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Cinco inovações tecnológicas que mudaram a forma como vemos os esportes americanos

20 de abril de 2015 0
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Linha eletrônica no first down foi implantada pela ESPN em 1998. Foto: Reprodução

Linha eletrônica no first down foi implantada pela ESPN em 1998. Foto: Reprodução

A tecnologia faz parte da forma como acompanhamos os esportes americanos. Uma chuva de dados, detalhes e recursos fazem a experiência diferenciada — e sentimos falta disso quando elas não estão disponíveis em qualquer transmissão esportiva. O Prime Time cita as cinco alterações que mudaram ou mudarão a forma como vemos os esportes na televisão.

Relógio do chute na NBA – 1954
Até 1954, o basquete não tinha limite de tempo para atacar. Com isso, os times poderiam segurar o jogo se estavam vencendo ou organizar o ataque sem preocupação com o relógio. O jogo, claro, era bem mais monótono. Quando a regra foi adotada, a média imediatamente subiu de 79 para 93 pontos por time por jogo. Só para dar um exemplo: em 1950, o Fort Wayne Pistons venceu o Minneapolis Lakers por 19 a 18 — algo impensável nos dias atuais, quando este placar normalmente é superado ainda no primeiro quarto.

Replay instantâneo – 1963
Hoje em dia, é inimaginável ver um jogo sem ter imediatamente depois do lance a possibilidade de vê-lo novamente. Sobretudo em esportes de jogadas rápidas e detalhadas, como futebol americano e hóquei, o replay é fundamental para entender o que se passa no local do evento. Até 1963, a tecnologia não permitia isso. Era necessária atenção total à televisão. A estreia do replay instantâneo no mundo dos esportes americanos ocorreu no tradicional jogo de futebol americano entre Marinha e Exército.

Linha do first down eletrônica – 1998
Quando vamos ver um jogo de futebol americano na TV, a experiência é parecida com o Madden. Sabemos quase exatamente onde fica a linha da primeira descida. Mas não era assim até 1998. O telespectador não tinha esse recurso e, além disso, era difícil ou impossível ver o pirulito no ângulo fechado. Atualmente, a experiência de analisar o jogo é bem mais real.

Zona de strike eletrônica – 2001
Era um drama para o fã de beisebol saber quando o arremessador tinha conseguido um strike ou lançado uma bola até 2001. Ainda que a noção da zona de strike se baseie de acordo com o posicionamento do rebatedor, a zona de strike eletrônica permite uma precisão muito maior na análise de um acerto ou erro do umpire.

Sistema para acompanhar jogadores – 2015
A Sportvision, mesma responsável por inventar os recursos de linha do first down e zona de strike eletrônica, começou em 2015 um projeto para mapear o puck e os jogadores da NHL. São colocados chips no disco e na parte de trás do uniforme dos jogadores para analisar movimentação, velocidade e outros detalhes. É um acréscimo considerável para efeito de estatística e informações do jogo.

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