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Duas visões sobre férias

18 de janeiro de 2016 0

Li dois textos sobre férias nos últimos dias daqueles que eu gostaria muito de ter escrito.

Um deles é da psicanalista Diana Corso e fala da nossa dificuldade em desligar e ser outra coisa que não o que nos define no resto do ano, o nosso trabalho/profissão.

Publico só o primeiro parágrafo e o link para que você leia o resto:

“É verão, temporada oficial de descanso. Sair de férias não garante que sejamos capazes de gozá-las: amigos, casais e famílias se desentendem, se angustiam, alguns vagam tristes, outros perdidos. A expressão workaholic, viciado em trabalho, que a princípio me define, não basta para explicar: não é apenas um vício. O problema é que despidos das nossas características profissionais ficamos nus de identidade.

Sei que isso não é assim para todo mundo: há quem se preparou o ano todo para esse momento, lapidou o corpo, garantiu as insígnias de beleza, força, dinheiro ou o que for para entrar nos padrões. Enquanto os outros se desmancham em brancuras, barrigas, celulites e roupas soltas, alguns soberbos exemplares angariam admiração e inveja dos complexados. Eles não passeiam, desfilam. São como os salva-vidas, profissionais do veraneio.”

Foto Rosane Tremea

Foto Rosane Tremea


O segundo texto é uma entrevista que eu li no Estadão com um filósofo e que fala sobre GPS, wazes e google maps, redes sociais e outros quetais usados em viagens e que traduz muito do que eu penso. O que angustia o fisóloso é a atual preocupação de viajantes, e das pessoas em geral, maior com o destino, com o objetivo, e menos com a jornada, com o caminho.

Aqui vai apenas o link para que você leia essa reflexão interessante.

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