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Em família: Clara e Marina enfrentam homofobia em restaurante

27 de junho de 2014 0
Divulgação/GShow

Divulgação/GShow

Clara (Giovanna Antonelli) estará num bar tomando café, quando o garçom se aproximará com uma taça de champanhe. Um homem desconhecido do outro lado do bar que terá mandado a bebida.

Nisso, Marina (Tainá Müller) chegará e fará um carinho na namorada. — Uau! Tomando champanhe? Vou pedir uma taça pra te acompanhar — brinca a fotógrafa.

— Espera. Não pedi nada. Foi o cara sem noção da mesa em frente que me mandou de presente — explica Clara.

Marina achará graça situação até que o homem as aborda na mesa.

— Vim dizer que cometi um equívoco. Já saquei qual a é a de vocês duas — dirá o moço.

— Não estou entendendo — retruca Marina.

— É você o homem da relação? Chegou pra defender a mocinha indefesa? — debochará o agressor.

— Melhor você voltar para sua mesa, antes que eu chame o gerente! — Clara diz indignada.

— Quem vai chamar o gerente aqui sou eu! Vou fazer uma queixa oficial! Esse lugar não é gay! Não pode ser frequentado por qualquer pessoa! Sapatão não é bem-vinda aqui! — grita o homem.

Clara ficará muito irritada e começará a xingá-lo de idiota e imbecil. Ela também vira a taça de o champanhe na cara dele.

— Quem esse imbecil pensa que é pra falar assim? Covarde! Preconceituoso!

Marina pedirá calma e dirá que não vale a pena perder a cabeça com pessoas assim.

Mais tarde, as duas conversarão sobre ao assunto.

— Estou inconformada! Como é que uma pessoa se julga no direito de falar sobre as escolhas do outro dessa forma? Como se fosse superior? Sentiu a raiva dele? Falou como se nossa opção sexual fosse um defeito! — fala Clara.

— É exatamente o que ele acha, mas você não pode se descontrolar assim. Não vê a quantidade de crimes que acontecem por aí todos os dias? São loucos como esse que agridem gays, propagam a homofobia. Parecem muito gentis, mas são bem perigosos — responde Marina.

Clara contará que quase chegou a agredi-lo de tanto ódio.

— Já passei por situações piores. Entendi que não é xingando que vou conseguir lutar pelos meus direitos. Vamos esquecer isso. Ele deve ter ficado com inveja da nossa felicidade — a fotógrafa tentará colocar panos quentes.

— Ainda bem que tenho você. Nunca soube manter a calma em situações de intolerância. Fico nervosa, indignada. Agora que é comigo então — desabafa Clara.

Marina vai tentar acalmar a amada — Você vai aprender a agir da melhor forma. Estamos juntas nessa.

As informações são do blog F5.

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