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Vá em paz, Pai Santana

01 de novembro de 2011 3

O Vasco em 1980; em pé: Mazaropi, Paulinho Pereira, Orlando, Juan, Carlos Alberto Pintinho e João Luis; agachados: Pai Santana, Wilsinho, Paulo Roberto, Roberto Dinamite, Catinha e Paulo César Caju.

Sou flamenguista, mas a memória de Pai Santana correndo pelo gramado do Maracanã é uma das cenas mais marcantes da minha infância. Ao lado do ex-roupeiro Neném Prancha, pode ser considerado uma das grandes figuras do futebol carioca. Cada um teve sua importância na história. Pai Santana foi muito mais que um massagista. Foi um guia espiritual, um bruxo, uma lenda, um torcedor ilustre.
Eduardo Santana nasceu na Bahia e tentou a carreira como boxeador. Começou no Bahia, passou por Botafogo, Fluminense e Seleção Brasileira. Chegou no clube da Colina em 1953. E chegou até a comandar o time em um torneio disputado em Curitiba, em 1974, levando, inclusive, o título.
Em 2004, Pai Santana sofreu um AVC e passou a usar cadeira de rodas. Mesmo assim, sempre que podia, dava um pulinho em São Januário. O editor de arte de A Notícia e vascaíno fanático, Fábio Abreu, diz lembrar de um jogo que foi acompanhar com o pai no Maracanã. Quando Pai Santana entrou correndo no gramado, Abreu, ainda criança e sem entender, pediu para o pai quem era aquele “intruso”. O pai simplesmente respondeu: “aquele ali é o maior massagista do Brasil”.

No vídeo abaixo, uma matéria da Rede Globo sobre o histórico personagem.

Comentários (3)

  • Sidnei diz: 1 de novembro de 2011

    Va com Deus, o Maior vascaino.

  • JC Dias diz: 1 de novembro de 2011

    Se é “framenguista” o que faz aqui neste espaço? Vá lá, puxar o saco da turma do “eixo do mal”. Ah, já sei, RBS é “grobo” e grobo sempre manipula em favor de curíntia e framengo.

  • julimar_pivatto diz: 2 de novembro de 2011

    Não entendi o seu comentário, mas aprovei esperando que você possa me esclarecer.

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