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Após risco de aposentadoria, Chris Bosh deve voltar ao Miami Heat

30 de agosto de 2016 0
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Bosh aguarda liberação médica para voltar a jogar. Foto: Mike Ehrmann/Getty Images/AFP

Bosh aguarda liberação médica para voltar a jogar. Foto: Mike Ehrmann/Getty Images/AFP

O ala-pivô Chris Bosh, de 32 anos, esteve próximo de ser forçado a antecipar a sua aposentadoria por conta de problemas de saúde. Com recorrentes coágulos de sangue no corpo, o jogador perdeu várias partidas nas últimas duas temporadas. No entanto, o retorno está próximo. Ainda está pendente a liberação médica, mas Bosh espera se juntar ao Miami Heat para o início do training camp, em 27 de setembro.

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Há algumas semanas, Bosh não conseguiu a liberação médica, mas o caso se desenvolve bem para que o bicampeão da NBA consiga voltar às quadras. Além do atestado, o jogador terá provavelmente que se responsabilizar legalmente para manter a carreira em andamento.

Ex-Toronto Raptors, Chris Bosh está no Miami Heat desde 2010 e, com o time da Flórida, conquistou a NBA em 2012 e 2013. Seu contrato atual com o Heat vai até 2018/2019, e ele ainda receberá US$ 75,8 milhões no período.

Nas redes sociais, a esposa de Chris, Adrienne, mostrou que o marido já está em preparação para o retorno.

Quais os esportes mais populares dos Estados Unidos

29 de agosto de 2016 0
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Super Bowl é o grande evento esportivo dos EUA. Foto: Streeter Lecka/Getty Images/AFP

Super Bowl é o grande evento esportivo dos EUA. Foto: Streeter Lecka/Getty Images/AFP

A NFL segue como a paixão nacional dos Estados Unidos. Em pesquisa realizada pela Harris Poll, o futebol americano profissional segue como o esporte preferido dos americanos. O beisebol profissional vem logo atrás, mas seguido de perto pelo futebol americano universitário.

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Apesar do crescimento no número de praticantes de futebol, o esporte ainda tem pouca expressão. Por isso, nem aparece entre os cinco mais populares.

Cinco esportes mais populares dos EUA segundo a Harris Poll:

Futebol americano profissional 33%
Beisebol profissional 15%
Futebol americano universitário 10%
Automobilismo 6%
Basquete profissional 5%

Quais os times mais vão viajar durante a temporada da NFL

28 de agosto de 2016 0
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Rams é o time que terá viagens mais longas em 2016. Foto: Stephen Dunn/Getty Images/AFP

Rams é o time que terá viagens mais longas em 2016. Foto: Stephen Dunn/Getty Images/AFP

Em seu primeiro ano no retorno a Los Angeles, o Rams será o time que mais viajará em 2016. Além de ficar na costa oeste, o que tradicionalmente já força a viagens mais longas, o time fará um jogo em Londres na semana 7 contra o New York Giants. Também times do lado oeste americano, Oakland Raiders e Seattle Seahawks estão entre os que acumularão mais milhas.

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Os seis times que menos viajam são das divisões norte — seja da Conferência Americana ou Nacional.

Viagens em 2016 (milhas):
1. Los Angeles Rams 35.952
2. Oakland Raiders 31.622
3. Seattle Seahawks 27.766
4. San Francisco 49ers 25.668
5. Miami Dolphins 25.548
6. Jacksonville Jaguars 23.676
7. San Diego Chargers 23.410
8. Arizona Cardinals 21.288
9. Carolina Panthers 19.476
10. New England Patriots 19.336
11. Tampa Bay Buccaneers 19.288
12. Indianapolis Colts 18.960
13. Dallas Cowboys 18.406
14. Buffalo Bills 18.370
15. Atlanta Falcons 18.352
16. Denver Broncos 16.874
17. Cincinnati Bengals 16.868
18. New Orleans Saints 16.460
19. Washington Redskins 16.382
20. New York Jets 16.158
21. Houston Texans 15.318
22. New York Giants 15.196
23. Kansas City Chiefs 13.440
24. Minnesota Vikings 11.652
25. Philadelphia Eagles 11.202
26. Tennessee Titans 10.614
27. Detroit Lions 9.518
28. Green Bay Packers 9.050
29. Chicago Bears 8.766
30. Baltimore Ravens 7.084
31. Cleveland Browns 6.074
32. Pittsburgh Steelers 5.142

Raiders registra marcas em Las Vegas para potencial mudança

26 de agosto de 2016 0
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Estádio, que é uma iniciativa da UNLV, pode abrigar os jogos do Raiders. Foto: Divulgação

Estádio, que é uma iniciativa da UNLV, pode abrigar os jogos do Raiders. Foto: Divulgação

Se a ida para Los Angeles não foi aprovada pela NFL, o Raiders se mostrou disposto a buscar outro mercado. Com a dificuldade em ter um novo estádio construído em Oakland, a franquia passou a negociar com Las Vegas, em Nevada. Nesta semana, registrou a marca “Las Vegas Raiders” no escritório de marcas e patentes dos Estados Unidos.

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O registro inicialmente é apenas uma precaução para evitar que outra pessoa ou empresa registre a marca e inviabilize a realocação para Las Vegas com a manutenção do nome atual. No entanto, é um indicativo do forte desejo em deixar a Bay Area nos próximos anos caso não haja um acerto para substituir o Oakland Coliseum.

A princípio, o Raiders ainda tem uma chance de ir para Los Angeles. O San Diego Chargers tem a preferência para se juntar ao Rams por um ano e, se não a exercer, passa ao Raiders a chance de voltar a LA. Contudo, a necessidade de dividir o estádio com o Rams não agrada ao dono do Raiders, Mark Davis, que prefere se isolar em um mercado como Las Vegas.

 

Quais os desacertos e consequências do impasse entre Chargers e Joey Bosa

25 de agosto de 2016 0
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Bosa chegou a participar do programa de intertemporada do Chargers, mas não compareceu ao training camp. Foto: Chargers/Divulgação

Bosa chegou a participar do programa de intertemporada do Chargers, mas não compareceu ao training camp. Foto: Chargers/Divulgação

Assim que o San Diego Chargers divulgou uma nota oficial para dar a sua versão sobre o impasse na negociação com Joey Bosa, novato draftado com a terceira posição geral do último draft, corri para ler o último Acordo Coletivo de Trabalho (CBA, na sigla em inglês) da NFL e tirar algumas dúvidas sobre como o processo se dá a partir de agora. E, sem dúvida, o processo é tão desgastante que se torna improvável pensar que não haverá um acordo nas próximas semanas. Ninguém ganhará caso contrário.

Desde 2011, quando o novo CBA foi acordado entre a liga e a Associação de Jogadores (NFLPA), é muito raro ver dificuldades nas negociações entre franquias e os seus novatos. A ideia do novo acordo foi exatamente reduzir ou quase impedir as longas negociações com os jovens — o que, além do desgaste psicológico e de imagem, geralmente fazia com que o novato perdesse um valioso tempo de desenvolvimento ao não comparecer aos primeiros treinos que teria como profissional.

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Assim, a NFL e a NFLPA acertaram em definir uma escala salarial para novatos de acordo com a posição em que o jogador foi selecionado. Quanto antes, maior o salário. Todos os jogadores draftados têm contratos válidos por quatro anos — o time tem uma opção de quinto ano para jogadores escolhidos na primeira rodada. Atletas não draftados viram agentes livres e podem assinar contratos de três temporadas com qualquer time.

Qual é o impasse na negociação entre Joey Bosa e o Chargers?

O San Diego Chargers, protegido pelo novo CBA, tem toda a vantagem na negociação. Como o salário e o tempo de contrato já são estabelecidos previamente, as negociações se restringem basicamente a como e quando o dinheiro será pago. Os contratos na NFL têm várias modalidades e formas de pagamento para que os times consigam flexibilizar suas folhas salariais. Os times dividem os valores pagos em bônus de assinatura (luvas) e base salarial — veteranos também podem receber outras formas de bônus por produtividade.

A questão no caso de Bosa é que o Chargers exige dividir o valor das luvas, que costuma ser pago no ato da assinatura, entre 2016 e 2017. Além disso, o time quer inserir a “offset language”. Este é um mecanismo para caso o jogador seja cortado e assine contrato com um outro time no futuro — neste caso, o Chargers estaria desobrigado de pagar ou receberia de volta pelo menos parte das garantias do contrato.

O jogador e seus agentes não concordam. Ainda que, segundo nota, os representantes afirmem que não irão expor a negociação publicamente como o Chargers fez, há reportagens na imprensa americana que apontam que Joey Bosa aceitará só uma ou outra condição, mas não ambas. A franquia de San Diego, apoiada nos acordos de Carson Wentz e Ezekiel Elliott, selecionados respectivamente antes e depois de Bosa, dizem que o mercado dita este tipo de regra. E tende a levar a melhor no fim das contas.

O que acontece a partir de agora?

Um time pode trocar os direitos de draft de um jogador até faltar 30 dias para a sua estreia na temporada regular. Como este prazo já passou, o Chargers só pode trocar Bosa a partir de agora se assinar o seu contrato. O prazo máximo para Bosa assinar o vínculo e ainda assim poder jogar em 2016 é a terça-feira posterior à semana 10 da temporada.

Depois deste prazo, o jogador até pode assinar um contrato futuro com o time que o draftou. Mas estará liberado para jogar apenas na temporada seguinte.

Se o San Diego Chargers e Joey Bosa não assinarem contrato até a véspera do draft do ano que vem, o jogador volta a ser elegível e pode ser escolhido por qualquer time, menos o Chargers, no novo processo de seleção. E o time não tem nenhuma compensação por isso.

O que deve acontecer?

Desde a assinatura do novo CBA em 2011, nunca um novato havia demorado tanto para assinar o primeiro contrato. E a tendência é que o caso não se arraste por muito mais tempo. As exigências de Bosa são ter o dinheiro do contrato garantido e receber as luvas imediatamente — e não parte agora e parte em março.

Se optar por não assinar com o Chargers e voltar a ser elegível no draft de 2017, a tendência é que Bosa caia posições em relação à terceira colocação deste ano. Ou seja: perderá dinheiro total de acordo com a escala estabelecida. Além disso, receberá a primeira parte dos seus ganhos somente, e na melhor das hipóteses, após o draft — pelo menos dois meses depois do que teria recebido a segunda parte das luvas de San Diego.

A verdade é que, apesar das complicações e do desgaste, o Chargers tem toda a preferência para fazer valer o seu desejo.

Quais os melhores e piores quarterbacks da atualidade na NFL

24 de agosto de 2016 0
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Brady e Rodgers lideram a lista. Foto: Montagem sobre fotos da AFP

Brady e Rodgers lideram a lista. Foto: Montagem sobre fotos da AFP

O blog For The Win, do USA Today, fez um ranking de todos os quarterbacks titulares (ou que brigam por titularidade) na NFL. Para montar a tabela e dar as notas, foram levados em consideração precisão, força do braço, atleticismo, presença no pocket, visão de campo e postura antes do snap.

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Confira o ranking e as notas:
35. Case Keenum (Los Angeles Rams) – 69.0
34. Jared Goff (Los Angeles Rams) – 70.1
33. Mark Sanchez (Denver Broncos) – 70.5
32. Trevor Siemian (Denver Broncos) – 71.1
31. Blaine Gabbert (San Francisco 49ers) – 71.4
30. Robert Griffin III (Cleveland Browns) – 72.6
29. Ryan Fitzpatrick (New York Jets) – 72.7
28. Colin Kaepernick (San Francisco 49ers) – 73.4
27. Brock Osweiler (Houston Texans) – 74.9
26. Marcus Mariota (Tennessee Titans) – 75.9
25. Jameis Winston (Tampa Bay Buccaneers) – 76.0
24. Kirk COusins (Washington Redskins) – 78.8
23. Blake Bortles (Jacksonville Jaguars) – 78.9
22. Sam Bradford (Philadelphia Eagles) – 80.4
21. Tyrod Taylor (Buffalo Bills) – 80.5
20. Alex Smith (Kansas City Chiefs) – 80.9
19. Derek Carr (Oakland Raiders) – 81.5
18. Teddy Bridgewater (Minnesota Vikings) – 81.7
17. Ryan Tannehill (Miami Dolphins) – 82.0
16. Joe Flacco (Baltimore Ravens) – 82.9
15. Jay Cutler (Chicago Bears) – 83.9
14. Andy Dalton (Cincinnati Bengals) – 84.0
13. Matthew Stafford (Detroit Lions) – 86.9
12. Eli Manning (New York Giants) – 87.0
11. Matt Ryan (Atlanta Falcons) – 87.2
10. Tony Romo (Dallas Cowboys) – 87.5
9. Carson Palmer (Arizona Cardinals) – 87.7
8. Philip Rivers (San Diego Chargers) – 87.8
7. Russell Wilson (Seattle Seahawks) – 87.9
6. Andrew Luck (Indianapolis Colts) – 89.0
5. Cam Newton (Carolina Panthers) – 89.1
4. Ben Roethlisberger (Pittsburgh Steelers) – 91.2
3. Drew Brees (New Orleans Saints) – 93.5
2. Aaron Rodgers (Green Bay Packers) – 94.3
1. Tom Brady (New England Patriots) – 94.5

Tim Tebow realizará treino demonstrativo para equipes da MLB

23 de agosto de 2016 0
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Tebow teve bons momentos no Denver Broncos. Foto: Denver Broncos/Divulgação

Tebow teve bons momentos no Denver Broncos. Foto: Denver Broncos/Divulgação

O ex-quaterback Tim Tebow, vencedor do Heisman Trophy em 2007, vai realizar um treino demonstrativo para equipes da MLB no próximo dia 30. De acordo com a ESPN americana, ao menos 30 times confirmaram participação no evento — que pretende mostrar as habilidades do jogador no esporte.

Fora da NFL, Tim Tebow tentará carreira no beisebol

No último ano, Tebow realizou treinos de campo e no bastão em instalações no Arizona e em Los Angeles. Ele não praticava beisebol desde 2005. Naquela ocasião, ele atingiu .494 de média no bastão, ajudando sua equipe, Nease High School, a chegar à final dos playoffs do Estado da Flórida.

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No futebol americano universitário, jogando pela Universidade da Flórida, Tim Tebow teve uma carreira bem consolidada e de MVP, mas na NFL o jogador não conseguiu ser consistente. Seus melhores jogos foram no Denver Broncos, onde não conseguiu se firmar como titular da posição. Depois foi trocado para o New York Jets após a chegada de Peyton Manning na equipe do Colorado em 2012.

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Suas últimas aparições na NFL ocorreram no New England Patriots, em 2013, e no Philadelphia Eagles, em 2015. Ele participou da pré-temporada das duas equipes, mas foi cortado em seguida, não participando da temporada regular nos dois casos.

Como o futebol americano influenciou o ouro do vôlei

23 de agosto de 2016 0
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Bernardinho se espelha no modelo de Bill Belichick. Foto: Patrick Smith/Getty Images/AFP

Bernardinho se espelha no modelo de Bill Belichick. Foto: Patrick Smith/Getty Images/AFP

Os Estados Unidos conquistaram a medalha de bronze no vôlei masculino. A medalha de ouro ficou mais uma vez com o Brasil no Rio 2016, assim como havia sido em Barcelona 1992 e Atenas 2004. Mas, acredite você ou não, o futebol americano teve uma grande influência na conquista brasileira no Maracanãzinho.

É que o técnico Bernardinho é um grande fã e especialista no modelo de comandar um time como se faz na NFL. Em janeiro deste ano, ele escreveu um artigo no jornal O Globo e explicou algo que os fãs de futebol americano já sabem: o nível de especialização do esporte exige um alto índice de conhecimento dos jogadores sobre tática e faz com que os treinadores se baseem em estudo, ciência e dados para melhorar o rendimento de seus comandados. Não à toa uma comissão técnica da liga profissional dos Estados Unidos pode chegar a 20 treinadores. Há o técnico principal e seus assistentes diretos, coordenadores das unidades — ataque, defesa e times especiais —, e também treinadores para cada uma das posições do jogo, além dos fisiologistas.

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Claro que esta é uma realidade muito distante para o esporte brasileiro. Hoje em dia, já é difícil manter um treinador de alto nível e seus assistentes em uma seleção de qualquer outro esporte que não seja futebol. Mas Bernardinho procurou se focar nos conceitos utilizados pelo futebol americano para adaptá-los à realidade do Brasil e da sua seleção de vôlei. Buscou na larga bibliografia relativa à NFL pontos que poderia aplicar em seu trabalho e se inspirou no estilo de Bill Belichick, técnico principal do New England Patriots e considerado um dos melhores de todos os tempos nos Estados Unidos. Longe de ser o mais simpático, mas pragmático e vencedor.

Aos poucos, o esporte brasileiro busca este aperfeiçoamento. O aumento no número de clubes que investem em pacotes de bancos de dados, por exemplo, é significativo. Mas, como Bernardinho citou no texto escrito no início do ano, falta bibliografia no Brasil sobre modelos de comissões técnicas vencedoras. Livros que não contem apenas a história ou que relembrem os resultados de líderes em grandes resultados, mas que expliquem detalhadamente como estes líderes fizeram para chegar ao topo.

Boston, a cidade do New England Patriots, está a quase oito mil quilômetros do Rio de Janeiro. Mas Bill Belichick teve alguma participação no segundo ouro olímpico que Bernardinho conquistou.

Jared Goff não é sequer o quarterback reserva do Los Angeles Rams

22 de agosto de 2016 0
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Goff foi irregular nos primeiros jogos de pré-temporada. Foto: Stephen Dunn/Getty Images/AFP

Goff foi irregular nos primeiros jogos de pré-temporada. Foto: Stephen Dunn/Getty Images/AFP

O desempenho de Jared Goff até agora não tem chamado atenção na pré-temporada e no training camp. Por isso, de acordo com o Bleacher Report, a primeira escolha do último draft não é nem o reserva imediato no elenco do Los Angeles Rams. O camisa 16 está atrás de Case Keenum e Sean Mannion.

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Goff não teve um bom desempenho nos primeiros dois jogos. É normal que haja um período complicado de adaptação para novatos, mas Paxton Lynch e Dak Prescott, por exemplo, tiveram números melhores no tempo em que ficaram em campo nos dois primeiros amistosos.

O Rams ainda vê, evidentemente, Goff como o quarterback do futuro da franquia. Mas exatamente por isso protegê-lo no primeiro ano faz parte do planejamento. Keenum assumiu a titularidade durante a temporada passada devido a um desempenho muito ruim de Nick Foles — que foi cortado nesta pré-temporada e agora está no Kansas City Chiefs.

Depois do tri olímpico, Carmelo Anthony anuncia aposentadoria da seleção

22 de agosto de 2016 0
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Carmelo é o primeiro tricampeão olímpico da história do basquete masculino. Foto: Andrej Isakovic/AFP

Carmelo é o primeiro tricampeão olímpico da história do basquete masculino. Foto: Andrej Isakovic/AFP

Carmelo Anthony se tornou, neste domingo, o primeiro homem a ser tricampeão olímpico no basquete. O astro, agora, vai se dedicar apenas à busca do primeiro título na NBA. Após a vitória sobre a Sérvia na final do Rio 2016, o ala do New York Knicks disse que não defenderá mais a seleção americana.

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— Eu sabia que este era o fim. É isto para mim. Me comprometi com isto em 2004. Vi o pior e vi o melhor. E me prendi a isso. Nós nos prendemos a isso. E aqui estou hoje. três medalhas de ouro depois. Estou empolgado por mim, mas também pelos outros caras que nunca haviam experimentado algo assim — disse Anthony.

Carmelo Anthony defendeu o Denver Nuggets de 2003 a 2011 e, desde então, está no New York Knicks. Ele tem contrato com a equipe nova-iorquina até 2018/2019.

Além do bronze em Atenas e dos ouros em Pequim, Londres e no Rio de Janeiro, Anthony foi bronze no Mundial de 2006 e campeão da Copa América em 2007 com a seleção dos Estados Unidos.