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Excesso de bagagem

24 de junho de 2016 0

Eu tenho dificuldade para fazer malas (qualquer mala, ainda mais pequenas), mas tenho restringido cada vez mais a quantidade de bagagem que carrego, limitada sempre a um volume.

Isso se revela sempre prático quando se vai para mais de um destino e se usa vários meios de transporte (no caso da minha última, além do aéreo, trem, ônibus e barco).

Entre a maior e a menor guardada no armário, optei pela menor que, ainda assim, se revelou grande e pesada para 20 dias de viagem.

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Na hora de fazer a mala, depois de colocar tudo (que era muito!) o que eu queria levar sobre a cama, considerando os vários tipos de clima e as programações feitas previamente, bateu um certo “desespero”. Era muita coisa. Cheguei a montar e desmontar uma maior. Fui tirando coisas, tirando coisas… Por fim, recorri a uma blogueira que orientava como arrumar a dita cuja, o que ajudou um pouco.

Voltei para casa com peças de roupa não usadas (oito, para ser exata, além de um sapato intocado) e a sensação de que ainda preciso melhorar muito neste quesito.

Usar mala menor (e um volume único) também resulta em economia.

Ainda que você vá à Europa, por exemplo, e as companhias permitam franquia para dois volumes (de até 32 quilos cada) despachados por pessoa, preste atenção se for fazer trechos internos em companhias de baixo custo: nesse caso, a regra é um volume por pessoa e cada volume extra pode custar 45 euros (cerca de R$ 180).

Dias atrás, já de volta, recebi a dica dessa personal organizer que também pode ajudar. Cada um tem seu jeito, mas o melhor de todos é carregar menos coisas e peças mais básicas.

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