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Posts na categoria "TIPS"

Desafios cotidianos

10 de maio de 2010 0

Creio que o principal objetivo dos estagiários seja a superação dos novos desafios que surgem na sua carreira profissional. Quantas vezes ficamos receosos, ou até mesmo com um pé atrás, para tomar determinada atitude, ou definir aquela situação intrigante. Com o passar do tempo vamos adquirindo conhecimento de como funciona a organização em que estamos trabalhando e vamos obtendo confiança de nossos gestores. Estes são peças fundamentais para um bom aproveitamento do período do estágio, eles traçaram um rumo das nossas tarefas e claro que um bom relacionamento interpessoal na empresa na qual estivermos inseridos é essencial tanto para o estabelecimento de um networking, quanto à criação de novas amizades. As amizades são essenciais, conversar com as pessoas que já possuem alguma experiência de mercado e que possam trocar idéias é fundamental para o aprendizado de um estagiário. Só assim nos tornaremos profissionais melhor capacitados para suprir as necessidades do mercado cada vez mais exigente e afunilado.

Supere os desafios, não tenha medo, eles é que contribuirão para a sua ascensão profissional. Planeje sua rotina para conciliar os estudos com o trabalho e, acima de tudo, invista em você. Faça cursos para buscar o aprimoramento das suas habilidades e a criação de novas, para que você possa ser um profissional cada vez mais versátil e possuidor de uma característica eliminatória atualmente: ter um DIFERENCIAL.

Até mais.

Abração

Bruno Cassio

FUNDATEC - Liderança Contemporânea

15 de abril de 2010 0

Planejamento de carreira

11 de abril de 2010 0

Por: Fabiani Seibel Stock

Atualmente planejar a carreira tem sido uma tarefa fundamental para qualquer profissional, independente da área em que atue, pois com as constantes mudanças do mercado, possuir a garantia de um emprego estável é uma ilusão. Após a crise mundial que abalou as estruturas do mercado de trabalho em 2008 e 2009, aos poucos, muitas das empresas atingidas estão conseguindo se recuperar, e inclusive aquelas que praticaram demissões em massa, estão retomando as contratações. Para quem possui um planejamento de carreira, e que não ficou parado durante este período, ou seja, que buscou qualificar-se e manter a sua competitividade, com certeza teve ou terá maiores chances de manter seu emprego ou de recolocar-se profissionalmente. Esse foi um momento que mostra o quanto é importante realizar um planejamento de carreira, seja para quem está entrando no mercado de trabalho, como os jovens profissionais, como para quem já possui uma carreira e deseja manter o nível de atratividade de seu currículo.

O planejamento de carreira é uma responsabilidade de cada profissional. Somente a própria pessoa é quem vai saber o que deseja, o que quer ser e onde quer chegar, por isso  deve traçar as metas a serem seguidas para alcançar os seus objetivos. Muitas empresas possuem planos de carreira que auxiliam seus colaboradores a definir onde querem chegar dentro da organização, que postos desejam alcançar e fornecem os meios, o aconselhamento e os subsídios para conseguirem isso.

Para realizar um planejamento de carreira, o profissional pode fazer isso individualmente, ou mesmo procurar consultorias especializadas neste processo. Através do planejamento de carreira, a pessoa define objetivos e estabelece os meios e os prazos para atingí-los, que vão desde repensar a sua formação, a sua atuação profissional, até definir cursos, seminários e estudos que deverá se dedicar. As ações de um planejamento de carreira também incluem o desenvolvimento de competências de habilidade e atitudes, participação em redes de networking e de divulgação profissional em organizações que deseja fazer carreira.

O planejamento de carreira em um ambiente de trabalho instável é muito importante, tanto para ingressar no mercado, quanto para conseguir uma promoção ou uma recolocação em caso de desligamento por parte da empresa, ou mesmo por vontade própria. Planejar a carreira é uma maneira de buscar o sucesso profissional e de refletir sobre o que somos e sobre o que queremos ser. Não podemos esperar o mercado ditar o nosso rumo, nem esperar que o nosso atual empregador ofereça esse processo para nós. Cabe a cada profissional ditar o seu rumo, fazer da sua meta o seu sucesso, buscando o desenvolvimento pessoal, a qualificação e a força de vontade de querer alcançar voos maiores. O nosso crescimento depende de nós, da nossa motivação e da nossa criatividade.  Planeje, faça e colha os frutos de sua determinação!

Fabiani Seibel Stock atua na área de Recursos Humanos. É pós-graduanda em Pedagogia Empresarial pela Escola Superior Aberta do Brasil  e em Psicologia Organizacional pela Esade Laureate International Universities, graduada em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.    


Emprego de A a Z - A importância do estágio

07 de abril de 2010 0

Feriadão

01 de abril de 2010 1

PSYCHO RABBIT

Daew galera!

Eu sei que o feriadão que se aproxima é bom!

Curtir uma praia com o calor que ainda nos resta, viajar, sair e relaxar é ótimo, mas peguem leve.

Fazer um feriadão Hard-Core não é muito agradável, até porque as aulas já estão ocorrendo e tu, provavelmente como eu, já tem 1 milhão de trabalhos para fazer.

Outra coisa, se beber não dirija. Eu lutei tanto pra ter público no blog, se tu que estás lendo partir pro céu, vai ser uma perda muitooo grande… É brincadeira, mas na brincadeira a gente fala sério. Não rateia…

Me preocupo com vocês. São o futuro da nação.

Abraços! Marcelo Bock

Geração Y, uma alternativa de inovação para as empresas

30 de março de 2010 0

Daew galera,

O texto sobre a Geração Y postado aqui no blog rendeu frutos! Em parceria com a Companhia de Estágios, criamos a oportunidade da Fabiani Stock falar sobre o assunto para a Rádio Gaúcha.

Para ouvir: Clique aqui

O meu muito obrigado para a Fabiana e para a Companhia de Estágios, por proporcionar esta possibilidade de interação entre mídias.

Marcelo Bock

Resiliência – Sabe o que é?

26 de março de 2010 0

Você já ouviu falar de resiliência? Resiliência é a grande atitude que um ser humano, e as organizações, podem desenvolver cada vez mais para superar suas adversidades. No mundo da Administração e dos Negócios a resiliência é um tema bastante abordado. Um grande destaque sobre o assunto foi dado por Idalberto Chiavenato, em seu livro Introdução à Teoria Geral de Administração, direcionando tal assunto para o mundo empresarial. O conceito apresentado por este autor diz que: “a resiliência é a capacidade de um sistema de superar o distúrbio imposto por um fenômeno externo e manter-se inalterado”. O grau de defesa e a capacidade de enfrentar as turbulências que uma empresa possui, é o que o autor classifica como resiliência aplicada nos negócios.

O termo resiliência é usado na física, que significa:  a capacidade dos materiais de resistirem aos choques e voltarem ao seu estado normal. Trazendo esta idéia para a dinâmica humana, podemos perceber que esta é uma das grandes atitudes que um ser humano pode desenvolver. Uma das maiores características comum dos grandes líderes da história é a resiliência. Os maiores líderes demonstraram que a capacidade de superação, força e coragem, eram grandes atributos para encarar os problemas. Estudos e pesquisas surgem a cada dia abordando a resiliência, principalmente diante deste mundo altamente dinâmico e competitivo, como a capacidade de recuperação e de crescimento após sucessivos problemas, e esta pode, sim, ser desenvolvida pelo ser humano. Por isso que os profissionais resilientes são tão cobiçados no mercado de trabalho para ocuparem cargos estratégicos.

De acordo com uma pesquisa realizada no Brasil pela International Stress Management Association (Isma-Brasil), 83% das pessoas não podem ser consideradas resilientes. Este número é preocupante porque quanto mais distante ficar o desenvolvimento da resiliência, menor será a qualidade de vida do indivíduo, que conseqüentemente pode desenvolver mais sintomas físicos como, dor de cabeça e fadiga muscular, e outros aspectos como, agressividade, passividade excessiva, ou algum tipo de dependência química. Está ligado ao avanço do distresse (estresse prejudicial à saúde).

A grande atitude, resiliência, significa a capacidade de adaptação às mudanças e saber passar pelas adversidades saindo fortalecido emocionalmente e capaz de criar positivamente. Não há sucesso, em qualquer área profissional, sem resiliência por que o individuo que souber criar resistência aos problemas diversos, aprendendo com os mesmos pela superação, estará evoluindo qualitativamente. É preciso, para ser resiliente, saber fazer escolhas. A maneira que cada pessoa enxerga o que acontece consigo é o que faz a diferença. O individuo que, diante dos problemas e desafios da vida, tem fé, força, coragem e determinação, desenvolve maior resiliência e aprende com os acontecidos, já aquele que desanima, desacredita, retrai, terá menor resistência ao “choque”, assim fica mais difícil aprender e evoluir com as situações diversas que surgem.

Concluindo, fica uma reflexão para que você avalie o seu nível de resistência e superação diante dos altos e baixos da vida: Quando você está numa situação problema, como você reage ao que está acontecendo? Você tem conseguido dar uma resposta à altura, ou fica se lastimando pelo o que acontece? Henry Ford certa vez disse que, “o fracasso é uma oportunidade de começar novamente, com mais inteligência”. Isto é ser resiliente.

retirado do site: http://www.artigonal.com/recursos-humanos-artigos/resiliencia-a-grande-atitude-519235.html

A Geração Y e a Motivação Profissional

23 de março de 2010 2

Por: Fabiani Seibel Stock

Está na moda discutir sobre a geração Y (formada por pessoas com menos de 30 anos que estão no mercado de trabalho). Essa “turma” do Y, são profissionais que querem resultados rápidos, buscam de forma constante a satisfação profissional e qualidade de vida, estão sempre conectados e atualizados quanto ao uso de novas tecnologias e estão a cada dia assumindo mais postos no mercado de trabalho, inclusive cargos de liderança. A motivação do profissional dessa geração tem um prazo de validade; se a empresa não realizar essa manutenção, ele mesmo vai dar um jeito de resolver isso, ou seja, se algo não está legal na organização onde atua, e não vê perspectivas de melhora, simplesmente as buscará em outra empresa. Esse profissional é do mercado e não da empresa, e essa impaciência e infidelidade com o empregador torna essa geração alvo de críticas, caracterizando um grande problema para as organizações.

A retenção do profissional da geração Y tem significado um grande desafio para os gestores, principalmente para os profissionais de Recursos Humanos. Esse profissional é ágil, gosta de ver resultados nas suas atividades e principalmente precisa de um feedback constante para alimentar a sua ansiedade.

Sabemos que a motivação, em qualquer geração, depende muito mais da própria pessoa. Não podemos motivar alguém, apenas indicar caminhos, incentivá-la a buscar a sua motivação para que encontre aquilo que a tornará realizada.

A geração Y não pode ser considerada um problema, e sim uma solução, uma alternativa de inovação para as empresas. Uma chance para que os profissionais de recursos humanos desenvolvam novos meios de retenção de talentos, novas técnicas de influenciar e desenvolver a auto-motivação em seus profissionais. Porque não aproveitamos esse momento para usar essa volatilidade destes profissionais e criar? É um momento de inovação, de se auto-motivar e de usar a criatividade a favor da criação de novos métodos de desenvolvimento dos profissionais que estão entrando nas nossas organizações, sedentos por sucesso e desenvolvimento, cheios de energia e de novas idéias, desde o nível operacional até o estratégico. Vamos aproveitar essa geração de vanguarda, para que sejam aliados do nosso negócio e, se um dia não for mais possível retê-los na nossa empresa, tudo bem, vamos deixá-los ir, certamente teremos outros Ys para entrarem na nossa organização, com novas idéias e sugestões, novas emoções a vista.  Sabemos que o mercado é volátil, que talvez um produto ou serviço que vendemos hoje, amanhã já não será tão útil, por isso, devemos saber que as pessoas também têm a sua chance de trocar e de seguir em frente em busca da sua realização profissional, pois para elas, significa que aquela oportunidade deixou de ser o que era. Não estou querendo defender que os gestores devem se conformar com a saída do profissional desmotivado, mas que devem sim, tentar retê-lo. No caso de perder ele para o mercado ou para o concorrente, devem refletir e verificar se a sua empresa pecou na manutenção deste, e o que poderá ser feito pelo próximo talento que entrar pelas portas do seu empreendimento.

A manutenção de talentos, atração e retenção de pessoas, sempre foi e sempre será motivo de preocupação e um grande desafio para as empresas. A manutenção do Y, é apenas mais uma novidade para ser incorporada aos processos do RH, pois não se engane, mais adiante surgirão novas gerações, novos e maiores desafios!

Fabiani Seibel Stock atua na área de Recursos Humanos. É pós-graduanda em Pedagogia Empresarial pela Escola Superior Aberta do Brasil  e em Psicologia Organizacional pela Esade Laureate International Universities, graduada em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Mais uma vez obrigado a CIA de Estágios pelo ótimo conteúdo cedido ao blog!

10 razões para se manter motivado no trabalho

20 de março de 2010 0

por Patrícia Bispo

Quando o assunto em pauta é motivação corporativa, muitos profissionais reportam seus pensamentos, quase que automaticamente, aos processos ou aos programas que são implementados pelas empresas em que atuam. Alguns se sentem satisfeitos com as ações adotadas pela empresa em que atuam. Mas, há quem se mostre insatisfeito e afirma que trabalhar naquela organização não atente às suas expectativas. Até aí, nada de novo, afinal existe o livre arbítrio e cada indivíduo, teoricamente, sabe o que é ou não bom para si. Mas, será que os estímulos motivacionais devem partir unicamente das corporações ou os colaboradores também precisam fazer a sua parte?
Afinal vale lembrar que a motivação também parte de dentro para fora de cada pessoa e se isso não ocorre, não adianta ficar frente a frente com pacotes de benefícios atraentes, salários acima da média e programas de qualidade de vida. Todas essas ações parecerão inúteis e sem valor algum, caso a própria pessoa não busque a auto-motivação. Abaixo seguem algumas sugestões para fazer uma autocrítica às suas ações e buscar alternativas simples que podem ser adotadas diariamente, mas que podem auxiliar a qualquer pessoa a se sentir mais “leve”, inclusive no ambiente de trabalho.

1 – Não veja a noite do domingo como se fosse uma contagem regressiva para enfrentar um verdadeiro calvário. Inúmeras são as pessoas que ao verem o início do Fantástico começam a ficar estressadas porque na manhã seguinte terá que iniciar mais uma semana de trabalho. Mentalize o que você fez de bom no final de semana: os momentos com a família, as conversas com os amigos ou mesmo lembre a cena de uma comédia que assistiu e lhe garantiu muitas risadas.

2 – Começa a jornada de ida ao trabalho e milhões de trabalhadores enfrentam trânsitos caóticos. Quem está no seu carro pode optar por ouvir uma música relaxante no percurso até chegar à empresa. Para os que dependem de coletivos, sempre é possível fazer amizades com quem está ao seu lado e quase que diariamente pega a mesma condução naquele horário. Isso pode render uma conversa descontraída e deixá-lo de bom humor para “enfrentar” um dia de trabalho cansativo.

3 - A correria do dia a dia faz com que a maioria das pessoas sinta-se no automático. Isso faz com que se faça o mesmo percurso e já torne a ida ao trabalho uma verdadeira chatice. Tendo oportunidade, vez ou outra, faça um trajeto diferente. Caso possa ver o mar ou mesmo um parque até chegar ao trabalho, você verá o quanto deixa de observar detalhes agradáveis como crianças indo à escola, pássaros que cantam e esperam apenas seu olhar para admirá-los, e até mesmo pontos turísticos de sua cidade que você nunca parou para ver os detalhes.

4 - Chegou à empresa? Ótimo, afinal teoricamente você está ali para cumprir suas atividades e sua remuneração que garante a sua sobrevivência, dependerá disso. Se você recebe por aquilo que faz, então, tem seu valor. Essa já é uma razão para se sentir motivado em exercer sua profissão. Diga a si próprio: “Eu tenho meu valor”.

5 - Pesquisas revelam que as primeiras horas do expediente da “segundona” registram o maior índice de enfartos no ambiente de trabalho. Isso porque as pessoas sentem um impacto forte ao voltarem à empresa e verem as responsabilidades e as cobranças que serão feitas ao longo do dia e da semana que se apenas começou. Vale um lembrete: priorize o que realmente é urgente e realize suas atividades com moderação. Nada vale mais do que sua saúde.

6 - Já na empresa, a correria começa. Mas, uma organização não é feita apenas de máquinas ou números. O local onde você trabalho possui pessoas como você: com sonhos, com necessidades específicas e que fazem parte da sua vida. Afinal, você passa boa parte da sua vida ao lado dos seus pares. Aproveite os momentos do cafezinho, do almoço para estar ao lado das pessoas que mais se identifica e cinco minutos de uma conversa que não envolva assuntos relacionados ao trabalho, podem aliviar as tensões diárias.

7 - Se seu gestor está em um dia agitado, leve até ele apenas questões urgentes e que não podem ser resolvidas por você. Tome a iniciativa de solucionar questões que lhe são familiares. Isso agregará um diferencial à sua performance.

8 - Quem busca a auto-motivação procura ir ao encontro de energias “positivas”. Evite, então, contaminar-se pelo pensamento das pessoas que sofrem a chamada Síndrome de Hardy – aquela hiena do desenho animado, que se lamenta a cada segundo e diz repedidas vezes a tradicional frase: “Ó vida, ó azar”. O pessimismo é contagiante se não estamos alertas e nos defendemos dele.

9 - Auto-motivação exige que o profissional tenha iniciativas próprias e não fique de braços cruzados, esperando que a empresa ofereça estímulos diários. Se você escolheu uma profissão, mantenha-se atualizado com o que ocorre na sua área. Assim, o profissional torna-se um diferencial não apenas para a organização que atua, mas também para si mesmo. Afinal, que busca informações e está em constante processo de evolução aumenta suas chances de empregabilidade em um mercado cada vez mais exigente.

10 - Geralmente, quando as pessoas ficam frente a frente com novos desafios é normal que sintam receio. Isso ocorre em qualquer área de atuação e profissionais das mais variadas faixas etárias. Desafios surgem para servem vencidos e mesmo que você cometa erros, aprenderá algo. Lembre-se que as dificuldades sempre aparecerão no seu caminho, mas nada como um dia após o outro para ir ao encontro de conquistas. Lembro-me de um antigo ditado que ouvia quando criança: “Quem tem tu, é tu mesmo!”. Ou seja, só você pode dar um rumo melhor à sua vida, seja no campo profissional ou pessoal.

retirado de: http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Dicas/6472/10-razoes-para-se-manter-motivado-no-trabalho.html#

Marcelo Bock

Vida de estagiário - Engenharia Civil

11 de março de 2010 0

Tá ai uma área que eu não conseguiria trabalhar, mas pra quem gosta, vale a pena!

Fonte: Guia do Estudante.

Grande abraço!

Marcelo Bock