Hoje não vou falar sobre meu job, mas sim sobre alianças estratégicas.
Franquia, fusão, patrocínio, co-produção.
Entre empresas? O tipo de aliança que pode facilitar estabelecer-se num mercado competitivo, aumentar o poder de barganha, acesso a novas tecnologias, alteração de metas e prioridades das partes interessadas.
Entre países? Sinônimo de globalização. Internacionalização do conhecimento, multiplicação da cadeia de valor, incremento da competitividade, multipluralidade.
E entre trainees? Brinco com minha família que ser trainee não é pra qualquer um. No início, pensamos que sair da rotina de 3 em 3 meses e aprender constantemente é fácil pra nossa geração. Tudo isso é muito intenso.
Sempre agradecemos as equipes, que nos recebem muito bem aqui na RBS.
Agora, preciso agradecer às alianças estratégicas que tive a oportunidade de fazer em Porto Alegre.
Tudo começou com um competitivo e acirrado processo seletivo. O mundo da comunicação, totalmente novo pra mim, mostrou veículos tradicionais e inovações tecnológicas. Confesso que muitas de minhas metas e prioridades mudaram a partir do momento em que decidi virar trainee do grupo.
Conhecer cada um dos trainees com suas experiências e vivências só me deu mais bagagem pra dizer que hoje tenho vantagem competitiva frente a muitos profissionais por ai.
Essa nossa aliança foi estilo “Joint Venture”, sem que nenhum de nós perdesse nossa personalidade (pessoa física, e não jurídica). Como uma identificação de identidade num processo de união de marcas, a equipe de trainees transcendeu o limite da aliança estratégica.
Saímos do campo dos negócios e hoje somos um grupo rico, cheio de histórias pra contar.
Ainda não tivemos oportunidade de tirar uma foto oficial com o Albert no grupo. Mas vai essa mesmo... obrigada a vocês, Albert, Ana, Fellipe, Ju, Cissa e Tiago. Sempre!






























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