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Como transformar um lugar e conservá-lo. Em Curitiba, confira

26 de setembro de 2011 4

Tudo bem, poderão dizer alguns, faz apenas dois anos que abriu.

Mas se continuar assim, o PAÇO DA LIBERDADE, uma das unidades do Sesc Paraná, em Curitiba, pode ser apontado como exemplo de como um lugar degradado pode/deve ser recuperado e mantido.

Estive ali há duas semanas, durante férias que eu incluí na categoria afetivo-familiares (aquelas em que não se faz viagens mirabolantes para lugares exóticos ou desconhecidos, mas para os lugares onde estão as pessoas de quem se gosta, família e amigos), levada por minha cunhada Rosaura.

Ela achou que eu ia gostar do lugar! Amei!

Passamos um bom tempo no prédio localizado no centro da cidade. Primeiro no café, que ninguém é de ferro. Dá pra incluí-lo na categoria bom-bonito-barato. Administrado pelo pessoal do Senac, tem serviço eficiente, cardápio ótimo, boa ambientação. Comemos uma tortinha deliciosa, acompanhada de cafés especiais.

Depois, circulamos pelos três andares da antiga prefeitura da capital paranaense, entre 1916 e 1969. Tem biblioteca, sala de leitura, de internet, de cinema, de exposições…

Tudo cuidadosamente restaurado e incrivelmente limpo.

No último andar, uma exposição chamada APARÊNCIAS, de Claudio Alvarez, que fica em cartaz até 9 de outubro.

Comentários (4)

  • José Edurdo Poloni Rizzato diz: 26 de setembro de 2011

    Ratifico as citações da redatora do artigo.

  • Joao ( Ctba ) diz: 26 de setembro de 2011

    Uma arquitetura que data de 1916 sendo local da 1a. Prefeitura da cidade de Curitiba.
    Adoro Curitiba e pra quem gosta de arquitetuta antiga, sugiro todo o Largo da Ordem também, muito bonito!

  • Ricardo diz: 26 de setembro de 2011

    Iguais ou melhores que esse existem vários lugares aí em POA.

  • joaquim Emidio diz: 28 de setembro de 2011

    Estive há um ano neste edificio durante as minhas visitas habitauis a Curitiba que é a minha cidade de eleição no Brasil.
    Foi em Curitiba que descobri o Brasil pela primeira vez graças a um português emigrante chamado António Campos que hoje está reformado e de boa saúde.
    Na ultima vez que passei pela cidade todos os dias comi pasteis de bacalhau como se estivesse em Lisboa ou Viseu, em Portugal.
    E Curitiba não tem só os museus e os espaços verdes. Tem acima de tudo uma cultura de cidade que eu gosto e me faz sentir num mundo diferente. Os espaços culturais são realmente vivenciados e frequentados pela população e as inicitivas fazem com que sejam museus “vivos”.
    Salvador para dançar ao ar livre junto á praia por baixo das palmeiras e Curitiba para dançar nos salões dos várias restaurantes que fazem confronto com os de Belo Horizonte onde também me sinto em casa.
    Abraço do
    Joaquim

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