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Uma janela no Pelourinho

02 de julho de 2012 0

Há anos não vou a SALVADOR, a capital baiana, e, no meu imaginário de turista, o PELOURINHO é o que mais resume a cidade.

Por isso fiquei feliz ao receber a imagem enviada por minha amiga Alessandra, para a seção JANELAS DE VIAGEM, de uma janela vinda de lá. Bonita, colorida, restaurada.

E calhou de hoje ser o dia da Festa da Independência da Bahia, 2 de julho, o que já serve como homenagem também àquela terra.

Da primeira vez que visitei Salvador, embora fosse claríssima a beleza e o potencial daquela região do Pelourinho, estava totalmente abandonada. A restauração começou depois e ainda não acabou. Aliás, tem de ser permanente.

É nesse ponto que nasceu a cidade, iniciada por Tomé de Souza, que cumpria ordens do rei de Portugal, e deu nome ao lugar homenageando Jesus Cristo, o Salvador.

Havia razões para a povoação nascer ali: por ser a parte mais alta da cidade, ficar em frente ao porto e ser naturalmente fortificada pela depressão de quase 90 metros de altura e cerca de 15 quinze quilômetros de extensão.

As casas que hoje marcam a paisagem foram construídas aos poucos, uma série de casarões e sobrados, que hoje contam cerca de 800, com inspiração na arquitetura barroca portuguesa.

Hoje, o ponto mais turístico de Salvador, além da arquitetura, oferece música, diversão, bares, restaurantes, lojas de roupas e artesanato.

Tombado como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), também reúne museus, teatros e igrejas etc.


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