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Alianças estratégicas

05 de março de 2013 1

Hoje não vou falar sobre meu job, mas sim sobre alianças estratégicas.

Franquia, fusão, patrocínio, co-produção.

Entre empresas? O tipo de aliança que pode facilitar estabelecer-se num mercado competitivo, aumentar o poder de barganha, acesso a novas tecnologias, alteração de metas e prioridades das partes interessadas.


Entre países? Sinônimo de globalização. Internacionalização do conhecimento, multiplicação da cadeia de valor, incremento da competitividade, multipluralidade.

E entre trainees? Brinco com minha família que ser trainee não é pra qualquer um. No início, pensamos que sair da rotina de 3 em 3 meses e aprender constantemente é fácil pra nossa geração. Tudo isso é muito intenso.

Sempre agradecemos as equipes, que nos recebem muito bem aqui na RBS.

Agora, preciso agradecer às alianças estratégicas que tive a oportunidade de fazer em Porto Alegre.

Tudo começou com um competitivo e acirrado processo seletivo. O mundo da comunicação, totalmente novo pra mim, mostrou veículos tradicionais e inovações tecnológicas. Confesso que muitas de minhas metas e prioridades mudaram a partir do momento em que decidi virar trainee do grupo.

Conhecer cada um dos trainees com suas experiências e vivências só me deu mais bagagem pra dizer que hoje tenho vantagem competitiva frente a muitos profissionais por ai.

Essa nossa aliança foi estilo “Joint Venture”, sem que nenhum de nós perdesse nossa personalidade (pessoa física, e não jurídica). Como uma identificação de identidade num processo de união de marcas, a equipe de trainees transcendeu o limite da aliança estratégica.

Saímos do campo dos negócios e hoje somos um grupo rico, cheio de histórias pra contar.

Ainda não tivemos oportunidade de tirar uma foto oficial com o Albert no grupo. Mas vai essa mesmo... obrigada a vocês, Albert, Ana, Fellipe, Ju, Cissa e Tiago. Sempre!

De volta à TV!

25 de fevereiro de 2013 0

Começou o terceiro job!

Estou de volta às TVs Santa Catarina, o lugar onde tudo começou para mim, e escrevo para compartilhar com vocês um pouco sobre minhas recentes experiências por aqui.

Vou dizer a verdade: é difícil escrever este post. Falar da TV, para mim, é fascinante. É um meio que envolve, engaja, emociona. Além, é claro, de informar, informar e informar. E quem nunca quis ver tudo o que há por trás das câmeras? Posso afirmar que é muito mais do que cabe na telinha.

Temos equipes de jornalismo, tecnologia, administrativo, comercial, marketing, planejamento comercial, comunicação, programação e operações comerciais que fazem acontecer essa mega operação nas seis emissoras do estado: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Joaçaba, Criciúma e Chapecó.

Em Santa Catarina, a RBS TV, o G1, o GloboEsporte.com, e a TVCOM são veículos que buscam cada vez mais a proximidade com o público, reafirmando diariamente seu compromisso com as nossas comunidades e produtos de excelência. O meio TV cresce, representa a maior fatia do bolo publicitário e os números comprovam: as pessoas assistem cada vez mais televisão. Ou seja, é uma responsabilidade e tanto falar com tantas pessoas. E os times de excelência das TVs Santa Catarina estão sempre engajados em levar os melhores produtos e resultados aos nossos clientes e parceiros.

Resumo disso tudo: há muito para aprender, viver e explorar por aqui! Estou muito motivada e, com certeza, teremos muito a compartilhar com vocês aqui no blog. Fiquem de olho!

Pessoal dos times de Mkt, Planejamento Comercial, OPEC e Comercial das TVs SC e Rádios.

Retorno ao nomadismo, e... um adeus aos jornais!

19 de fevereiro de 2013 2

Despedida dos jornais

O mês de fevereiro chegou e junto com ele as mudanças de job. Eu estava há dois meses e meio nos jornais, mais especificamente no comercial do Zero Hora. Foram dois meses intensos, de bastante aprendizado, integrações em diversas áreas e também de imersão no negócio jornais, tanto papel como digital.  Conheci diversas equipes, áreas, tomei conhecimento dos desafios, das conquistas que cada setor leva consigo. Mas mais do que isso, a cada job que vivenciamos levamos conosco pessoas. Dos jornais, levo com certeza a imagem de uma equipe unida, animada por desafios e comprometida com resultados. Uma característica do job rotation é que nos modificamos a cada troca de setor: buscamos deixar um pouco da gente e levar também um pouco de cada equipe que convivemos, aprendemos, interagimos.

Para guardar

Sentirei falta desta equipe que me surpreendeu com uma festinha surpresa e com quem compartilhei desafios e resultados! A foto ao lado é da minha despedida do setor. E como eles definiram bem, volto a minha vida nômade de trainee que acontece até julho, quando finaliza nosso ciclo de job rotation. Segundo o Michaelis, diz-se nômade “das tribos e raças humanas que não têm sede fixa e vagueiam”. Neste primeiro ano de trainee, vagamos mesmo pelos setores, com uma agenda fixa, mas com aprendizados e desafios nem um pouco previsíveis. Obrigado pela recepção, pelo aprendizado e pelas oportunidades de contribuir e de colaborar com os desafios do comercial da Zero Hora!

Agora é rumo ao Planejamento e Marketing! As integrações começaram semana passada e estou acompanhando planilhas e dados que dão suporte a diversas operações do Grupo RBS!

Vida de jornaleiro

06 de fevereiro de 2013 0

Saindo do forno: primeiros jornais no Parque Gráfico

Acabei de chegar a Florianópolis para desenvolver mais um projeto, desta vez nos jornais de Santa Catarina. Como parte importante deste job é entender com profundidade o funcionamento da área de circulação, acabei de acompanhar por um dia o trabalho da equipe de jornaleiros. E agora posso confirmar aquilo que já imaginava: esses profissionais ralam muito para levar as notícias ainda fresquinhas à população de grandes cidades brasileiras.

Em Floripa temos duas equipes principais de jornaleiros: uma para atender à ilha e a outra ao continente. Meu expediente começou bem cedo - exatamente às 4h30 da manhã -, seguindo com o monitor da equipe da ilha para o Parque Gráfico.

O monitor Marcelo Ghiggi separa a quantidade adequada de jornais

Chegando ao local, é necessário separar a quantidade prevista de exemplares de acordo com o ponto de venda de cada jornaleiro. E isso envolve muitas variáveis: A manchete do dia, eventos esportivos, as condições climáticas...

Depois da retirada dos jornais, é preciso deixar o Parque Gráfico rumo ao encontro com os nossos colegas jornaleiros e entregar esse produto, que faz parte da vida dessa equipe e de milhares de leitores espalhados pela cidade.

Por volta das 6h da manhã, antes mesmo do nascer do sol, todos os jornaleiros já estão a postos para vender as mais novas edições do Diário Catarinense e da Hora de Santa Catarina, jornais do Grupo RBS que circulam na Grande Florianópolis. Faça chuva ou faça sol, esses profissionais se dedicam para levar a informação produzida nas redações com o padrão de qualidade do jornalismo do grupo aos nossos leitores.

Jornaleiros recebem os exemplares do DC e da Hora de SC

Em terminais de ônibus, semáforos estratégicos e outros locais de grande circulação, centenas de exemplares são vendidos rapidamente nas primeiras horas do dia.

Enquanto os jornais começam a ser lidos, por volta das 9h os monitores já estão planejando a venda do dia seguinte. A estimativa da quantidade de exemplares necessária é feita de acordo com o histórico e outros fatores que possam influenciar a tiragem do jornal que vai chegar às ruas amanhã.

Na hora do almoço, chega o momento de reencontrar os jornaleiros, consolidar as vendas do dia e registrar o encalhe (que é sempre pequeno, graças à qualidade do nosso produto)!

Milhares de exemplares do DC e da Hora de SC são vendidos todos os dias nas ruas de Floripa graças ao trabalho dos jornaleiros

E é assim, com muita dedicação e comprometimento, que o trabalho dessa equipe dá resultado e ajuda a levar mais informação e conhecimento a milhares de catarinenses.

Como jornalista, fico feliz por conhecer uma realidade que é tão relacionada com aquela que estudei nos bancos de faculdade - mas que provavelmente nenhum curso superior ensina. E como trainee, fico satisfeito por adquirir uma visão sistêmica do Grupo RBS, conhecendo a cadeia produtiva dos nossos negócios de forma cada vez mais detalhada.

Nas ondas das rádios

01 de fevereiro de 2013 1

Hoje eu digo tchau pra uma equipe engajada e segunda feira sintonizo minha carreira profissional no veículo onde a RBS começou: Rádios!

Que sintonia? O inconstante e imprevisível improviso. A informação muda a cada minuto, e a rotina com certeza não vai fazer parte do meu dia-a-dia. Cobrir um jogo de futebol ou uma tragédia em qualquer lugar do Brasil muda todo o orçamento e logística de transmissão.

Qual freqüência? De acordo com uma pesquisa inédita do Ipsos Marplan em 2012, 74% dos entrevistados garante ouvir rádio frequentemente. De acordo com aplicações do estudo, que foi realizado em 13 mercados brasileiros, isso equivale a um contingente de mais de 37 milhões de pessoas.

Porto Alegre lidera o ranking (81% da população da capital do Rio Grande do Sul consome a mídia com frequência). Em seguida, aparece a Grande Recife (78%), Grande Curitiba e Grande Rio de Janeiro (ambas com 77%), Grande Belo Horizonte (75%) e Interior e Grande São Paulo (73% cada)

Por que rádios? O meio, com mais de 90 anos de presença no Brasil, continua no cotidiano da população. Em busca de novos comportamentos do consumidor, mas sem perder sua essência. E como eu faço? Também tento evoluir sem deixar de ser a mesma...

Estou pronta para começar mais um job rotation!

Visita à Blumenau

25 de janeiro de 2013 0

Última semana nos jornais de Santa Catarina.

Foi um período de extremo aprendizado, desafios e reflexões. Mas o que seria o programa de trainee senão isso?

Compartilho com vocês uma importante experiência pela qual passei recentemente: conhecer uma unidade em outra cidade. Fui ao Jornal de Santa Catarina, em Blumenau.

Lá, interagi com os principais gestores de todas as áreas envolvidas nas operações do JSC, e foi enriquecedor perceber as diferenças de mercado existentes em outra região.

Santa Catarina é um estado com uma característica bem peculiar: cada região é uma espécie de mini estado. A economia de SC não se concentra na capital, que nem mesmo é sua maior cidade. Cada região tem identidade própria, economia forte, seus aspectos culturais.

Blumenau é uma cidade de colonização alemã, que cultiva as tradições, e tem na atividade têxtil sua principal fonte de economia, além de outras indústrias.

O “Santa”, como é conhecido o JSC, é um jornal que circula em Blumenau e região, onde está, portanto, seu foco de atuação.

A excelência está ao alcance dos olhos: as paredes da redação mostram prêmios como Esso e The Best of Newspaper Design. Times comprometidos, motivados e inovadores compõem o Jornal de Santa Catarina e fazem a diferença.

Ainda falando em produtos referentes à região, foi lançado no segundo semestre de 2012 O Sol Diário, veículo de comunicação com foco na região de Itajaí e Balneário Camboriú. O caderno impresso, que circula encartado no Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina em oito cidades, e o site levam informação a esta região que cresce cada vez mais.

Agora, o programa segue, e em breve cada um de nós iniciará novos jobs.

Na próxima quarta-feira, subo o Morro da Cruz em direção à RBS TV, certa de que lá iniciarei mais um período de forte desenvolvimento.

Bem-vindo, Albert!

22 de janeiro de 2013 1

E o Grupo RBS ganhou mais um trainee!
O Albert foi aprovado no processo seletivo junto com a turma de 2012, mas estava até agora aguardando a liberação do visto de trabalho pra poder começar a trabalhar - sim, visto de trabalho! Nascindo na Espanha, ele está passando por uma integração no Grupo e também vai postar suas experiências aqui no blog. Yay!

Pra apresentá-lo com justiça - e também pra obrigá-lo a treinar o português! hahahah -, fiz algumas perguntas de apresentação. O resto ele vai contando aos poucos por aqui :) . Confiram!

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- Oi, Albert! Bem-vindo ao GrupoRBS e ao nosso blog :) . Me conta um pouquinho sobre ti (onde nasceu, quantos anos tem, que curso fez na faculdade)?

Oi, Júlia! Muito obrigado por me apresentar. Vamos lá. O meu nome é Albert Berenguer, tenho 24 anos, sou de Barcelona (Espanha) e estou morando no Brasil há pouco mais de 10 meses. Sou formado em Economia pela Universidade Pompeu Fabra em Barcelona e fiz uma especialização em Administração de Empresas na Texas A&M Univeristy, nos EUA.

- Por que quis ser trainee e como ficou sabendo do trainee RBS?

Essa é uma boa pergunta, típica do processo de seleção. Eu sempre quis participar de um programa trainee porque sabia do rápido crescimento profissional ligado a este tipo de programa. Por outro lado, a grande aprendizagem, a capacidade de trabalhar em diferentes áreas, o fato de poder liderar uma equipe e a possibilidade de propor projetos e gerenciá-los são os fatores mais importantes para mim.

Quando descobri o Grupo RBS fiquei apaixonado. Gostei da marca, dos valores, dos produtos e da excelência no trabalho. E ainda gostei mais mergulhando nas características do programa de trainees: a estrutura, os objetivos e o grande investimento que a empresa faz no programa, assim como as opiniões da Diretoria e da turma de trainees 2011 [nota da Júlia: nós tivemos a chance de conversar com alguns executivos do Grupo e com a turma de 2011 no coquetel, uma das etapas finais do processo!]

- E sobre o Brasil, o que está achando?

O Brasil é o país que me deu a experiência da minha vida, tanto pessoalmente como profissionalmente. É maravilhoso, tem uma cultura que apaixona e pessoas incríveis e fantásticas. Para falar a verdade, por mais que eu conheça o povo brasileiro, não deixo de me surpreender. Sempre serei muito agradecido a todas as pessoas que encontrei no caminho e que me ajudaram a estar onde eu estou. A beleza de um país ou de uma empresa são suas pessoas, e aqui no Brasil e na RBS acho que conheci as melhores. Abraços.

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Obrigada, Albert!

Seja muito bem-vindo ao GrupoRBS, à turma de trainees 2012 e ao blog!  Contamos com as tuas postagens por aqui :)

Nos bastidores do Planeta

15 de janeiro de 2013 0

Que o Planeta Atlântida de SC foi um sucesso, todo mundo já sabe. O que poucos sabem é o que precisa para um evento desse porte para funcionar e alegrar um público de 60 mil pessoas em dois dias de evento.

Tive a oportunidade de viajar para Santa Catarina e acompanhar durante uma semana o período de pré-produção do Planeta Atlântida. Os sites não param de divulgar sobre o sucesso e a alegria que os planetários curtiram, mas tem muitas coisas por trás dos bastidores.

O Planeta Atlântida 2013 teve uma mãozinha especial de São Pedro. Pela primeira vez nos últimos cinco anos, não choveu durante o festival”.

Diário Catarinense


Prevendo a mesma chuva que no ano passado, além de São Pedro colaborar, a produção se preocupou em fazer um trabalho de drenagem do solo para que, se houvesse novamente a chuva, os planetários só se preocupassem em curtir os shows.

“De plantão no Parque nesta sexta-feira (11), Juliana Renda Gomes fala que os planetários devem tomar muito cuidado com seus pertences”.

G1


No local, estava instalada a sala de situação com monitoramento de todas as imagens captadas por 25 câmeras  de segurança fixas por todo o Parque e mais 4 giratórias. A Polícia Civil estava presente com 2 delegacias móveis, além de equipes de investigação atuando durante todo o evento para evitar o consumo de entorpecentes dentro e fora do parque.

Se ficou triste porque perdeu, no Rio Grande do Sul vai ter mais nos dias 01 e 02 de fevereiro, garanta já o seu ingresso!

O Futuro e as habilidades

10 de janeiro de 2013 0

A troca de ano sempre nos motiva a pensar sobre o futuro: como será o ano que virá? Que mudanças terão as nossas vidas? O mundo passará por alguma grande revolução? Enfim, o que o futuro nos reserva. É a época das listas, de planejar o ano seguinte, mas também de pensar sobre o futuro de maneira ampla. Em ritmo de educação, que tal refletir sobre isso? Nas escolas ou no mercado de trabalho, aprender é essencial.

Nada é certo sobre o futuro, mas a educação, assim como tudo na vida, vai se transformando com a sociedade. As crianças hoje são diferentes do que nós éramos, e diferentes da geração dos nossos pais. O vídeo The Future of Learning pergunta: estudantes são o futuro, e qual é o futuro dos estudantes?

O vídeo fala sobre modos de aprender e, por enquanto, só tem legendas em inglês. A proposta não é concordar com tudo, também não sei se o faço, mas pensar sobre o futuro, como a própria época nos motiva, com as perguntas que o documentário traz, e as afirmações, concordando ou discordando.

Eles argumentam que se fosse dito, antigamente, que hoje andar a cavalo não era uma habilidade necessariamente ensinada, as pessoas se apavorariam, pois esta habilidade era essencial na época. Hoje se tornou hobby. Eles nos propõem refletir sobre o que será um hobby no futuro e deixará de ser um aprendizado essencial.

Na vida, somos sempre estudantes, e tanto na escola como no mercado de trabalho é importante estar sempre aprendendo, se renovando. Sugata Mitra, professor da Newcastle University, no Reino Unido, observa algumas habilidades que ele considera como essenciais de serem ensinadas hoje:

- Compreensão de leitura: precisamos cada vez mais disso, sendo em telas ou não

Imagem do documentário The Future of Learning

- Capacidade de procurar/buscar informações/conhecimento: esta habilidade se torna cada vez mais importante em um contexto conectado e convergente

- Ensinar a ‘acreditar’: aqui o professor fala sobre diferentes questões, mas em minha análise, ele relaciona à capacidade de análise, de não olhar uma tese e simplesmente acreditar, mas desenvolver mecanismos que nos permitam pensar em cima das teses, das doutrinas que estão nos livros acadêmicos ou não.

Estas habilidades essenciais evidenciam capacidades importantes para a vida. Aprender a buscar conhecimento e estar sempre se atualizando, para renovar nosso modo de pensar, conseguir analisar processos, perceber potenciais mudanças ou as vantagens de se continuar com processos já estabelecidos é essencial no mundo e no mercado de trabalho. Este documentário me fez pensar não só sobre a educação, mas como devemos estimular o aprendizado (nosso mesmo) em todas as épocas da vida e em nosso trabalho.

Compreender, buscar e acreditar! Na minha lista de ano novo (e dos próximos) está: continuar motivada a aprender, sempre!

Um feliz início de ano a todos!

Lições multimídia

04 de janeiro de 2013 0

Sócrates: "Só sei que nada sei"

Jornais, rádios, emissoras de TV, portais na Internet, plataformas digitais e muitos outros veículos que transportam informação e entretenimento estão no DNA do Grupo RBS. E é para oferecer aos anunciantes oportunidades de comunicação integrada que existe a área de Planejamento e Marketing Multimídia, onde sigo no segundo job até o fim de janeiro.

Quando fiquei sabendo que meu novo desafio seria por aqui, imaginei que entraria na minha zona de conforto. Afinal, já havia passado algum tempo em agência de comunicação e trabalhar com Marketing sempre foi uma das minhas aspirações profissionais. Mas os primeiros dias chegaram a assustar. Acompanhando a elaboração e a operação de alguns projetos, a máxima socrática falou mais alto.

As ideias criativas, a apresentação do contexto do cliente com dados complexos obtidos junto à equipe da Pesquisa, a valoração dos planos de mídia, os planos comerciais com conteúdo e visual incríveis, os inúmeros contatos com fornecedores e clientes... trabalhando com uma equipe tão competente, é inevitável se perguntar: "será que eu dou conta de aprender isso tudo"? Mas com o apoio de cada um, fui absorvendo cada passo dessa caminhada e agora estou concluindo um projeto bem bacana, que é justamente o mapeamento dos processos envolvidos no Gerenciamento de Projetos Multimídia.

Esta é a turma do Planejamento e Marketing Multimídia

E assim o Programa Trainee e as pessoas com quem tenho aprendido tanto vão me ajudando a entender cada vez melhor essa empresa, que respeita fortemente suas raízes sempre com um olhar para o amanhã.

Lembro que, em uma das etapas do processo seletivo, me pediram para imaginar o veículo de comunicação do futuro, aquele que viria depois da Internet. Eu estava tão nervoso que disparei a falar um monte de maluquices, citando impressoras 3D e uma senhorinha que assistia a novela sem fones de ouvido em seu celular xing-ling no mesmo ônibus que eu tinha tomado para pegar o avião rumo a Porto Alegre. A verdade é que eu não sabia direito qual seria o futuro da comunicação. Mas hoje tenho certeza que o Grupo RBS vai fazer parte dele e ajudar a construí-lo.