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Música e história em Diamantina

11 de março de 2008 0

Na pousada Relíquias do Tempo, as peças de artesanato espalhadas pelo casarão estão todas à venda/Rosane Tremea
A quase 300 quilômetros de Belo Horizonte, DIAMANTINA vale o sacrifício das estradas pouco conservadas e da distância da capital mineira. Fica longe do eixo Ouro Preto-Tiradentes-Mariana-Congonhas-São João del Rey, mas tem um casario colonial de inspiração barroca igualmente bem conservado em seus quase 300 anos de história.

A luz esmaecida de seus lampiões se reveste de mais poesia ainda duas vezes por mês ao som das %22vesperatas%22, que ocorrem entre abril e outubro. Os músicos se esparramam pelas sacadas da Rua da Quitanda, e a acústica se encarrega do resto.

Os 1,1 mil metros de altitude são responsáveis pelo clima ameno, com média anual de 18ºC. Em visita à cidade, uma opção que casa com a atmosfera é a hospedagem num casarão do século 19 como o da pousada Relíquias do Tempo (www.pousadareliquiasdotempo.com.br).

Na terra da escrava Chica da Silva e do ex-presidente Juscelino Kubitschek, bom será acordar com o sol entrando através das cortinas de crochê, sentindo o cheiro do pão de queijo que vem da cozinha e invade a pousada de 18 quartos. Ou ser chamado pelo sino tocado pontualmente às 17h30min para tomar chá e comer biscoitos de polvilho junto ao fogão de lenha.

E, ao longo do dia, subir e descer ladeiras, visitar igrejas e museus, observar o movimento da cidade e sentir a história que está por todo lado.

Postado por Rosane Tremea

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