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Posts na categoria "Jogos Históricos"

Jogos Históricos: Os 40 anos do primeiro título brasileiro do Vasco

01 de agosto de 2014 0
Em pé: Andrada, Miguel, Alcir, Fidélis, Moisés e Alfinete. Agachados: Jorginho Carvoeiro, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e Luis Carlos

Em pé: Andrada, Miguel, Alcir, Fidélis, Moisés e Alfinete. Agachados: Jorginho Carvoeiro, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e Luis Carlos

O Vasco foi o primeiro time carioca a conquistar o Campeonato Brasileiro (nos moldes atuais), um feito que completa 40 anos neste dia 1º de agosto. O troféu foi erguido depois de uma vitória por 2 a 1 contra o Cruzeiro, diante de um Maracanã lotado, com gols de Ademir e Jorginho Cavalheiro.
Mas a partida foi cercada de polêmicas. A começar pela escolha do local da decisão. Vasco e Cruzeiro terminaram empatados em pontos no quadrangular final e o regulamento previa um jogo extra com mando do time que tivesse a melhor campanha na soma de todas as fases – no caso, o Cruzeiro. Mas por causa de uma confusão no jogo contra o próprio Vasco, ainda pelo quadrangular, quando os dirigentes do clube mineiro invadiram o gramado, a confederação puniu com a reversão do mando de campo.
Para completar a reclamação cruzeirense, o árbitro Armando Marques (escalado por uma sugestão dos mineiros) anulou um gol de Zé Carlos no fim da partida, alegando que Nelinho cometeu falta no lance.
Independente de toda essa polêmica, a conquista coroou uma geração que via Roberto Dinamite começar a despontar. Ele foi o artilheiro daquela competição, com 16 gols marcados.

Ficha técnica

Vasco 2 x 1 Cruzeiro
Data: 1/8/1974
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Público: 112.933 pessoas
Árbitro: Armando Marques
Gols: Ademir (V) aos 14min e Nelinho (C) aos 19min do primeiro tempo; Jorginho Carvoeiro (V) aos 33min do segundo.
Vasco:
Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Jorginho Carvoeiro e Zanata; Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos. Técnico: Mário Travaglini.
Cruzeiro:
Vítor; Nelinho, Perfumo, Darci e Vanderlei; Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Palhinha (Joãozinho) e Eduardo (Baiano). Técnico: Ilton Chaves.

Jogos Históricos: O dia em que dois times deram volta olímpica com troféus improvisados

29 de julho de 2014 0
Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

Botafogo, o legítimo campeão de 1990. Foto: Divulgação

No dia 29 de julho de 1990, o Botafogo venceu o Vasco por 1 a 0 e conquistou o segundo título seguido do Campeonato Carioca. Mas a confusão de um regulamento confuso fez os dois times darem a volta a olímpica com troféus improvisados.
Vou tentar explicar. O regulamento previa que o título seria entre os campeões da Taça Guanabara e da Taça Rio, mas também previa que o time que fizesse mais pontos iria para a final direto. O Botafogo somou mais pontos e foi para a final. O Vasco, que venceu a Guanabara, chegou à decisão depois de vencer uma semifinal contra o Fluminense, campeão da Taça Rio.
Aí que vem a interpretação errada. O Vasco contou os dois pontos da semifinal para a classificação e, partindo desse princípio, com a vitória o Botafogo empatou em pontos com o time da Colina. Os vascaínos acreditavam então que a partida deveria ir para a prorrogação e o Botafogo, que já havia comemorado muito com um troféu improvisado, deixou o campo. O Vasco considerou que o adversário abandonou a partida e, sem troféu nenhum, deu a volta olímpica com uma caravela de papelão que veio das arquibancadas.
O caso foi para a a Justiça Desportiva, que dias depois considerou o Botafogo como legítimo campeão carioca de 1990.

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Vasco pegando o troféu improvisado. Foto: Reprodução/TV Globo

Ficha do Jogo
BOTAFOGO 1×0 VASCO
Data: 29/7/1990
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Público: 35.083 pagantes
Árbitro: Cláudio Garcia
Gol: Carlos Alberto Dias, aos 34min do segundo tempo
Botafogo
Ricardo Cruz; Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato Martins; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair (Gustavo); Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. Técnico: Joel Martins da Fonseca.
Vasco
Acácio; Luiz Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Tita, Sorato e William (Roberto Dinamite). Técnico: Alcir Portella.

Veja os melhores momentos da partida

Jogos Históricos: Brasil campeão da Copa América 2004

25 de julho de 2014 0
O Brasil campeão de 2004. Em pé: Felipe, Fábio, Cris, Julio César, Luisão, Julio Baptista, Juan, Edu e Adriano. Agachados: Ricardo Oliveira, Mancini, Kleberson, Diego, Luis Fabiano, Alex, Maicon, Renato e Gustavo Nery

O Brasil campeão de 2004. Em pé: Felipe, Fábio, Cris, Julio César, Luisão, Julio Baptista, Juan, Edu e Adriano. Agachados: Ricardo Oliveira, Mancini, Kleberson, Diego, Luis Fabiano, Alex, Maicon, Renato e Gustavo Nery

Há dez anos, Brasil e Argentina entravam em campo para disputar um título em uma partida que tinha tudo para ser dramática. E foi. Nos pênaltis, a nossa Seleção, que na época tinha Adriano em grande forma e o meia Alex como capitão, ficou com o caneco em jogo disputado no Estádio Nacional do Peru. Na época, aliás, muita gente creditou o título “ao time B da Seleção Brasileira” (veja o vídeo abaixo).

O Brasil esteve atrás do placar duas vezes e foi buscar o empate. Kily Gonzales, de pênalti, fez 1 a 0 aos 20 minutos e Luisão empatou aos 45 do primeiro tempo. O segundo gol argentino veio aos 42 da etapa final com Delgado e deixou em êxtase o torcedor, que já comemorava o título. Mas não contava com o gol de Adriano, aos 48, que levou a decisão para os pênaltis.

A Campanha:

Primeira fase:
Brasil 1 x 0 Chile
Brasil 4 x 1 Costa Rica
Brasil 1 x 2 Paraguai
Segunda fase:
Brasil 4 x 0 México (quartas)
Brasil 1 (5) x (3) 1 Uruguai (semifinal)

A decisão

Brasil 2 (4) x (2) 2 Argentina
Data: 25/7/2004
Local: Estádio Nacional, Lima (Peru)
Arbitragem: Carlos Amarilla (PAR), auxiliador por Nelson Cano (PAR) e Freddy Vilty (BOL)
Cartões amarelos: Edu, Luisão e Adriano (B); Sorin e Mascherano (A)
Gols: Kily Gonzalez, (20min) e Luisão (45min) do primeiro tempo; Delgado (42min) e Adriano (48min) do segundo.
Brasil
Júlio César; Maicon, Luisão (Cris), Juan e Gustavo Nery; Renato, Kleberson (Diego) e Edu; Alex (Felipe); Adriano e Luís Fabiano. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Argentina
Abbondanzieri; Ayala, Heinze e Coloccini; Zanetti, Mascherano e Sortín; Gonzalez (D’Alessandro); Rosales (Delgado), Tévez e Kily Gonzalez. Técnico: Marcelo Bielsa.

Jogos Históricos: Uruguai campeão da Copa América 1995

23 de julho de 2014 0

Uruguai 1995

A raça uruguaia prevaleceu e, jogando em casa, a Celeste venceu a Copa América de 1995. O time começou a competição como azarão já que sequer tinha se classificado para a Copa do Mundo do ano anterior e teria pela frente o Brasil campeão do mundo e a Argentina de Ortega, Batistuta e Simeone.

Bastou um jogo para a torcida ver que era possível. Logo na estreia, fez 4 a 1 na Venezuela e nem mesmo o empate com o México, na última rodada da primeira fase, tirou o ânimo.

Nas quartas de final, foi a vez de enfrentar o fraco time boliviano, mesmo assim passou com uma vitória suada por 2 a 1. Na sequência veio a Colômbia e vitória por 2 a 0. A decisão do título foi contra o Brasil e, depois do empate por 1 a 1 no tempo normal, vitória nos pênaltis, para delírio dos mais de 60 mil uruguaios que lotaram o Estádio Centenário.

Ficha técnica

Uruguai 1 (5) x (3) 1 Brasil
Data: 23/7/1995
Local: Estádio Centenário, Montevidéu (Uruguai)
Público: 60 mil pessoas
Arbitragem: Arturo Brizio Carter (MEX), auxiliado por Bommer Fierro (EQU) e Adrián Gómez (VEN)
Cartões amarelos: Herrera, Poyet e Méndez (U), Roberto Carlos, Zinho, Juninho Paulista e Dunga (B)
Gols: Túlio (30min 1T) e Bengoechea (6min 2T)
Uruguai:
Alvez ; Méndez, Herrera, Moas e Silva (Adinolfi); Dorta (Bengoechea), Gutiérrez, Poyet e Francéscoli; Fonseca (Martínez) e Otero. Técnico: Hector Nuñez.
Brasil:
Taffarel; Jorginho, Aldair, André Cruz e Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Juninho Paulista (Beto) e Zinho; Edmundo e Tulio. Técnico: Zagallo

Os cem anos do primeiro jogo da Seleção Brasileira

21 de julho de 2014 0
A Seleção de 1914: Em pé: Píndaro, Marcos de Mendonça, e Nery; Ajoelhados: Sylvio Lagreca, Rubens Salles e Rolando De Lamare; Sentados: Oswaldo Gomes, Abelardo De Lamare, Arthur Friendereich, Osman e Formiga

A Seleção de 1914: Em pé: Píndaro, Marcos de Mendonça, e Nery; Ajoelhados: Sylvio Lagreca, Rubens Salles e Rolando De Lamare; Sentados: Oswaldo Gomes, Abelardo De Lamare, Arthur Friendereich, Osman e Formiga

Há exatos 100 anos, a então Federação Brasileira de Sports (FBS) convocava o primeiro time oficial para representar o país em um jogo de futebol. A partida foi contra o Exeter City, da Inglaterra, que excursionava pelo Brasil. O encontro aconteceu no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e o Brasil venceu por 2 a 0. Os gols foram de Oswaldo Gomes e Osman.

Até então, o Brasil já havia disputado alguns amistosos pela América do Sul, mas sem a denominação oficial de Seleção — os times eram chamados de Combinado Brasileiro. A convocação para essa primeira equipe, aliás, não veio de um técnico, mas sim de uma comissão e quem comandava a equipe era o capitão, que neste dia foi Rubens Salles. Somente em 1922 é que um treinador foi incorporado ao grupo.

Brasil x Exeter City 1914

Foto da partida histórica.

Oswaldo Gomes, autor do primeiro gol da história, foi presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) em 1921. Segue a ficha técnica da partida:

Brasil 2 x 0 Exeter City
Data: 21/7/1914
Local: Laranjeiras, Rio de Janeiro (RJ)
Gols: Oswaldo Gomes, aos 28min, e Osman, aos 36min do primeiro tempo.
Arbitragem: Harry Robinson (Inglaterra) – não há registro dos auxiliares.
Brasil:
Marcos (América-RJ); Píndaro (Flamengo) e Nery (Flamengo); Sylvio Lagreca (São Bento-SP), Rubens Salles (Paulistano) e Rolando (Botafogo); Abelardo (Botafogo), Oswaldo Gomes (Fluminense), Friedenreich (Ypiranga-SP), Osman (América-RJ) e Formiga (Ypiranga-SP). Técnico: Comissão técnica.
Exeter City:
Reg Loram; Jack Fort e Sam Strettle; Jimmy Rigby, Jimmy Lagan e Augustus Harding; Harry Holt, Fred Whittaker, Billy Hunter e Billy Lovett, Fred Goodwin. Técnico: Arthur Chadwick

 

Os jogadores que saíram do banco de reservas e decidiram partidas em Copas do Mundo

15 de julho de 2014 0
O histórico gol de Götze. Foto: François Xavier Marit/AFP

O histórico gol de Götze. Foto: François Xavier Marit/AFP

O alemão Götze foi o primeiro jogador a sair do banco de reservas para marcar o gol do título em um final da Copa do Mundo. Mas em outras fases, quantos foram os atletas que deixaram o banco de reservas para marcar um gol decisivo para sua seleção em Copas do Mundo? Resposta: vários. Resolvi juntar alguns para este post, e seguem os critérios para esta escolha:

1 – O gol marcado por este atleta precisa ser o da vitória (ou o da classificação) e com a bola rolando (nada de pênaltis)

2 – No momento da substituição, o time teria que estar em desvantagem ou pelo menos com o jogo empatado.

Obs.: Vale lembrar que as substituições só foram permitidas a partir da Copa de 1970, no México.

Vamos a eles.

10/6/70 – Grupo B
Suécia 1 x 0 Uruguai
Ove Grahn saiu do banco aos 38 minutos do segundo para marcar o gol da vitória sete minutos depois. Mesmo assim, o gol não adiantou, já que a Suécia precisava de pelo menos mais um para se garantir na segunda fase.

14/6/1970 – Quartas de final
Uruguai 1 x 0 URSS
O jogo foi para a prorrogação e o gol da vitória saiu aos três minutos do segundo tempo, com Espárrago, que entrou em campo no início do tempo extra.

2/6/1978 – Grupo A
Itália 2 x 1 França
O gol de desempate da Itália saiu aos sete minutos do segundo tempo, com Zacarelli, que entrou no intervalo. A partida marcou a estreia das duas equipes na competição.

2/6/1978 – Grupo A
Argentina 2 x 1 Hungria
No mesmo dia do jogo anterior, uma situação parecida. Bertoni saiu do banco para garantir a vitória argentina sobre a Hungria.

20/6/1982 – Grupo E
Espanha 2 x 1 Iugoslávia
O jogo estava difícil para a Espanha, que saiu perdendo e conseguiu o empate ainda no primeiro tempo. Aos 18 minutos, o técnico José Santamaría fez as duas substituições e deu certo. Três minutos depois, Saura fez o gol da virada.

9/6/1990 – Grupo A
Itália 1 x 0 Áustria
Na estreia do time da casa na Copa de 1990, Toto Schillachi saiu do banco de reservas para fazer o gol da vitória. Deixou a competição como artilheiro.

14/6/1990 – Grupo B
Camarões 2 x 1 Romênia
O veterano Roger Milla entrou em campo aos 13 minutos do segundo tempo, quando o placar estava 0 a 0. Fez os dois gols de Camarões e ainda viu Balint, que também entrou com o placar zerado, descontar no finalzinho.

20/6/1990 – Grupo C
Brasil 1 x 0 Escócia
Müller saiu do banco aos 20 minutos do segundo tempo para marcar o gol que deu o primeiro lugar do grupo para o Brasil.

21/6/1990 – Grupo E
Coreia do Sul 0 x 1 Uruguai
O Uruguai precisava vencer por uma boa diferença de gols e torcer por uma derrota da Espanha contra a Bélgica (o que acabou não acontecendo). O gol da vitória saiu aos 45 do segundo tempo com Daniel Fonseca, que entrou aos 17 da etapa final.

23/6/1990 – Oitavas de final
Camarões 2 x 1 Colômbia
Mais uma vez Roger Milla saiu do banco para resolver a partida. Só que demorou um pouco mais. Ele entrou no segundo tempo e a rede só balançou na prorrogação. Ele abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com Redin, outro que entrou com placar zerado, descontando na sequência.

26/6/1990 – Oitavas de final
Inglaterra 1 x 0 Bélgica
David Platt entrou aos 26 do segundo tempo, mas só na prorrogação conseguiu marcar o gol da classificação inglesa.

19/6/1994 – Grupo E
Noruega 1 x 0 México
Sete minutos separaram a entrada em campo de Redkal do gol da vitória marcado por ele na estreia diante do México.

29/6/1994 – Grupo F
Holanda 2 x 1 Marrocos
A Holanda precisava vencer para se classificar e empatava o jogo quando o técnico Dick Advocaat fez duas substituições. Uma delas deu certo, quando Bryan Roy marcou o gol da vitória aos 33 minutos da etapa final.

22/6/1998 – Grupo G
Colômbia 1 x 0 Tunísia
O gol da vitória saiu a sete minutos do fim do jogo com Preciado, que entrou em campo aos 12 minutos do segundo tempo.

22/6/2002 – Quartas de final
Turquia 1 x 0 Senegal
A vitória saiu no famigerado gol de ouro, marcado por Mansiz ao quatro minutos do primeiro tempo da prorrogação. O jogador havia entrado em campo aos 22 da etapa final do tempo normal.

14/6/2006 – Grupo A
Alemanha 1 x 0 Polônia
Pela segunda rodada, a Alemanha venceu com gol nos acréscimos, marcado por Neuville, que entrou aos 25 do segundo tempo.

21/6/2006 – Grupo C
Costa do Marfim 3 x 2 Sérvia e Montenegro
O time africano empatava em 2 a 2, depois de sair perdendo por 2 a 0, quando Kalou entrou aos 28 minutos. Aos 41, de pênalti, ele fez o gol da vitória.

26/6/2006 (oitavas de final)
Itália 1 x 0 Austrália
Em um jogo disputado, Totti saiu do banco aos 30 minutos do segundo tempo para fazer o gol da vitória, de pênalti, aos 50 minutos do segundo tempo.

21/6/2010 – Grupo H
Chile 1 x 0 Suíça
O único gol do jogo foi marcado por Mark González, que entrou no intervalo e anotou aos 30 minutos do segundo tempo.

15/6/2014 – Grupo E
Suíça 2 x 1 Equador
O jogo estava 1 a 1 quando Seferovic entrou em campo, aos 30 minutos. Nos acréscimos, ele deu a vitória aos suíços.

17/6/2014 – Grupo H
Bélgica 2 x 1 Argélia
Os belgas perdiam de 1 a 0 e Fellaini e Mertens saíram do banco para virar a partida.

29/6/2014 – Oitavas de final
Holanda 2 x 1 México
A Holanda perdia de 1 a 0 quando Huntelaar entrou em campo aos 31 minutos do segundo tempo. Ele viu Sneijder empatar aos 43 e, de pênalti, virou o jogo nos acréscimos.

1/7/2014 – Oitavas de final
Bélgica 2 x 1 EUA
Quando Lukaku entrou em campo, no fim do tempo regulamentar, a partida estava 0 a 0. Ele viu o companheiro De Bruyne abrir o placar, depois Green empatar e a dez minutos do término da prorrogação garantiu a classificação dos belgas.

Histórico de Confrontos: Alemanha x Argentina

13 de julho de 2014 0
Alemanha e Argentina em 2010. Foto: François-Xavier Marit/AFP

Alemanha e Argentina em 2010. Foto: François-Xavier Marit/AFP

A Argentina tem vantagem na história do confronto. Venceu nove dos 20 confrontos, contra seis dos alemães e cinco empates. Cada equipe marcou 28 gols.
Em Copas do Mundo, as duas seleções já estão acostumadas a se enfrentar. Será o oitavo jogo e aí sim os alemães têm vantagem: três vitórias, uma derrota e três empates (em um deles levou a melhor nos pênaltis). E será a oportunidade do tira-teima em finais, já que em 1986 a Argentina ficou com o título e a Alemanha levou quatro anos depois.

Veja os vídeos das duas finais.

1986

1990

Histórico de Confrontos: Brasil x Holanda

12 de julho de 2014 0
Brasil e Holanda na Copa de 2010. Foto: Emerson Souza/Agência RBS

Brasil e Holanda na Copa de 2010. Foto: Emerson Souza/Agência RBS

Brasil e Holanda já se enfrentaram 11 vezes e o equilíbrio é grande. O Brasil venceu três, perdeu três e as outras cinco partidas terminaram empatadas, com cada seleção marcando 15 gols.
Em Copas do Mundo, foram quatro jogos, com duas vitórias da Holanda (em 1974 e 2010) uma brasileira (em 1994) e um empate (em 1998, vencido pelo Brasil nos pênaltis). Do lado tupiniquim, um jogador marcou duas vezes: Amoroso. Do lado laranja, Kluivert e Sneijder têm dois gols.
Vamos aos confrontos.

Brasil 0 x 1 Holanda
Amistoso
Data: 2/5/1963
Local: Estádio Olímpico, Amsterdã (Holanda)
Gol: Petersen
Time do Brasil:
Gilmar; Lima, Eduardo, Roberto Dias e Rildo; Zequinha e Gerson; Marcos, Ney (Amarildo), Ney, Pelé (Mengálvio) e Pepe. Técnico: Aymoré Moreira.

Brasil 0 x 2 Holanda
Copa do Mundo (3ª rodada, Grupo A, 2ª Fase)
Data: 3/7/1974
Local: Westfallenstadion, Dortmund (Alemanha)
Gols: Neeskens e Cruyff
Time do Brasil:
Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Paulo César Carpegiani, Rivellino e Dirceu; Valdomiro, Jairzinho e Paulo César Caju (Mirandinha). Técnico: Zagallo.

Brasil 1 x 0 Holanda
Amistoso
Data: 20/12/1989
Local: Feyenoord Stadium, Roterdã (Holanda)
Gol: Careca
Time do Brasil:
Taffarel; Aldair (Júlio César), Ricardo Rocha e Mozer; Jorginho, Dunga (Silas), Alemão, Valdo e Branco; Careca (Müller) e Romário (Bebeto). Técnico Sebastião Lazaroni.

Brasil 3 x 2 Holanda
Copa do Mundo (quartas de final)
Data: 9/7/1994
Local: The Cotton Bowl, Dallas (EUA)
Gols: Romário, Bebeto e Branco (B); Bergkamp e Winter (H)
Time do Brasil:
Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos e Branco (Cafu); Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí) e Zinho; Bebeto e Romário. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 31/8/1996
Local: Amsterdam Arena, Amsterdã (Holanda)
Gols: Giovanni e Gonçalves (B); Ronald de Boer e Van Gastel (H)
Time do Brasil:
Carlos Germano; Cafu, Gonçalves, André Cruz e André; Zé Elias, Amaral, Leonardo e Giovanni; Donizetti (Sérgio Manoel) e Ronaldo (Jardel). Técnico: Zagallo

Brasil 1 (4) x (2) 1 Holanda
Copa do Mundo (semifinal)
Data: 7/7/1998
Local: Velodrome, Marselha (França)
Gols: Ronaldo (B); Kluivert (H)
Time do Brasil:
Taffarel; Zé Carlos, Aldair, Júnior Baiano e Roberto Carlos; César Sampaio, Dunga, Leonardo (Émerson) e Rivaldo; Bebeto (Denilson) e Ronaldo. Técnico: Zagallo

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 5/6/1999
Local: Fonte Nova, Salvador (BA)
Gols: Amoroso e Giovanni (B); Kluivert e Van Vossen (H)
Time do Brasil:
Dida; Evanilson, Antônio Carlos, Aldair e Roberto Carlos; Émerson, Djair, Leonardo (Juninho Paulista) e Rivaldo (Zé Roberto); Giovanni (Denilson) e Amoroso (Roni). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Brasil 3 x 1 Holanda
Amistoso
Data: 8/6/1999
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Gols: Amoroso, Leonardo e Frank de Boer (contra) (B); Van Hooijdonk (H)
Time do Brasil:
Dida; Evanilson, Antônio Carlos (João Carlos), Aldair e Roberto Carlos; Émerson (Zé Roberto), Djair (Marocs Paulo), Leonardo (Denilson) e Rivaldo; Giovanni (Roni) e Amoroso. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Brasil 2 x 2 Holanda
Amistoso
Data: 9/10/1999
Local: Amsterdam Arena, Amsterdã (Holanda)
Gols: Roberto Carlos e Cafu (B); Bergkamp e Zenden (H)
Time do Brasil:
Dida; Cafu, Antônio Carlos, Roque Júnior e Roberto Carlos; Émerson, Vampeta (Juninho Pernambucano), Felipe (Ronaldinho Gaúcho) e Rivaldo; Ronaldo (Marcos Assunção) e Élber (Sávio). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Brasil 1 x 2 Holanda
Copa do Mundo (quartas de final)
Data: 2/7/2010
Local: Nelson Mandela Bay, Port Elizabeth (África do Sul)
Gols: Robinho (B); Sneijder (2) (H)
Time do Brasil:
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Daniel Alves, Felipe Melo e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar). Técnico: Dunga

Brasil 0 x 0 Holanda
Amistoso
Data: 4/6/2011
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Time do Brasil:
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Adriano Correia); Lucas Leiva (Sandro), Elano (Lucas Silva) e Ramires; Robinho (Elias), Fred (Leandro Damião) e Neymar. Técnico: Mano Menezes.

Dia de relembrar as disputas de terceiro lugar de todas as Copas

11 de julho de 2014 1

O técnico holandês Louis Van Gaal defende que a disputa do terceiro lugar é algo desnecessário. Tanto que a Eurocopa aboliu essa partida. Mas é certo que ela vai acontecer e como a gente sempre fica relembrando a final, vamos dar um refrescada na memória e ver como foram esses jogos nas outras edições. Apenas em 1930 e 1950 que a disputa não aconteceu.

1934 – Itália

Alemanha 3 x 2 Áustria
O alemão Lehner abriu o placar com 25 segundos de jogo, recorde que durou até a Copa de 1966.

1938 – França

Brasil 4 x 2 Suécia
A Suécia abriu 2 a 0 em 38 minutos, mas comandados por Leônidas da Silva, os brasileiros viraram o jogo.

1954 – Suíça

Áustria 3 x 1 Uruguai
O primeiro tempo foi equilibrado e terminou 1 a 1, mas os austríacos dominaram a etapa final e confirmaram a vitória.

1958 – Suécia

França 6 x 3 Alemanha
A mais épica das decisões de terceiro lugar, que serviu para colocar Fontaine como o jogador que mais gols marcou em uma edição: 13 no total, sendo quatro só nesta partida.

1962 – Chile

Chile 1 x 0 Iugoslávia
O melhor resultado do Chile na história das Copas. A empolgação no país para essa partida foi tão grande que o público foi maior do que a final entre Brasil e Tchecoslováquia.

1966 – Inglaterra

Portugal 2 x 1 União Soviética
O resultado coroou uma das melhores equipes portuguesas da história.

1970 – México

Alemanha 1 x 0 Uruguai
Um jogo morno, com dois times desanimados e sem grandes ambições.

1974 – Alemanha

Brasil 0 x 1 Polônia
Desmotivados, os brasileiros foram facilmente envolvidos pela Polônia, que tinha como destaque o atacante Lato.

1978 – Argentina

Itália 1 x 2 Brasil
A imprensa italiana tratou a partida como uma revanche da final de 1970. E a Azurra até saiu na frente, mas o Brasil virou com gols de Nelinho e Dirceu.

1982 – Espanha

Polônia 3 x 2 França
Os franceses resolveram poupar a maioria dos titulares e a Polônia ainda contou com a colaboração do goleiro adversário, que falhou em dois dos três gols.

1986 – México

França 4 x 2 Bélgica
Mesmo sem os principais titulares, a França venceu, mas só na prorrogação. O jogo terminou 2 a 2 no tempo normal e, como já vinham de duas prorrogações, os belgas sentiram o cansaço.

1990 – Itália

Itália 2 x 1 Inglaterra
O técnico italiano pediu que o time vencesse para deixar uma boa impressão para a torcida. Mas o gol só saiu aos 41 minutos do segundo tempo e ainda deu a Schillaci a artilharia da competição.

1994 – Estados Unidos

Suécia 4 x 0 Bulgária
Os quatro gols saíram no primeiro tempo. Depois do intervalo a Suécia só cozinhou o jogo.

1998 – França

Croácia 2 x 1 Holanda
Os gols também saíram apenas no primeiro tempo, com a Croácia encarando a partida como uma final.

2002 – Japão e Coreia do Sul

Turquia 3 x 2 Coreia do Sul
Com 11 segundos, o turco Sükür fez o gol mais rápido da história das Copas. O jogo seguiu movimentado até o fim, com as duas seleções levando tudo muito a sério.

2006 – Alemanha

Alemanha 3 x 1 Portugal
Portugal dominou o primeiro tempo, mas não marcou. Depois do intervalo, os donos da casa foram para cima e abriram 3 a 0, com os portugueses descontando no fim.

2010 – África do Sul

Alemanha 3 x 2 Uruguai
Partida com duas viradas. A Alemanha abriu o placar e o Uruguai virou no início do segundo tempo, mas o time de Joachim Löw teve forças para buscar a vitória.

Relembre as maiores goleadas da história das Copas do Mundo

10 de julho de 2014 0
Hungria e El Salvador: a maior das goleadas

Hungria e El Salvador: a maior das goleadas

Como a derrota brasileira para a Alemanha ainda rende assunto nas mesas de bar e corredores, vamos relembrar as maiores goleadas na história da competição, já que entramos na lista de uma forma que não queríamos.

Itália 7 x 1 EUA (1934)

Schiavio, com três gols, e Orsi, com dois, foram os destaques da partida, acompanhada das tribunas pelo ditador Benito Mussolini.

Suécia 8 x 0 Cuba (1938)

A Suécia chegou nas quartas de final depois de um WO contra a Áustria. Os cubanos tiveram que jogar duas vezes contra a Romênia para se classificar (não havia prorrogação e, em caso de empate, havia um jogo extra) e alegaram que o cansaço prejudicou.

Uruguai 8 x 0 Bolívia (1950)

Foi o único jogo do Grupo 4, já que as outras seleções desistiram de viajar ao Brasil. A partida seguiu o famoso clichê: quatro vira, oito acaba.

Brasil 7 x 1 Suécia (1950)

É a maior goleada brasileira na história da competição. E a única vez que um jogador da nossa Seleção marcou quatro vezes na mesma partida: Ademir.

Hungria 9 x 0 Coreia do Sul (1954)

A partida teve mais gols que faltas cometidas. Foram apenas cinco infrações, todas a favor dos sul-coreanos.

Turquia 7 x 0 Coreia do Sul (1954)

Não bastasse a estreia, a Coreia do Sul ainda levou outra lambada na sequência e o último jogo, contra a Alemanha, nem aconteceu.

Uruguai 7 a 0 Escócia (1954)

Já os escoceses nem sequer contaram com o treinador, que pediu demissão depois da estreia com derrota diante da Áustria.

Iugoslávia 9 x 0 Zaire (1974)

Na única participação do Congo em Copas (quando ainda se chamava Zaire), foram três derrotas e nenhum gol marcado. E ainda tomaram uma senhora goleada dos iugoslavos.

Polônia 7 x 0 Haiti (1974)

O apetite polonês era justificável: a seleção precisava de pelo menos um 4 a 0 para se classificar. Szmarch, com três gols, e Lato, com dois, comandaram a goleada.

Hungria 10 x 1 El Salvador (1982)

A maior goleada da história das Copas. Quando o salvadorenho Ramirez marcou o gol para a seleção da América Central, o placar estava 5 a 0. Mesmo assim, comemorou como se fosse um título.

Alemanha 8 x 0 Arábia Saudita (2002)

Mais uma da série: quatro vira, oito acaba. A seleção alemã chegava desacreditada e calou muita gente na estreia. Mas, como sabemos, perdeu a final para o Brasil.