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Direto da China

28 de setembro de 2012 0

Diretamente da CHINA, onde acompanha um grupo, Beto Conte, o viajante que já circulou por 125 países, mandou relatos sobre o tour que começou no dia 11 de setembro e termina no próximo dia 4.

Lá vão alguns lugares por onde passaram…

BEIJING

No coração histórico de Beijing encontra-se a “cidade proibida” – palácio imperial por quase cinco séculos. Somente o imperador, sua família e empregados mais graduados tinham a permissão para entrar lá. O maior palácio do planeta, construído no inicio do século XV, consiste em 980 edifícios e 9.999 peças, com uma área total de 720.000 m2. O último imperador, Puyi, é obrigado a deixar o palácio em 1924 quando passa a função atual de museu.

Outra visita obrigatória é a Muralha da China que começou como uma serie de fortificações de diferentes reinos independentes para se protegerem das invasões dos nômades do norte. Em 221 a.C. o primeiro imperador une as diferentes partes da muralha transformando em uma única longa muralha. Na dinastia Ming, no século XV, a mesma é reforçada em rocha ficando com a aparência atual, chegando a atingir 8.856 km.


XIAN

Centro político da primeira dinastia chinesa, da próspera Han e da refinada Tang, foi capital imperial por mais de mil anos. Na tumba do primeiro imperador está o famoso exército de terracota, com cada um dos 6 mil soldados têm feições e adereços próprios resgatando os traços de uma dinastia que desapareceu há 2.200 anos. A grande mesquita de Xian é uma combinação de arquitetura tradicional chinesa e islâmica, introduzida com as trocas comerciais e culturais da rota da seda.

LHASA

O Tibet havia sido uma das mais marcantes experiências de minha vida. Hoje retornei após 25 anos a Llasa – a capital tibetana – que fica a uma altitude de 3.650m, e a primeira coisa que fizemos foi admirar o Potala – antiga residência de inverno do Dalai Lama – líder religioso desse povo devoto budista. Seguimos depois ao Templo Jokhang – centro religioso da comunidade local, e local de peregrinação há mais de 1.300 anos, com tibetanos com rodas de oração e prostrações.

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