Nós nunca somos tão facilmente enganados quando imaginamos que estamos enganando os outros.
La Rochefoucauld, escritor francês.
Renato Vianna tomou posse ontem para mais um período de quatro anos à frente da diretoria Financeira do BRDE. A expectativa gira em torno de quem fará dobradinha com ele, na representação de SC: Paulo Afonso ou Neuto de Conto.
Um homem que rouba para mim roubará de mim.
Theodore Roosevelt, ex-presidente americano.
A executiva estadual do DEM está sendo convocada para terça-feira, a fim de avaliar a situação partidária. O presidente João Paulo Kleinubing convidou o ex-senador Jorge Bornhausen.
O slogan de campanha de Raimundo Colombo foi “SC tem pressa”. Mas para o deputado Esperidião Amin, considerando o preenchimento das SDRs, “está tudo muito devagar”.
O Ministério da Justiça confirmou ontem a efetivação do catarinense Fernando Furlan (filho do ex-deputado Vasco Furlan) para a presidência do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Cláudio Vignatti vai ocupar o mesmo posto que pertenceu a Alexandre Padilha, antes de virar ministro no apagar das luzes do governo Lula. Hoje, ele é titular da Saúde.
Encontra-se no Ministério do Planejamento, já pautado para a próxima reunião da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), o programa BID VI, que vai investir cerca de R$ 250 milhões nas rodovias do Estado.
Como o processo vai necessitar da autorização do Senado, o secretário Valdir Cobalchini (Infraestrutura) aproveitou a passagem por Brasília para pedir o empenho dos três senadores catarinenses, que pela primeira vez na história do Estado estão alinhados ao mesmo grupo político: Luiz Henrique, Casildo Maldaner e Paulo Bauer.
Paulo Bauer recebeu ontem, em seu gabinete, o embaixador suíço, Wilhelm Meier. O senador tucano foi estimulado a reativar a Frente Parlamentar Brasil-Suíça, criada por ele, em 2003, quando estava na Câmara.
Meier informou que o grupo está sem funcionamento desde o final da legislatura passada. O objetivo é intensificar o intercâmbio cultural e político entre os dois países.
Luiz Henrique da Silveira fez ontem, da tribuna do Senado, o primeiro discurso de uma série, em que pretende demonstrar as vantagens do modelo de administração descentralizada, implementado em Santa Catarina.
A estratégia do senador, apresentando números e estatísticas que colocam o Estado como destaque em desenvolvimento humano, visa enaltecer a importância da desconcentração do poder, com recursos aplicados diretamente nas comunidades.
Para LHS, uma mudança completa em nível nacional só será possível com um novo pacto federativo. Por isso, vai apresentar uma PEC, propondo que os municípios, que hoje recebem 13% do total de impostos arrecadados, passem a receber 20%, e os Estados, que hoje ficam com 20%, saltem para 30%.
Seis ex-governadores vão marcar presença no lançamento da revista “Voto”, na próxima segunda-feira, em Florianópolis: Luiz Henrique, Eduardo Moreira, Esperidião Amin, Casildo Maldaner, Leonel Pavan e Paulo Afonso.
Raimundo Colombo também confirmou comparecimento, ao receber exemplar da última edição, levada pela diretora Karim Miskulin, que é cientista política.
“Voto” é uma publicação nacional sobre política, que passará a circular em Santa Catarina, com cobertura factual.
Leonel Pavan e Eduardo Moreira conversaram ontem durante uma hora, em encontro sem testemunhas. Os dois avaliaram o cenário político de Santa Catarina e a movimentação partidária nacional.
Considerando que Moreira é presidente licenciado do PMDB e Pavan hoje pilota o PSDB no Estado, o preenchimento das Secretarias Regionais mereceu discussão, no dia em que Raimundo Colombo divulgou oito novos titulares.
Os dois também apreciaram o panorama eleitoral em alguns municípios.
Ao desembarcar ontem em Navegantes, Cláudio Vignatti aproveitou para conversar com o ex-deputado João Matos. Também deverá sentar com Paulo Afonso Vieira.
Se o Planalto decidir pela ascensão de Ronaldo Custódio, o ex-governador e o presidente estadual do PMDB deverão se aconselhar com o vice Michel Temer, antes de uma palavra final sobre as duas diretorias acenadas ao PMDB.
O que também está influenciando Cláudio Vignatti a desistir momentaneamente da Eletrosul é a possibilidade real do governo Dilma optar por uma solução técnica. O diretor de Engenharia, Ronaldo dos Santos Custódio, poderia ser nomeado para a presidência, em substituição a Eurides Mescolotto.
Gaúcho de Sant'Anna do Livramento, Custódio está na estatal desde 1989. De 2003 a abril de 2008 ocupou o cargo de diretor Técnico da empresa. Dilma Rousseff o conhece desde o tempo que exerceu a Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul.
Os apagões no Nordeste e em São Paulo estariam levando a presidente buscar soluções domésticas e apolíticas, especialmente porque esse é o setor ao qual sempre esteve familiarizada.