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Posts de outubro 2009

Férias

26 de outubro de 2009 0

Prezado internauta, a partir de hoje o Blog entra em recesso por um período de três semanas, tendo em vista as férias do titular. Até o próximo dia 16!

Postado por Cláudio Prisco

Frase

25 de outubro de 2009 0

“O segundo mandato nunca é melhor que o primeiro”.

Lula da Silva, em entrevista ao programa Roda Viva, em 2005.

Postado por Cláudio Prisco

Fora

25 de outubro de 2009 0

O colunista inicia amanhã três semanas de férias, retornando à atividade no próximo dia 16.

Postado por Cláudio Prisco

Tendência

25 de outubro de 2009 0

A propósito, a bancada federal do PP recebe Dilma para um jantar nesta terça-feira, em Brasília. Apesar de o presidente do partido, Francisco Dornelles (RJ), ter parentesco com o governador de Minas, Aécio Neves, os pepistas devem fechar com a presidenciável petista.

Postado por Cláudio Prisco

Dobradinha

25 de outubro de 2009 0

Se Paulo Bornhausen (DEM) e João Alberto Pizzolatti (PP) forem confirmados líderes de suas respectivas bancadas na Câmara, em 2010, têm tudo para integrar o comando da campanha dos presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Postado por Cláudio Prisco

Gesto

25 de outubro de 2009 0

Em plenário, os petistas têm evitado disparar na administração estadual e, na semana passada, se incorporaram às manifestações de solidariedade do PMDB ao ex-governador Paulo Afonso, que teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos.

Postado por Cláudio Prisco

Mudança

25 de outubro de 2009 0

Deputados peemedebistas estão impressionados como a bancada do PT anda mais maleável na Assembleia. Não apenas no contato entre os parlamentares, mas no comportamento em relação ao governo.

Postado por Prisco

Deslize

25 de outubro de 2009 0

Até Luiz Henrique parece ter concluído que essa sua viagem de duas semanas à Europa foi equivocada. Teria sido um erro se ausentar do Estado neste momento de efervescência política.

Postado por Prisco

O papel do governador

25 de outubro de 2009 0

Essa drástica operação a ser executada por Luiz Henrique não fulminaria com a sua licença, agora em janeiro. Sem as atribuições administrativas, teria quase 90 dias para, em dedicação exclusiva, tentar costurar um acordo capaz de não inviabilizar a sua renúncia. Não sendo possível, ao invés de entregar o governo em definitivo a Leonel Pavan, reassumiria em abril.

Só que com força e autoridade para oferecer a palavra final na composição estadual. O PMDB não teria mais como exigir o cabeça de chapa e Eduardo Moreira ficaria sem argumentos para não aceitar o papel de coadjuvante de Raimundo Colombo ou Leonel Pavan.

Alternativas: Colombo de candidato a governador, com Moreira ou o prefeito de Florianópolis, Dário Berger, de vice. Pavan concorreria ao Senado, em dobradinha com um dos dois peemedebistas; Leonel Pavan ao governo, mas com Raimundo como companheiro de chapa. Eduardo Moreira e Berger concorreriam ao Senado; e finalmente escalar um dos dois peemedebistas de vice de Pavan, mas com o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, representando o DEM na majoritária.

Daqui para frente, é possível prever fartura de lances para enriquecer a corrida sucessória de Santa Catarina. E como se pode ver, o futuro da tríplice aliança e a estratégia a ser definida pela oposição (PT e PP), vão depender fundamentalmente do PMDB e dos movimentos de Luiz Henrique da Silveira.

Postado por Prisco

Renúncia da renúncia

25 de outubro de 2009 0

Como Luiz Henrique não pretende se sujeitar à liderança dos senadores José Sarney (AP) e Renan Calheiros (AL), agora com o concurso do deputado Michel Temer (SP), prefere desistir da candidatura ao Senado a ter que se submeter a um acordo com o PT.

Como a verticalização restringiu-se ao pleito de 2006 e o próprio Temer já declarou que a direção nacional não vai impor o eventual acerto nacional aos Estados que o rejeitarem, LHS poderá reassumir o controle da tríplice aliança (hoje meio à deriva) e a própria condução do processo sucessório no PMDB se provocar um fato novo. Tipo: a renúncia da renúncia!

Embora contrariado e frustrado, Luiz Henrique abriria mão da candidatura ao Senado e completaria o mandato, pilotando a campanha no exercício do governo. E aí, em condições de influenciar diretamente na composição da chapa majoritária.

Naturalmente que esse desfecho não é o preferencial de LHS, que sabe das boas perspectivas para se eleger senador, mas seria a forma de colocar ordem na casa.

Neste caso, Luiz Henrique bateria o jogo, estabelecendo as regras com a autoridade de quem praticou um gesto de grandeza, em nome de um projeto de poder no Estado, com desdobramentos na eleição á Presidência da República.

José Serra presidente, mesmo sem mandato, LHS poderia ser aproveitado no Ministério, diante do sacrifício para a construção de apenas um palanque em Santa Catarina, fundamental para evitar o crescimento da ministra Dilma Rousseff sobre o eleitorado catarinense.

Postado por Cláudio Prisco

Distância do PT

25 de outubro de 2009 0

Não é novidade para ninguém que Luiz Henrique já esteve mais propenso à candidatura ao governo do senador Raimundo Colombo (DEM). Com essa equação, além de repetir a manobra de 2006, quando Eduardo Moreira completou o mandato, LHS chegaria em Brasília de braços com Casildo Maldaner, primeiro suplente de Colombo.

A diferença é que Moreira foi buscado em Criciúma para formar dobradinha com Luiz Henrique em 2002, depois de ter sido derrotado na eleição à Prefeitura de Criciúma para o petista Décio Góes. Já Leonel Pavan, abriu mão de quatro anos como senador para ser vice de LHS.

Luiz Henrique vai tentar encontrar uma solução capaz de preservar a unidade do PMDB e a boa convivência com Eduardo Moreira. Em conversa a sós com seu ex-vice, LHS vai deixar claro que não admite a hipótese de nenhuma composição com o PT.

Primeiro porque não confia nos petistas, que passaram os dois mandatos fazendo oposição na Assembleia. E também porque descarta uma equação presidencial que não passe pelo governador de São Paulo.

Uma queda de braço no PMDB, para ver quem tem o real controle partidário, não passa pela cabeça de Luiz Henrique. O problema não é ser derrotado por Moreira, mas a cratera que vai abrir na sigla, que caminhará fragilizada para o embate eleitoral. 

Postado por Prisco

LHS mais próximo de Pavan

25 de outubro de 2009 0

O retorno de Luiz Henrique da Silveira do exterior, previsto para essa segunda-feira, quando reassumirá o governo do Estado, é aguardado com grande expectativa por correligionários, aliados e até adversários políticos.

LHS vai aproveitar a transmissão do cargo para mandar algum recado ao presidente do PMDB, Eduardo Moreira, ou evitará qualquer polemização, marcando o ato pela informalidade?

Duas situações são líquidas e certas: Luiz Henrique não gostou dos movimentos de Moreira na direção do PT, durante sua ausência, nem desistiu do projeto da tríplice aliança, coligação que deseja ver reeditada em 2010.

Considerando seu afastamento do governo no dia 5 de janeiro, LHS terá apenas mais 70 dias como governador. Confirmada sua disposição de concorrer ao Senado, renunciando a 2 de abril, quem acaba ganhando espaço na tríplice é o vice Leonel Pavan (PSDB), que desempenhará papel estratégico no primeiro semestre do próximo ano.

No primeiro trimestre como interino e no outro já efetivado no governo, o que reforça suas pretensões, levando-se em conta que o prazo fatal para as convenções homologatórias vence em 30 de junho.

Para Luiz Henrique realizar essa travessia sem sobressaltos, necessariamente terá que contar com a parceria de Pavan. E para se eleger senador com votação retumbante, indispensável para credenciá-lo à presidência do Senado, em 2011, a sintonia com o tucano será indispensável.

Mais do que nunca, LHS e Leonel Pavan estão afinadíssimos para enfrentar a campanha eleitoral que começa a 1º de julho, especialmente porque também estão fechados em torno da candidatura presidencial de José Serra, o que coincide com a posição publica assumida pelo ex-senador Jorge Bornhausen (DEM), o que, aliás, vem sendo contestada por setores liberais.

Postado por Cláudio Prisco

Led Zeppelin "Stairway to Heaven"

24 de outubro de 2009 0

Postado por Cláudio Prisco

Frase

24 de outubro de 2009 0

“As relações com o Congresso nem sempre ocorrem com a assepsia que a população espera”.

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, sobre a aprovação das reformas, em 1998.

Postado por Prisco

Campanha

24 de outubro de 2009 0

Agora os políticos podem valorizar seus eleitores e líderes partidários com um pacote de marketing criativo. A Editora Perfil Brasileiro coloca no mercado uma coleção especial própria para presentear os que gostam de política.

Postado por Prisco