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Posts de agosto 2011

O que eu serei quando crescer

26 de agosto de 2011 0

Mais um ciclo de job rotation está chegando ao fim. Aqui tive contato com gestores que viraram ídolos e exemplos de como eu quero estar em algum certo tempo. Começo a traçar planos para a minha carreira, a ter ideias mais maduras do que eu realmente 'sou'. Querendo ou não, no mundo corporativo, quem você 'é', determina as suas capacidades e elas, por sua vez, o seu papel em determinado lugar.

Quando Alice, do genial Lewis Carrol, caiu no País das Maravilhas, ela se viu diante de um questionamento profundo de identidade: "Quem ou o que eu sou?". É assim durante a nossa vida inteira. No entanto, levamos tudo de forma muito natural, sem fazer planos ou devanear sobre o nosso papel em casa, na faculdade, no trabalho, em círculos de amizade ou até mesmo na sociedade.

Shakespere colocou na boca de Hamlet uma das frases mais conhecidas do mundo: "Ser ou não ser, eis a questão." É mais ou menos o que acontece. Hoje, quem tenta ser tudo, acaba fracassando porque não consegue ser nada. Algumas coisas têm que ser deixadas de lado ao mesmo tempo em que outras devem ser priorizadas. Com autoconhecimento, amadurecimento e afirmação das suas vontades e capacidades, cada um saberá o caminho para as suas vidas e também para as suas carreiras. São escolhas.

Eu trabalho desde os meus treze anos. Mas nem por isso sempre soube mais ou menos do que ninguém o caminho que eu queria dar para a minha carreira. Já servi mesas, animei festas, fiz cobertura de jogos e shows, trabalhei para uma campanha presidencial, escrevi em site, jornal, revista etc. Fiz muita coisa. Serviram para um amadurecimento pessoal e profissional, mas estes últimos meses de RBS trouxeram muito mais. Hoje trago reminiscências de antigas experiências profissionais e extraio o meu aprendizado. Aqui, o contato com profissionais exemplares que amam e acreditam naquilo que fazem. Gente que cuida da empresa como se fosse dele. É assim que todos devemos agir.

Hoje tenho muito mais claro na minha cabeça o que eu quero ser quando 'crescer'. Certamente os meus questionamentos não sumirão. Perguntarei-me enternamente sobre quem sou e o que sou, só pra checar se estou nos trilhos. Assim como na matemática nós temos a prova-real para verificar um cálculo, na gramática e na vida, temos o sinal de interrogação. Que tal usar?

Peço desculpas pelo texto grande. Ele é resultado de uma grande ansiedade, afinal, agora me preparo para ir a Porto Alegre para os próximos seis meses do programa. Daqui a pouco é hora de orçamento.

"Só sei que nada sei"

Mais Mudanças

26 de agosto de 2011 0

Já vem chegando o dia de dizer adeus (ou melhor, até breve) para mais uma equipe que trabalhou comigo. Mais um grupo de pessoas que me proporcionaram horas do seu dia para me ajudar a desempenhar essa ou aquela função. Acordar de madrugada para ver como os jornaleiros se posicionam antes das pessoas acordarem, ver crescer um jornal popular que cria o hábito de leitura em milhares de pessoas. O ciclo nos jornais termina sem tempo nem para respirar! Eu, pessoalmente, prefiro que seja assim. Trabalhar no que gosta é regalia de poucos.

No meio das despedidas, já começo a pensar nos números que vêm por ai. “Cinco” é o número do andar onde vou estar, acompanhada pela primeira vez dos “Nove” outros trainees, que chegam em breve a Porto Alegre para a nova temporada. Começo do “Zero” minha trajetória na construção de orçamentos, e sei que vou estar do lado de uma equipe que sabe o que faz, o que me permite ousar.

Para começar na área financeira e conseguir organizar as informações de um jeito conhecido, resolvi adotar uma velha tática de repórter. Usando a curiosidade a meu favor, vou chegar com as perguntas já preparadas, um olhar de quem está apurando e a vontade de entregar um bom trabalho no final.

Job Rural

18 de agosto de 2011 2

Nessa segunda etapa do job rotation, estou a viver na capital paulista desde o início de Julho. Posso falar? Estou amando o job do Canal Rural, as pessoas, a cidade, o ritmo, a confusão, a correria... enfim: Estou a descobrir um mundo novo bem diferente da (agora) pequenina Porto Alegre.

Minha gestora Juliana Lisboa me colocou como parte da equipe de Novos Negócios. Trabalho na Redação do CR coladinha com a Renata Del Sarto e o Renato Slivar. Eles estão a cuidar dos projetos RuralBR e Lance Rural, que serão lançados no dia 27 de Agosto na Expointer. Minha primeira tarefa no job foi um mapeamento das operações do novo portal RuralBR, e hoje eu posso dizer que aprendi muito de gestão de projeto com meus colegas "Rês" =)

A seguir, desenvolvi um estudo de negócio sobre possibilidades de EAD para capacitação dos produtores agrícolas e pecuaristas. No dia 10 de Agosto, fui a Piracicaba para assistir a aula inaugural do MBA em Agronegócio organizado pelo Pecege, USP e EsalQ, e divulgado pelo Canal Rural. A aula foi transmitida ao vivo para mais de 70 polos de EAD distribuídos pelo Brasil e eu estava lá acompanhando a movimentação no estúdio, conversando com os professores e debatedores durante o intervalo =)

Posso dizer que a viagem até Piracicaba foi minha estréia no trânsito intenso da cidade. Pude perceber bem a diferença de circular aqui em horários de pico e a noite. Saímos do Canal perto das 16h e chegamos lá quase às 19h (cerca de 160km de distância). O retorno foi muito mais rápido do que isso (se bem que, quando a gente viaja, sempre cria a impressão de que a volta é mais rápida!).

No momento, estou a iniciar minha terceira e última tarefa junto a equipe de Planejamento. Logo, me despeço de São Paulo e volto a Porto Alegre para o job de Orçamento Matricial. Assim como no meu job anterior (Digital RS), vou sentir muitas saudades das pessoas que conheci. Os almoços diários, as temperaturas (beeem mais agradáveis que as portoalegrenses) e os momentos de descontração nos horários de ginástica laboral vão me fazer falta.

Essa é a equipe dos leilões que nos adotou (eu e Rês) para os alongamentos diários. Na foto (da esquerda para a direita): Eu, Carol, Fê, Danilo, Regiane e Renata (que é minha colega de Novos Negócios, mas quis sair na foto novamente hehe):

Essa é equipe do marketing. Do lado esquerdo estão Fê Saito, Gabriel e Carol. A direita, Ju, eu e Fê Carvalho. A Ju da foto é a Juliana Lisboa, minha gestora. Ela também já foi trainee:

E essa é a Lúcia da recepção. Ela também é gaúcha e trabalha no Grupo RBS há 4 anos em São Paulo. Antes, trabalhava também no Grupo, mas em Porto Alegre. A Lu também não sente saudades da umidade e frio portoalegrense, mas não desgruda do chimarrão! E olha que ela não é a única gaúcha que trabalha no Grupo RBS aqui em São Paulo. Mal deu para eu sentir saudades de casa, pois a todo o momento tem alguém para soltar um "Bá guria" =)

Futebol?!

17 de agosto de 2011 0

Futebol é uma coisa banal? Definitivamente não... Ele é sim um dos fenômenos mais complexos da sociedade contemporânea, considerá-lo como fútil ou banal é ignorar uma das mais inteligentes industrias criadas no capitalismo.

Alguns ainda dirão: "não é banal! Mas é o ópio do povo... foi feito só para entreter!" - Os que assim dizem só estão meio certos, por que o futebol é mais que uma ferramenta de controle político - ele é um grande negócio, que no mundo atual faz circular uma cifra incalculável de dinheiro, que substitui partes das guerras da antiguidade ao colocar dois países ou grupos em um confronto apaixonado mas sem sangue, e que faz com que alguns dos nossos instintos mais tolos (mas que nenhum de nós consegue evitar) sejam satisfeitos.

Sendo assim, o futebol não é só um ópio social, como quando foi utilizado pela ditadura em 1970, mas é também uma grande porta de vazão de algumas de nossas mais violentas paixões. Não é só um controle de um grupo de magnatas sobre um povo iludido, mas é sim um controle de todas as pessoas, das mais diversas classes, sobre si mesmas.

Eu sou são-paulino, entre os trainees há grandes colorados e gremistas, e creio que gostemos muito de futebol pelo fato de este ser um grande negócio, e porque assim, estamos entendo um pouco mais sobre nós mesmos...

O Valor das experiências

16 de agosto de 2011 1

Ao procurarmos descrever qual é a verdadeira diferença entre proporcionar uma experiência e vender um serviço são diversos os questionamentos e teorias que surgem. Ao tratarmos da realização de um evento então, este questionamento se mostra presente em todo o processo, desde o início, pois faz parte da natureza do negócio.

O que é de fato proporcionar uma experiência? No caso da RBS Eventos, levando em consideração a estrutura de mercado bi-lateral que a empresa se encontra, o desafio é desenvolver uma experiência, criar ações e eventos que proporcionem aos clientes (anunciantes) e ao público consumidor do evento um momento único, a sensação que deve ser gerada é algo como: “Eu não posso ficar de fora disso” ou “preciso estar presente neste evento, pois para meus negócios ele é essencial”.

Tudo isso também deve estar completamente ligado a outro questionamento constante quando se trata de um evento, quando iremos acertar ou não o alvo. Os mercados, os consumidores, o público se comporta de forma diferente em cada localização, cada classe, e cada época, sazonalidade. Por isso a mescla de indicadores e bom feeling são essenciais nesta atividade, consultar um histórico, achar benchmarks, comparar corretamente situações similares, conhecer com quem você está falando, se comunicando, tudo isso é primordial na criação e gestão de um evento.

As experiências com o passar dos anos vem obtendo sucessos e fazendo de uma simples refeição um universo de entretenimento (Hard Rock Cafe, Planet Hollywood) ou de uma bebida tomada desde 1598 um mundo de bem estar, entretenimento, marca (Starbucks). Experiências proporcionam sensações, uma relação pessoal, situações memoráveis, e isso tudo marca, se grava na mente do consumidor, gera resultado ao anunciante, cabe a nós cada vez mais pensarmos em ações certas para os públicos certos, e criarmos experiências que marquem, que façam com que a sensação de “eu não posso ficar fora disso” seja cada vez mais forte.

Imagem: PGreenblog

Jornal - Um olhar sob o mar

15 de agosto de 2011 0

Gostaria de aproveitar o post de hoje para compartilhar com você, nosso leitor, sobre uma grande oportunidade que tive: Descobrir o que é um jornal.

Sim, eu não fazia a menor ideia do que era. Consigo ver isso após estudar jornais com afinco durante um mês e dez dias e ter sempre a sensação que ainda há um mundo – ou vários - para descobrir.

Quando absorvemos muita informação em um curto espaço de tempo, ainda conseguimos lembrar como era nossa visão pré-aprendizado. Falar que eu via o jornal nas bancas como um amontoado de notícias parece ignorância. Mas acredite, não é.

Sempre gostei de ler jornais mas, como consumidor, limitava minha visão e compreensão às notícias por lá colocadas. Ou seja, estruturalmente falando, minha única interação consciente era com a redação. As outras áreas? Desconhecia ou sequer pensava que a existência do jornal também depende delas.

Hoje, com quase 45 dias de busca de entendimento do jornal, posso ver que se trata de um negócio muito, mas muito maior do que os vãos olhos do leitor podem compreender.

Para melhor explicar, o jornal físico, palpável, comprado nas ruas, equivale-se apenas a ponta do iceberg, enquanto o restante, ainda que camuflado sob as águas, dá sustentação à parte visível. Fico feliz por ter conseguido mergulhar e enxergado sob a cortina.

E o que vi por lá imerso foi fantástico: o comercial, a circulação, a logística, o industrial, o marketing, o planejamento de cada um destes, a OPEC, a própria redação (a parte escondida), o administrativo e diversas áreas que se relacionam diretamente com o resultado final de forma que este tenha qualidade e seja rentável.

Aguçar os olhos para deixar de ser apenas consumidor, e conseguir visualizar oportunidades de negócio dentro de um mercado estruturado e consolidado é um desafio. Mas, acima de tudo, uma grande oportunidade de ver além. Nem tudo é tão simples quanto pensamos.

Crédito Imagem: http://saude.abril.com.br/imagens/0310/medicina-iceberg-310.jpg

Rotina, fique longe de mim!

13 de agosto de 2011 0

Segundo o dicionário Michaelis, rotina é: “1. Caminho habitualmente seguido ou trilhado; caminho já sabido. / 2. Hábito de fazer as coisas sempre da mesma maneira, maquinal ou inconscientemente, pela prática, imitação. / 3. Hábito inveterado que se opõe a inovações ou progresso. / 4. Feitio e espírito conservador. / 5. Relutância contra o que é novo”.

Pela definição, fica claro que ser trainee é fugir da rotina. Principalmente na etapa de Job Rotation, na qual troco de setor constantemente, participo de várias equipes e aprendo coisas novas quase todos os dias. O desafio é saber lidar com cada ambiente e integrar-se a ele. E quando estou integrada, logo tenho que mudar e começar tudo de novo.

Para ter uma ideia, nesta semana, finalizei minha passagem na área de Gestão, fui visitar as antenas, estúdios e centrais técnicas de todas as rádios e trabalhei em um estudo de audiências para a área de produto. Tive contato com diversas áreas, pessoas, atividades e informações. Consigo ter uma visão do todo e ainda conhecer várias pessoas incríveis. E como diria nossa colega Luiza Maia, isso é "SENSACIONAL"!

Mas, mesmo para quem não é trainee, a boa notícia é que o Grupo RBS oferece um dia a dia bastante agitado na maior parte das áreas. Para o Jornalismo, nem precisa dizer, pois a cada dia tem novidades nas pautas. As mudanças rápidas no nosso segmento também não permitem que as áreas de Tecnologia fiquem paradas no tempo. E as áreas “Comercial” e “Marketing” já são inquietas pela própria natureza. Este ambiente dinâmico deixa o trabalho ainda mais empolgante.

Por isso, mesmo após a fase de trainee, quero continuar indo atrás de pensamentos diferentes, conversando com pessoas com quem nunca conversei e sempre repensando as atividades do meu dia. Não tenho dúvidas de que, além de mais eficiência, isso irá fazer com que meu trabalho fique cada vez mais agradável e com um eterno espírito trainee.

Vivendo a Cultura Gaúcha com

11 de agosto de 2011 0

Como autêntica mineira, nascida e criado em Belo Horizonte, não estava acostumada com termos, como: CTG, Cultura Gaudéria, Gaúcho pilchado, Chiripa ou Bombacha. Porém, ao chegar à Porto Alegre, me dei conta do quanto a cultura gaúcha é importante e que em breve, essas palavras e muitas outras fariam parte do meu dia-a-dia também.

Trabalhando na RBS TV, acompanhei um dia de gravação do programa Galpão Crioulo e fiquei ainda mais fascinada com a história e tradições gaúchas e, principalmente pela forma admirada que todos gaúchos revivem e vivem essa cultura rotineiramente.

O primeiro programa foi ao ar em abril de 1982 e em 2012 o Galpão completará 30 de sucesso ininterruptos. Sempre no comando do apresentador, Antônio Augusto Fagundes, o Tio Nico que há algum tempo é acompanhado por seu sobrinho, Neto Fagundes, o Galpão Crioulo já foi gravado em estúdio, no campo, no palco e em diversos eventos no Rio Grande do Sul. O Galpão funciona como uma grande vitrine para os músicos regionais, revelando talentos e consagrando grandes nomes da cultura gaudéria. Ganhou prêmios internacionais em Nova York e Buenos Aires, foi tema de teses universitárias, e editou uma coleção de discos.

Gravação no estúdio do programa especial em homenagem aos pais

Para mim, foi uma experiência única, acompanhar a gravação e poder sentir de perto um pouquinho mais dessa cultura que vem me encantando a cada dia!

Deixo um agradecimento especial à toda a equipe que me recebeu muito bem, desde os apresentadores Tio Nico e Neto, à diretora Rosana Orlandi, os produtores Fernando Alencastro e Gino Basso e todos os “guris” que operam câmera, áudio e imagens e, cuidam dos mínimos detalhes para que todos tenham oportunidade de viver pelo menos através da tela da TV, um pouco dessa cultura tão fascinante.

Tio Nico, Luiza Maia e Neto Fagundes

Confira a edição do Galpão Crioulo em homenagem ao Dia dos Pais, neste domingo, dia 14/08 às 6h20 na RBS TV e, acesse também o blog: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/rbstvrs/capa-interna,590,0,0,0,Galpao-Crioulo.html

O processo seletivo

09 de agosto de 2011 0

Sexta-feira de manhã. Durante a tarde, primeira fase presencial da seleção para o programa de trainee do grupo RBS. Lembro-me de passar e repassar o meu texto de apresentação dezenas de vezes. Já tinha separado a roupa que usaria na dinâmica e não conseguia parar de pensar em como seria e quem estaria lá como meus concorrentes.

Cheguei, sentei e vi boas apresentações de ótimos candidatos. Dei risada com algumas, me emocionei com outras e tento entender algumas até hoje. Foram quatro horas, muitas conversas e uma grande interrogação: Será que eu passo para a próxima fase?

A próxima fase veio e foi... e outra... mais outra... mais outra. Certo dia, estava no aeroporto indo a Porto Alegre para o 'evento com os líderes' . Ali conheci um dos candidatos que viria a ser um colega de trabalho (e grande amigo), Bruno Rodrigues.

Além do evento, conversamos com o RH. Foi o primeiro momento em que tivemos tempo para contar (em mais de três minutos) a nossa história. Pouco tempo depois, estava de volta a Porto Alegre para a entrevista final.

No fim das contas, passei. Faz 4 meses e nem parece.

Todos pelo Cliente

09 de agosto de 2011 4

Todos os dias mais de 256 mil pessoas recebem na porta de casa um dos seis jornais do Grupo RBS que circulam por assinatura: Zero Hora, Diário de Santa Maria, O Pioneiro, Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina. Quando abrem seus jornais, vários desses leitores resolvem ligar para dar alguma sugestão, solicitar algum serviço ou fazer uma crítica. Todas as ligações são recebidas por um dos operadores do Call Center da RBS.

São mais de 36 mil ligações por dia, entre clientes que nos ligam e outros que são contatados por nós. No coração de Porto Alegre, 870 funcionários se mobilizam para que o leitor encontre a solução para sua ligação da forma mais eficiente possível. Se você resolve assinar um dos jornais hoje até às nove da noite, amanhã bem cedinho ele com certeza vai estar na porta da sua casa.

Quando a maioria das empresas seguiu a tendência de terceirizar seus serviços de atendimento, a RBS concentrou seis jornais  em seu próprio Call Center.  A diferença de se ter uma central de telemarketing “dentro de casa” é que o leitor encontra colaboradores envolvidos com o conteúdo de cada edição, próximos do cliente. Eles falam com propriedade sobre os produtos.

Os corredores do Call Center estão sempre em festa. Às vezes é pelo aniversário de um colega, outras pelos sorteios de prêmios para bons desempenhos. De tempos em tempos uma nova decoração enfeita o espaço de convivência.  Manter o clima agradável e investir no desenvolvimento das pessoas é a chave do sucesso de um dos mais eficiêntes call centers do Brasil. 

Uma vez por mês, para fortalecer a nossa conexão, colunistas, editores ou repórteres dos jornais vão até o Call Center para trocar informações em um encontro descontraído, que sempre atrai muitas pessoas. Na foto, Fabrício Carpinejar, o mais recente colunista de Zero Hora, fala sobre o jornal e traz as novidades que, mais tarde, os leitores vão saber por telefone. 

 

Fabrício Carpinejar fala para operadores do Call Canter