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Posts de dezembro 2008

Negativa

31 de dezembro de 2008 1

Em 1998 foi a vez de Kleinubing retribuir, fechando com Amin para o governo. Só que não chegou a acompanhar a posse do amigo. Quando Esperidião Amin convidou o deputado Paulo Gouvêa da Costa para assumir a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, ofereceu o cargo de adjunto ao jovem João Paulo Kleinubing, que tinha 26 anos quando o pai morreu.

Postado por Cláudio Prisco

Volta

31 de dezembro de 2008 0

Após um breve distanciamento, Esperidião Amin e Kleinubing voltaram às boas, formando dobradinha em 1990. Amin concorreu ao Senado, abrindo a corrida sucessória estadual para Vilson Kleinubing.

Postado por Cláudio Prisco

Troca

31 de dezembro de 2008 0

Amin nomeou Kleinubing secretário da Agricultura e quis fazê-lo sucessor em 1986, mas na convenção do PDS o ex-governador Henrique Córdova o derrotou. Então, Vilson Kleinubing foi para o PFL, por onde concorreu a governador.

Postado por Cláudio Prisco

Recordistas

31 de dezembro de 2008 0

Em 1982, quando Esperidião Amin concorreu ao governo, Kleinubing e Luiz Henrique da Silveira foram os dois primeiros políticos da história de Santa Catarina a suplantar a casa dos três dígitos em eleição proporcional: respectivamente 106 mil e 121 mil votos.

Postado por Cláudio Prisco

Dupla

31 de dezembro de 2008 0

Ângela Amin e Vilson Kleinubing foram os coordenadores da candidatura de Esperidião, o mais votado no Estado, com mais de 72 mil sufrágios, em votação recorde.

Postado por Cláudio Prisco

Origem

31 de dezembro de 2008 0

A ligação entre Vilson Kleinubing e Esperidião Amin vem desde a segunda metade da década de 60, quando foram professores juntos da Escola de Administração e Gerencia de Florianópolis (Esag). Depois da passagem de Amin pela Prefeitura da Capital, nomeado pelo governador Antônio Carlos Konder Reis, Kleinubing só não concorreu à Câmara dos Deputados, em 1978, para apoiar a candidatura do amigo.

Postado por Cláudio Prisco

Artífice

31 de dezembro de 2008 0

Vilson Kleinubing veio a falecer no apagar das luzes de 1998, coincidindo com a eleição de Esperidião Amin para o governo. Mesmo com a saúde debilitada, coube a ele promover a reaproximação entre Amin e Jorge Bornhausen, que se elegeu ao Senado, repetindo a dobradinha igualmente vitória em 1982.

Postado por Cláudio Prisco

Projeto futuro

31 de dezembro de 2008 0

Se a renúncia em 2010 já estava fora de cogitação, até para não repetir o gesto de Vilson Kleinubing em 1990, agora mesmo que essa idéia não passa pela cabeça de João Paulo, que precisará dedicar o segundo mandato para reconstruir a cidade, tentando, paralelamente, adotar as medidas preventivas para evitar que novas enxurradas produzam cenários de destruição como os verificados na segunda quinzena de novembro.

Como o tempo não conspira contra João Paulo, que tem mandato assegurado até 2012, uma eventual participação majoritária necessariamente estará focada para o pleito de 2014. Essa projeção só é possível por se tratar hoje da principal promessa política do Estado, independentemente de tendências partidárias ou ideológicas.

Postado por Cláudio Prisco

Sem alardes

31 de dezembro de 2008 0

Quando tudo parecia preparado para João Paulo Kleinubing deslanchar no segundo mandato, as fortes chuvas trataram de arrasar com Blumenau. Foi exatamente aí que a população de Santa Catarina pôde presenciar o comportamento do jovem prefeito, que mais parecia um administrador experimentado pelo longo exercício da vida pública.

Sem espetáculo ou pirotecnia, João Paulo enfrentou a situação emergencial com notável espírito público, atuando como prefeito diligente em meio à crise. Em fina sintonia com o governo do Estado, ele também estabeleceu um perfeito canal de comunicação com a União.

Com discrição até mesmo quando contraiu a leptospirose, resultado da super-exposição de quem foi para rua ver as reais necessidades da cidade e dos desabrigados,  João Paulo Kleinubing é um caso típico em que o amadurecimento pode ser precipitado em provas de fogo.

Postado por Cláudio Prisco

Trunfo eleitoral

31 de dezembro de 2008 0

Nas pesquisas que antecederam à deflagração do processo eleitoral, Décio aparecia na frente com pequena margem. Com os efeitos produzidos pela super-aliança e com o início da propaganda gratuita de rádio e televisão, focada nas realizações administrativas, o crescimento de João Paulo Kleinubing foi progressivo e ininterrupto até o dia do pleito.

Além da façanha de reunir quatro das cinco maiores legendas do Estado em torno de sua recandidatura em Blumenau, circunstância que evidenciou sua habilidade na silenciosa articulação, João Paulo teve a sorte de Esperidião Amin disputar a eleição em Florianópolis, o que deixou o ex-governador de fora do circuito eleitoral nas demais regiões catarinense. Considerando o papel desempenhado por Luiz Henrique na consolidação da coligação, o constrangimento seria inevitável, ainda mais que o seu vice passou a ser do PMDB (vereador Rufinus Seibt).

Resultado: João Paulo Kleinubing derrotou o deputado federal Décio Lima, compadre do Presidente Lula, com mais de 63% dos votos válidos, justamente quando completava 20 anos da eleição de Vilson Kleinubing à Prefeitura de Blumenau, vitória que abriu caminho para sua candidatura a governador, em 1990.

Postado por Cláudio Prisco

Transição regional

31 de dezembro de 2008 0

O primeiro ano de administração foi desafiador, com o PT no plano federal (Lula da Silva) e o PMDB no campo estadual (Luiz Henrique da Silveira). Além de ter apoiado Esperidião Amin nos dois turnos de 2002, João Paulo Kleinubing enfrentou em 2004 a dupla Edson Adriano (PT)-Paulo França (PMDB).

O governo LHS foi se fazendo mais presente em Blumenau na medida em que os liberais da Assembléia foram se aproximando do Centro Administrativo. Como o DEM fechou com a reeleição de Luiz Henrique, João Paulo assumiu postura de neutralidade em 2006.

Mesmo sem ter merecido o engajamento do prefeito de Blumenau, Luiz Henrique reconduzido tratou de implementar um elenco de ações na cidade a partir de 2007. Quando o PMDB municipal preparava-se para fechar com a candidatura de Décio Lima, LHS deixou claro que sua preferência era pela reeleição de João Paulo Kleinubing.

Neste momento, João Paulo já vinha costurando a permanência do PP na coligação, mesmo sem apontar o vice, como ocorreu em 2004, com o engenheiro Edson Brunsfeld. Ele próprio abriu mão. O PSDB também se integrou à operação eleitoral, inimaginável em outros tempos: DEM-PMDB-PP-PSDB, além de outras siglas de menor porte, isolando o PT, que precisou se contentar com o PDT.

Postado por Cláudio Prisco

O expoente de 2008

31 de dezembro de 2008 0

João Paulo Kleinubing, prefeito reeleito de Blumenau. Esse foi o principal personagem da política de Santa Catarina em 2008. Com 36 anos recém completados, o filho do ex-governador Vilson Kleinubing construiu uma carreira em ritmo acelerado, tendo como ponto de partida a presidência da Eletrosul, cargo para o qual mereceu indicação do então presidente Fernando Henrique Cardoso, em princípio de 2001.

A permanência na estatal foi curta porque Kleinubing precisou se desincompatibilizar para concorrer à Assembléia, em 2002, quando conquistou a última cadeira do na época PFL, numa apuração eletrizante. Faltavam poucas urnas a serem contabilizadas pelo TRE e a disputa entre João Paulo e Antonio Aguiar (hoje no PMDB, bancada que vai liderar a partir de 2009) era equilibradíssima. No final, a vantagem de João Paulo foi de exatos 218 votos, totalizando 31.407 votos.

A passagem de Kleinubing pela Assembléia também foi meteórica, tendo em vista a inesperada eleição à Prefeitura de Blumenau, em 2004, na sucessão de oito anos de mandato do prefeito Décio Lima (PT).

Quando muito imaginaram que João Paulo iria ressuscitar velhos colaboradores do pai, montou uma equipe com novos valores e técnicos experientes, mas sem vinculação com o progenitor. Ao trazer apenas Mércio Felsky para o Colegiado e Flávio de Almeida Coelho para seu conselheiro (direto no gabinete), Kleinubing deixou claro que não iria governar à sombra do ex-governador, buscando luz e vôo próprios.

Postado por Cláudio Prisco

Pé de guerra

30 de dezembro de 2008 0

Em entrevista ao jornal “A Tribuna”, de Criciúma, o secretário Ronaldo Benedet (Segurança Pública) revelou que o PMDB vai se reunir em janeiro para avaliar a derrota na Prefeitura e a provável eleição do vereador Edinho do Sindicato à presidência da Câmara.

Perguntado se a ascensão de Edinho aproximaria o PMDB do prefeito eleito Clésio Salvaro (PSDB), declarou: “o Salvaro nos procurou, conversou também com o governador e disse que precisava de apoio. Isso é uma coisa. Mas não seremos reféns dele, temos uma posição independente. Não faremos parte do governo, tivemos candidato a prefeito, então, vamos ser oposição”.

Luiz Henrique ficou contrariadíssimo com a declaração de Benedet, que integra seu Colegiado. 

Postado por Cláudio Prisco

Fato novo?

30 de dezembro de 2008 0

O advogado Gley Sagaz, o mesmo que preparou a ação que chegou ao Tribunal Superior Eleitoral e ameaça o mandato do governador Luiz Henrique, resolveu colocar a colher na polêmica da Lei Complementar 254, que trata do aumento de salário concedido aos policiais militares. Segundo ele, quando LHS alega que os salários dos policias militares não são corrigidos porque a Lei de Responsabilidade Fiscal não permite, pois a folha de pessoal extrapolaria o limite prudencial, “conta somente a metade da missa”.

Sagaz lembra que a LRF surgiu no mundo jurídico exatamente para impedir que “administradores demagogos e irresponsáveis, continuassem a gastar de forma perdulária, sem previsão orçamentária e sem respaldo financeiro”. No caso da Lei 254, quando o governador encaminhou o projeto à Assembléia, “o fez em total afronta à Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal, sem qualquer previsão orçamentária”.

Postado por Cláudio Prisco

Meteórica

30 de dezembro de 2008 0

Paulo Bauer será efetivado como deputado federal, hoje pela manhã, em Brasília. Por já ter assumido a vaga na Câmara em 2007, durante uma semana, inclusive prestando juramento, desta vez ele não precisa passar pela cerimônia oficial de posse dos novos parlamentares, marcada para o próximo dia 7, da qual Jorge Boeira fará parte, ao ficar no lugar de Carlito Merss.

Já sacramentada a renúncia de Djalma Berger, a permanência de Bauer só será até o dia 12, quando vai se declarar impedido, reassumindo a Secretaria da Educação. 

Postado por Cláudio Prisco