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As gordinhas famosas de Botero

20 de março de 2008 2

No centro de Bogotá, o Museu Botero/Rosane Tremea


No ano passado, a Caroline Torma, colega aqui de Zero Hora, esteve em BOGOTÁ e se apaixonou pela cidade. É difícil mesmo não gostar daquela metrópole que, curiosamente, não é sufocante, apesar dos quase 8 milhões de habitantes de sua região metropolitana.

Quem for à capital colombiana não pode deixar de conhecer o Museu Botero, tema deste texto escrito pela Caroline para o blog:


“Nas últimas semanas, a Colômbia voltou a ganhar destaque no mundo pelo motivo que os colombianos mais detestam ser lembrados: a violência das Farc.

Mas é preciso dizer que a Colômbia não é somente um país de narcotraficantes e seqüestradores. Pelo contrário. Ao passar por lá, em outubro de 2007, tive gratas surpresas, algumas delas artísticas.

Além de ser a pátria do realismo fantástico de Gabriel García Márquez, por exemplo, a Colômbia é também o país de Fernando Botero, o pintor das gordinhas. Em um charmoso museu instalado em La Candelaria, o bairro boêmio e universitário da capital Bogotá, a ditadura da beleza anoréxica do século 21 simplesmente não existe.

Elas, as cheinhas, é que são as estrelas. Se conhecer o acervo de obras do pintor não é suficiente como atração, basta dizer que Botero doou toda a sua coleção de obras particulares ao museu. A lista inclui quadros e esculturas de Salvador Dalí e Pablo Picasso.

De lembrança, além das fotografias – é possível registrar tudo, desde que sem usar o flash – dá para trazer para casa lindas reproduções do pintor. Eu escolhi uma Monalisa um tanto avantajada para enfeitar minha sala.”


Foto: Caroline Torma

Postado por Rosane Tremea

Comentários (2)

  • Cláudio Engelke diz: 21 de março de 2008

    Rosane.Ao citares “as desgraças” da Colômbia,esquecestes das milícias paramilitares mantidas pelos Uribes da vida e que já seqüestraram,torturaram e mataram muita gente.Mas a tal da “grande mídia” não vê isso.Talvez fosse interessante dares uma uma olhadinha também na mídia alternativa.Quem sabe um pouco de Paulo Henrique Amorim,Mino Carta ou Rovai? Imparcialidade é bom e eu gosto.

  • Cláudio Engelke diz: 21 de março de 2008

    Rosane.Depois de comentar o teu post voltei a lê-lo e aí percebí que o texto não é teu.Mas vale o que escreví só que com outra destinatária,a autora do texto original,Caroline Torma.

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