Quem pensa que sabe o que vai acontecer, é porque deve estar muito mal informado.
Walter Mondale, ex-vice-presidente americano.
Quem pensa que sabe o que vai acontecer, é porque deve estar muito mal informado.
Walter Mondale, ex-vice-presidente americano.
O secretário Cesar Souza Junior (Cultura Esporte e Turismo) participa na quinta de reunião da Ordem dos Economistas de Santa Catarina. Em discussão, o planejamento setorial e os seus reflexos na economia catarinense.
Para o ex-senador Jaison Barreto, o Brasil está sem oposição. “Só tem governo, graças ao arrastão do Lula, que terceirizou o PT, agregando partidos como o PC do B, PR e tantos outros”, constatou.
Na Eletrosul, só tem uma definição: o presidente do PMDB, João Matos, será um dos diretores a ser nomeado.
A candidatura de Beto Martins conta com o irrestrito apoio da bancada federal: senador Paulo Bauer e deputados Jorginho Mello e Marco Tebaldi.
Leonel Pavan quer continuar no comando do PSDB catarinense, assim como Marcos Vieira deseja ser eleito seu sucessor. Correndo por fora, o nome do prefeito Beto Martins (Imbituba), que é o secretário geral.
O deputado Silvio Dreveck reforçou nesta semana, o apelo para o enxugamento de impostos em Santa Catarina. Em discurso na Assembleia, afirmou que a redução do ICMS dos produtos da cesta básica é indispensável, principalmente no Planalto Norte, onde os produtos sofrem uma diferenciação quando comparados ao Estado do Paraná.
O líder do PP elogiou a iniciativa do novo governo de diminuir a carga tributária de alguns produtos, como na carne suína e no recente estudo para reduzir os impostos do pão francês e feijão. “Quando se reduz a carga tributária para quem produz, a economia se favorece e aumenta a geração empregos”, observou.
Tramita hoje no Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional, que propõe mudança nas datas de posse de presidente e governadores, visando torná-las mais compatíveis com o período de festas de final de ano.
Considerando a iniciativa de investidura no primeiro dia útil do ano, a bancada do PP na Assembleia encaminhou ao senador José Sarney uma moção, solicitando a inclusão dos prefeitos.
O deputado federal Pedro Uczai participou na quinta-feira da reunião do diretório nacional do PT, quando aproveitou para reforçar junto aos colegas parlamentares a necessidade de incluir na pauta da Câmara, ainda esse ano, o tema reforma política. “Essa deve ser a prioridade número um da bancada petista”, assinalou.
Uczai também defendeu o envolvimento das entidades sociais na construção de uma agenda de mobilizações, e se necessário for, a elaboração de uma proposta de iniciativa popular, a exemplo do Ficha Limpa.
“Para a opinião pública, a maioria dos parlamentares são favoráveis à reforma política, mas quando se trata de avançar e incluir na pauta, esse quadro se inverte”, concluiu o deputado.
O deputado federal Onofre Agostini foi apontado por ACM Neto um de seus 10 vice-líderes na Câmara. Único parlamentar de primeiro mandato escolhido, a indicação também foi uma forma de prestigiar Santa Catarina, cujo governador é do DEM.
Onofre, que foi considerado o deputado estadual mais atuante de todos os tempos da Assembleia, recebeu o convite como o reconhecimento por seu trabalho e sua trajetória política.
Pensão especial para os filhos de servidores públicos que tenham incapacidade física ou intelectual, mesmo maiores, foi o primeiro projeto apresentado por Onofre Agostini na Câmara.
O secretário Valdir Cobalchini (Infraestrutura) e o deputado Moacir Sopelsa (vice-presidente da Assembleia) vão percorrer, na próxima semana, trechos das principais obras viárias estaduais em andamento nas áreas de abrangência das Secretarias de Desenvolvimento Regional de Seara e Concórdia.
A intenção dos peemedebistas é verificar também pontos críticos que precisam sofrer intervenções urgentes para reduzir a estatística de acidentes rodoviários. O roteiro será realizado a partir da manhã de quinta-feira.
Especialista em Direito Eleitoral, o advogado Alessandro Abreu considera um “deboche jurídico” a discussão sobre a ocupação da vaga deixada pelos parlamentares eleitos, que abdicam temporariamente do mandato para assumir cargos no Executivo.
“Após a formação da coligação, os partidos sequer podem agir isoladamente perante a Justiça Eleitoral. Todos os seus candidatos - independentemente da legenda a que são filiados - dividem os espaços de rádio e televisão e somam os seus votos para atingir o coeficiente eleitoral”, poderá Abreu.
Diante desse quadro, “apenas cogitar a possibilidade dos partidos pleitearem as vagas, é debochar da razoabilidade e do bom senso”, sustentou o advogado.
Aproveitando a agenda com a diretoria da GM do Brasil, em São Paulo, Raimundo Colombo avistou-se ontem com o governador Geraldo Alckmin no Palácio dos Bandeirantes. Em discussão, apenas temas administrativos, com troca de experiências nas áreas da Segurança Pública e Saúde.
Embora o tucano não esteja no circuito das articulações políticas, o liberal ficou de retornar para uma nova conversa. Colombo quer continuar no DEM, mas se uma reforma política ganhar corpo no Congresso, a fusão que mais seduz o governador catarinense é com o PSDB.
Sem perder o foco na administração estadual, Raimundo Colombo pretende contatar com alguns interlocutores nacionais, sempre que estiver viajando com compromissos de governo. Entre os que vai priorizar, destaque para José Serra e Aécio Neves (PSDB), Michel Temer e Pedro Simon (PMDB), Eduardo Campos (PSB), Francisco Dornelles (PP), Roberto Freire (PPS) e Carlos Luppi (PDT).