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O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro

06 de abril de 2016 0
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Fotos Rosane Tremea

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Você já ouviu falar do Museu do Amanhã, inaugurado em dezembro no Rio?

Eu já tido lido, já tinha visto fotos, vídeos, reportagens…

E, como não resisto nem a um museu nem a uma novidade, na primeira oportunidade fui correndo conhecer, no final de fevereiro.

 

 

Não importa que muitos cariocas chamem o prédio, criação do arquiteto catalão Santiago Calatrava, de “Baratão”.

Nem que uma amiga tenha considerado o museu excessivamente “escolar”.

Eu gostei. Muito. Por que?

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A reinvenção de um lugar

Um dos principais méritos do museu é ter transformado a região portuária, em geral degradada, e levar as pessoas de volta ao Cais Mauá. A destruição do antigo “Minhocão”, demolido, virou uma instalação sensorial no museu (é uma sequência de vídeos em telas gigantes que mostra a explosão do viaduto).

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O espaço

O prédio é amplo, arejado, iluminado. Ainda que a presença de pessoas seja intensa e haja fila para entrar no museu (veja abaixo como evitá-las) e para “Cosmos”, a primeira atração da Exposição Principal (para a projeção de 12 minutos em 360 graus é preciso entrar num domo), não senti apertos ou atropelos, dá para ver tudo com tranquilidade e interagir.

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Interatividade

Fiz a visita com uma criança de dois anos, entre outros adultos, e o fato de o museu ser quase todo interativo tornou a visita muito divertida e interessante.

Adultos, às vezes temos receio da experiência, de tocar, de interagir. Impelidos pela curiosidade infantil, também experimentamos.

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Reflexão

Há, como está na própria descrição do museu, mais perguntas do que respostas sobre o homem e sua relação com a natureza e com o futuro que estamos construindo/queremos construir.

O que ninguém consegue ficar é indiferente sobre como tratamos o planeta, sem pensar nas consequências.

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COMO VISITAR

  • Abre de terça a domingo, das 10h às 18h (a bilheteria encerra a venda às 17h)
  • O ingresso custa R$ 10
  • Faça a compra pelo site e agende a visita para o horário que preferir
  • Isso evitará ter de ficar na fila no sol (insuportável, no dia em que fui) para a compra do ingresso (na foto abaixo)
  • Ainda assim, será preciso entrar numa fila (bem menor, numa porta à direita) para acessar o prédio e fazer a troca do ticket por um cartão interativo

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