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Livros, programa e texto sobre Nova York

10 de janeiro de 2014 0

Anda frio pra caramba em NOVA YORK, tá difícil de chegar ou sair da cidade.

Para evitar problemas a quem vai ou está por lá, tem sido reforçada a recomendação para os viajantes embarcarem com seguro saúde (alguém ainda viaja sem fazer?!), já que o clima pode levar a problemas respiratórios ou mesmo a quedas na neve (calçado adequado, cautela e caldo de galinha também ajudam!!!).

Para quem está de viagem marcada ou a tem nos planos, aqui vão algumas dicas, que não tem nada a ver com o frio, que foi apenas o mote.

Pra começar, dois livros:

MY CITY, MY NEW YORK

Reprodução

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Se você é daqueles que procura lugares frequentados por celebridades, My City, My New York dá dicas de o que famosos moradores da cidade gostam de fazer nela. Descrevem suas preferências de restaurantes, museus, parques, galerias, monumentos e refúgios e falam sobre coisas que gostam de fazer como observar dançarinos de tango nas noites de sábado no Central Park ou andar de bicicleta sobre a ponte de Brooklyn para uma fatia de pizza de pepperoni com vista para o horizonte de Manhattan do outro lado do East River.

No livro, por exemplo, Matthew Broderick compartilha seu passeio de bicicleta favorita e Edward Norton revela seu restaurante favorito.

Veja outras celebridades que dão suas sugestões:

  • Woody Allen
  • Tina Fey
  • Bette Midler
  • Joan Rivers
  • Donald Trump
  • Chris Noth
  • O ex-prefeito Michael Bloomberg
  • Alex Rodriguez

Serviço

  • Editado pela GPP em parceria com o hotel The Surrey
  • Vendido pela Amazon a US$ 11,63

 

O MELHOR GUIA DE NOVA YORK

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O título é o mesmo pelo qual é conhecido um dos apresentadores do Manhattan Connection, Pedro Andrade.

Lançado em novembro, mostra coisas que Pedro descobriu na cidade, o restaurante badalado, o bistrô escondido, a exposição, a feira, o parque.

O Melhor Guia de Nova York vale para quem vai desembarcar na cidade pela primeira vez ou para quem quase cansou de ir, achando que já viu tudo. Para esses, o recado de Pedro. Ele, que mora ali desde 1995, nunca acha que viu tudo.

Afinal, difícil desvendar os mais de 850 museus e galerias ou experimentar os mais de 20 mil restaurantes.

- É um lugar que nunca via ficar velho ou tedioso, onde você sempre vai encontrar algo nunca antes visto ou admirado – apregoa ele na introdução do livro.

Serviço

  • O Melhor Guia de Nova York
  • Pedro Andrade
  • Editora Rocco
  • 272 páginas
  • R$ 59,50

UM PROGRAMA: ALÉM DA CONTA

Gustavo Nars, divulgação

Gustavo Nars, divulgação

Estreou no dia 6, no GNT, Além da Conta. O programa, comandado por Ingrid Guimarães, mostra gente que abusa das compras ou sonha em encher as malas durante uma viagem internacional. E o destino é… NOVA YORK.

Parte da programação de verão da emissora, terá oito episódios.

Para garimpar por lojas, ofertas e pontas de estoque da cidade, a atriz tem convidados como Giovanna Antonelli, Astrid Fontenelle, Reynaldo Giannechini, Glória Maria e outros amigos que vão bater perna com a apresentadora na cidade, como o humorista Leandro Hassum, um raro caso de homem assumidamente consumista.

Serviço

  • Além da Conta
  • GNT
  • Às segundas, 22h30min, e em horários alternativos (quartas, às 5h30min e 9h30min, quintas, às 17, sábado, 8h30min e 22h, domingo, às 4h30min e segunda, às 20h)

UM TEXTO

A biblioteca, em 2007. Foto Rosane Tremea

A biblioteca, em 2007. Foto Rosane Tremea

E por falar em SHOPPERS, aqui vai mais um texto que fala sobre Nova York, consumo, etc…

É do Contardo Calligaris e foi publicado no dia 2 de janeiro, na Folha de S.Paulo

O edifício principal da biblioteca pública de Nova York está na Quinta Avenida, entre as ruas 40 e 42.

É uma construção imponente, no estilo Beaux-Arts, como a Grand Central Station, e a sala de leitura é majestosa, como o átrio de Grand Central: o Beaux-Arts gosta de espaços enormes, altos e sem colunas de sustentação.

Não é um estilo pelo qual eu tenha uma paixão. Sempre achei um pouco pomposo, como tudo o que foi concebido e feito na época de Napoleão 3º e, logo depois, na Terceira República da França –a começar pela Ópera de Paris, que sempre me pareceu imitar um bolo de noiva.

Enfim, o fato é que os turistas, onipresentes em Nova York nestes dias, sobem a escada externa, tiram uma foto de lembrança com aqueles dois leões de mármore, que aparecem em tantos filmes, e penetram no edifício. Eles param para outra foto no átrio (onde se ergue uma grande árvore de Natal) e continuam pela escada interna; quando chegam ao segundo andar, atravessam a sala dos computadores públicos e encontram o espaço que lhes é reservado na entrada da sala de consulta ao catálogo.

Quanto ao acesso à sala de leitura, ele é protegido: os turistas ficam na porta, olhando, e um cartaz avisa que é bom manter o silêncio.

Leia o resto do texto aqui.

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