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O incomparável Mosteiro dos Jerónimos

07 de março de 2008 2

O estilo manuelino é marca da imponente construção, em Lisboa/Rosane Tremea
Conforme anunciado no post anterior, este vai falar do Mosteiro dos Jerónimos, em LISBOA. Então, meu amigo, vá experimentar os Pastéis de Belém e, depois, aos Jerónimos, uma obra do rei Dom Manuel – daí o nome do estilo arquitetônico “manuelino”.

Muito dinheiro, que à época Portugal tinha bastante, deu origem ao prédio impressionante, construído pelo soberano e doado à Ordem dos Frades de São Jerônimo.

Desde 1983 o mosteiro é considerado Patrimônio da Humanidade, um título justo para a obra iniciada em 1502. Entre os destaques, os portais com as imagens do Infante Dom Henrique, da Virgem de Belém e do protetor de Portugal, o Anjo Gabriel, o próprio rei Dom Manuel, São Jerônimo e a rainha Dona Maria.

Em parte da construção funciona o Museu Nacional de Antropologia e há tumbas de ilustres portugueses no mosteiro: o descobridor Vasco da Gama e o poeta Luís de Camões, autor de Os Lusíadas, por exemplo.

A propósito, dos poucos poemas que decorei na escola, a introdução do épico de Camões nunca me saiu da cabeça:

As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;

Postado por Rosane Tremea

Comentários (2)

  • Marcelo Xavier diz: 7 de março de 2008

    Hum, o começo é fácil, quero ver o resto, hehehe. Eu decorei outrora a do Gigante Adamastor, mas já esqueci..

  • Rosane Tremea diz: 8 de março de 2008

    Bah, hoje eu não conseguiria decorar nem mais isso! Lembrar as senhas já é difícil!
    Abraço, Marcelo.

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