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Belichick prioriza Garoppolo e descarta adicionar outro QB ao elenco do Patriots

27 de julho de 2016 0
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Garoppolo será o titular do Patriots nas primeiras quatro semanas da temporada. Foto: Aaron M Sprecher/NFL/Divulgação

Garoppolo será o titular do Patriots nas primeiras quatro semanas da temporada. Foto: Aaron M Sprecher/NFL/Divulgação

Com a garantia da suspensão de Tom Brady para os primeiros quatro jogos da temporada 2016, o New England Patriots já sabe que terá Jimmy Garoppolo como titular contra Arizona Cardinals, Miami Dolphins, Houston Texans e Buffalo Bills. Para o técnico Bill Belichick, deixar o terceiro anista pronto para atuar é a prioridade da pré-temporada — e a adição de um quarterback veterano está descartada.

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— Finalmente temos uma definição na situação do Tom, então nossa prioridade agora é ter Jimmy pronto para o início da temporada, para o jogo de Arizona. Tom retornará como nosso quarterback titular quando estiver de volta, mas neste meio tempo, temos que priorizar a primeira parte do calendário. Estamos em uma boa situação. Temos três jogadores com quem queremos trabalhar — disse Belichick.

Além de Brady e Garoppolo, o Patriots tem no elenco o novato Jacoby Brissett, selecionado no último draft para encorpoar o elenco — em um ato que já previa a possibilidade de suspensão de Brady. Garoppolo ainda recebeu elogios do coordenador ofensivo Josh McDaniels:

— Ele trabalha muito duro. Teve oportunidades nos seus dois anos aqui, em treinos e em pré-temporadas. Será a sua terceira oportunidade no training camp. Ele tem uma ótima ética de trabalho, uma ótima abordagem, ele tenta ficar melhor e se desenvolver a cada dia e tem feito progressos. Estamos distantes de onde queremos estar em termos de produto final com ele e vários outros no time. Não há ninguém tão bom quanto podemos fazê-los ser.

 

Os melhores jogadores de cada divisão: NFC Leste

27 de julho de 2016 0
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Eli Manning aparece por ter sido mais consistente e saudável do que Tony Romo. Foto: Alex Trautwig/Getty Images/AFP

Eli Manning aparece por ter sido mais consistente e saudável do que Tony Romo. Foto: Alex Trautwig/Getty Images/AFP

Em aquecimento para a temporada da NFL, que começa no dia 8 de setembro, o Prime Time montou as seleções dos melhores jogadores de cada divisão da liga. Hoje, abrindo a Conferência Nacional, é a vez da NFC Leste, que tem New York Giants, Washington Redskins, Dallas Cowboys e Philadelphia Eagles.

Seleção da AFC Leste
Seleção da AFC Norte
Seleção da AFC Sul
Seleção da AFC Oeste

NFC Leste
QB: Eli Manning (New York Giants)
RB: Ezekiel Elliott (Dallas Cowboys)
WR1: Odell Beckham Jr. (New York Giants)
WR2: Dez Bryant (Dallas Cowboys)
WR3: DeSean Jackson (Washington Redskins)
TE: Jordan Reed (Washington Redskins)
LT: Tyron Smith (Dallas Cowboys)
LG: La’el Collins (Dallas Cowboys)
C: Travis Frederick (Dallas Cowboys)
RG: Zack Martin (Dallas Cowboys)
RT: Lane Johnson (Philadelphia Eagles)

DE: Jason Pierre-Paul (New York Giants)
DT: Fletcher Cox (Philadelphia Eagles)
DT: Kedric Golston (Washington Redskins)
DE: Olivier Vernon (New York Giants)
LB: Rolando McClain (Dallas Cowboys)
LB: Junior Galette (Washington Redskins)
LB: Jordan Hicks (Philadelphia Eagles)
CB1: Josh Norman (Washington Redskins)
CB2: Janoris Jenkins (New York Giants)
SS: Malcolm Jenkins (Philadelphia Eagles)
FS: Byron Jones (Dallas Cowboys)

K: Dan Bailey (Dallas Cowboys)
P: Brad Wing (New York Giants)

Os melhores jogadores de cada divisão: AFC Oeste

26 de julho de 2016 0
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Apesar do crescimento de Derek Carr, Philip Rivers ainda desponta na AFC Oeste. Foto: Donald Miralle/Getty Images/AFP

Apesar do crescimento de Derek Carr, Philip Rivers ainda desponta na AFC Oeste. Foto: Donald Miralle/Getty Images/AFP

Em aquecimento para a temporada da NFL, que começa no dia 8 de setembro, o Prime Time montou as seleções dos melhores jogadores de cada divisão da liga. Hoje é a vez da AFC Oeste, que tem Denver Broncos, Oakland Raiders, Kansas City Chiefs e San Diego Chargers.

Seleção da AFC Leste
Seleção da AFC Norte
Seleção da AFC Sul

AFC Oeste
QB: Philip Rivers (San Diego Chargers)
RB: Jamaal Charles (Kansas City Chiefs)
WR1: Amari Cooper (Oakland Raiders)
WR2: Jeremy Maclin (Kansas City Chiefs)
WR3: Demaryius Thomas (Denver Broncos)
TE: Travis Kelce (Kansas City Chiefs)
LT: Russell Okung (Denver Broncos)
LG: Orlando Franklin (San Diego Chargers)
C: Rodney Hudson (Oakland Raiders)
RG: Max Garcia (Denver Broncos)
RT: Eric Fisher (Kansas City Chiefs)

DE: Khalil Mack (Oakland Raiders)
DT: Dontari Poe (Kansas City Chiefs)
DE: Derek Wolfe (Denver Broncos)
OLB: Von Miller (Denver Broncos)
OLB: DeMarcus Ware (Denver Broncos)
ILB: Brandon Marshall (Denver Broncos)
ILB: Malcolm Smith (Oakland Raiders)
CB1: Aqib Talib (Denver Broncos)
CB2: Marcus Peters (Kansas City Chiefs)
SS: T.J. Ward (Denver Broncos)
FS: Eric Berry (Kansas City Chiefs)

K: Brandon McManus (Denver Broncos)
P: Marquette King (Oakland Raiders)

Ken Griffey Jr. e Mike Piazza são introduzidos ao Hall da Fama da MLB

25 de julho de 2016 0
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Foto:  Jim McIsaac/Getty Images/AFP

Foto: Jim McIsaac/Getty Images/AFP

Mike Piazza e Ken Griffrey Jr. São os novos membros do Hall da Fama da Major League Baseball. Eles foram eleitos pelos profissionais da imprensa americana. Griffrey, que jogou a maior parte de sua carreira no Seattle Mariners, conseguiu a marca de maior aprovação já registrada na história da votação: 99,32% dos votos.

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Piazza é o segundo jogador a ser eternizado no Hall como jogador do New York Mets. O primeiro foi ex-arremessador Tom Seaver, introduzido em 1992.

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Ken Griffrey Jr. terminou sua carreira com 630 home runs, sexto na lista de maiores rebatedores de HR na MLB, 1.836 corridas impulsionadas e com uma média de .284 no bastão.

Rob Manfred não descarta Las Vegas como sede de uma franquia da MLB

Em 1993, Piazza foi eleito o calouro do ano da MLB. Em toda sua carreira (1992-2007), ele jogou 12 All-Star games e ganhou 10 vezes o prêmio de luva de prata como catcher.

Giancarlo Stanton bate recorde e vence Home Run Derby

Cerca de 50 mil pessoas acompanharam o evento realizado em Cooperstown, New York.

Prime Time Responde: qual surpresa podemos ter nos playoffs este ano?

25 de julho de 2016 0
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Crescimento de Bortles pode colocar o Jaguars entre as forças da AFC. Foto: Donald Miralle/Getty Images/AFP

Crescimento de Bortles pode colocar o Jaguars entre as forças da AFC. Foto: Donald Miralle/Getty Images/AFP

O Prime Time Responde ficou parado nas duas últimas semanas em função das minhas merecidas férias. Agora estamos de volta com tudo, aproveitando algumas perguntas que não perderam a validade e respondendo algumas novas feitas durante os últimos dias. Para ler as edições anteriores, clique aqui.

Maycon Facuri – A abertura de uma franquia da NHL em Las Vegas pode facilitar uma possível ida do Raiders pra lá? Visto o problema das apostas legais?
Não deixa de ser um bom teste para o mercado. Mas ainda vejo uma forte rejeição dos donos da NFL por ser um mercado volátil e com uma base pequena. A NFL exigiria um faturamento bem maior para se manter. Se o Chargers conseguir ficar em San Diego, o Raiders deve ir mesmo para Los Angeles e facilitar as coisas. Mas nada parece tão simples assim neste caso todo.

Willian Douglas – Alguém pode surpreender o novo Dream Team na Olimpíada?
Não vejo como um Dream Team. É mais fraco do que 2008 e 2012, por exemplo. Mas ainda assim é virtualmente imbatível.

Ricardo Camilo – Agora o Dallas Mavs vai pro tank, né?
Mavericks tem tido insucessos na free agency nos últimos anos e mesmo assim insiste em desvalorizar o draft. Mais cedo ou mais tarde, isso cobra um preço. Costuma ser alto.

Gandon – A NBA poderia impedir o Kevin Durant de se transferir para o Golden State Warriors pra evitar que a franquia se torne imbatível e domine o Oeste?
Não, a liga não pode impedir um agente livre de assinar com um time qualquer. Pelas regras, ela só poderia barrar uma troca.

Raphael – Primeiras escolhas para o Fantasy da NFL e por quê?
Running backs são mais instáveis, por isso prefiro apostar em wide receivers. Antonio Brown, Odell Beckham Jr. e DeAndre Hopkins parecem escolhas seguras.

Gustavo Kossmann – Com Pomeranz, melhorou a rotação do Red Sox e pode ser considerado contender?
Resposta do Anderson Aires: É um pouco cedo para dizer isso, afinal, ele jogou, até o momento, apenas uma partida pelo Red Sox e não foi bem. Ele possui oito vitórias e sete derrotas nesta temporada. Mas acredito que sim, ele vai acrescentar de maneira satisfatória à rotação da equipe e fazer o que Clay Buchholz não conseguiu nesta temporada, ser consistente e dar um fôlego para o grupo de arremessadores. Ele pode se encaixar bem na rotação como um arremessador de controle, pois não possui uma bola rápida fora da média, mas tem um bom leque de arremessos.

Hamilton Monteiro – Qual surpresa podemos ter nos playoffs este ano? Qual o record dos Pats sem Brady nos 4 primeiros jogos?
O Jacksonville Jaguars é uma boa aposta para surpresa. Reforçou muito bem a defesa. Contratou Malik Jackson, Prince Amukamara e Tashaun Gipson, além de draftar Myles Jack e Jalen Ramsey. Todos os cinco devem ser titulares em algum momento da temporada. O ataque é jovem e está em crescimento, com um bom corpo de recebedores e Blake Bortles, que me parece ser um excelente talento. Sobre o Patriots, um 3-1 me parece bem possível.

Antônio Gordo – Quem deve ser o QB titular do Broncos no início desta temporada?
Imagino que vá ser mesmo o Mark Sanchez. É um jogador instável, mas tem certa experiência e já chegou a duas finais da AFC com uma defesa forte na retaguarda.

Bruno Nunes – Elliott desponta como uma das principais promessas pra temporada?
É difícil dizer isso antes de ele colocar os pads. Vamos ter uma ideia melhor no training camp e na pré-temporada.

Sandro – Acho que o Gabbert será o titular na semana 1 no Niners. E você?
Sim, fiz um texto semana passada sobre isso.

Os melhores jogadores de cada divisão: AFC Sul

25 de julho de 2016 2
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AFC Sul teria uma 4-3 para se adaptar ao estilo de J.J. Watt. Foto: Scott Halleran/Getty Images/AFP

AFC Sul teria uma 4-3 para se adaptar ao estilo de J.J. Watt. Foto: Scott Halleran/Getty Images/AFP

Em aquecimento para a temporada da NFL, que começa no dia 8 de setembro, o Prime Time montou as seleções dos melhores jogadores de cada divisão da liga. Confira os escolhidos na AFC Sul, que tem Houston Texans, Indianapolis Colts, Jacksonville Jaguars e Tennessee Titans.

Seleção da AFC Leste
Seleção da AFC Norte

AFC Sul
QB: Andrew Luck (Indianapolis Colts)
RB: DeMarco Murray (Tennessee Titans)
WR1: DeAndre Hopkins (Houston Texans)
WR2: T.Y. Hilton (Indianapolis Colts)
WR3: Allen Robinson (Jacksonville Jaguars)
TE: Julius Thomas (Jacksonville Jaguars)
LT: Anthony Castanzo (Indianapolis Colts)
LG: Xavier Su’a-Filo (Houston Texans)
C: Nick Martin (Houston Texans)
RG: Jeff Allen (Houston Texans)
RT: Jake Conklin (Tennessee Titans)

DE: J.J. Watt (Houston Texans)
DT: Malik Jackson (Jacksonville Jaguars)
DT: Roy Miller (Jacksonville Jaguars)
DE: DeQuan Jones (Tennessee Titans)
LB: Brian Orakpo (Tennessee Titans)
LB: Robert Mathis (Indianapolis Colts)
LB: Nate Irving (Indianapolis Colts)
CB1: Vontae Davis (Indianapolis Colts)
CB2: Davon House (Jacksonville Jaguars)
SS: Jonathan Cyprien (Jacksonville Jaguars)
FS: Tashaun Gipson (Jacksonville Jaguars)

K: Adam Vinatieri (Indianapolis Colts)
P: Pat McAfee (Indianapolis Colts)

Os melhores jogadores de cada divisão: AFC Norte

24 de julho de 2016 0
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Antonio Brown está no topo entre os recebedores da NFL. Foto: Gregory Shamus/Getty Images/AFP

Antonio Brown está no topo entre os recebedores da NFL. Foto: Gregory Shamus/Getty Images/AFP

Em aquecimento para a temporada da NFL, que começa no dia 8 de setembro, o Prime Time montou as seleções dos melhores jogadores de cada divisão da liga. Hoje é a vez da AFC Norte, que tem Pittsburgh Steelers, Baltimore Ravens, Cincinnati Bengals e Cleveland Browns.

Confira a seleção da AFC Leste

AFC Norte
QB: Ben Roethlisberger (Pittsburgh Steelers)
RB: Le’Veon Bell (Pittsburgh Steelers)
WR1: Antonio Brown (Pittsburgh Steelers)
WR2: A.J. Green (Cincinnati Bengals)
WR3: Steve Smith (Baltimore Ravens)
TE: Tyler Eifert (Cincinnati Bengals)
LT: Joe Thomas (Cleveland Browns)
LG: John Urschel (Baltimore Ravens)
C: Maurkice Pouncey (Pittsburgh Steelers)
RG: David DeCastro (Pittsburgh Steelers)
RT: Cedric Ogbuehi (Cincinnati Bengals)

DE: Cameron Heyward (Pittsburgh Steelers)
DT: Geno Atkins (Cincinnati Bengals)
DE: Carlos Dunlap (Cincinnati Bengals)
OLB: Terrell Suggs (Baltimore Ravens)
OLB: Karlos Dansby (Cincinnati Bengals)
ILB: Ryan Shazier (Pittsburgh Steelers)
ILB: C.J. Mosley (Baltimore Ravens)
CB1: Joe Haden (Cleveland Browns)
CB2: Dre Kirkpatrick (Cincinnati Bengals)
SS: Eric Weddle (Baltimore Ravens)
FS: Lardarius Webb (Baltimore Ravens)

K: Justin Tucker (Baltimore Ravens)
P: Andy Lee (Cleveland Browns)

Os melhores jogadores de cada divisão: AFC Leste

23 de julho de 2016 0
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Gronkowski seria o tight end da seleção da AFC Leste. Foto: Jim Rogash/Getty Images/AFP

Gronkowski seria o tight end da seleção da AFC Leste. Foto: Jim Rogash/Getty Images/AFP

Em aquecimento para a temporada da NFL, que começa no dia 8 de setembro, o Prime Time montou as seleções dos melhores jogadores de cada divisão da liga. Começamos com a AFC Leste, que tem New England Patriots, Buffalo Bills, New York Jets e Miami Dolphins.

Leia mais sobre a NFL

AFC Leste
QB: Tom Brady (New England Patriots)
RB: LeSean McCoy (Buffalo Bills)
WR1: Brandon Marshall (New York Jets)
WR2: Julian Edelman (New England Patriots)
WR3: Sammy Watkins (Buffalo Bills)
TE: Rob Gronkowski (New England Patriots)
LT: Ryan Clady (New York Jets)
LG: Richie Incognito (Buffalo Bills)
C: Mike Pouncey (Miami Dolphins)
RG: Brian Winters (New York Jets)
RT: Jordan Mills (Buffalo Bills)

DE: Muhammad Wilkerson (New York Jets)
DT: Marcell Dareus (Buffalo Bills)
DT: Ndamukong Suh (Miami Dolphins)
DE: Mario Williams (Miami Dolphins)
LB: Dont’a Hightower (New England Patriots)
LB: Jamie Collins (New England Patriots)
LB: Kiko Alonso (Miami Dolphins)
CB1: Darrelle Revis (New York Jets)
CB2: Ronaldo Darby (Buffalo Bills)
SS: Devin McCourty (New England Patriots)
FS: Calvin Pryor (New York Jets)

K: Stephen Gostkowski (New England Patriots)
P: Ryan Allen (New England Patriots)

Ginobili revela que esteve perto de assinar com o 76ers

22 de julho de 2016 0
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Ginobili tem quatro títulos no Spurs. Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP

Ginobili tem quatro títulos no Spurs. Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP

O argentino Manu Ginobili sempre deu prioridade ao San Antonio Spurs e chegou a aceitar um salário menor para renovar com o time. Mas, aos 38 anos, esteve perto de trocar de time pela primeira vez nos 14 anos de carreira na NBA. O Philadelphia 76ers fez uma boa proposta e elevou o valor de mercado do armador.

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Inicialmente, a proposta do Spurs para renovar com Ginobili era de apenas US$ 3 milhões por um ano. O 76ers, com muito espaço no teto salarial, ofereceu US$ 16 milhões ao argentino. Por isso, Manu pensou seriamente na possibilidade de ganhar mais dinheiro, mesmo em um time que não tem chances reais de título a médio prazo.

Dias depois de perder Tim Duncan, que se aposentou, o Spurs não estava disposto a abrir mão de outro ídolo. Por isso, aumentou a proposta para US$ 14 milhões. A diferença entre as ofertas, que era de US$ 13 milhões, caiu para apenas US$ 2 milhões e ficou fácil para Ginobili optar pela permanência no Texas.

— Não era a minha opção principal. Nunca quis deixar San Antonio. Mas precisava ouvir todas as opções que havia — contou Ginobili, em entrevista ao site The Vertical.

Manu Ginobili trocou de time algumas vezes antes de chegar à NBA, com passagens por Andino Sport Club, Estudiantes de Bahía Blanca, Viola Reggio Calabria e Virtus Bologna. Profissional desde 1995, o argentino foi draftado pelo Spurs na segunda rodada do draft de 1999 e se mudou para os Estados Unidos em 2002.

Na NBA, tem quatro títulos, duas aparições no All-Star Game, uma seleção para o terceiro time da liga e foi eleito o melhor reserva em 2008. Ginobili ainda tem duas medalhas olímpicas — ouro em Atenas 2004 e bronze em Pequim 2008. Em 2002, ainda foi vice-campeão mundial com a Argentina.

Especial: qual o futuro do kickoff no futebol americano

22 de julho de 2016 0
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Foto: NFL/Divulgação

Foto: NFL/Divulgação

De jogada emocionante que dá início ao futebol americano, o kickoff passou a ser o grande temor dos responsáveis pela segurança no jogo. Aos poucos, o retorno do longo chute que ocorre no começo de cada tempo e logo após touchdowns e field goals passa a ser revisado — e o fim pode estar próximo.

Na NCAA, entidade que controla as regras do futebol americano universitário e serve como parâmetro para o esporte praticado mundialmente, há uma discussão que pretende alterar o formato do kickoff ou até mesmo eliminá-lo, transformando o lance em uma posse de bola automática para o ataque a partir da linha de 20 jardas, como se fosse um touchback. Os órgãos responsáveis pelo estudo são a AFCA (Associação dos técnicos de futebol americano dos Estados Unidos) e o Comitê de Fiscalização da primeira divisão do futebol americano da NCAA. Nos Estados Unidos, as entidades que controlam o futebol americano de base já eliminaram o kickoff nas categorias até 10 anos.

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— Estou empolgado que estamos começando a ter esta discussão. Parece que os dados apontam que há mais lesões nesta jogada. Se for este o caso, temos que avaliar eliminar a jogada, modificar a jogada, mudar o esquema de bloqueios — apontou Todd Berry, diretor executivo da AFCA.

Uma pesquisa do site Advanced Football Analytics aponta que o kickoff se tornou a jogada com o maior número de lesões na NFL, seguido por corridas, passes, punts e tentativas de field goal.

— Penso que tudo que envolva a segurança do jogador deve ser respeitado. Eu sou um tradicionalista, então eu odiaria ver isso mudar, seja tirar o kickoff ou qualquer mudança de regra que impactaria significativamente no jogo. Mas quando se trata da segurança do jogador, isso supera tudo — disse Nick Saban, técnico da Universidade de Alabama.

— De fato, são nos kickoffs a maior incidência de concussões, grande vilã do futebol americano. Isso ocorre porque temos, nesta jogada, todos os 22 jogadores na mesma direção. Posso citar um exemplo de uma jogada parecida: a lesão de Ricardo Lockette, wide receiver do Seahawks em um retorno de punt na semana 8 da temporada passada, contra os Cowboys. Ele recebeu um bloqueio direto no capacete e sofreu o chamado efeito “chicote”, lesionando seriamente a coluna cervical, tanto que se aposentou aos 29 anos — explica Pablo Oliveira, médico especialista em Medicina de Família e Comunidade e professor de medicina da UFSJ.

Em 2013, a NFL fez um acordo de US$ 800 milhões com ex-jogadores que sofreram concussões na carreira.

Não há, no Brasil, uma pesquisa que indique a quantidade de lesões em cada tipo de jogada. Em entrevista ao Prime Time, Gabriel Mendes, técnico da seleção brasileira de futebol americano, indicou que não é inicialmente favorável ao fim do kickoff até que dados mais consistentes indiquem que o lance, de fato, tem um risco elevado.

— Nos jogos que acompanho aqui no Brasil, não vejo o kickoff como um momento do jogo em que os jogadores se machuquem mais ou menos. Algumas regras são justamente para proteger os atletas. Eu, particularmente, acho o kickoff uma parte do jogo interessantíssima, cheia de alternativas, tanto para quem chuta quanto para quem retorna — avalia.

A NFL também já fez mudanças recentes para evitar as lesões no kickoff. Em 2011, avançou o chute da linha de 30 para as 35 jardas, a fim de aumentar o número de touchbacks. A partir de 2016, testará outra medida: em touchbacks depois de kickoff, a bola será colocada na linha de 25 jardas, e não mais na linha de 20, com o propósito de incentivar os jogadores a não retornar.

O principal motivo para não encerrar o kickoff de uma vez por todas é que, em momentos decisivos, um time pode optar por tentar um onside kick e recuperar a posse de bola em vez de simplesmente devolvê-la ao adversário. E vários jogos já tiveram viradas históricas por causa disso. Para Nick Saban, buscar alterações na regra sem eliminar o kickoff é o ponto ideal:

— Há estratégia envolvida nos kickoffs e nos retornos de kickoff que são muito significativas para o jogo. Mas, de novo, a segurança do jogador supera tudo. Deve haver outras formas de resolver este problema, então você ainda poderá ter um onside kick, ou fazer algo que não mude tanto a estratégia do jogo.

De acordo com Evandro Fernandes, diretor de arbitragem do futebol americano no Brasil, extraoficialmente já se discutem alternativas, como o chute de um punt para reiniciar o jogo, a chance de optar ou não pelo chute do kickoff (no segundo caso, o time sairia automaticamente da linha de 25 jardas), o que incluiria uma tentativa de field goal sem holder da linha de 50 jardas.

— É a jogada que oferece maior perigo, com os dois times dando o máximo de sua potência física em direções opostas e tendo contatos acima do normal do que em jogadas de scrimmage. Por isso, a NFL e a NCAA constantemente vêm discutindo essa jogada e buscando alterações para proteger mais seus jogadores. Há alguns anos, a NFL alterou o ponto inicial dos kickoffs. Com isso os retornos tiveram menos efetividade, e o número de touchbacks aumentou consideravelmente — comentou Evandro.

A garantia da saúde dos jogadores é vista como o próximo grande obstáculo do futebol americano. Para manter o nível do jogo e a sua popularidade, é preciso que os jovens sigam a praticá-lo — e, para isso, precisam da autorização dos pais. Além das concussões, lesões cervicais estão sob análise.

— Houve agora uma medida que acho fundamental, principalmente para diminuir as lesões de joelho: a proibição do chop block. Ou seja, poderá haver apenas um jogador bloqueando abaixo da cintura. Cito, ademais, o banimento do tackle pelo colarinho. Este tipo de jogada aumentava e muito as chances de lesões na coluna cervical e na musculatura da região — completa Pablo Oliveira.