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Al otro lado del Guaíba

17 de março de 2008 5

Da ponta do trapiche, a imagem da casa onde fica o restaurante/Rosane Tremea
Não resisti ao trocadilho para descrever um lugar que visitei há pouco pela terceira vez “al otro lado del Guaíba” (que se eu chamar de rio me matam, que ele é lago).

O outro lado do Guaíba fica em…GUAÍBA, para onde fomos comemorar o aniversário de uma amiga.

Antes que acabe o verão, se quiser passar um dia curtindo a natureza, e vendo Porto Alegre do outro lado, vá ao Parque Fazenda Itaponã. É pertinho (35 quilômetros de Porto Alegre), desde que o motorista seja orientado.

Nosso comboio de quatro carros foi um desastre. Nos perdemos no centro de Guaíba. O mapa do site do parque não ajuda muito (tentei o Google Maps, mas não consegui).

Mas como quem tem boca vai a Roma, e o importante às vezes não é o caminho mas o destino (comecei com trocadilhos e vou continuar), mesmo se você se perder verá que o lugar justifica.

Nós fomos de carro, mas se você for um privilegiado proprietário de uma lancha, veleiro ou outra coisa que navegue, há um trapiche onde é possível atracar e dar um tempo para aproveitar a área de 35 hectares com restaurante, mata nativa, bosque de eucaliptos com churrasqueiras, praia, trilhas ecológicas, passeios a cavalo ou de dindinho, pescaria, quadras de futebol e vôlei

Depois de um almoço típico gaúcho (a R$ 15, com feijão mexido, moranga caramelada etc), não resistimos à sesta na beira do Guaíba, só ouvindo o barulhinho da água batendo nas pedras (Itaponã, se não entendi mal, significa Ponta das Pedras).

Para saber mais, veja o site do Parque: www.itapona.com.br

Se ficar com preguiça, aqui vão o endereço e o telefone:
Estrada Adão Fox, 5.300, Guaíba. Telefone para contato ou reservas: [51] 9982-7696 ou [51] 9915-0111

Ah, e o “al otro lado%22 a que eu me referia é a música do Jorge Drexler que ganhou Oscar em 2005 por Diários de Motocicleta. Se quiser ouvir a música, vá ao site do cantor uruguaio, que é uma gracinha (o site e o cantor) — www.jorgedrexler.com

Aí vai a letra:

Al otro lado del río


Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

El día le irá pudiendo
poco a poco al frío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Sobre todo creo que
no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima
y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama
casi un suspiro
Rema, rema, rema-a
Rema, rema, rema-a

En esta orilla del mundo
lo que no es presa es baldío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Yo muy serio voy remando
muy adentro sonrío
Creo que he visto una luz
al otro lado del río

Sobre todo creo que
no todo está perdido
Tanta lágrima, tanta lágrima
y yo, soy un vaso vacío

Oigo una voz que me llama
casi un suspiro
Rema, rema, rema-a
Rema, rema, rema-a

Clavo mi remo en el agua
Llevo tu remo en el mío
creo que he visto una luz
al otro lado del río

Postado por Rosane Tremea

Comentários (5)

  • Vera Nunes diz: 17 de março de 2008

    Nossa, estás inspirada…Mas realmente o lugar é muito lindo, merece um som do Jorge Dexler ao fundo….

    As fotos estão muito lindas!
    Bjs Vera

  • Leandro diz: 17 de março de 2008

    O site indicado no texto não foi localizado.
    Acho que o endereço correto é http://www.itapona.com.br/
    Abs.

  • Rosane Tremea diz: 17 de março de 2008

    Leandro, tens toda razão. Acessei o site, mas copiei errado (nada que um ctrl v + ctrl c não resolvesse). Mas agora tá certinho! Obrigada. Abraço

  • Nina de Oliveira diz: 17 de março de 2008

    Rosane, realmente El otro lado del río é um deslumbre (assim como o seu cantor).

    Beijo

  • Paco Sánchez diz: 18 de março de 2008

    Gostei! Pasaré a menudo por aquí, Rosane. Qué pena no poder ir ahora al otro lado del Guaíba!

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