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Posts de julho 2014

Jogos Históricos: O dia em que dois times deram volta olímpica com troféus improvisados

29 de julho de 2014 0
Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

No dia 29 de julho de 1990, o Botafogo venceu o Vasco por 1 a 0 e conquistou o segundo título seguido do Campeonato Carioca. Mas a confusão de um regulamento confuso fez os dois times darem a volta a olímpica com troféus improvisados.
Vou tentar explicar. O regulamento previa que o título seria entre os campeões da Taça Guanabara e da Taça Rio, mas também previa que o time que fizesse mais pontos iria para a final direto. O Botafogo somou mais pontos e foi para a final. O Vasco, que venceu a Guanabara, chegou à decisão depois de vencer uma semifinal contra o Fluminense, campeão da Taça Rio.
Aí que vem a interpretação errada. O Vasco contou os dois pontos da semifinal para a classificação e, partindo desse princípio, com a vitória o Botafogo empatou em pontos com o time da Colina. Os vascaínos acreditavam então que a partida deveria ir para a prorrogação e o Botafogo, que já havia comemorado muito com um troféu improvisado, deixou o campo. O Vasco considerou que o adversário abandonou a partida e, sem troféu nenhum, deu a volta olímpica com uma caravela de papelão que veio das arquibancadas.
O caso foi para a a Justiça Desportiva, que dias depois considerou o Botafogo como legítimo campeão carioca de 1990.

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Ficha do Jogo
BOTAFOGO 1×0 VASCO
Data: 29/7/1990
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Público: 35.083 pagantes
Árbitro: Cláudio Garcia
Gol: Carlos Alberto Dias, aos 34min do segundo tempo
Botafogo
Ricardo Cruz; Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato Martins; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair (Gustavo); Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. Técnico: Joel Martins da Fonseca.
Vasco
Acácio; Luiz Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Tita, Sorato e William (Roberto Dinamite). Técnico: Alcir Portella.

Veja os melhores momentos da partida

Jogos Históricos: Brasil campeão da Copa América 2004

25 de julho de 2014 0
O Brasil campeão de 2004. Em pé: Felipe, Fábio, Cris, Julio César, Luisão, Julio Baptista, Juan, Edu e Adriano. Agachados: Ricardo Oliveira, Mancini, Kleberson, Diego, Luis Fabiano, Alex, Maicon, Renato e Gustavo Nery

O Brasil campeão de 2004. Em pé: Felipe, Fábio, Cris, Julio César, Luisão, Julio Baptista, Juan, Edu e Adriano. Agachados: Ricardo Oliveira, Mancini, Kleberson, Diego, Luis Fabiano, Alex, Maicon, Renato e Gustavo Nery

Há dez anos, Brasil e Argentina entravam em campo para disputar um título em uma partida que tinha tudo para ser dramática. E foi. Nos pênaltis, a nossa Seleção, que na época tinha Adriano em grande forma e o meia Alex como capitão, ficou com o caneco em jogo disputado no Estádio Nacional do Peru. Na época, aliás, muita gente creditou o título “ao time B da Seleção Brasileira” (veja o vídeo abaixo).

O Brasil esteve atrás do placar duas vezes e foi buscar o empate. Kily Gonzales, de pênalti, fez 1 a 0 aos 20 minutos e Luisão empatou aos 45 do primeiro tempo. O segundo gol argentino veio aos 42 da etapa final com Delgado e deixou em êxtase o torcedor, que já comemorava o título. Mas não contava com o gol de Adriano, aos 48, que levou a decisão para os pênaltis.

A Campanha:

Primeira fase:
Brasil 1 x 0 Chile
Brasil 4 x 1 Costa Rica
Brasil 1 x 2 Paraguai
Segunda fase:
Brasil 4 x 0 México (quartas)
Brasil 1 (5) x (3) 1 Uruguai (semifinal)

A decisão

Brasil 2 (4) x (2) 2 Argentina
Data: 25/7/2004
Local: Estádio Nacional, Lima (Peru)
Arbitragem: Carlos Amarilla (PAR), auxiliador por Nelson Cano (PAR) e Freddy Vilty (BOL)
Cartões amarelos: Edu, Luisão e Adriano (B); Sorin e Mascherano (A)
Gols: Kily Gonzalez, (20min) e Luisão (45min) do primeiro tempo; Delgado (42min) e Adriano (48min) do segundo.
Brasil
Júlio César; Maicon, Luisão (Cris), Juan e Gustavo Nery; Renato, Kleberson (Diego) e Edu; Alex (Felipe); Adriano e Luís Fabiano. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Argentina
Abbondanzieri; Ayala, Heinze e Coloccini; Zanetti, Mascherano e Sortín; Gonzalez (D’Alessandro); Rosales (Delgado), Tévez e Kily Gonzalez. Técnico: Marcelo Bielsa.

Jogos Históricos: Uruguai campeão da Copa América 1995

23 de julho de 2014 0

Uruguai 1995

A raça uruguaia prevaleceu e, jogando em casa, a Celeste venceu a Copa América de 1995. O time começou a competição como azarão já que sequer tinha se classificado para a Copa do Mundo do ano anterior e teria pela frente o Brasil campeão do mundo e a Argentina de Ortega, Batistuta e Simeone.

Bastou um jogo para a torcida ver que era possível. Logo na estreia, fez 4 a 1 na Venezuela e nem mesmo o empate com o México, na última rodada da primeira fase, tirou o ânimo.

Nas quartas de final, foi a vez de enfrentar o fraco time boliviano, mesmo assim passou com uma vitória suada por 2 a 1. Na sequência veio a Colômbia e vitória por 2 a 0. A decisão do título foi contra o Brasil e, depois do empate por 1 a 1 no tempo normal, vitória nos pênaltis, para delírio dos mais de 60 mil uruguaios que lotaram o Estádio Centenário.

Ficha técnica

Uruguai 1 (5) x (3) 1 Brasil
Data: 23/7/1995
Local: Estádio Centenário, Montevidéu (Uruguai)
Público: 60 mil pessoas
Arbitragem: Arturo Brizio Carter (MEX), auxiliado por Bommer Fierro (EQU) e Adrián Gómez (VEN)
Cartões amarelos: Herrera, Poyet e Méndez (U), Roberto Carlos, Zinho, Juninho Paulista e Dunga (B)
Gols: Túlio (30min 1T) e Bengoechea (6min 2T)
Uruguai:
Alvez ; Méndez, Herrera, Moas e Silva (Adinolfi); Dorta (Bengoechea), Gutiérrez, Poyet e Francéscoli; Fonseca (Martínez) e Otero. Técnico: Hector Nuñez.
Brasil:
Taffarel; Jorginho, Aldair, André Cruz e Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Juninho Paulista (Beto) e Zinho; Edmundo e Tulio. Técnico: Zagallo

Os cem anos do primeiro jogo da Seleção Brasileira

21 de julho de 2014 0
A Seleção de 1914: Em pé: Píndaro, Marcos de Mendonça, e Nery; Ajoelhados: Sylvio Lagreca, Rubens Salles e Rolando De Lamare; Sentados: Oswaldo Gomes, Abelardo De Lamare, Arthur Friendereich, Osman e Formiga

A Seleção de 1914: Em pé: Píndaro, Marcos de Mendonça, e Nery; Ajoelhados: Sylvio Lagreca, Rubens Salles e Rolando De Lamare; Sentados: Oswaldo Gomes, Abelardo De Lamare, Arthur Friendereich, Osman e Formiga

Há exatos 100 anos, a então Federação Brasileira de Sports (FBS) convocava o primeiro time oficial para representar o país em um jogo de futebol. A partida foi contra o Exeter City, da Inglaterra, que excursionava pelo Brasil. O encontro aconteceu no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e o Brasil venceu por 2 a 0. Os gols foram de Oswaldo Gomes e Osman.

Até então, o Brasil já havia disputado alguns amistosos pela América do Sul, mas sem a denominação oficial de Seleção — os times eram chamados de Combinado Brasileiro. A convocação para essa primeira equipe, aliás, não veio de um técnico, mas sim de uma comissão e quem comandava a equipe era o capitão, que neste dia foi Rubens Salles. Somente em 1922 é que um treinador foi incorporado ao grupo.

Brasil x Exeter City 1914

Foto da partida histórica.

Oswaldo Gomes, autor do primeiro gol da história, foi presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) em 1921. Segue a ficha técnica da partida:

Brasil 2 x 0 Exeter City
Data: 21/7/1914
Local: Laranjeiras, Rio de Janeiro (RJ)
Gols: Oswaldo Gomes, aos 28min, e Osman, aos 36min do primeiro tempo.
Arbitragem: Harry Robinson (Inglaterra) – não há registro dos auxiliares.
Brasil:
Marcos (América-RJ); Píndaro (Flamengo) e Nery (Flamengo); Sylvio Lagreca (São Bento-SP), Rubens Salles (Paulistano) e Rolando (Botafogo); Abelardo (Botafogo), Oswaldo Gomes (Fluminense), Friedenreich (Ypiranga-SP), Osman (América-RJ) e Formiga (Ypiranga-SP). Técnico: Comissão técnica.
Exeter City:
Reg Loram; Jack Fort e Sam Strettle; Jimmy Rigby, Jimmy Lagan e Augustus Harding; Harry Holt, Fred Whittaker, Billy Hunter e Billy Lovett, Fred Goodwin. Técnico: Arthur Chadwick

 

Os jogadores que saíram do banco de reservas e decidiram partidas em Copas do Mundo

15 de julho de 2014 0
O histórico gol de Götze. Foto: François Xavier Marit/AFP

O histórico gol de Götze. Foto: François Xavier Marit/AFP

O alemão Götze foi o primeiro jogador a sair do banco de reservas para marcar o gol do título em um final da Copa do Mundo. Mas em outras fases, quantos foram os atletas que deixaram o banco de reservas para marcar um gol decisivo para sua seleção em Copas do Mundo? Resposta: vários. Resolvi juntar alguns para este post, e seguem os critérios para esta escolha:

1 – O gol marcado por este atleta precisa ser o da vitória (ou o da classificação) e com a bola rolando (nada de pênaltis)

2 – No momento da substituição, o time teria que estar em desvantagem ou pelo menos com o jogo empatado.

Obs.: Vale lembrar que as substituições só foram permitidas a partir da Copa de 1970, no México.

Vamos a eles.

10/6/70 – Grupo B
Suécia 1 x 0 Uruguai
Ove Grahn saiu do banco aos 38 minutos do segundo para marcar o gol da vitória sete minutos depois. Mesmo assim, o gol não adiantou, já que a Suécia precisava de pelo menos mais um para se garantir na segunda fase.

14/6/1970 – Quartas de final
Uruguai 1 x 0 URSS
O jogo foi para a prorrogação e o gol da vitória saiu aos três minutos do segundo tempo, com Espárrago, que entrou em campo no início do tempo extra.

2/6/1978 – Grupo A
Itália 2 x 1 França
O gol de desempate da Itália saiu aos sete minutos do segundo tempo, com Zacarelli, que entrou no intervalo. A partida marcou a estreia das duas equipes na competição.

2/6/1978 – Grupo A
Argentina 2 x 1 Hungria
No mesmo dia do jogo anterior, uma situação parecida. Bertoni saiu do banco para garantir a vitória argentina sobre a Hungria.

20/6/1982 – Grupo E
Espanha 2 x 1 Iugoslávia
O jogo estava difícil para a Espanha, que saiu perdendo e conseguiu o empate ainda no primeiro tempo. Aos 18 minutos, o técnico José Santamaría fez as duas substituições e deu certo. Três minutos depois, Saura fez o gol da virada.

9/6/1990 – Grupo A
Itália 1 x 0 Áustria
Na estreia do time da casa na Copa de 1990, Toto Schillachi saiu do banco de reservas para fazer o gol da vitória. Deixou a competição como artilheiro.

14/6/1990 – Grupo B
Camarões 2 x 1 Romênia
O veterano Roger Milla entrou em campo aos 13 minutos do segundo tempo, quando o placar estava 0 a 0. Fez os dois gols de Camarões e ainda viu Balint, que também entrou com o placar zerado, descontar no finalzinho.

20/6/1990 – Grupo C
Brasil 1 x 0 Escócia
Müller saiu do banco aos 20 minutos do segundo tempo para marcar o gol que deu o primeiro lugar do grupo para o Brasil.

21/6/1990 – Grupo E
Coreia do Sul 0 x 1 Uruguai
O Uruguai precisava vencer por uma boa diferença de gols e torcer por uma derrota da Espanha contra a Bélgica (o que acabou não acontecendo). O gol da vitória saiu aos 45 do segundo tempo com Daniel Fonseca, que entrou aos 17 da etapa final.

23/6/1990 – Oitavas de final
Camarões 2 x 1 Colômbia
Mais uma vez Roger Milla saiu do banco para resolver a partida. Só que demorou um pouco mais. Ele entrou no segundo tempo e a rede só balançou na prorrogação. Ele abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com Redin, outro que entrou com placar zerado, descontando na sequência.

26/6/1990 – Oitavas de final
Inglaterra 1 x 0 Bélgica
David Platt entrou aos 26 do segundo tempo, mas só na prorrogação conseguiu marcar o gol da classificação inglesa.

19/6/1994 – Grupo E
Noruega 1 x 0 México
Sete minutos separaram a entrada em campo de Redkal do gol da vitória marcado por ele na estreia diante do México.

29/6/1994 – Grupo F
Holanda 2 x 1 Marrocos
A Holanda precisava vencer para se classificar e empatava o jogo quando o técnico Dick Advocaat fez duas substituições. Uma delas deu certo, quando Bryan Roy marcou o gol da vitória aos 33 minutos da etapa final.

22/6/1998 – Grupo G
Colômbia 1 x 0 Tunísia
O gol da vitória saiu a sete minutos do fim do jogo com Preciado, que entrou em campo aos 12 minutos do segundo tempo.

22/6/2002 – Quartas de final
Turquia 1 x 0 Senegal
A vitória saiu no famigerado gol de ouro, marcado por Mansiz ao quatro minutos do primeiro tempo da prorrogação. O jogador havia entrado em campo aos 22 da etapa final do tempo normal.

14/6/2006 – Grupo A
Alemanha 1 x 0 Polônia
Pela segunda rodada, a Alemanha venceu com gol nos acréscimos, marcado por Neuville, que entrou aos 25 do segundo tempo.

21/6/2006 – Grupo C
Costa do Marfim 3 x 2 Sérvia e Montenegro
O time africano empatava em 2 a 2, depois de sair perdendo por 2 a 0, quando Kalou entrou aos 28 minutos. Aos 41, de pênalti, ele fez o gol da vitória.

26/6/2006 (oitavas de final)
Itália 1 x 0 Austrália
Em um jogo disputado, Totti saiu do banco aos 30 minutos do segundo tempo para fazer o gol da vitória, de pênalti, aos 50 minutos do segundo tempo.

21/6/2010 – Grupo H
Chile 1 x 0 Suíça
O único gol do jogo foi marcado por Mark González, que entrou no intervalo e anotou aos 30 minutos do segundo tempo.

15/6/2014 – Grupo E
Suíça 2 x 1 Equador
O jogo estava 1 a 1 quando Seferovic entrou em campo, aos 30 minutos. Nos acréscimos, ele deu a vitória aos suíços.

17/6/2014 – Grupo H
Bélgica 2 x 1 Argélia
Os belgas perdiam de 1 a 0 e Fellaini e Mertens saíram do banco para virar a partida.

29/6/2014 – Oitavas de final
Holanda 2 x 1 México
A Holanda perdia de 1 a 0 quando Huntelaar entrou em campo aos 31 minutos do segundo tempo. Ele viu Sneijder empatar aos 43 e, de pênalti, virou o jogo nos acréscimos.

1/7/2014 – Oitavas de final
Bélgica 2 x 1 EUA
Quando Lukaku entrou em campo, no fim do tempo regulamentar, a partida estava 0 a 0. Ele viu o companheiro De Bruyne abrir o placar, depois Green empatar e a dez minutos do término da prorrogação garantiu a classificação dos belgas.

Histórico de Confrontos: Alemanha x Argentina

13 de julho de 2014 0
Alemanha e Argentina em 2010. Foto: François-Xavier Marit/AFP

Alemanha e Argentina em 2010. Foto: François-Xavier Marit/AFP

A Argentina tem vantagem na história do confronto. Venceu nove dos 20 confrontos, contra seis dos alemães e cinco empates. Cada equipe marcou 28 gols.
Em Copas do Mundo, as duas seleções já estão acostumadas a se enfrentar. Será o oitavo jogo e aí sim os alemães têm vantagem: três vitórias, uma derrota e três empates (em um deles levou a melhor nos pênaltis). E será a oportunidade do tira-teima em finais, já que em 1986 a Argentina ficou com o título e a Alemanha levou quatro anos depois.

Veja os vídeos das duas finais.

1986

1990

Histórico de Confrontos: Brasil x Holanda

12 de julho de 2014 0
Brasil e Holanda na Copa de 2010. Foto: Emerson Souza/Agência RBS

Brasil e Holanda na Copa de 2010. Foto: Emerson Souza/Agência RBS

Brasil e Holanda já se enfrentaram 11 vezes e o equilíbrio é grande. O Brasil venceu três, perdeu três e as outras cinco partidas terminaram empatadas, com cada seleção marcando 15 gols.
Em Copas do Mundo, foram quatro jogos, com duas vitórias da Holanda (em 1974 e 2010) uma brasileira (em 1994) e um empate (em 1998, vencido pelo Brasil nos pênaltis). Do lado tupiniquim, um jogador marcou duas vezes: Amoroso. Do lado laranja, Kluivert e Sneijder têm dois gols.
Vamos aos confrontos.

Brasil 0 x 1 Holanda
Amistoso
Data: 2/5/1963
Local: Estádio Olímpico, Amsterdã (Holanda)
Gol: Petersen
Time do Brasil:
Gilmar; Lima, Eduardo, Roberto Dias e Rildo; Zequinha e Gerson; Marcos, Ney (Amarildo), Ney, Pelé (Mengálvio) e Pepe. Técnico: Aymoré Moreira.

Brasil 0 x 2 Holanda
Copa do Mundo (3ª rodada, Grupo A, 2ª Fase)
Data: 3/7/1974
Local: Westfallenstadion, Dortmund (Alemanha)
Gols: Neeskens e Cruyff
Time do Brasil:
Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Paulo César Carpegiani, Rivellino e Dirceu; Valdomiro, Jairzinho e Paulo César Caju (Mirandinha). Técnico: Zagallo.

Brasil 1 x 0 Holanda
Amistoso
Data: 20/12/1989
Local: Feyenoord Stadium, Roterdã (Holanda)
Gol: Careca
Time do Brasil:
Taffarel; Aldair (Júlio César), Ricardo Rocha e Mozer; Jorginho, Dunga (Silas), Alemão, Valdo e Branco; Careca (Müller) e Romário (Bebeto). Técnico Sebastião Lazaroni.

Brasil 3 x 2 Holanda
Copa do Mundo (quartas de final)
Data: 9/7/1994
Local: The Cotton Bowl, Dallas (EUA)
Gols: Romário, Bebeto e Branco (B); Bergkamp e Winter (H)
Time do Brasil:
Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos e Branco (Cafu); Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí) e Zinho; Bebeto e Romário. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 31/8/1996
Local: Amsterdam Arena, Amsterdã (Holanda)
Gols: Giovanni e Gonçalves (B); Ronald de Boer e Van Gastel (H)
Time do Brasil:
Carlos Germano; Cafu, Gonçalves, André Cruz e André; Zé Elias, Amaral, Leonardo e Giovanni; Donizetti (Sérgio Manoel) e Ronaldo (Jardel). Técnico: Zagallo

Brasil 1 (4) x (2) 1 Holanda
Copa do Mundo (semifinal)
Data: 7/7/1998
Local: Velodrome, Marselha (França)
Gols: Ronaldo (B); Kluivert (H)
Time do Brasil:
Taffarel; Zé Carlos, Aldair, Júnior Baiano e Roberto Carlos; César Sampaio, Dunga, Leonardo (Émerson) e Rivaldo; Bebeto (Denilson) e Ronaldo. Técnico: Zagallo

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 5/6/1999
Local: Fonte Nova, Salvador (BA)
Gols: Amoroso e Giovanni (B); Kluivert e Van Vossen (H)
Time do Brasil:
Dida; Evanilson, Antônio Carlos, Aldair e Roberto Carlos; Émerson, Djair, Leonardo (Juninho Paulista) e Rivaldo (Zé Roberto); Giovanni (Denilson) e Amoroso (Roni). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Brasil 3 x 1 Holanda
Amistoso
Data: 8/6/1999
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Gols: Amoroso, Leonardo e Frank de Boer (contra) (B); Van Hooijdonk (H)
Time do Brasil:
Dida; Evanilson, Antônio Carlos (João Carlos), Aldair e Roberto Carlos; Émerson (Zé Roberto), Djair (Marocs Paulo), Leonardo (Denilson) e Rivaldo; Giovanni (Roni) e Amoroso. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 9/10/1999
Local: Amsterdam Arena, Amsterdã (Holanda)
Gols: Roberto Carlos e Cafu (B); Bergkamp e Zenden (H)
Time do Brasil:
Dida; Cafu, Antônio Carlos, Roque Júnior e Roberto Carlos; Émerson, Vampeta (Juninho Pernambucano), Felipe (Ronaldinho Gaúcho) e Rivaldo; Ronaldo (Marcos Assunção) e Élber (Sávio). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Brasil 1 x 2 Holanda
Copa do Mundo (quartas de final)
Data: 2/7/2010
Local: Nelson Mandela Bay, Port Elizabeth (África do Sul)
Gols: Robinho (B); Sneijder (2) (H)
Time do Brasil:
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Daniel Alves, Felipe Melo e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar). Técnico: Dunga

Brasil 0 x 0 Holanda
Amistoso
Data: 4/6/2011
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Time do Brasil:
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Adriano Correia); Lucas Leiva (Sandro), Elano (Lucas Silva) e Ramires; Robinho (Elias), Fred (Leandro Damião) e Neymar. Técnico: Mano Menezes.

Dia de relembrar as disputas de terceiro lugar de todas as Copas

11 de julho de 2014 1

O técnico holandês Louis Van Gaal defende que a disputa do terceiro lugar é algo desnecessário. Tanto que a Eurocopa aboliu essa partida. Mas é certo que ela vai acontecer e como a gente sempre fica relembrando a final, vamos dar um refrescada na memória e ver como foram esses jogos nas outras edições. Apenas em 1930 e 1950 que a disputa não aconteceu.

1934 – Itália

Alemanha 3 x 2 Áustria
O alemão Lehner abriu o placar com 25 segundos de jogo, recorde que durou até a Copa de 1966.

1938 – França

Brasil 4 x 2 Suécia
A Suécia abriu 2 a 0 em 38 minutos, mas comandados por Leônidas da Silva, os brasileiros viraram o jogo.

1954 – Suíça

Áustria 3 x 1 Uruguai
O primeiro tempo foi equilibrado e terminou 1 a 1, mas os austríacos dominaram a etapa final e confirmaram a vitória.

1958 – Suécia

França 6 x 3 Alemanha
A mais épica das decisões de terceiro lugar, que serviu para colocar Fontaine como o jogador que mais gols marcou em uma edição: 13 no total, sendo quatro só nesta partida.

1962 – Chile

Chile 1 x 0 Iugoslávia
O melhor resultado do Chile na história das Copas. A empolgação no país para essa partida foi tão grande que o público foi maior do que a final entre Brasil e Tchecoslováquia.

1966 – Inglaterra

Portugal 2 x 1 União Soviética
O resultado coroou uma das melhores equipes portuguesas da história.

1970 – México

Alemanha 1 x 0 Uruguai
Um jogo morno, com dois times desanimados e sem grandes ambições.

1974 – Alemanha

Brasil 0 x 1 Polônia
Desmotivados, os brasileiros foram facilmente envolvidos pela Polônia, que tinha como destaque o atacante Lato.

1978 – Argentina

Itália 1 x 2 Brasil
A imprensa italiana tratou a partida como uma revanche da final de 1970. E a Azurra até saiu na frente, mas o Brasil virou com gols de Nelinho e Dirceu.

1982 – Espanha

Polônia 3 x 2 França
Os franceses resolveram poupar a maioria dos titulares e a Polônia ainda contou com a colaboração do goleiro adversário, que falhou em dois dos três gols.

1986 – México

França 4 x 2 Bélgica
Mesmo sem os principais titulares, a França venceu, mas só na prorrogação. O jogo terminou 2 a 2 no tempo normal e, como já vinham de duas prorrogações, os belgas sentiram o cansaço.

1990 – Itália

Itália 2 x 1 Inglaterra
O técnico italiano pediu que o time vencesse para deixar uma boa impressão para a torcida. Mas o gol só saiu aos 41 minutos do segundo tempo e ainda deu a Schillaci a artilharia da competição.

1994 – Estados Unidos

Suécia 4 x 0 Bulgária
Os quatro gols saíram no primeiro tempo. Depois do intervalo a Suécia só cozinhou o jogo.

1998 – França

Croácia 2 x 1 Holanda
Os gols também saíram apenas no primeiro tempo, com a Croácia encarando a partida como uma final.

2002 – Japão e Coreia do Sul

Turquia 3 x 2 Coreia do Sul
Com 11 segundos, o turco Sükür fez o gol mais rápido da história das Copas. O jogo seguiu movimentado até o fim, com as duas seleções levando tudo muito a sério.

2006 – Alemanha

Alemanha 3 x 1 Portugal
Portugal dominou o primeiro tempo, mas não marcou. Depois do intervalo, os donos da casa foram para cima e abriram 3 a 0, com os portugueses descontando no fim.

2010 – África do Sul

Alemanha 3 x 2 Uruguai
Partida com duas viradas. A Alemanha abriu o placar e o Uruguai virou no início do segundo tempo, mas o time de Joachim Löw teve forças para buscar a vitória.

Relembre as maiores goleadas da história das Copas do Mundo

10 de julho de 2014 0
Hungria e El Salvador: a maior das goleadas

Hungria e El Salvador: a maior das goleadas

Como a derrota brasileira para a Alemanha ainda rende assunto nas mesas de bar e corredores, vamos relembrar as maiores goleadas na história da competição, já que entramos na lista de uma forma que não queríamos.

Itália 7 x 1 EUA (1934)

Schiavio, com três gols, e Orsi, com dois, foram os destaques da partida, acompanhada das tribunas pelo ditador Benito Mussolini.

Suécia 8 x 0 Cuba (1938)

A Suécia chegou nas quartas de final depois de um WO contra a Áustria. Os cubanos tiveram que jogar duas vezes contra a Romênia para se classificar (não havia prorrogação e, em caso de empate, havia um jogo extra) e alegaram que o cansaço prejudicou.

Uruguai 8 x 0 Bolívia (1950)

Foi o único jogo do Grupo 4, já que as outras seleções desistiram de viajar ao Brasil. A partida seguiu o famoso clichê: quatro vira, oito acaba.

Brasil 7 x 1 Suécia (1950)

É a maior goleada brasileira na história da competição. E a única vez que um jogador da nossa Seleção marcou quatro vezes na mesma partida: Ademir.

Hungria 9 x 0 Coreia do Sul (1954)

A partida teve mais gols que faltas cometidas. Foram apenas cinco infrações, todas a favor dos sul-coreanos.

Turquia 7 x 0 Coreia do Sul (1954)

Não bastasse a estreia, a Coreia do Sul ainda levou outra lambada na sequência e o último jogo, contra a Alemanha, nem aconteceu.

Uruguai 7 a 0 Escócia (1954)

Já os escoceses nem sequer contaram com o treinador, que pediu demissão depois da estreia com derrota diante da Áustria.

Iugoslávia 9 x 0 Zaire (1974)

Na única participação do Congo em Copas (quando ainda se chamava Zaire), foram três derrotas e nenhum gol marcado. E ainda tomaram uma senhora goleada dos iugoslavos.

Polônia 7 x 0 Haiti (1974)

O apetite polonês era justificável: a seleção precisava de pelo menos um 4 a 0 para se classificar. Szmarch, com três gols, e Lato, com dois, comandaram a goleada.

Hungria 10 x 1 El Salvador (1982)

A maior goleada da história das Copas. Quando o salvadorenho Ramirez marcou o gol para a seleção da América Central, o placar estava 5 a 0. Mesmo assim, comemorou como se fosse um título.

Alemanha 8 x 0 Arábia Saudita (2002)

Mais uma da série: quatro vira, oito acaba. A seleção alemã chegava desacreditada e calou muita gente na estreia. Mas, como sabemos, perdeu a final para o Brasil.

Histórico de Confrontos: Argentina x Holanda

09 de julho de 2014 0
A final de 1978. Foto: Fifa/Divulgação

A final de 1978. Foto: Fifa/Divulgação

A Holanda tem vantagem sobre a Argentina no histórico dos confrontos. Em oito partidas, foram quatro vitórias da seleção laranja, contra apenas uma da alviceleste e três empates. São 19 gols marcados, sendo 13 holandeses e seis argentinos.
Só que a única vitória dos hermanos foi no jogo mais importante: a final da Copa do Mundo de 1978. Com dois gols de Kempes e um de Bertoni, a Argentina venceu na prorrogação por 3 a 1 (Nanninga fez o de honra) e ficou com o título.
Mas este não foi o único encontro em Mundiais. Quatro anos antes, na Alemanha, a Holanda atropelou, fazendo 4 a 0 no primeiro jogo da segunda fase. Em 1998, na França, a Laranja Mecânica venceu por 2 a 1 nas quartas de final, com o gol da vitória saindo aos 44 do segundo tempo. E em 2006, na Alemanha, empate sem gols na terceira rodada da fase de grupos.
Veja os vídeos dos jogos de Copas do Mundo.

1974

1978

1998

2006