritismo é dele, afinal, Diego Guichard comanda um blog só sobre games, testa os lançamentos o dia inteiro, e domina todas as manhas e comandos. Vou na humildade, e só postarei aqui o vídeo em caso de vitória dos Blues.

Enquanto isso, deixem aí nos comentários suas dicas de táticas para enfrentamentos no Exhibition Match.

PS: esqueci de dizer. Eu não jogo Fifa, não importa a versão. O jogo me parece desproporcional na relação campo-jogadores-bola, os movimentos são menos apurados, e jogabilidade é ruim e - ao contrário do que dizem seus defensores - existe muita manha também, como escorar para o chute de fora na meia-lua. Não gosto do Fifa. O PES eu jogo no play 2 e no play 3.

Postado por Eduardo Cecconi

Mais sobre a Liga Preleção no fantasy da Uefa

14 de setembro de 2009 14

Está bombando a Liga Preleção lá no Fantasy da Uefa Champions League - apesar do erro de informação que me passaram, e eu corrijo agora...hehehehe.

Para tornar a disputa justa, vou dar alguns avisos sobre esse Fantasy da Uefa, que é maravilhoso graficamente e tem uma jogabilidade sensacional. Assim, todos começam sabendo o que vem pela frente:

- Cada transferência custa 2 pontos - se não me engano. Ou seja, não dá para fazer como no Cartola e trocar todo o time de uma rodada para a outra. Eu recomendo que vocês montem um "time-base", projetando a possibilidade de praticamente não mexer nele.

Por exemplo: na 1ª rodada, que começa amanhã, eu vou lá e emplaco 45 pontos. Para a 2ª rodada, eu vendo quatro jogadores, e contrato outros quatro. Essas quatro mudanças no time custam 8 pontos, que são retirados daqueles 45.

- Só é possível escalar dois jogadores de cada time por rodada. Portanto, não adianta tentar colocar o Chelsea do goleiro ao centroavante quando ele for jogar em Stanford Bridge contra um Apoel.

- O capitão da equipe dobra os pontos. Se alguém elege o Gerrard capitão, e ele faz 8 pontos na rodada, contabiliza 16 para essa equipe.

Devem existir outras "regrinhas" que eu desconheço. Se alguém souber de outros detalhes do jogo, deixe um comentário para acrescentar ao debate.

Quem quiser participar da brincadeira, abaixo seguem os links. Basta clicar e fazer o cadastro:

Fantasy Game da Uefa Champions League

Liga do blog Preleção

*Código para entrar na Liga do blog Preleção:  

57363-12553

Postado por Eduardo Cecconi

O melhor fantasy game - Uefa Champions League

12 de setembro de 2009 18

Print-sreen do time que montei para a primeira rodada da Uefa Champions League/Reprodução/site da Uefa

Sei que não falo para todos, mas boa parte dos leitores do blog Preleção fazem parte da geração dos games de futebol - sejam eles nas plataformas clássicas, como o PES-WE ou o Fifa; sejam eles os fantasy, tipo o Cartola FC.

Desde a primeira rodada do Brasileirão aderi ao Cartola, mas confesso que meu time - o reggae fever - vai muito mal. Tem até a Liga Preleção - quem ainda não se integrou, sinta-se à vontade para nos procurar lá e fazer parte da competição.

Mas hoje me alistei ao mais sedutor fantasy game de futebol. O oficial da Uefa Champions League. O visual é fantástico, ele conta com as estatísticas de cada atleta - como nas transmissões da tv - e incrementa ainda mais uma competição que já nos atrairia por si, com Gerrard, Messi, C.Ronaldo, Luís Fabiano, Fábregas, Torres, Kaká, Eto`o...

Já fiz meu time. É, logicamente, o "cecconi" - de uniforme "viola", identificado como torcedor da Fiorentina. E criei a liga do blog Preleção.

Quem quiser participar da brincadeira, abaixo seguem os links. Basta clicar e fazer o cadastro:

Fantasy Game da Uefa Champions League

Liga do blog Preleção

*Código para entrar na Liga do blog Preleção:  

57363-12553

Postado por Eduardo Cecconi

Preleção no Cartola F.C

05 de maio de 2009 13

Quebro o ritmo dos posts apenas sobre táticas para dar um aviso e fazer um convite. Aderi hoje ao Cartola F.C, o fantasy game do Brasileirão do site globoesporte.com. E criei uma liga do nosso blog.

O nome do meu time é apenas cecconi, assim mesmo, em caixa baixa. E o nome da liga é Preleção.

Quem for leitor do blog e estiver no Cartola F.C, passa lá e entra na nossa liga. Afinal, como coloquei no lema da liga, todos nós somos entendidos, mas na prática a teoria é outra...hehehehe.

Postado por Eduardo Cecconi

Preleção no Twitter

16 de abril de 2009 1

Pessoal,

não sou um grande fã de sites de relacionamento, e nem um profundo conhecedor das alternativas que cada ferramenta apresenta. Mas, pensando em aprimorar nosso debate tático - muitas vezes restrito aos posts publicados e ao espaço para comentários - fiz um perfil no Twitter.

Quem quiser, pode "me seguir" lá, e aí poderemos trocar mais impressões sobre táticas, e principalmente extrair sugestões de análises futuras para o blog.

Estou no http://twitter.com/eduardocecconi

Postado por Eduardo Cecconi

Tática e estratégia também no videogame

09 de janeiro de 2009 121

Minha tática e minha estratégia no PES 9 do PS2: um 2-6-2 com cara de 4-4-2, variação de jogadas pelos lados (linha de fundo e diagonal), um volante na cobertura e muito cuidado para definir a marcação pelo botam R1

Como a maioria dos aficcionados por futebol, também sou louco pelos simuladores dos melhores videogames. Tenho um PS2 onde pratico diariamente minhas teorias jogando o PES 9 - depois de muito tempo jogando o WE J-League. E hoje proponho um debate de táticas e estratégias no videogame, já que muita gente está de férias - e com tempo de sobra para desafiar a máquina ou os bruxos.

Depois de muito tempo estudando o comportamento da inteligência artificial nos simuladores, eu defini meu sistema tático preferencial: no papel, é um 2-6-2. Mas na prática, a equipe se comporta no 4-4-2, bastante ofensivo. Qualquer que seja o time escolhido (tenho jogado com o Manchester United) minha tática não se altera.

A lógica é a seguinte: na defesa, dois zagueiros (CB); na primeira linha de meio-campo, colados na divisa com a defesa, dois alas (RWB pela direita, LWB pela esquerda) e um volante fixo, centralizado. (DMF). No campo adversário, três meias ofensivos - (OMF ou AMF, depende da versão do jogo) - um centralizado, e dois pelos lados, com o pé invertido (canhoto na direita, destro na esquerda). E na frente, um atacante (SS ou ST, depende da versão) e um centroavante (CF).

A estratégia: o sistema se torna 4-4-2 porque os alas têm comportamento defensivo sem a bola, conforme a inteligência artificial programada para as posições RWB e LWB. Mas com a bola eles disparam no apoio. Como os alas ocupam bem o lado do campo, subindo muito (se fossem laterais normais - LSB e RSB não apoiariam tanto) eu inverto o pé dos meias-atacantes para combinar duas variações de jogadas: diagonal e linha de fundo.

O problema é quando os dois alas sobem juntos, e o time perde a bola. No contra-ataque, eu costumo levar muito sufoco dos adversários que contam com atacantes rápidos. Porque eu acabo tendo apenas um volante para ajudar os dois zagueiros. Minha estratégia é não permitir que os defensores saiam da área. Eu controlo pelo botão R1 para que o cursor se mantenha no meu volante, pra comandá-lo no combate a quem estiver com a bola, mantendo os zagueiros no homem-a-homem com os atacantes.

Inteligência artificial: Para quem enfrenta a máquina, a atenção ao cursor é minha melhor dica. Sugiro que os praticantes coloquem cursor manual, e com o nome dos atletas, para melhorar a leitura em cada situação. Sem a bola, a ideia é evitar que os zagueiros saiam para o bote, escolhendo no botão R1 para marcar sempre o volante. Explico o por quê:

Na máquina, percebo que a estratégia principal é a seguinte. Um dos atacantes recua, tentando trazer junto o zagueiro que está na marcação. Ali, às costas do zagueiro, a máquina infiltra um meia, que geralmente recebe a bola em lançamento alto. O mesmo movimento é feito pelos lados: o meia recua, traz o lateral marcador junto, e o ala adversário passa livre às costas, para cruzar. A solução é sempre perceber este movimento para, com o R1, retirar os zagueiros da marcação de quem está recuando, evitando a abertura de espaços às costas. Minha meta é, sem a bola, controlar sempre o volante, ou os alas. Nunca os zagueiros.

Fico no aguardo das impressões de quem quiser arriscar essa estratégia e me contar o resultado. O espaço está aberto ainda para outras sugestões e dicas.

Eu também contribuo bastante no blog Canal dos Games, do bruxo Diego Guichard - confiram clicando aqui os posts sobre PES 9 e nossas últimas análises.

Postado por Eduardo Cecconi