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Resultados da pesquisa por "fitarelli"

Personagem de dois mundos, uma história contada entre Garibaldi, no RS, e o Vêneto, na Itália

29 de setembro de 2016 0

 

Fotos divulgação

Fotos divulgação. Fitarelli, à direita, em gravação na Itália

Eu já falei no blog mais de uma vez sobre o projeto de Luiz Henrique Fitarelli, que constrói com as próprias mãos, em Garibaldi, um museu etnográfico reunindo milhares de peças e que reproduz uma antiga vila da colonização italiana nesta região do Rio Grande do Sul.

A história de Fitarelli tinha virado um curta-metragem com direção de Boca Migotto em 2015, no projeto Histórias Curtas do Grupo RBS, e, agora, o Pra ficar na História – Villa Fitarelli começa a se tornar um longa, numa coprodução com a Globo News.

Fitarelli e Boca Migotto andam pelo Vêneto, na Itália, registrando sua busca pelos antepassados, visitando cidades, paisagens e museus que o inspiram e servem de parâmetro na construção de seu projeto.

Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

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O longa tem produção executiva de Mariana Mêmis Müller e realização em coprodução da Epifania Filmes e da Globo News. Com patrocínio da Tramontina e da Sony do Brasil, a equipe segue captando recursos via Lei do Audiovisual.

Boca Migotto define assim o documentário:

– Ele pretende discutir, ainda, memória, história, preservação da cultura, o conceito dos museus na contemporaneidade e as relações complexas de afinidade e contraditoriedade entre a Itália do Norte e o Brasil do Sul.

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Fotos divulgação.  Nesta e nas duas fotos abaixo, cenas das gravações na Itália (Fitarelli aparece sempre de boné).

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A Villa Fitarelli, em foto mais antiga, que está sendo construída no interior de Garibaldi.

 

Veja aqui o trailer do curta de 2015.

 

Pra Ficar na História – Villa Fitarelli – TEASER from Epifania Filmes on Vimeo.

O documentário sobre uma "villa" em Garibaldi

30 de janeiro de 2015 0
Fotos Rosane Tremea

Fotos Rosane Tremea

Assisti no dia 17 ao lançamento de Pra Ficar na História – Villa Fitarelli, um dos Curtas Gaúchos, série da RBS TV que vai ao ar aos sábados.

Conheci a villa do veterinário Luiz Henrique em 2010, produzi uma reportagem para o antigo caderno Cultura, de ZH, e desde então acompanho o sonho que o faz erguer uma típica cidadezinha da imigração italiana do século 19 no interior de GARIBALDI.

Ele segue firme e forte, projetando e, muitas vezes, construindo com as próprias mãos seu sonho, que deve se tornar um museu etnográfico aberto para visitação assim que ele o considerar pronto.

Para conhecer um pouco dessa história, confira o curta dirigido por Boca Migotto neste sábado, dia 31, às 12h30min, depois do Jornal do Almoço.

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Como anda a construção de um sonho em Garibaldi

02 de maio de 2013 2

Há dois anos, acompanho, com admiração e uma certa ansiedade, a concretização de um sonho idealizado pelo veterinário Luiz Henrique Fitarelli.

Com as próprias mãos e uma garimpagem cuidadosa, ele está erguendo a VILLA FITARELLI, no interior de GARIBALDI.

O sonho de Fitarelli ganha forma no interior do município de colonização italiana da serra gaúcha e deve dar origem ao MUSEU ETNOGRÁFICO DA IMIGRAÇÃO ITALIANA.

Na semana passada, ele me mandou uma foto para mostrar a quantas anda a capela da réplica de uma vila italiana da época da colonização.

O construtor aparece orgulhoso no interior da capela que está acabando de rechear, já que a igrejinha propriamente dita já estava pronta.

Sigo aqui na torcida para que o projeto avance e seja possível abri-lo o quanto antes para visitação do público.

Um sonho está sendo construído aos poucos no interior de Garibaldi

04 de maio de 2011 1

Se eu estou ansiosa, posso imaginar como é para o idealizador da VILLA FITARELLI esperar a concretização de um sonho que está sendo construído aos poucos no interior de GARIBALDI.

Veterinário casado com uma médica, LUIZ HENRIQUE FITARELLI sabe de onde vem cada prego, cada tijolo, cada objeto que usa para compor ao longo dos últimos anos essa pequena miragem que dá origem ao MUSEU ETNOGRÁFICO DA IMIGRAÇÃO ITALIANA.

Visitei o lugar no ano passado, sobre ele escrevi uma matéria que mereceu capa e duas páginas no caderno Cultura de Zero Hora, mas nunca havia registrado aqui (talvez por saber que ainda não é possível visitá-lo, e só ia provocar água na boca de muita gente).

Mas é um desperdício não falar dele, ainda mais agora que tem um site próprio (www.villafitarelli.com.br). Mais do que falar, mostro algumas imagens, para que você também vá sonhando junto o dia em que será possível conhecê-lo, completo, reproduzindo uma cidadezinha dos tempos da colonização italiana no Rio Grande do Sul.

A idéia de construir o museu, conta o próprio Fitarelli em seu site,  surgiu da necessidade de expor a coleção de peças iniciada há mais de 30 anos. Elas já chegam a 6 mil peças.

Até agora estão prontos ferraria, capela, casa com armazém, moinho, tanoaria, marcenaria, cantina e estrebaria.

A previsão, quando lá estive, era de inauguração para 2012. Tomara que se mantenha. Estamos todos na torcida.

Voltar ou não a um lugar do qual se gostou muito? Eu voltei à "Colombina"

03 de maio de 2011 8

Quando vou a algum lugar e acho que é muito especial, sempre tenho medo de voltar. É que parece que, da segunda vez, a mágica toda da primeira vez se perde… Você não sente assim?

Mesmo pensando desse jeito, resolvi ir, pela segunda vez, quase um ano depois, até a OSTERIA DELLA COLOMBINA, em Garibaldi (daquela vez, registrei num post aqui do blog).

Naquele dia de maio de 2010, embora já soubesse daquele lugar especial num porão de uma casa da Estrada do Sabor, foi tudo obra do acaso. Íamos em direção à Villa Fitarelli, onde eu faria uma matéria para o caderno Cultura, de Zero Hora, sobre uma “villa” italiana que está sendo construída ali perto, e foi ideia do idealizador do projeto, Luiz Henrique, parar ali para o almoço (sobre a Villa Fitarelli, leia no próximo post).

Agora, desta vez, no sábado de Páscoa de 2011, foi tudo premeditado. Fomos ali de caso pensado, lembrando do cardápio que recorda o de toda família italiana tradicional da nossa região: polenta brustolada, sopa de capeletti, pien, nhoque de pão, moranga recheada e muitos doces…

Há apenas duas mesas coletivas no porão de chão batido, e a comida é servida em sequência, num horário determinado (aos sábados e domingos, sempre, ou durante a semana com reserva prévia).

Nesse dia, havia ali, por coincidência, várias pessoas de Curitiba, um texano, alguns porto-alegrenses, em torno de umas 25 pessoas.

Um menino de uns seis ou sete anos, encantado com as delícias às quais não cansava de elogiar, entrevistou dona Odete Bettú Lazzari, a proprietária, querendo saber como fazer uma sopa tão boa quanto aquela que havia experimentado (veja o videozinho abaixo).


O almoço que começou silencioso acabou barulhento, após o consumo de algumas garrafas de vinho (produzido ali mesmo, um corte de cabernet sauvignon com uma outra uva da qual não lembro agora), e a visita se encerrou no pátio, onde fica o forno a lenha no qual são assadas as pombinhas (as colombinas do título do lugar) e sob o qual gatos (sempre eles) dóceis ficam dispostos a aceitar o carinho de todo mundo.

Dali, em estrada asfaltada, dá para seguir diretamente, uns poucos quilômetros à frente, rumo ao Vale dos Vinhedos, em BENTO GONÇALVES. É um bom jeito de continuar ou encerrar o dia.

A mágica não só permaneceu, como ficou mais forte.