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Para o final de semana, Rota Germânica

28 de outubro de 2011 11

Quem dá a dica de lugar para ir no final de semana é o colega jornalista de Lajeado Thiago Stürmer.

A dica do Thiago é a ROTA GERMÂNICA, que completou 10 anos de existência nesta semana.

Ela é composta por 15 propriedades rurais e de recantos e paisagens do VALE DO TAQUARI, que fica a cerca de 100 quilômetros de Porto Alegre.

Um dos lugares mais visitados é a Lagoa da Harmonia, em Teutônia, o da foto.


Eu estive ali, há um bom tempo. Há restaurante no local onde é servido almoço com culinária alemã no final da semana (não posso recomendar a comida, por que já faz muito tempo mesmo), mas o lugar é muito bonito e dá para fazer um piquenique, se não quiser arriscar o cardápio alemão. O colega Marcos Hoffman, do Viajando de Carro, também escreveu sobre a rota.


Comentários (11)

  • Paulo Brum diz: 28 de outubro de 2011

    Com certeza, uma das regiões mais lindas do RS, como tantas outras que há nessa terra maravilhosa. Já tive algumas vezes na região serrana do RS, e é maravilhoso o contato com as culturas alemã e italiana. Morando há anos no MS, sempre indico aos amigos locais esse passeio para que possam conhecer um pouquinho dessas duas culturas. Inverno ou verão, não importa, os passeios sempre valerão a pena.

  • Ruth Hermann diz: 28 de outubro de 2011

    Interessante…Um primo meu, da parte da família de meu pai que não imigrou para o Brasil, visitou-nos no começo deste ano. Ele ficou impressionado com a tradução que fizemos para ele das frases e ditos impressos em folhetos turísticos e em pórticos das cidades que visitamos na serra. Sobre a Rota Germânica ele disse parecer com um cenário de época para um filme alemão de baixo orçamento. Que em nada lembra a atual Alemanha e que chega a dar pena a tacanhez dos colonos descendentes dos imigrantes de outrora. Julga o Brasil um país muito condescendente por permitir que cidades brasileiras proclamem-se germânicas, sem sê-lo! Nós jamais tinhamos visto nossa realidade sob esta ótica e eu fiquei admirada com a franqueza do meu primo. Ele incentivou que estudássemos o alemão atual por que ele disse quase não entender nada do que falávamos, que nosso alemão era grotesco. Que a Alemanha é um país rico, moderno, atual e que não se parece em nada com o que ele estava vendo! Que ele havia gostado muito mais de SPaulo, metrópole fervilhante de modernidade e não um recanto fake.

  • Claudio diz: 28 de outubro de 2011

    Ruth, apesar de nao discordar do ponto de vista do teu primo, vejo um equivoco de interpretacao de ambos: as cidades da zona de colonizacao alema nao pretendem ser cidades alemas modernas, apenas preservar da melhor forma possivel os tracos da epoca da colonizacao.

    Da mesma forma, o alemao falado atualmente na colonia e’ um dialeto que se separou do alemao europeu na epoca da colonizacao e e’, por isso mesmo, praticamente medieval. Nao ha’ nada de errado nisso, e tem inclusive mais riqueza linguistica e cultural pela sua singulariedade.

  • Paulo Fontes diz: 28 de outubro de 2011

    Ruth, nota-se um profundo desprezo pelo passado, por parte do teu primo, lamento. Observações grotescas, as dele, uma visão demasiadamente superficial, um tanto incompatível com a cultura alemã atual. Será que o teu primo não era um fake do “Borat”, acho que tu deves ter participado de uma “pegadinha’.

  • Laércio diz: 28 de outubro de 2011

    Que infeliz o comentário da Ruth, pois, demonstra um completo desconhecimento do alemão falado na região (dialeto), e que a pequenice que ele encherga está na simplicidade do povo interiorano do Estado. Talves ele não conheça o interior da própria alemanha onde vive, que certamente por não ser metrópole vão apresentar as características bem diverentes da capital, bem como a modernidade se comparada com “as” Berlins, que até recentemente mantinham dividias, ele deve pensar que é da metade inteligente, é lógico.
    Também, a Rota Germânica e ou Romântica preserva a origem da chegada dos imigrantes, que há época evadiram-se para buscar sobrevivência em um país desconhecido.
    Que ele fique por São paulo.
    E olha que não sou da região, mas esta terra tem dono.

  • Adriana Santejana diz: 28 de outubro de 2011

    Bom, tomando dores que não são minhas, por não ser de origem germânica, não creio que a intenção da colônia alemã (assim como a italiana, japonesa, espanhola…) seja reproduzir no Brasil o tipo de vida vivido hoje em dia na Alemanha, mas sim cultivar a memória daqueles que os trouxeram para cá há muitos anos atrás, portanto, o que se vÊ são ritos e costumes do século passado, assim como dialetos usados pelos imigrantes. Quem quiser ver modernidade que parta agora para a Europa e se delicie com Mc Donalds e Coca-colas…
    Toda a Serra e arredores originadas dessas culturas em nada devem mudar…estão de parabéns…

  • Götz diz: 28 de outubro de 2011

    Olá Ruth,

    Entendo seu irmão, porém nunca foi a idéia de dizer que aqui é uma amostra da Alemanha atual! O que temos, sim, é uma “amostra” do que foi a Alemanha antigamente. Todos os costumes, e muito da cultura, era de um povo muito humilde e lingua “grotesca” que seu primo diz, era sim a Alemanha que é onde ele mora hoje. Pena ele não conhecer a história…
    Eu morei 6 anos na Alemanha e sei bem do que estou falando. Falei com historiadores de lá e eh exatamente isto que estou lhe falando.
    A Alemanha é HOJE um país rico, moderno e atual, e certamente está distante daquela época em que a Alemanha estava totalmente arrasada.
    Recebo visitas de vários alemães amigos meus, e mostro o que temos da Alemanha, resquício daquela época. Eles todos se encantam com o que conseguimos ainda preservar da história. Mas tudo bem, gosto é gosto, seu primo não gostou.

  • Matheus diz: 28 de outubro de 2011

    Senhora Ruth Hermann,

    Morei 6 anos fora da América do Sul e já recebi muitos estrangeiros no Brasil, mas nunca ouvi alguém dizer tamanha idiotice como teu primo alemão. Pergunto: no trabalho que ele faz é necessário o uso do cérebro ou ele trabalha apenas com os braços?
    Penso que deveria falar a ele, já que se acha moderninho e não sabe apreciar as próprias raízes, que ele é que deveria estudar português, a sexta lingua mais falada no mundo… muitíssimo à frente do alemão.
    Ademais, se culto ele fosse, deveria certamente apreciar as peculiaridades do “grotesco” alemão dos seus antepassados alemães. Apreciar São Paulo … muita cultura e pouco concreto…
    Concordo apenas com uma coisa: a língua alemã, bárbara que é, foi, é, e sempre será uma língua tosca e grotesca, em qualquer época!

  • Marco diz: 28 de outubro de 2011

    Sra. Ruth, respeitosamento sugiro q seu familiar não venha + ao RS, pois somos famosos pela hospitalidade e não gostamos se alguém sair insatisfeito, seja qual for o motivo. Eu sou nascido no RS e descendente de alemães, me orgulho disso. Alemanha, país q visitei umas 20 x, a passeio e trabalho, não se compara c/RS nem Brasil, no seu todo. É um país menor e de + fácil administração, comparando c/nosso país. São organizados, trabalhadores, ricos e modernos, realmente … e falam alemão fluente. Aqui tbm há quem fale fluentemente (eu entre eles) e quem fale dialeto, ou algo próximo a isso, mas nos fazemos entender. Lá, precisa-se falar alemão ou inglês: não nos recebem no nosso idioma. Aqui, até hj, cultuamos nossas origens alemã e italiana. Tentamos, desde a vinda dos 1ºs imigrantes alemães (meus familiares chegaram em 1824), manter tradições q nos foram trazidas na época. Se ele diz q nada temos próximo à Alemanha atual, pergunto pq cidadãos daquele país se evadiram em procura de algo melhor? Seria lá uma terra q nada prometia naquela época? Não creio, mas fica a pergunta … O q nos trouxeram é isso q expomos, orgulhosamente, e assim será por longos anos ainda, espero. Q ele viva feliz lá pq eu e a familia q criei vivemos muito bem aqui.

  • Renato Heinz diz: 29 de outubro de 2011

    Marco, vc q diz ter ido à Alemanha mais de 20X, deve ter sido enganado. Foi levado até o Paraguai, pensando estar na Alemanha…Não seja ridículo, homem! Comparar a Alemanha com o RS chega a ser ofensivo para a Alemanha e passível de uma declaração de guerra! A sra. Ruth, para mim, parece ser uma mulher única – descendente de imigrantes alemães e moradora da colônia – porém culta ( nota-se pela maneira como escreve ) e cosmopolita. Conhece outros lugares do mundo e tem base para comparações, caso contrário teria ficado “ofendidinha” como os demais comentaristas! O imbecil nega a verdade por medo da mesma! Os EUA é um grande país de imigrantes e é o acelerador do progresso humano! Nunca explorou a historinha dos imigrantes que recebeu ficando preso ao passado, cultuando o fracasso e o atraso! O RS gaba-se de ser o estado com o maior número de museus (VAZIOS) do país porq conta como museus as casolas empoeiradas q encontramos por toda a colônia, batizadas de Casa do Imigrante- sempre tendo como acervo as mesmas quinquilharias. O primo da DRuth foi até gentil! Gentil e certeiro! Levei meu avó de 92 anos à sua terra natal, à cidade de seus pais na Alemanha, e ele, coitadinho, quis voltar logo. Não entendia nada do q seus parentes falavam, sentiu-se diminuido, um matuto, um colono ordinário, um homem grotesco. E estava certo!

  • Marisa Alghieri diz: 29 de outubro de 2011

    O nosso atraso está explicado – somos os baluartes em guardar uma história de derrotas, fome,miséria e ignorância. Deve ser por isto que o RIo Grande do Sul é um estado azarado, malquisto pela maioria do povo brasileiro. Somos baixo-astral! São Paulo também recebeu imigrantes de vários países, mas cresce, moderniza-se, celebra a memória das origens de seu povo mas sem esta palhaçada de ” recanto italiano”,” paraíso alemão”. Além de mentirosa esta prática gaúcha é antipatriótica e ingrata! Londrina, a segunda maior cidade do Paraná, tem orgulho de seus ascendentes alemães e mantem as tradições germânicas de seus familiares, sem este ufanismo fascista/nazista dos gaúchos, povo sem raízes, híbridos, desajustados. Esta é a minha opinião e sou livre para manifestá-la. A dona do blog pode ñ editá-la, afinal tem este poder. Isto ñ me espantaria, levando-se em conta sua ascendência. A verdade é muito incômoda, neste caso!

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